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Fundos de infraestrutura são essenciais para aumento do investimento no setor

No Brasil, não obstante o foco das atenções no conturbado noticiário político, na pendente aprovação das reformas estruturais e no tíbio desempenho econômico, a questão da necessidade de investimentos em infraestrutura se mantém latente. Dados da Associação Brasileira da In­fraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) dão conta que seriam necessários dez anos consecutivos de investimentos anuais da ordem de 4,3% do PIB brasileiro para “remover gargalos que dificultam o avanço da produtividade e o desenvolvimento econômico e social” ¹, mas nos últimos quinze anos nunca foi investido mais do que 2,5%. Para que o percentual de investimento almejado seja atingido, e finalmente se transmute em crescimento econômico, o sólido arcabouço de financiamento via mercado de capitais deverá ser posto em prática em sua plenitude.

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Piora a qualidade da carteira de FIDC associado a fintech

As fintechs estão incrementando sua relevância no contexto do sistema financeiro nacional. A dinâmica desse fenômeno estrutural é bem-vinda, e mesmo necessária, tendendo a impactar a elevada concentração bancária que vigora no Brasil, que se configura um dos fatores que explicam as altas taxas de juros praticadas em algumas modalidades de financiamento no país. Além disso, através de um modelo de negócio com uso intensivo de tecnologia, essas empresas têm capacidade de desburocratizar o acesso ao crédito. Na esteira deste seu crescimento de participação na economia brasileira, as fintechs se aproximaram do mercado de capitais, e, mais especificamente, do mercado de securitização.

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Fundo da Prologis entra em operação e se torna o maior de Logística

O segmento de FII de Logística ganhou mais um participante de peso em 2019. Com uma emissão de R$ 2,33 bilhões já em janeiro, o FII Prologis Brazil Logistics Venture (PBLV11) se firmou como o maior fundo de logística deste mercado. Além disso, embora seja um fundo destinado apenas a investidores profissionais, suas cotas estão aptas para negociação em mercado de bolsa. 

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Devedora falta com demonstrações financeiras, mas CRI não terá vencimento antecipado

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 13 e 17 de maio de 2019.

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Interesse em Finanças Estruturadas? Reserve estes dois dias

Um evento que está se aproximando merece toda atenção. Há um racional difícil de contestar. O que se sucede?

O nível da curva de juros na economia brasileira, historicamente baixo, e relativamente estável há algum tempo, continua atuando como fator transformacional na alocação de investimentos entre classes de ativos por parte de todos os tipos de investidor. Desta forma, cresce a participação relativa de crédito privado como opção de investimento. Mesmo com uma demanda por recursos, por parte de empresas, que ainda não decolou, em função da velocidade lenta dos trâmites congressuais e do noticiário político barulhento neste primeiro semestre de nova administração de governo, os preços e os montantes emitidos e adquiridos no mercado de crédito privado vêm refletindo tal transformação.

Rendimentos de cotistas do TRNT11 são positivamente impactados

Foi noticiado na última semana mais um caso de inadimplência de locatário para com um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) administrado pelo BTG Pactual. O fundo e o locatário em questão são o FII Torre Norte (TRNT11) e a Microsoft, sendo que esta, através da ausência do pagamento do mês de abril definido em contrato de aluguel que tem como objeto o imóvel da Torre Norte do Centro Empresarial das Nações Unidas – CENU, acabou por impactar negativamente a distribuição dos rendimentos dos cotistas do fundo em aproximadamente 26,81%. No entanto, de acordo com fato relevante divulgado ontem, 20 de maio de 2019, parece que este problema foi parcialmente solucionado.

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Cotistas de FII aprovam compra de CRI com conflito de interesses do gestor

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 13 e 17 de maio de 2019.

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CVM divulga orientações sobre DF de CRI e CRA

Uma das alterações trazidas pela ICVM 600 determina que as securitizadoras devem elaborar demonstrações financeiras individuais para cada um dos patrimônios separados da entidade emissora. Desse modo, a CVM divulgou hoje, 17 de maio, o Ofício Circular CVM/SIN/SNC 02/19, que traz orientações sobre a correta elaboração e apresentação das demonstrações financeiras individuais dos CRI e dos CRA sujeitos ao regime fiduciário.

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Fitch rebaixa CRI de built-to-suit

De maneira natural, considerando o objetivo primordial da criação de um título de crédito como o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), que é o incremento ao financiamento imobiliário no país, uma grande parcela dos recebíveis envolvidos na estruturação destes títulos de securitização é proveniente da categoria de ativo-lastro denominada Crédito Imobiliário. No entanto, existem também aqueles CRI estruturados em operações que fogem do financiamento imobiliário, como é o caso de quando o CRI possui como lastro recebíveis originados em contratos de aluguel, com destaque para locações sob medida na modalidade built-to-suit.

Ações Judiciais são dadas em garantia de CRA devido pela Usina Coruripe

Receberam registro hoje, 16 de maio de 2019, na CVM, as ofertas públicas referentes às 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Eco Securitizadora. As ofertas somam inicialmente R$ 800,0 milhões, podendo ser aumentadas conforme a demanda pelos títulos. As duas séries compõem a mesma operação que tem como lastro debêntures emitidas pela Usina Coruripe. Com esse novo registro o mercado de CRA já tem treze ofertas registradas no ano, somando R$ 4,75 bilhões, montante este que já supera o volume ofertado ao longo de todo o ano de 2018.

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