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MALL11 planeja investir quase R$ 160 mi em dois shoppings

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Malls Brasil Plural (MALL11) assinou instrumentos vinculantes para uma potencial aquisição de participações em dois shoppings. É o que informam, via fato relevante divulgado ontem, dia 15 de agosto de 2019, a Genial Investimentos (Genial) e a BRPP Gestão de Produtos Estruturados (BRPP), respectivamente administrador e gestor do fundo. Caso o negócio se conclua, a cifra envolvida seria de R$ 159,2 milhões.

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Cotista único detém mais de 25% das cotas em 210 fundos

Na última semana, como publicado no TLON, a CVM emitiu ofício no qual instava o administrador dos FII Grand Plaza Shopping (ABCP11) e Centro Têxtil Internacional (CTXT11) a refazer as demonstrações financeiras de 2017 e 2018. No cerne do pedido está o entendimento, pela CVM, de que a presença de um determinado cotista detentor de mais de 25% das cotas dos fundos violaria a Lei 9.779/99 e ensejaria a tributação dos referidos FII como pessoa jurídica. Embora inconcluso, o caso faz com que cotistas minoritários voltassem suas atenções para o monitoramento de riscos regulatórios e tributários executado pelos administradores dos fundos.

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XPML11 passa a ter participação em todos os ativos de shopping administrados pela JHSF Malls

A JHSF Participações e a JHSF Malls comunicaram ontem, dia 14 de agosto de 2019, via fato relevante, que foi fechado mais um negócio envolvendo a venda de participação em um shopping center para o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) XP Malls (XPML11). Agora, a JHSF Participações e o XPML11 têm participação conjunta em todos os ativos de shopping centers administrados pela JHSF Malls, sendo que o controle de todas as operações permanece com a JHSF Participações.

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Investidores de CRI aprovam, com ressalvas, plano de recuperação judicial da Urbplan

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 05 e 09 de agosto de 2019.

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Seguradoras de crédito impulsionarão o mercado de securitização

A saúde e pujança de uma economia depende da força de seu mercado de crédito. O desenvolvimento de um mercado de capitais resulta em ampliação de oferta e de demanda de crédito a preços transacionáveis. O mercado de securitização compõe a fronteira mais avançada do mercado de capitais. A tecnologia de securitização possibilita o atendimento refinado e customizado da demanda e da oferta de crédito, expandindo, de forma eficiente, o volume de crédito em uma economia. Os reforços de crédito estruturais e de terceiros em operações de securitização, muitas vezes presentes naquelas de forma concomitante, são inovações que estão no cerne da tecnologia de securitização. Dentre os vários tipos destes reforços de crédito, quando de terceiros, destaca-se o seguro de crédito.

Por que esta sequência de afirmações encadeadas que conectam, um tanto de trás para frente, ou do macro até o micro, a vitalidade de uma economia ao seguro de crédito em operações de securitização? Porque há, sim, na realidade, esta conexão estrutural, e porque no Brasil estamos já sentindo, de forma palpável, os benefícios da presença do seguro de crédito em operações de securitização, com impacto potencial na expansão do financiamento e do investimento em segmentos chave da economia brasileira.

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Cotas sênior de FIDC do São Paulo F.C recebem classificação definitiva

Recentemente foi publicada no TLON uma análise sobre a diversidade de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que adquirem recebíveis originados em negócios relacionados a futebol e outras atividades esportivas. Apesar de não ser uma iniciativa nova no mercado, FIDC com esse propósito estão em evidência, principalmente por causa das notícias recentes de que esta alternativa de captação de recursos está sendo pensada por clubes de futebol muito tradicionais do Brasil, como o Botafogo F.R e o São Paulo F.C.

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Nova emissão do KNIP11 é aprovada em assembleia

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 05 e 09 de agosto de 2019.

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Já somando R$ 10 bi, emissões de fundos listados batem recorde histórico

A Selic em sua mínima histórica e a variação positiva do IFIX atingindo a marca dos dois dígitos na comparação entre dezembro de 2018 e junho de 2019 criaram um quadro favorável para o mercado primário de FII. Por um lado, o investidor se vê impelido a abandonar os investimentos tradicionais em renda-fixa, por exemplo, e, por outro, percebe nos FII o alinhamento cultural, a segurança e possibilidades de retornos mais atrativos. O mercado, por sua vez, responde a essa demanda com um volume nunca visto de emissões, que supera R$ 10,00 bilhões decorridos apenas seis meses do ano.

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CVM solicita que demonstrações financeiras do ABCP11 e do CTXT11 sejam refeitas

Ontem, dia 07 de agosto de 2019, evidenciou-se no mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) uma discordância entre a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Rio Bravo Investimentos. A autarquia alega que dois FII administrados pela Rio Bravo Investimentos não estariam enquadrados à tributação aplicável aos FII, nos termos da Lei 8.668/93. Como resultado, a CVM solicita à administradora que sejam refeitas as demonstrações financeiras destes fundos para os anos de 2017 e 2018.

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BMLC11B se acerta com locatário inadimplente

Através de fato relevante divulgado hoje, dia 07 de agosto de 2019, o BTG Pactual e a Argucia Capital, administrador e gestora, respectivamente, do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) BM Brascan Lajes Corporativas (BMLC11B), comunicaram ao mercado sobre a regularização de débitos em aberto de um locatário do fundo. Com essa regularização, a próxima distribuição de rendimentos aos cotistas será impactada positivamente em 38,17%, considerando a última distribuição do fundo.

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