Brazilian Securities inicia 2013 na liderança do ranking

A Brazilian Securities inicia 2013 na liderança do ranking das Securitizadoras Imobiliárias por montante emitido de CRI, perfazendo o total de R$ 137,9 milhões, representando 46,5% do montante emitido em janeiro. A companhia também ocupa o primeiro lugar quando o critério é o número de operações,  tendo realizado três operações.

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Fitch rebaixa 216ª Série de CRI da Brazilian Securities

A Fitch rebaixou ontem, de ‘A+sf(bra)’ para ‘Asf(bra)’, a classificação de risco da 216ª série da primeira emissão de CRI da Brazilian Securities, em montante de R$ 150,0 milhões. A série é lastreada por CCI representativas da quarta emissão de debêntures da Rossi Residencial. O principal é acrescido de juros equivalentes à taxa DI e de spread de 1,4% ao ano. A emissão conta com cessão fiduciária de recebíveis, em montante equivalente a 120,0% do saldo devedor do CRI. O rebaixamento reflete a mudança na qualidade de crédito da Rossi Residencial devido a republicação de seus demonstrativos financeiros de 2009 a 2012, que apresentaram menores margens operacionais e alavancagem mais elevada.

Emissões de CRI começam o ano em ritmo mais forte que em 2012

O mês de janeiro de 2013 apresentou um aumento no montante emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) de 77,3% na comparação com o mesmo período de 2012. No primeiro mês deste ano foram realizadas 11 operações de CRI que totalizaram R$ 296,7 milhões, enquanto que em janeiro do ano passado haviam sido realizadas duas operações que totalizaram R$ 167,4 milhões. Vale lembrar que o este aumento tem como base o ano de 2012, o qual foi um ano de decrescimento do mercado, tendo recuado 29,3% em termos de montante emitido em relação a 2011. Dessa forma, apesar do aumento no volume de emissões ainda é cedo para se imaginar que o mercado voltará ao forte ritmo de crescimento apresentado até 2011.

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S&P classifica CRI da RB Capital

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brA-’ à 83ª série da 1ª emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, no montante de aproximadamente R$ 53,1 milhões. O valor unitário dos certificados será atualizado pela variação percentual acumulada do IPCA e acrescido de juros de 6,0% ao ano. Os pagamentos da amortização e dos juros devidos aos detentores dos CRI serão feitos em parcela única em janeiro de 2015. O CRI é lastreado em CCI referentes ao financiamento imobiliário concedido pela Domus Companhia Hipotecária à RB Capital Realty XV. Entre os reforços de crédito da operação estão a cessão fiduciária de recebíveis e a alienação fiduciária de cotas da de uma SPE.

Fitch atribui classificação de risco à CRI da RB Capital

A Fitch atribuiu a classificação de risco preliminar ‘AA+(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão da 85ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização. A série, que será emitida em montante de R$ 150,0 milhões, é lastreada por uma CCI referente a um financiamento concedido pelo Itaú BBA à Iguatemi Empresa de Shopping Centers. O principal será corrigido mensalmente pelo IPCA e acrescido de juros de 4,0% ao ano.

Oferta pública de CRI da Brazilian Securities entra em análise na CVM

Entrou em análise na CVM a oferta pública das séries 297 e 298 da 1ª emissão de CRI da Brazilian Securities. A nova operação da securitizadora possui uma estrutura sênior-subordinada cujo lastro são cédulas de crédito imobiliário emitidas a partir de 195 contratos imobiliários firmados entre os originadores e seus respectivos devedores. Os CRI sênior (297ª série) têm remuneração atrelada ao IGP-M acrescido de 6,0% a.a. enquanto os CRI subordinados (298ª série) apresentam rentabilidade indexada ao IGP-M com acréscimo de 54,2% a.a.. Serão ofertados 89 títulos sênior que somam R$ 26,9 milhões e 9 títulos subordinados que somam R$ 3,0 milhões.

Registro da LFRating permanece pendente na CVM

A LFRating, em comunicado aos clientes, informou sua situação cadastral perante a CVM em seu site. A agência explica que após a entrega dos documentos exigidos, recebeu um ofício solicitando retificações e esclarecimentos no dia 9 de dezembro de 2012, com resposta protocolada em 19 de dezembro de 2012. Conforme a Instrução CVM nº 521, a Autarquia teria 30 dias para analisar a resposta e deliberar sobre a concessão ou não do registro, com prazo final em 5 de fevereiro. Em 01 de fevereiro, a CVM enviou novo ofício requerendo novos esclarecimentos, recebendo resposta em 7 de fevereiro. A LFRating informa que, em paralelo,  agendou  uma reunião com a Superintendência responsável pelo registro para possível solução ágil. A Uqbar vem acompanhando o processo de registro das agências classificadora de risco de crédito e, até o momento, a CVM concedeu registro para as seguintes empresas: Austin, Fitch, Liberum, Moody’s e S&P.

Liberum classifica CRI da Ápice Securitizadora

A Liberum atribuiu as classificações de risco “A-(fe)” para a primeira e segunda séries e “A(fe)” para a terceira série da 1ª emissão CRI da Ápice Securitizadora Imobiliária. O principal é corrigido pela variação do IGP-M acrescida de juros equivalentes a 8,1% ao ano. A carteira lastro dos CRI constitui-se de contratos de promessas de compra e venda de lotes imobiliários referentes ao empreendimento Vila Conde e Plaza Martin. As carteiras foram cedidas com valor 33,0% superior ao valor de emissão, o que representa na prática uma sobregarantia de 25,0%, o que fundamentou a atribuição da classificação.

Número de negócios no secundário de CRI cresce em janeiro

No primeiro mês de 2013 houve 329 negócios de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrados na Cetip. O número é superior ao de dezembro de 2012, de 256, e ao de janeiro de 2012, quando o número de transações chegou a 292. Por outro lado, o montante negociado em janeiro somou R$ 834,0 milhões, valor 14,5% inferior ao registrado no mês anterior (R$ 975,1 milhões) e 45,7% abaixo do apresentado em janeiro de 2012 (R$ 1,53 bilhão).

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Setor imobiliário capta através de debêntures em 2012

Em um ano de tendência de deslocamento das preferências do investidor das opções tradicionais de renda fixa para aquelas associadas ao crédito privado que oferecem retornos diferenciados, as empresas do setor imobiliário exibiram volume recorde de número e de montante anuais de emissões de debêntures. De acordo com o levantamento preliminar feito pela Uqbar para o Anuário Imobiliário 2013, foram 35 operações em 2012, totalizando R$ 6,43 bilhões. O maior número anual de operações até então era de 26, referente a 2011, e o maior montante anual de emissões era de R$ 5,53 bilhões, referente a 2010.

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