Moody’s coloca CRI da PDG em revisão

A Moody’s colocou em revisão para rebaixamento a classificação de risco Aa3.br atribuída a 1ª emissão da 15ª série de Certificados de Recebíveis Imobiliários emitidos pela PDG Companhia Securitizadora. Tendo em vista que a classificação de risco do CRI é baseada na capacidade da PDG Realty realizar os pagamentos exigidos sob a CCB que lastreia a operação, a revisão para rebaixamento se justifica pelo fato da classificação de risco corporativo da PDG Realty e da CCB terem sido colocados em revisão para rebaixamento.

Outubro teve o menor volume de emissões de CRI do ano

No mês de outubro foram emitidos apenas R$ 55,3 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), valor mensal mais baixo registrado em 2012 até agora.

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Fitch classifica CRI da Brasil Plural

A Fitch Ratings atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A-(bra)(prel)’ à quarta série da primeira emissão de CRI da Brasil Plural Securitizadora, em montante de R$ 81,0 milhões. A operação é lastreada por recebíveis imobiliários comerciais oriundos de um contrato de locação atípica entre a Lojas Americanas e a PK Center Empreendimentos e Participações SPE. Este CRI será corrigido monetariamente pelo IPCA em outubro de cada ano, acrescido de remuneração a ser definida na data de emissão.

CVM divulga orientações sobre elaboração do Informe Trimestral

A CVM publicou no último dia 12 o Ofício Circular CVM/SIN/SEP/N°01/2012. O comunicado tem como finalidade divulgar orientações gerais sobre a elaboração do Informe Trimestral pelas companhias securitizadoras de créditos imobiliários. O documento é organizado em duas partes. A primeira lista orientações relacionadas: (I) ao prazo de entrega dos informes; (II) às regras sobre como as informações devem ser elaboradas e difundidas; (III) ao escopo e conteúdo das informações prestadas; e (IV) às informações denominadas "não aplicáveis". A outra seção orienta os agentes quanto à forma como o informe deve ser preenchido quanto: (I) às características gerais da operação; (II) às informações financeiras escolhidas por patrimônio separado; (III) à performance da carteira de ativos ligados à securitização; e (IV) aos eventos que implicaram em amortização antecipada ou impactos sobre o fluxo de pagamentos trimestral.

IPCA cresce em preferência como indexador de CRI

Ao se comparar o perfil de remuneração dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos ao longo de 2012 e de 2011 nota-se um crescimento na participação das operações cujo indexador é o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em termos de montante emitido, a participação das operações com este indexador subiu de 19,3% do valor consolidado das emissões de 2011 para 36,4% das emissões em 2012. Esta tendência detectada no mercado de CRI está em linha com o comportamento de mercados de outros títulos, corroborando a leitura recente de preferência crescente, por parte dos investidores, principalmente os fundos de pensão, por títulos atrelados a este índice de preços.

Liquidez no secundário de CRI cresce em 2012

Ao longo deste ano, até o final de outubro, foram registrados na Cetip negócios com Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) que totalizaram R$ 11,20 bilhões, valor que já ultrapassa em 2,6% o montante registrado referente a todo o ano de 2011 (R$ 10,91 bilhões). Em termos de número de negócios, ainda há uma pequena diferença de 1,5%, a ser superada nos últimos dois meses deste ano, entre a quantidade acumulada em 2012 até outubro e aquela referente a  todo o ano anterior (3.058 contra 3.106).

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Ofertas públicas de CRI despencam de 2011 para 2012

Em 2012 até o final de outubro foram registradas onze ofertas públicas de CRI, totalizando um montante de R$ 1,69 bilhão. Em 2011, no mesmo período, tinham sido registradas 65 ofertas públicas, somando R$ 3,02 bilhões. O decrescimento entre os dois anos foi de 83,1% no número de ofertas e de 44,0% no montante ofertado. A última oferta pública de CRI registrada este ano ocorreu no mês de setembro. Uma operação de CRI da Brasil Plural no valor de R$ 81,0 milhões.

Austin coloca CRI da Cibrasec em observação negativa

A Austin colocou em observação negativa a classificação de risco ‘brA+’ para o CRI da 170ª Série da 2ª emissão da Cibrasec - em montante de R$ 60,8 milhões - desvelando uma provável ação de rebaixamento nos próximos meses. O benchmark é de 150% do CDI ao ano. O CRI tem lastro em 4 CCI, de série única, emitidas pelo Banco BVA, representativas de créditos imobiliários decorrentes de 4 CCB, emitidas pelas seguintes empresas: GSP Loteadora, La Spezia Empreendimentos Imobiliários, Quinze de Maio Incorporação Imobiliária e TBK Construção e Incorporação. A observação negativa se firma na situação de inadimplência da TBK e na deterioração dos fundamentos do Banco BVA.

Negociações de CRI apresentam baixo patamar em outubro

O mês de outubro registrou R$ 407,9 milhões em negócios com CRI na Cetip e na BM&FBOVESPA. O patamar alcançado no mês de outubro apresentou o segundo pior nível em relação aos meses de 2012, ficando a frente apenas do mês de fevereiro que teve R$ 364,0 milhões em negócios. No acumulado do ano foram registrados R$ 11,49 bilhões de negócios com CRI, sendo a grande maioria, R$ 11,2 bilhões, na Cetip, e apenas R$ 291,4 milhões na BM&FBOVESPA.

Alguns dos desafios da gestão de carteiras de CRI

A Instrução nº 472 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tornou possível Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que investem preponderantemente em títulos de lastro imobiliário, dentre os quais se destacam os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). Desde o advento daquela Instrução já foram lançados 21 FII com carteiras compostas por títulos, a grande maioria deles focada em investimentos em CRI. A Uqbar categoriza este conjunto de FII, os que investem em CRI, como FII de Renda Fixa.

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