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Com garantia em euros, oferta de cotas de FIDC da Enel RIO deve mirar mercado internacional

A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu na última quinta-feira, dia 29 de novembro de 2018, classificação de risco para a segunda emissão de cotas sênior do FIDC Global TR. A nota atribuída foi um ‘Aaa’ e a agência levou em consideração o montante máximo de emissão da ordem de R$ 400,0 milhões. Segundo a agência, os recursos captados pelo fundo nessa nova emissão serão destinados ao resgate da primeira emissão de cotas sênior.

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Oliveira Trust lidera ranking de PL de FIDC lançados em 2018

Com perfis de atuação distintos, Oliveira Trust e Socopa assumem, cada uma, a liderança dos rankings Uqbar de administradores de FIDC para 2018, sob o critério de patrimônio líquido (PL) administrado e de número de novas operações, respectivamente. Enquanto a primeira instituição registra PL administrado de R$ 2,67 bilhões, distribuídos em sete fundos, a segunda inverte o placar, com 50 fundos perfazendo R$ 2,26 bilhões.

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Afinal de contas, quanto rendem as cotas subordinadas dos FIDC?

Dentre os diversos indicadores que refletem a performance dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), aquele que provavelmente melhor encapsula uma medida de desempenho corresponde à rentabilidade alcançada pelas cotas destes fundos ao longo do tempo. Apesar da rentabilidade aqui tratada se fundamentar em uma avaliação contábil das cotas dos fundos, dada a baixa liquidez do mercado secundário destes títulos, este indicador ainda é a melhor medida de desempenho, se uma análise depender de apenas um indicador. Ademais, alinhado com a ideia de um mercado de FIDC cuja prática de transparência e qualidade informacional se aprimorem com o tempo, o indicador de rentabilidade das cotas tende a se tornar uma medida cada vez mais eficaz de desempenho.

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Tercon e Oliveira Trust assumem lideranças como gestores de FIDC

Historicamente a competição nos Rankings Uqbar entre gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) é notória. Ao longo de 2016 a concorrência entre os participantes deste tipo se intensificou ainda mais. Houve aumento do número de participantes atuantes, os líderes de 2015 perderam seus postos e vários indicadores de concentração de mercado cederam.

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Socopa e Oliveira Trust lideram rankings de administradores de FIDC

Ao se comparar o panorama do mercado de administração de novos Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) em 2016 e em 2015, constata-se que um número maior de instituições teve êxito em emplacar mandatos para a administração de FIDC recém-operacionais no último ano. Quinze instituições repartiram entre si o mercado de 87 novos fundos estreantes em 2016. Em 2015 haviam sido apenas onze, em que pese o número ligeiramente superior de fundos que entraram em operação naquele ano, 90.  Por outro lado, o mercado de administradores de novos FIDC, quando medido em termos de Patrimônio Líquido (PL), se apresenta mais concentrado nos três maiores players em 2016 do que se verificou em 2015.

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Em ano de menos atribuições, Fitch e Liberum lideram mercado de FIDC

Ao final de 2016, um montante de R$ 5,62 bilhões em cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) havia sido classificado por agências, levando-se em conta somente atribuições. Comparando-se com o volume classificado em 2015, de R$ 6,85 bilhões, observa-se uma redução de 18,0%. O número absoluto de cotas que receberam atribuições de notas por parte das agências em 2016 alcançou a marca de 135, o equivalente a uma queda de 16,7% em comparação com o ano retrasado, quando 162 cotas haviam sido classificadas.

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Fitch e Liberum lideram atribuições de classificação de risco em 2016

O ano de 2016, até novembro, contou com atuação de um total de cinco agências de classificação de risco no que diz respeito às atribuições de notas para cotas de FIDC. Essas agências, que são Fitch, S&P, Moody’s, Liberum e Austin, foram responsáveis por um montante total classificado de aproximadamente R$ 4,25 bilhões, referentes a 98 títulos, levando em conta apenas atribuições. Fazendo uma comparação com os onze primeiros meses do ano de 2015, constata-se que ocorreram reduções de 34,4% e 33,8% no montante classificado e no número de cotas classificadas, respectivamente.

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Três instituições administram 75% dos novos FIDC de 2016

A indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) passou a contar com 47 fundos em 2016, contabilizados até agosto.  Ao fim deste mês eles perfazem, juntos, Patrimônio Líquido (PL) de R$ 1,49 bilhão. O levantamento de quem são os prestadores de serviços dos fundos ingressantes nesta indústria permite apontar as instituições que têm se destacado neste mercado, e que, incrementalmente, vêm alterando sua composição. Em 2016, por exemplo, como retratam os Rankings do TLON*, três em cada quatro novos FIDC contaram com administradores que estão posicionados entre os três primeiros colocados do respectivo ranking por número de operações.

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Liberum e Fitch lideram com folga rankings de agências no mercado de FIDC

No ano de 2016, até agosto, as agências realizaram atribuições de classificação de risco no mercado de FIDC que resultaram em um montante total classificado da ordem de R$ 3,59 bilhões em cotas. Quando comparado ao mesmo período de 2015, nota-se uma redução de 35,2 % no montante classificado, tendo em vista os 5,54 bilhões que haviam passado pelo crivo das agências naquele ano. A agência líder, entre as cinco que realizaram atribuições em 2016, em termos de montante, foi a Fitch, que classificou quase a metade do montante total avaliado no ano. Quando o critério de ranking é o número de cotas classificadas, a Liberum se encontra como primeira colocada, com uma fatia que representa quase dois terços das atribuições.

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Com novos participantes, rankings de gestor se transformam em 2015

Os rankings de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) evidenciam um cenário competitivo bastante distinto daqueles dos mercados de administração e custódia destes fundos. Enquanto nos últimos casos, conforme apontado nos respectivos artigos publicados no TLON, a tendência, comum em ambos, é a de significativo aumento de concentração de participação de mercado, dominada por um número reduzido de participantes, nos rankings de gestores se manifesta um panorama de maior dinamismo, denotando um outro estágio de desenvolvimento. Isso ocorre na medida em que surgem novos tipos de direitos creditórios a serem investidos, cada um exigindo um nível de especialização de gestão diferente.

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