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Três instituições administram 75% dos novos FIDC de 2016

A indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) passou a contar com 47 fundos em 2016, contabilizados até agosto.  Ao fim deste mês eles perfazem, juntos, Patrimônio Líquido (PL) de R$ 1,49 bilhão. O levantamento de quem são os prestadores de serviços dos fundos ingressantes nesta indústria permite apontar as instituições que têm se destacado neste mercado, e que, incrementalmente, vêm alterando sua composição. Em 2016, por exemplo, como retratam os Rankings do TLON*, três em cada quatro novos FIDC contaram com administradores que estão posicionados entre os três primeiros colocados do respectivo ranking por número de operações.

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Liberum e Fitch lideram com folga rankings de agências no mercado de FIDC

No ano de 2016, até agosto, as agências realizaram atribuições de classificação de risco no mercado de FIDC que resultaram em um montante total classificado da ordem de R$ 3,59 bilhões em cotas. Quando comparado ao mesmo período de 2015, nota-se uma redução de 35,2 % no montante classificado, tendo em vista os 5,54 bilhões que haviam passado pelo crivo das agências naquele ano. A agência líder, entre as cinco que realizaram atribuições em 2016, em termos de montante, foi a Fitch, que classificou quase a metade do montante total avaliado no ano. Quando o critério de ranking é o número de cotas classificadas, a Liberum se encontra como primeira colocada, com uma fatia que representa quase dois terços das atribuições.

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Com novos participantes, rankings de gestor se transformam em 2015

Os rankings de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) evidenciam um cenário competitivo bastante distinto daqueles dos mercados de administração e custódia destes fundos. Enquanto nos últimos casos, conforme apontado nos respectivos artigos publicados no TLON, a tendência, comum em ambos, é a de significativo aumento de concentração de participação de mercado, dominada por um número reduzido de participantes, nos rankings de gestores se manifesta um panorama de maior dinamismo, denotando um outro estágio de desenvolvimento. Isso ocorre na medida em que surgem novos tipos de direitos creditórios a serem investidos, cada um exigindo um nível de especialização de gestão diferente.

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Instituições nacionais ampliam liderança no mercado de custódia de FIDC

Salvo diferenças pontuais, o mercado de custódia de ativos de FIDC em 2015 apresentou comportamento muito próximo daquele descrito em artigo referente ao mercado de administração destes fundos: redução do número de participantes e aumento dos níveis de concentração. Adicionalmente, os principais participantes em ambos os mercados se revelaram os mesmos. Em relação à diferença das estratégias de intensificação de atuação e de participação neste mercado no futuro breve, entre instituições nacionais e instituições estrangeiras, 2015 não deixa espaço para dúvidas, conforme se verá abaixo.

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Ranking de Administradores de FIDC em 2015 apresenta aumento da hegemonia dos líderes

Em 2015, o mercado de administração de FIDC caracterizou-se pela redução no número de participantes que obtiveram mandatos para administrar novos fundos e pelo aumento da hegemonia das instituições líderes, que conseguiram manter um alto nível de atividade durante todo o ano. Como consequência, o mercado de administradores, um pouco mais concentrado, começa a se assemelhar àquele de custódia de ativos para estes fundos.

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Volume de atribuições de classificação de risco cai em 2015

Durante o primeiro semestre de 2015 as agências Austin, Fitch, Liberum, Moody’s e S&P foram as que realizaram atribuições de classificação de risco a cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC). Conjuntamente, estas agências realizaram 67 atribuições de classificação de risco, totalizando um montante de R$ 2,28 bilhões no período. Na comparação com o volume referente às atribuições no mesmo período de 2014, quando ocorreram 74 delas, referentes a um montante consolidado de R$ 4,91 bilhões de cotas de FIDC, as cifras de 2015 indicam redução relevante, mais especificamente de 9,5% e de 53,6%, respectivamente. Mas se visto apenas pelo prisma do número de atribuições, a queda é menor e, conforme ilustrado na Figura 1, o indicador se sustenta como um dos melhores desempenhos desde 2010.

S&P é responsável por mais de um terço do montante dos FIDC classificados


Em 2013 a S&P foi a agência de classificação de risco que mais classificou cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) – em termos de montante. Ao classificar R$ 3,42 bilhões em cotas, ou 38,8% do montante total classificado – pouco menos do dobro do segundo colocado, a Fitch, - aquela agência alcançou a primeira colocação do ranking de agências de classificação de risco para o ano de 2013. Sob a ótica do número de cotas que receberam classificação de risco, porém, a agência líder foi a Austin, com 53 classificações, representando 30,6% do total.


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Fitch e Liberum dividem liderança de Rankings de FIDC


No primeiro semestre de 2013 a Fitch e a Liberum alcançaram a liderança dos Rankings de Agências de Classificação de Risco do mercado de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC). A primeira obteve a liderança sob a ótica do montante total classificado no período e a segunda pelo critério do número de títulos que receberam classificação de risco. Juntas, as agências responderam por mais da metade do mercado de classificação de risco de cotas de FIDC, segundo os dois critérios, correspondendo a um total de 28 cotas, referentes a um montante de R$ 1,15 bilhão.


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Integral lidera o pulverizado mercado de gestores de FIDC

O segmento de gestão de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) é um dos maiores dentre aqueles de prestadores de serviços para o mercado de securitização. No final de março existiam 100 instituições atuantes na gestão de FIDC, contra 30 que prestavam o serviço de administração e 14 de custódia.

Bradesco e Itaú lideram como custodiantes

O mercado de custódia de direitos creditórios dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) tem se mostrado concentrado nas mãos dos maiores bancos privados no país. A liderança deste mercado, medida através do critério de Patrimônio Líquido (PL) consolidado dos fundos sob custódia de cada participante, tem sido exercida pelo Banco Bradesco (Bradesco) desde o final de 2010. Porém, caso seja contabilizado o FIDC Sistema Petrobras NP, o Itaú Unibanco (Itaú) passa a superar atualmente o Bradesco. A Uqbar normalmente exclui este fundo de análises consolidadas devido ao seu tamanho relativamente desproporcional e a algumas de suas especificidades.

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