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Fundos de Shopping Centers registram a maior TIR de 2017

A rentabilidade efetiva¹ média mensal de junho de 2017 computada para 84 cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas no âmbito do mercado de bolsa da B3 marcou a volta dos fundos de Renda Fixa ao topo da escala. Enquanto a média geral do mercado se fixou em 0,9%, os fundos que investem preponderantemente em títulos imobiliários de renda fixa apresentaram rentabilidade efetiva média de 1,1%. Já os FII que investem em cotas de outros fundos imobiliários foram os únicos a apresentar rentabilidade negativa no mês, -0,1%, enquanto os fundos de imóveis, a maior classe de ativo da indústria, marcaram rentabilidade próxima da média, 0,9%.

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Renda Fixa é a classe de FII que subdesempenha em rentabilidade em 2017

Em maio de 2017, as 86 cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que foram negociadas no âmbito do mercado de bolsa da B3 apresentaram rentabilidade efetiva¹ média mensal de apenas 0,1%. Em termos agregados quanto ao tipo de ativo-lastro predominante na carteira dos fundos, a classe mais representativa do mercado, Imóveis, registrou rentabilidade efetiva média ligeiramente acima da média do mercado, mas um pouco abaixo da média computada para os FII de Renda Variável. Por outro lado, os fundos de Renda Fixa, que se destacaram neste quesito frente às outras classes em tempos passados de juros nominais mais elevados, foram os únicos a apresentar rentabilidade negativa.

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Cotas dos FII de Shoppings se valorizam em média 8,4% em março

Os preços das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas em março de 2017 no mercado secundário da BM&FBOVESPA marcaram valorização média de 2,5% em relação a fevereiro. Esse indicador sofreu impacto positivo do desempenho dos fundos imobiliários que investem em shopping centers. Entre os 86 FII cujas cotas foram negociadas em ambos os meses¹, computa-se oito fundos que investem nesse tipo de imóvel. Desses, cinco se colocaram entre os dez FII de maior valorização, e apenas dois registraram subida de preços inferior à média do mercado.

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Fundos de logística assumem topo do ranking de rentabilidade em 2017

Ao fim de fevereiro de 2017 o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) TRX Realty Logística Renda I (TRXL11) havia sido aquele de maior rentabilidade efetiva¹ acumulada nos dois primeiros meses do ano, dentre os 83 fundos com cotas negociadas na BM&FBOVESPA objeto desta análise. Nos dois primeiros meses de 2017 o preço das cotas do TRXL11 no mercado secundário vivenciou um crescendo, enquanto o volume de rendimentos distribuídos registrou episódio de alta. Desse modo, a Taxa Interna de Retorno (TIR) acumulada, cujo cálculo se apoia em ambas as variáveis, ficou em 29,4% ao fim do primeiro bimestre do ano para o TRXL11. O fundo, que no acumulado do ano inteiro de 2016 registrou TIR negativa em 10,7%, passou da lanterna para o topo da escala. Assim como o TRXL11, outros três fundos de logística auferiram TIR superior a 20,0% em 2017, liderando o ranking dos FII de maior rentabilidade no ano.

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Número de negócios com cotas de FII permanece acima dos 100 mil em meses menos líquidos

Apesar do seu reduzido número de pregões na BM&FBOVESPA, fevereiro de 2017 encerrou-se com bom patamar de liquidez, mesmo em base mensal, no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Na evolução histórica, em base consolidada mensal, os dois primeiros meses de 2015 e de 2016 registraram um perceptível desvio negativo em relação à tendência pregressa e subsequente no mercado secundário de cotas de FII. Contudo, em 2017, janeiro e fevereiro assinalaram nível de liquidez, em base consolidada mensal, senão superior ao menos equivalente àquele visto nos últimos meses de 2016.

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Inéditos, rankings de gestores de FII são liderados pelo BTG Pactual

A edição 2017 do Anuário Uqbar Securitização e Financiamento Imobiliário, a ser lançada em março, introduzirá um novo conjunto de rankings ao leitor. Dentre as novidades estão os rankings relacionados ao mercado de gestores de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), compreendendo tanto a totalidade da indústria de fundos imobiliários como apenas aqueles listados para negociação em bolsa. Figuram como gestores no mercado de FII um total de 75 instituições. Apesar do grande número de competidores, o BTG Pactual assume a primeira colocação de todos os rankings por boa margem, qualquer que seja o critério.

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BTG Pactual é o líder inconteste dos rankings de administradores de FII

Duas óticas distintas guiam os rankings Uqbar de administradores de Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Uma delas tem por base todos os FII, listados na BM&FBovespa ou não, em operação no final de 2016, e por conta disso o critério adotado é o Patrimônio Líquido (PL) dos respectivos fundos administrados. A outra se restringe apenas ao subconjunto dos FII com cotas listadas, e utiliza a capitalização de mercado dos fundos como critério, além do número de fundos administrados, que é um critério válido em ambas as óticas. Qualquer que seja o critério, porém, a liderança de todos os rankings de administradores de FII em 2016 fica com o BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM (BTG Pactual).

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FII encerram 2016 com rentabilidade de 25,5%

Com o término do ano de 2016, já se faz possível realizar uma análise mais completa sobre a rentabilidade efetiva das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas na BM&FBOVESPA. Encerrados os doze meses do ano passado, os 82 fundos negociados no mercado secundário, considerando os critérios utilizados pela Uqbar, apresentaram uma rentabilidade efetiva média* (TIR) de 25,5%. Dentre as mais variadas explicações para esse acontecimento, destaca-se o processo de acentuada inversão da curva de juros do mercado de renda-fixa, fator que influenciou positivamente o preço das cotas de FII. 

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Cotas de FII se valorizam em média 13,5% em 2016

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA, encerrou dezembro de 2016 com variação média¹ positiva de preços de 13,5% no ano². O movimento positivo, de boa amplitude, se contrasta com a variação computada no ano de 2015, quando se registrou desvalorização média de preço das cotas de 4,4%. O próprio desempenho negativo em 2015 do mercado em geral, e de muitos fundos individuais, acarretou em uma probabilidade crescente de desempenho positivo em 2016. Trata-se da tendência de reversão à média de desempenho histórico. Além disto, o forte movimento de baixa da curva de juros no mercado brasileiro no último ano contribuiu, substancialmente, para a elevação dos preços das cotas dos FII.

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Mais de 1,3 milhão de negócios em 2016 leva secundário de FII a novo patamar

Em 2016, pelo segundo ano seguido, o mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociado no âmbito da BM&FBOVESPA, superou a marca de 1,0 milhão de negócios anuais. A despeito de uma base comparativa de já 1.258.042 negócios em 2015, registrou-se novo crescimento em 2016, de 4,1%, elevando-se a marca para as 1.309.976 transações anuais, recorde histórico para este mercado. Já o montante negociado se aproximou dos R$ 6,00 bilhões movimentados no ano, tendo crescido 5,1% na comparação com a cifra de 2015.

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