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DY mensal de FII marca 0,86% em maio

O cômputo individual do Dividend Yield (DY) realizado¹ mensal de cada um dos 84 Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas, negociadas na BM&FBOVESPA, atenderam ao critério de liquidez mínima, atingiu média de 0,86% em maio de 2016. Com os fundos repartidos segundo o respectivo tipo de ativo-lastro, nota-se que cada categoria apresenta um nível de rendimentos ligeiramente discrepantes entre si, mas compatíveis com o atual panorama do mercado de FII.

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TIR média para o mercado de FII em 2016 atinge 8,4%

Em 2016 até maio, 38 das 84 cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que foram negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA apresentaram rentabilidade efetiva¹ superior a 10,0%. Este panorama animador, em que mais de três quartos do número de cotas contabilizadas registrou rentabilidade ao menos positiva, culminou na elevação da média geral do mercado. Neste período, a Taxa Interna de Retorno (TIR) média já chegou aos 8,4%.

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Fundos de fundos registram a maior valorização média do mercado de FII

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA registrou mais um mês de significativa elevação do preço médio das cotas em 2016. Em maio, a variação média¹ dos preços das cotas de FII alcançou 3,6% de valorização em relação ao mês de abril, acentuando, positivamente, a variação média de preços acumulada em 2016. Das 83 cotas contempladas na análise mensal, apenas 12 apresentaram variação negativa de preço. Por outro lado, o mesmo número de fundos marcou variação superior a 9,0%.

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Preços de FII recuperam terreno e sobem 3,6% em março

Os preços das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas entre fevereiro e março de 2016 no mercado secundário da BM&FBOVESPA marcaram valorização média¹ de 3,6%. Este percentual faz ressaltar uma importante mudança de direção deste indicador em 2016, já que, em relação a meses imediatamente anteriores, tanto em janeiro quanto em fevereiro, a valorização média mensal esteve no campo negativo. O bom desempenho se pautou, inclusive, na valorização das cotas dos FII que investem preponderantemente em imóveis, que vinham amargando desvalorizações consecutivas já há alguns meses.

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BTG Pactual domina ranking de administradores de FII em 2015

Os rankings do mercado de administradores de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) em 2015 podem ser organizados sob dois prismas distintos, sempre segundo os critérios de montante e de número de fundos. O primeiro é restrito aos FII com cotas listadas na BM&FBovespa, sendo o montante ordenado pela capitalização de mercado dos respectivos fundos administrados. O outro tem por base todos os FII, listados ou não, em operação no final de 2015, e o montante utilizado como critério se refere ao Patrimônio Líquido (PL) dos fundos administrados. Apesar dos dois universos considerados, encontra-se pouca divergência entre os participantes de cada um dos rankings, cabendo ao BTG Pactual a liderança sob todos os aspectos.

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Rentabilidade de 12M do segmento de FII despenca em janeiro

Considerados os últimos doze meses, até o final do mês de janeiro deste ano, o conjunto de 75 cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA e que compõem assim o ranking do TLON de rentabilidade efetiva¹ deste mercado, apresentaram média deste indicador em 0,1%.  A rentabilidade efetiva média dos últimos doze meses, calculada como a Taxa Interna de Retorno (TIR) média, é calculada considerando-se os fluxos de distribuição e amortização e as variações de preço de cota no mercado secundário, e toma como parâmetro as transações ocorridas nos meses de janeiro de 2015 e de 2016. Se considerada a rentabilidade efetiva média para o mesmo conjunto de FII referente apenas ao mês de janeiro de 2016, observa-se uma forte marca negativa de -3,7%. O fraco desempenho em janeiro ajudou a derrubar a rentabilidade efetiva média destes fundos em base anual, indicador que havia encerrado o ano de 2015 em 6,1%.

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Cotas de FII com imóveis locados à Petrobras caem em janeiro

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociado na BM&FBOVESPA, encerrou o primeiro mês de 2016 em nível médio de preço bem abaixo daquele verificado em dezembro de 2015. Durante janeiro de 2016 houve desvalorização média¹ de 4,8% do preço de negociação das 81 cotas de FII consideradas na análise. Deste total, apenas oito cotas registraram variação positiva, até o máximo de 3,5%, ao passo que a variação negativa atingiu um máximo de -27,5%. Fundos que possuem parte ou a totalidade dos imóveis em carteira locados à Petrobras apresentaram as maiores quedas mensais dos preços de suas cotas, sob a iminência de que a empresa desocupe os imóveis.

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Secundário de FII inicia ano com mais de 100 mil negócios mensais

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociado no âmbito da BM&FBOVESPA, movimentou, em janeiro de 2016, o equivalente a R$ 327,8 milhões, distribuídos em 114.812 negócios. Tais números representam quedas frente ao que havia sido registrado em dezembro do ano anterior. Naquele último mês de 2015 haviam sido negociados R$ 805,0 milhões, referentes a 172.391 negócios, a maior cifra mensal dos últimos três anos e o recorde histórico de negócios, embora tal volume tenha se centrado nas negociações ocorridas com cotas de apenas um fundo. Assim, se desenha queda de 59,3% no montante negociado entre os dois últimos meses, e, pelo lado do número de negócios, o recuo é de 33,4%. Contudo, em que pese a redução de um terço deste último indicador em janeiro, o patamar resultante ainda é bastante elevado, acima dos 100 mil negócios, e, portanto, entre as cinco melhores marcas mensais no histórico do mercado.

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Apesar dos pesares, rentabilidade dos FII supera os 6% em 2015

A rentabilidade efetiva média do conjunto de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA alcançou, no fechamento acumulado em 2015, seu primeiro resultado anual positivo desde 2012. Na média, a rentabilidade efetiva¹ acumulada no ano entre os 79 FII computados na análise alcançou 6,1%. Tal percentual foi alcançado mesmo depois de uma rota de declínio ocorrida nos últimos cinco meses do ano. A rentabilidade efetiva acumulada, referente apenas aos primeiros sete meses do ano, até julho de 2015, chegou a atingir 8,8%, o ápice do indicador cumulativo ao longo do ano.  

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Rentabilidade dos FII em 2015 recua e fica abaixo dos 5%

A rentabilidade efetiva média calculada para as cotas de 75 Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados em dezembro de 2014 e outubro de 2015 atingiu a marca de 4,8%. No computo individual da rentabilidade efetiva acumulada até outubro, calculada como a Taxa Interna de Retorno (TIR), considerando-se os fluxos de distribuição e amortização e os preços das cotas no mercado secundário, 54 FII se situaram em território positivo,  enquanto 21 deles apresentaram TIR negativa. Comparativamente à rentabilidade média de 2015 até setembro, observa-se recuo de 0,8 ponto percentual, tendo em vista que a taxa nos primeiros nove meses do ano havia ficado em 5,6%. Quando confrontada com a rentabilidade acumulada do ano até julho, a queda é ainda maior, quatro pontos percentuais, uma vez que até aquele mês a taxa havia ficado em 8,8%.

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