Cotas de FII começam 2011 com avanço em valorização de preço

Cotas de FII começam 2011 com avançoem valorização de preço

O mês de janeiro de 2011 deu um tom inicial de movimento de alta nos preços de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BMF&Bovespa. Como já abordado no último artigo do Orbis, Liquidez de secundário de FII inicia o ano cinco vezes maior que no início de 2009, a liquidez deste mercado também inciou o ano em alta, tendo sido negociados no primeiro mês R$ 43,3 milhões em cotas, em cima de 3544 negócios.

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Liquidez de secundário de FII inicia o ano cinco vezes maior que no início de 2009

A liquidez do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociado na BM&FBOVESPA, interrompeu a trajetória de alta mensal que vinha apresentando nos últimos meses de 2010, mas registrou um inicio de ano com um nível de volume múltiplo daquele do começo de 2010. Em janeiro de 2011, em termos de montante negociado, R$ 43,3 milhões em cotas de FII trocaram de mãos entre investidores, ao passo que, em termos de número de negócios, foram 3544. Há um ano, em janeiro de 2010, estas cifras tinham sido de R$ 7,8 milhões e 837 respectivamente.

Em janeiro de 2011, a média móvel de seis meses atingiu R$ 52 milhões para montante negociado, a mais alta da história do mercado secundário de FII. Ao mesmo tempo, a média móvel de seis meses, de 2.716, para número de negócios, também estabeleceu recorde histórico para este mercado.

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Setor de FII dobra de tamanho em 2010

O valor consolidado de capitalização de mercado do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) duplicou no último ano, saltando de R$ 4,1 bilhões em dezembro de 2009 para R$ 8,1 bilhões no final de 2010. Somente em dezembro último, mês durante o qual sete FII passaram a ter suas cotas negociadas no mercado secundário, houve um acréscimo de R$ 2,2 bilhões no valor consolidado.

O aumento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de novos fundos e de novas cotas e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. No final de 2010 o valor consolidado era composto pela capitalização de mercado de 44 FII, dezoito a mais que em dezembro de 2009. O cálculo considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA e aqueles cujas negociações são registradas na Cetip. Os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses foram excluídos do cálculo.

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FII Excellence lidera classificação por retorno estimado de rendimentos no final de 2010

A cota do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence terminou o último mês de 2010 em primeiro lugar na classificação do setor por retorno estimado proveniente dos rendimentos dos fundos. A cota do FII Excellence, fundo dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e outros títulos de renda fixa, já havia saltado da terceira colocação no ranking de outubro para a liderança em novembro, com um retorno estimado de 11,6% a.a.. Agora, a cota fechou 2010 com um retorno estimado de 13,3% a.a..

Porém, o perfil de distribuições do fundo ao longo dos últimos doze meses foi variável, inclusive pelo fato de sua principal captação ter sido finalizada somente no começo do segundo trimestre do ano passado. Mas o crescimento recente no nível do retorno estimado da cota do fundo se deve às altas distribuições de rendimentos ocorridas em novembro e dezembro de 2010, representando 1,90% e 1,82%, respectivamente, do valor de mercado da cota. Nos cinco meses anteriores, a média mensal de distribuição tinha ficado em torno de 0,70% do valor de mercado da cota. Vale dizer que o valor de mercado da cota do FII Excellence pulou de R$ 100 para R$ 106 nos últimos 30 dias.

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Capitalização de mercado de setor de FII cresce R$ 670 milhões em dois meses

O valor consolidado de capitalização de mercado do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) atingiu R$ 5,94 bilhões no final de novembro de 2010. Isto representa um acréscimo de R$ 670,0 milhões em relação ao valor consolidado do setor no final de setembro de 2010, última vez que publicamos este tipo de análise. Em relação ao final de novembro de 2009, quando a capitalização de mercado consolidada era de R$ 3,82 bilhões, o crescimento foi de 55,4%.

O aumento no valor da capitalização de mercado se deve, em primeira ordem, às emissões de novos fundos e de novas cotas e, de forma complementar, à valorização de preço das cotas. O total de R$ 5,94 bilhões em novembro é composto pela capitalização de mercado de 37 FII, três a mais que em setembro de 2010 e doze a mais que em novembro de 2009. O cálculo considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA e aqueles cujas negociações são registradas na Cetip. Os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses foram excluídos do cálculo.

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Valorização média de preço de cota do setor de FII em 2010 fecha ano em 13,2%

No final de dezembro de 2010, depois de mais um mês positivo no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) na BM&FBOVESPA, o nível médio de preços deste mercado terminou o ano com uma elevação anual de 13,2%. No último mês do ano a variação média de preços de cotas do setor foi de 2,3%.

A cota do FII Square Faria Lima, depois de um forte rally nos últimos dois meses do ano, alcançou a primeira posição do setor em variação acumulada de preço ao longo de todo 2010. A cota do fundo já tinha subido 8,4% em novembro, trazendo o fundo para a terceira posição no acumulado do ano até o final daquele mês. Agora, no último mês, a cota subiu mais 12,4%, resultando em uma variação acumulada em 2010 de 33,9%.

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Forte aumento de liquidez no secundário de FII estabelece novos recordes

O nível de liquidez no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA disparou para cima em dezembro de 2010. Em termos de montante e número de negócios os valores do mês são novos recordes históricos, com uma larga margem comparativamente aos anteriores.

R$ 155,2 milhões em cotas de FII trocaram de mãos entre investidores, montante este resultante de 3.302 negócios. Estas cifras se comparam com R$ 6,7 milhões e 792 negócios referentes ao mês de dezembro de 2009. Por outro lado, em novembro de 2010, mês considerado forte no registro histórico, foram R$ 27,1 milhões em montante negociado e 2.552 negócios.

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Rentabilidade média de FII no secundário atingiu 18,9% até novembro

Liderado pelo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Shopping Pátio Higienópolis, o setor de FII negociados no mercado secundário alcançou nos primeiros onze meses de 2010 uma rentabilidade efetiva média acumulada de 18,9%. Novembro tendo sido um mês forte para o setor fez com que a rentabilidade acumulada no ano saltasse dos 15,6% que tinham sido registrados até o final de outubro.

O FII Shopping Pátio Higienópolis, que vem mantendo a liderança há vários meses, acumula uma rentabilidade efetiva no ano até novembro de nada menos que 40,8%. No último mês houve um acréscimo substancial, mensurável ao se comparar com a rentabilidade acumulada até o final de outubro, que era de 32,8%. Em 2009, o FII Pátio Higienópolis ficou em sétimo lugar, entre todos os FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA, com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 47,7%.

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Primeiros negócios de cotas sênior de FII registrados na BM&FBovespa

A Instrução nº 472 da Comissão de Valores Mobiliários, de 31 de outubro de 2008, redefiniu o mercado de fundos de investimento imobiliários (FII). Dentre as inovações trazidas pela norma está a possibilidade destes fundos emitirem, como os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), cotas de classes distintas.

O primeiro fundo a usufruir deste benefício foi o Fundo de Investimento Imobiliário RB Capital Agre (RB Agre). O fundo lançado em junho deste ano, emitiu cotas sênior e subordinadas.

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FII de Renda Fixa lidera retorno estimado dos rendimentos em novembro

O ranking de retorno estimado dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) sofreu interessantes mudanças em novembro. O FII Excellence, fundo dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e outros títulos de renda fixa, pulou da terceira colocação no ranking de outubro para a liderança em novembro, com um retorno estimado de 11,6% a.a.. Este crescimento deve-se à forte distribuição de rendimentos ocorrida em novembro de 2010, de R$ 1,90/cota. Nos últimos seis meses, a média mensal de distribuição por cota era de R$ 0,71/cota.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais dos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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