Analisando-se meramente pelo critério do número total de ações de rebaixamento versus ações de elevação, por parte de todas as agências de classificação de risco atuantes nos mercados de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a conclusão direta seria a de uma tendência de deterioração, em termos gerais, na qualidade de crédito destes títulos no período entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2012. O placar consolidado no ano no mercado de securitização é de dezesseis rebaixamentos contra dez elevações.

No entanto, uma leitura mais cuidadosa destas ações conduz a conclusões menos categóricas. A razão mais forte para tanto é a de que houve múltiplos rebaixamentos associados a cotas de FIDC de um mesmo cedente, no caso o Banco Cruzeiro do Sul (BCSul), e a CRI com lastro em créditos imobiliários com o mesmo risco corporativo, no caso o da Brookfield Incorporações (Brookfield).

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