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Fundo aprova emissão de R$ 300,0 milhões em cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de atas assembleias de FII divulgadas na CVM entre 22 e 26 de agosto de 2016.

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Cotistas aprovam segunda emissão de cotas de classe única do Brasil Plural Special Situations NP

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 22 e 26 de agosto de 2016.

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Perfil de remuneração no mercado de CRI se altera em doze meses

Em uma análise do desenvolvimento do mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) nos últimos doze meses detecta-se uma tendência de alteração da composição das emissões pelo critério do tipo de remuneração, o que potencialmente representaria uma tendência de maior participação de operações consideradas de mercado propriamente dito. No período em questão houve uma conquista de espaço das operações com emissão de títulos remunerados de forma indexada à inflação (IPCA, IGP-M etc) e atrelada à Taxa DI. Estas operações tendem a contar com lastro composto por aluguel e crédito imobiliário, com rentabilização a taxas de mercado, e com investidores não vinculados aos seus cedentes. As emissões de títulos com estas formas de remuneração cresceram fortemente neste período e corresponderam a quase 90% do número total emitido nos últimos doze meses.

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CRA atrelado a DI segue atraindo Investidor Pessoa Física

Dentro da evolução observada no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) nos últimos anos, um dos fatores que tem chamado a atenção diz respeito à forte participação do investidor pessoa física como adquirente destes títulos. Um aspecto ao mesmo tempo motivador e decorrente desta forte demanda está ligado ao formato da remuneração que tem sido praticada nas operações realizadas. Desde 2013, ano em que se intensificou o ritmo de emissões deste mercado, mais de 80% do total emitido em CRA teve remuneração atrelada à Taxa DI. Neste mesmo período, praticamente 100% das compras de CRA realizadas por investidor pessoa física foram de títulos remunerados a esta mesma taxa. A remuneração pós-fixada à Taxa DI diminui a incerteza, e o risco, associado às mudanças na curva de juros.

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