Jornal

Cotistas decidem sobre rendimentos de FII com 95% de vacância e no fim de RMG

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FII divulgadas na CVM entre 11 e 15 de julho de 2016.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Fundo de Cartão de Crédito Consignado é novo paradigma da indústria de FIDC

Está em análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) oferta de cotas sênior de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) cujo montante a ser captado pode alcançar R$ 4,00 bilhões. Se obtiver o registro definitivo na autarquia, esta será a maior oferta já registrada desde a criação do mercado de FIDC, e se contrapõe à relativa estagnação deste segmento nos últimos meses. Além disso, o fundo em questão, cujo lastro se origina de operações de cartão de crédito consignado, se apoia em legislação publicada recentemente, que pressagia reflexos importantes no mercado de FIDC.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Agente Fiduciário estreante se torna líder do ranking para 2016

Desde 2002, ano em que o ranking de agentes fiduciários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) passou a contar com mais de um participante, a liderança da escala se alterna entre duas instituições: Oliveira Trust DTVM e Pentágono DTVM. Foram raras as vezes em que estes dois principais agentes fiduciários do mercado não figuraram nas duas primeiras colocações. A última vez em que isto havia ocorrido tinha sido em 2012, no ranking sob o critério de montante emitido, e em 2008, quando o critério adotado é o número de operações. Em 2016, pelo menos do que se vislumbra pela metade do ano já decorrida, é a Vórtx DTVM, agente fiduciário que estreou no mercado no último trimestre de 2015, que aparece para ameaçar a liderança de Pentágono e Oliveira Trust.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Mercado de CRA dominado por operações de perfil corporativo

A recente ascensão observada no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) tem chamado atenção. Para os que acompanham em mais detalhe, observa-se, ainda, que tal crescimento tem se fundamentado predominantemente em operações com lastro em crédito corporativo. Nos últimos cinco anos, período no início do qual as emissões de CRA passaram a alcançar patamar não desprezível, a participação de operações com este tipo de lastro nunca havia atingido nível tão alto como agora na leitura do desempenho do mercado no primeiro semestre de 2016. Por consequência, a parcela das operações realizadas de lastro em crédito pulverizado vem sendo reduzida concomitantemente. A explicação básica para este comportamento recente da composição do mercado de CRA reside no custo competitivo de captação de recursos que estas operações têm viabilizado para empresas, muito em função da isenção tributária sobre rendimentos usufruída por investidores pessoas físicas, principais adquirentes deste título nas ofertas primárias realizadas.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Páginas de Participantes
Mais Lidos
Rankings
fii
fidc
cri
cra