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Encerrada nova emissão de fundo direcionado à infraestrutura

Já não é novidade que o Brasil demanda em grande escala investimentos em infraestrutura, sendo esse um dos obstáculos mais significativos a se superar para que o país alcance um estágio mais avançado de desenvolvimento. Nesse contexto, o mercado de capitais vem ganhando força e se consolidando como uma das alternativas para captação de recursos para os projetos de infraestrutura necessários. Um exemplo dessa dinâmica está na indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). É crescente o número de fundos pertencentes a esse nicho que adquirem direitos creditórios provenientes de financiamento de projetos de infraestrutura. Ontem um deles encerrou sua terceira emissão de cotas.

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Mais uma vez, ‘problemas operacionais’ de locatário impactam fundo do BTG

O BTG Pactual, administrador do FII TB Office (TBOF11), divulgou Fato Relevante para informar que a AbbVie Farmacêutica, uma das locatárias do Edifício Tower Bridge Corporate, por “problemas operacionais internos”, não conseguiu efetuar o pagamento do aluguel com vencimento em dezembro de 2018. Esta não é a primeira vez que um FII administrado pelo BTG informa que problemas operacionais internos impediram locatários de efetuar o pagamento do aluguel, impactando a distribuição de rendimentos aos cotistas.

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FII planeja ampliar participação no mercado de ‘death care’

Em 14 de janeiro de 2019 os cotistas do FII Brazilian Graveyard and Death Care Services (CARE11) terão a oportunidade de aprovar a quinta emissão de cotas do fundo que, se concretizada em seu limite máximo, poderá fazer o FII de cemitério duplicar de tamanho. Para além de questões dimensionais, o fundo planeja ampliar a participação no capital social da Terra Santa Administradora de Cemitérios e Imóveis, um dos principais investimentos do fundo.

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Cotistas do FII Challenger aprovam aquisição de diversos imóveis

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 10 e 14 de dezembro de 2018.

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O elo fraco entre a LIG e o financiamento imobiliário

Recentemente foram emitidas, e distribuídas em colocação privada, as primeiras Letras Imobiliárias Garantidas (LIG). Depois que o registro deste tipo de título passou a ser operacionalmente viabilizado na B3, na sequência de um longo período de gestação normativa do mesmo, o Banco Santander realizou a primeira emissão de LIG. Assim, motivada por este evento, a Uqbar retoma neste artigo o tópico da suposta razão de ser da LIG, indagando se, conforme objetivo amplamente divulgado na mídia como seu racional, o nascimento deste título ensejará o aumento do financiamento imobiliário na economia brasileira, o que, por sua vez, justificaria o próprio incentivo fiscal que beneficia o investimento na LIG.

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FIDC com risco GM tem cotas classificadas pela Fitch

A agência Fitch divulgou hoje, dia 13 de dezembro de 2018, um comunicado informando a atribuição de classificação de risco preliminar ‘AAA’ às cotas do FIDC Automotivo, em montante de aproximadamente R$ 350,0 milhões. O FIDC Automotivo consiste em uma operação de securitização de 18 contratos de crédito fixo celebrados entre o Fundo de Fomento Automotivo do Estado do Rio Grande do Sul (Fomentar/RS) e a empresa General Motors do Brasil (GM). Segundo a agência, esses contratos foram cedidos ao Citibank, cedente da operação.

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Aprovadas novas garantias em três séries de CRI da RB Capital

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 03 e 07 de dezembro de 2018.

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S&P atribui ‘AA+’ a CRI da Ápice

A agência S&P divulgou ontem, dia 10 de dezembro de 2018, comunicado sobre a atribuição de classificação de risco definitiva da 175ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da Ápice. Os CRI foram classificados em ‘AA+’, mesma nota atribuída preliminarmente pela agência, em 16 de novembro.

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Governador de SP aprova regulamento de FII e primeira emissão fica mais próxima

Em solenidade realizada ontem, 10 de dezembro, o governador do estado de São Paulo, Márcio França, aprovou o regulamento que estabelece as regras de funcionamento do FII do Estado de São Paulo (FII). Com isso, o governo do estado deu aval ao pedido de registro do fundo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a ser realizado pelo administrador do fundo.

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Compra de imóvel da Inbrands é cancelada e CRI não será recomprado

A RB Capital Companhia de Securitização, emissora do CRI referente à 96ª série da sua primeira emissão, publicou Fato Relevante para informar que a companhia antes interessada na aquisição do imóvel alienado fiduciariamente ao CRI, e no resgate antecipado dos títulos, desistiu da operação. A oferta de compra do imóvel envolveria um ‘reperfilamento’ do CRI e, segundo a securitizadora, estava sujeita a acordo de confidencialidade. O potencial comprador, no entanto, seria um FII.

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