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FIDC de cartão de crédito tem R$ 1 bi em cotas classificadas com ‘Aaa’

A classificação de risco ‘Aaa’ foi atribuída ontem, 14 de fevereiro de 2019, às cotas sênior do FIDC Fenix do Varejo II. A operação é lastreada por recebíveis comerciais cedidos pelas empresas Lojas Americanas (LASA) e B2W Companhia Digital (B2W), que atuam no setor varejista. Tais recebíveis comerciais são originados das vendas de produtos e serviços das cedentes para seus clientes e pagos por meio de cartões de crédito.  Essas transações, por sua vez, são processadas pela Cielo, que, na estrutura de uma transação via cartão de crédito, figura como a devedora dos recebíveis.

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Lançamento Exclusivo! Anuário Uqbar: Certificados de Recebíveis Imobiliários – Edição 2019

A Uqbar lança hoje o Anuário Uqbar 2019 dedicado aos Certificados de Recebíveis Imobiliários para os assinantes TLON.

Seguindo o sucesso da edição anterior, lançamos mais um Anuário Uqbar dedicado exclusivamente ao mercado de CRI. Este Anuário Uqbar CRI 2019 traz o retrato do mercado deste título em 2018, juntamente com uma análise sobre qual caminho e quais desvios vamos trilhando. Como no ano passado, esta publicação será seguida de três outras dedicadas aos demais segmentos do mercado de Finanças Estruturadas, compondo em conjunto a edição 2019 dos Anuários Uqbar.

No capítulo Dados os Infográficos ilustram os destaques de desempenho no mercado de CRI em 2018. Além da análise textual de mercado, que precede o capítulo Dados, este Anuário, como de praxe, apresenta os conhecidos Rankings Uqbar dos participantes e operações do segmento. Fechando, o capítulo Regulamentação e Legislação é de autoria do escritório Koury Lopes Advogados.

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Número de cedentes em operações de CRI decresce em 2018

Uma das consequências da retração de 9,8% do número de operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidas em 2018, frente a 2017, parece ter sido uma retração também no número de cedentes distintos envolvidos nestas operações. Foram 138 os cedentes distintos no ano passado, 9,2% a menos do que o observado em 2017. Destes 138, quase a integralidade, 137, são pessoas jurídicas. Em 2017, comparativamente, todos os 152 cedentes haviam sido pessoas jurídicas.

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CRI de R$ 300,0 milhões são classificados pela Fitch

Na semana passada a agência Fitch atribuiu classificação de risco para mais uma emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) que tem a Rede D’Or São Luiz (Rede D’Or) como devedora. Mais precisamente, trata-se das 208ª e 209ª séries de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, que receberam, em caráter preliminar, um ‘AAA’. O montante avaliado foi de R$ 300,0 milhões, referente às duas séries de forma conjunta.

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Fundos de Investimento são maioria entre os investidores de CRI

O déficit habitacional é sem dúvida um dos principais obstáculos a se superar para aprimorar o bem-estar da sociedade brasileira. Na tentativa de combater o problema, foi criado o Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), que hoje figura como o principal título de securitização imobiliária do país. No entanto, o mercado de CRI ainda não alcançou magnitude suficientemente elevada para solucionar o problema do financiamento imobiliário para pessoas físicas. Uma maneira de atestar essa situação é observar o perfil de investidores de CRI emitidos em 2018.

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Polo acusa Gafisa de alterar boletos e raptar fluxo de pagamentos de CRI

A Polo Capital Securitizadora divulgou Fato Relevante para informar que a Gafisa, cedente de diversas operações de CRI emitidas pela referida securitizadora, tem descumprido suas obrigações de gestão e cobrança dos créditos que lastreiam os títulos, conforme previsto nos contratos de cessão firmados entre as partes. Desse modo, a incorporadora e construtora teria passado a receber indevidamente o fluxo de pagamento dos recebíveis que lastreiam os CRI. 

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S&P classifica CRI da True em ‘AAA’

Na última terça-feira, dia 29 de janeiro de 2019, a agência S&P atribuiu a classificação de risco final ‘AAA’ à 164ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da True, anteriormente denominada Ápice. De acordo com o comunicado da agência, o montante emitido do CRI foi de R$ 130,0 milhões. No dia 24 de agosto de 2018 a agência já havia indicado uma classificação de risco idêntica, mas em caráter preliminar.

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True foi a securitizadora que mais emitiu CRI em 2018

O mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) terminou o ano apresentando um volume total de emissões de R$ 9,01 bilhões, cifra construída através de 129 operações. Dentre as securitizadoras imobiliárias que contribuíram para estas marcas, destaca-se a atuação da True, anteriormente denominada Ápice, que participou de 35 operações que perfizeram o montante de R$ 2,57 bilhões. Essas marcas representam 27,1% do total de operações e 28,5% do total emitido no ano. Com isso, a True encerrou o ano como a líder dos rankings Uqbar de securitizadoras imobiliárias de 2018, tanto pelo critério do montante emitido quanto pelo número de operações.

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Socopa e Solis deixam de prestar serviços ao FIGS11

Por meio de Fato Relevante, foi comunicado que a Socopa e a Solis renunciaram, em caráter irrevogável e irretratável, às suas funções de administração e gestão, respectivamente, do FII General Shopping Ativo e Renda (FIGS11). O fundo, um dos últimos a ainda desfrutar de Renda Mínima Garantida (RMG), investe em dois centros comerciais, o Shopping Bonsucesso e o Parque Shopping Maia. A Vórtx está cotada para assumir a administração do fundo.

 

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CRA de R$ 750 milhões é classificado ‘AAA’

Não é de hoje que o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) tem chamado atenção pelo padrão seguido na estruturação de suas maiores operações. Dito de outra forma, já se tornou relativamente comum o surgimento de operações de CRA de monta com lastro em debêntures emitidas por grandes empresas que interagem com o setor produtor agro, uma forma de captação que se beneficia da isenção tributária sobre os rendimentos usufruída por investidores pessoa física deste título de securitização. Na última terça-feira a Fitch avaliou uma nova operação deste formato de R$ 750,0 milhões.

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