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FII negociados apresentam ágio pelo quarto mês consecutivo

Ao final de maio de 2017, a Capitalização de Mercado (CM) do conjunto dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário na B3¹ voltou a subir depois de um mês e ultrapassou a marca de R$ 28,0 bilhões. Da mesma forma, o Patrimônio Líquido (PL) deste grupo de fundos se elevou e já se aproxima da mesma marca. O movimento ascendente em maio da CM foi levemente superior ao do PL e, com isso, pelo quarto mês consecutivo observou-se um ágio, entre o valor de mercado e o valor contábil consolidado dos fundos (CM/PL).

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Número de FIDC continua crescendo, mas PL tem redução

Após o considerável crescimento apresentado ao longo do ano passado, tanto em termos de número de fundos em operação quanto em Patrimônio Líquido (PL), o mercado de Fundos de Investimentos em Direitos Creditório (FIDC) apresenta movimento diferente este ano. Ao longo de 2017, os indicadores, número de fundos e PL, apresentam variações apenas marginais, tendo o PL se reduzido levemente, e o número de fundos aumentado um pouco. Grande destaque do setor de FIDC no ano de 2016, com crescimento de mais de 50,0%, o segmento de FIDC do tipo Não Padronizado (NP) cessou seu crescimento e apresentou redução em ambos os indicadores em 2017.

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CRI indexados à TR minguam; indexação à inflação sobressai em 2017

A análise do desenvolvimento do mercado primário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) desde 2015 detecta tendência de alteração da composição das emissões pelo critério do tipo de remuneração. Se anteriormente predominavam operações que não poderiam ser consideradas de mercado propriamente dito, em 2017 esse cenário sofreu considerável mudança. Houve uma conquista de espaço dos títulos remunerados de forma indexada à inflação (IPCA, IGP-M etc) ou atrelada à Taxa DI, em detrimento daquelas atreladas à Taxa Referencial (TR), que atingiram a nulidade no acumulado de emissões de CRI em 2017.

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Emissões de CRA já superam 4 bilhões em 2017; CRA corporativo domina mercado

Em 2017, até o dia 20 de maio, o volume de emissões do mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já alcança R$ 4,18 bilhões. Esta marca supera em 15% o volume emitido no mesmo período em 2016, ano em que se estabeleceu novo recorde anual por larga margem (177%). Tal qual vem ocorrendo em anos recentes, o crescimento e a grande preponderância das emissões se referem a CRA de lastro corporativo, em oposição aos CRA de lastro pulverizado. Em 2017, até agora, quase 100% das emissões ocorridas são de CRA corporativos.

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