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Adiada a decisão sobre o vencimento antecipado de CRI que tem a Urbplan como devedora

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 23 e 27 de abril de 2018.

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Com nova aquisição, carteira do FII GGR chega aos treze imóveis

Com direito a imagens aéreas realizadas por um drone, o FII GGR Covepi Renda (GGRC11) apresentou ao mercado sua nova aquisição. O décimo terceiro imóvel do fundo está localizado no Rio Grande do Sul e tem como locatário uma subsidiária da AMBEV.

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Ofertas de FII fecham primeiro quadrimestre com maior nível desde 2013

Na última sexta feira, 27 de abril, foi registrada na CVM uma nova oferta de cotas do FII CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11), no montante de R$ 176,2 milhões. Com esse novo registro o mercado de FII chegou à marca de R$ 3,20 bilhões, correspondentes a treze ofertas de cotas em 2018. Trata-se do maior resultado para um primeiro quadrimestre nos últimos cinco anos, tanto em volume de emissão quanto em número de ofertas registradas. Isto ocorre após um fechamento de ano em 2017 com crescimento em ofertas no segmento de FII.

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Brasil Plural será extinta com incorporação pela ISEC

A ISEC e a Brasil Plural divulgaram Fato Relevante para comunicar que, em sequência à assunção do controle da segunda pela primeira, a Brasil Plural, juntamente com todos os CRI ainda ativos, será incorporada pela ISEC.

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BTG presta esclarecimentos à B3 sobre reprovação de contas do FII West Plaza

Depois da assembleia de cotistas do FII West Plaza ter reprovado, por forte maioria, as demonstrações financeiras de 2017 do fundo, o BTG Pactual, administrador, prestou esclarecimentos à B3 em resposta à solicitação formulada pela bolsa.

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Aprovada nova emissão de cotas do FII Shopping Jardim Sul

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 23 e 27 de abril de 2018.

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CSHG indica que não administrará fundos que não faz a gestão

No início de fevereiro de 2018, o CSHG apresentou aviso prévio tratando de renúncia à administração dos FII CSHG Atrium Shopping Santo André (ATSA11B), CSHG Top FOFII (TFOF11) e CSHG Top FOFII 2 (FOFT11), todos geridos pela Hedge Investments Real Estate.

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CEOC11 volta a distribuir rendimentos e preço da cota recupera patamar de 2013

É possível segmentar o comportamento do mercado de FII verificado nos últimos sete anos em três fases distintas. A primeira, comumente chamada de boom imobiliário, atingiu seu ápice em 2012, com o lançamento de um número significativo de fundos no mercado primário, e um subsequente aumento do montante negociado mensal, tendo como pano de fundo a aparente pujança da economia brasileira, o que, no mercado imobiliário, se verificou pelo aumento da oferta de novos imóveis. A partir de 2014, por sua vez, se abateu sobre o país uma grave crise, que no mercado de FII se caracterizou pelo aumento da inadimplência e da vacância, além da relativa estagnação da liquidez no mercado secundário de cotas e do surgimento, na média, de relevante deságio no preço de mercado daquelas em relação ao valor patrimonial. Desde meados de 2016, porém, o mercado ensaia uma recuperação. A vacância começa a diminuir do seu ponto máximo, bem como, no âmbito do mercado secundário, a liquidez volta a bater recordes e os preços das cotas têm apresentado significativa valorização. O FII CEO Cyrella Commercial Properties (CEOC11), lançado em 2012, ilustra essa trajetória, tendo atravessado todas essas fases.

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Mercado de FIDC encerra 1º trimestre com captação líquida beirando 2,0 bilhões

O mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou captação líquida positiva de R$ 1,92 bilhão no primeiro trimestre de 2018. Trata-se da primeira vez em quatro anos que este montante encerra o primeiro trimestre do ano no campo positivo. Este indicador resulta da diferença entre os montantes realizados de emissões e de amortizações* de cotas no início do ano. Juntamente com a captação líquida consolidada situada no campo positivo em 2018, observou-se a elevação do Patrimônio Líquido (PL) no período, de R$ 80,65 bilhões, em dezembro de 2017, para R$ 83,61 bilhões, ao final de março, este último um recorde para esse mercado.

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Com carteira mais problemática, FIDC Multissetorial Invest Dunas LP destitui consultoras e planeja amortizar

No último dia 11 de abril, reunidos em assembleia extraordinária, os cotistas do FIDC Multissetorial Invest Dunas LP decidiram pela destituição das consultorias especializadas do fundo: DunasPlus Soluções Financeiras e Brazil Plus Participações. O fundo, que até alguns meses atrás era um dos vinte maiores do segmento Multicedente/Multissacado, desde o final de 2017 vem sofrendo com a deterioração da qualidade de sua carteira de direitos creditórios, com impacto expressivo sobre o desempenho de suas cotas. Esta foi a segunda alteração recente de prestadores de serviço no fundo, tendo o mesmo, em fevereiro último, mudado o seu gestor. 

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