Jornal

FII acumulam queda de 18,7% em 2020

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), negociadas no âmbito da B3, encerrou abril com variação média¹ de preço assinalando -18,7% no ano. Na análise feita para se chegar a esse número foram consideradas 151 cotas de FII. Demonstrando que a variação negativa se estendeu por todo o mercado, nenhuma cota registrou variação positiva no período.  

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Crise aumenta risco de títulos de dívida ativa de São Paulo

Quando falamos em securitização, é importante não restringir a análise apenas aos mercados de CRA, CRI e FIDC. Foi através do mercado de debêntures que uma das operações mais emblemáticas do mercado brasileiro nasceu, a securitização de dívida ativa do Estado de São Paulo. A operação consiste na emissão, por parte da Companhia Paulista de Securitização (CPSEC), de debêntures lastreadas pelos direitos creditórios decorrentes de programas de parcelamento de ICMS devidos ao Estado de São Paulo. Nesta semana a operação voltou ficar em evidência.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Investidores de CRI optam por não aprovar recompra compulsória

Ocorreu na última segunda-feira uma assembleia de investidores de um CRI da Habitasec cuja pauta de deliberações continha uma medida importante para a continuidade da vigência da operação. O que estava em jogo era a recompra, por parte da cedente, dos direitos creditórios que lastreiam o CRI.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Existe vida para o agronegócio no mercado de capitais além do CRA

Em virtude da sua importância econômica, dois setores têm títulos de securitização formatados exclusivamente para eles. Enquanto o setor imobiliário pode usufruir do CRI, o setor do agronegócio usufrui do CRA. Apesar de bastante similares entre si, esses dois títulos mantém um conjunto de características regulamentares que o fazem adequados a cada um dos setores. Mas isso não significa que estas sejam os dois únicos caminhos por meio da securitização para cada um desses setores. 

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Desempenho futuro de FIDC MM é motivo de preocupação

Ao atribuir classificação de risco às cotas sênior do FIDC Fatori Multissetorial, a agência Liberum sinalizou suas expectativas a respeito do segmento dos FIDC Multicedente Multisacado (MM) como um todo. Assim, embora a nota atribuída às cotas do FIDC Fatori Multissetorial tenha sido ‘BBB’, sua perspectiva foi colocada no campo negativo.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Negócios de FII se reduzem pela metade em abril

No mês de abril a liquidez do mercado secundário de cotas de FII encolheu. Na comparação com março, o montante negociado em abril se reduziu pela metade. Ao mesmo tempo, o número de negócios encontrou, em abril, seu patamar mais baixo desde outubro de 2019.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

[ATUALIZAÇÃO] Avaliação de CRI vinculado a resort é afetada por histórico, que inclui default em outro CRI

Atualização: Após a publicação deste artigo a Austin, emissora da opinião de crédito aqui relatada, entrou em contato conosco para informar que o texto original do comunicado no site da agência continha imprecisões, especialmente em relação ao uso do termo default. Tão logo a agência retifique o comunicado, republicaremos este artigo para melhor refletir os fatos.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

BNDES destina R$ 4 bi para investimento em FIDC de pequenas e médias empresas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou hoje, 06 de maio, edital para a seleção de FIDC que compram direitos creditórios devidos por micro, pequenas e médias empresas (MPME). O objetivo é que o banco de desenvolvimento, por meio da BNDESPAR, se torne cotista desses FIDC, aportando até R$ 4,00 bilhões em no máximo dez FIDC.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

BC regulamenta duplicata eletrônica

Ontem, 04 de maio, mais um passo foi dado em direção à completa eletronificação das duplicatas. O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) estabeleceram as regras e prazos para que todas as duplicadas sejam registradas de forma digital. Além do mercado de securitização, a consolidação da duplicata eletrônica deve impactar o sistema financeiro como um todo, pois trará mais transparência e confiabilidade às transações envolvendo duplicatas, eliminando, entre outros, o risco de duplicidade deste título. 

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

CRI da ISEC tem objetivo de financiar obras de edifício residencial no RS

Apesar do cenário de grandes adversidades econômicas em que o país se encontra, o mercado de capitais não parou. Neste sentido, novas operações continuam vindo à tona, mesmo que em número menor do que no contexto de outrora. Um exemplo disso pode ser visualizado em uma recente ação da Austin, que na última quarta-feira concedeu classificação de risco a um CRI de emissão da ISEC.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Rankings
fii
fidc
cri
cra
Mais Recentes