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Locatário comprará imóvel do FFCI11, mas administrador prepara novas aquisições

A Rio Bravo Investimentos, administrador do FII Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11), publicou Fato Relevante para comunicar que, em 02 de março de 2018, recebeu uma carta da Avenues São Paulo Educação Ltda., locatária do Edifício Morumbi Park, confirmando a sua intenção de exercer a opção de compra do imóvel, conforme previsto no contrato de locação. A Rio Bravo informa que um novo fato relevante será publicado após a conclusão da venda do imóvel, que deverá ser integralmente pago até a lavratura da escritura de compra e venda, prevista para 16 de março de 2018. Ademais, esclarece o administrador, não haverá alteração na distribuição de rendimentos do FII até que a venda do imóvel se concretize. Em contrapartida, a Rio Bravo informa trabalhar com um cronograma de novos ativos para substituir o imóvel da carteira do FFCI11, com perspectiva de reinvestimento dos recursos oriundos da venda em até 180 dias. Já foram enviadas propostas para aquisição de novos ativos que possuem uma expectativa de risco e retorno igual ou melhor que o Edifício Morumbi Park e totalizam aproximadamente R$ 500,0 milhões. O documento finaliza acrescentando que a venda gerará um lucro contábil que deverá ser informado e distribuído aos cotistas tão logo seja apurado.

Cotistas do FIDC Minerva Crédito Mercantil estendem prazo de quatro séries de cota sênior

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 26 de fevereiro e 02 de março de 2018.

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Dois FII aprovam emissões que somam mais de R$ 500 milhões

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 26 de fevereiro e 2 de março de 2018.

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Acordo com credores põe fim a quatro anos de discussão judicial envolvendo CRI

No último dia 15 de fevereiro, a Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), administrador dos FII CSHG Brasil Shopping (HGBS11) e CSHG Recebíveis Imobiliários (HGCR11), publicou Fatos Relevantes a respeito da discussão judicial envolvendo Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) adquiridos por esses dois fundos. O conteúdo dos documentos, por sua vez, coloca um ponto final em um caso que se arrasta há mais de dois anos, perpassando diferente instâncias judiciais, arquivamento de ações, penhora de imóvel dado em garantia e outros.

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Investidores aprovam liberação de garantias em três CRI

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 19 e 23 de fevereiro de 2018.

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Maior parte das classes de ativo-lastro de FIDC registra captação positiva em 2017

No final de 2017, a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) teve seus indicadores de Patrimônio Líquido (PL) e de número de fundos alçados aos seus maiores níveis históricos. Tais patamares foram alcançados após um volume recorde de emissões de FIDC ao longo do ano, o que culminou em uma expressiva captação líquida positiva. Neste sentido, ao se observar as movimentações do mercado primário de FIDC por classe de Ativo-Lastro destacam-se os consideráveis montantes de emissão e de captação líquida registrados no âmbito das categorias Recebíveis Comerciais, Setor Público, Recebíveis do Agronegócio e Multiclasse. Juntas, essas quatro classes somaram quase 90% das emissões e mais de R$ 6,0 bilhões em captação líquida.

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Lançamento exclusivo! Anuário Uqbar: Fundos de Investimento Imobiliário – Edição 2018

Depois da publicação do Anuário de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a Uqbar lança hoje o Anuário Uqbar 2018 dedicado aos Fundos de Investimento Imobiliário exclusivo para os assinantes TLON.

 

O Anuário em questão traz os principais acontecimentos em 2017 de um segmento do mercado de capitais que se mostra mais amadurecido, valorizado, diversificado, líquido e preparado para galgar novos patamares em sua expansão. Apresenta também o conjunto completo dos Rankings Uqbar cobrindo o desempenho das operações e dos prestadores de serviços do setor.

Cotistas de FIDC decidem que desenquadramento não constitui evento de liquidação

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 19 e 23 de fevereiro de 2018.

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Novasec adquire controle da Beta Securitizadora

A Novasec e Beta Securitizadora publicaram Fato Relevante para comunicar a celebração entre as duas, o Banif – Banco Internacional do Funchal (Brasil) e o Banif Banco de Investimento (Brasil), de contrato de compra e venda de ações e outras avenças datado de 26 de fevereiro de 2018. Nos termos do contrato, a Novasec se comprometeu a comprar dos bancos ações representativas de 100% do capital total e votante da Beta. Segundo o documento, a efetiva aquisição e transferência das ações está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes estipuladas no contrato. A Novasec não firmou acordos ou contratos que visem a regular o direito de voto de valores mobiliários de emissão da Beta Securitizadora após a conclusão da compra e venda mencionada acima. Ainda, a Novasec afirma não ter intenção de promover o cancelamento do registro de companhia aberta da Beta junto à CVM e não há quaisquer outras informações relevantes referentes a eventos societários específicos que se pretenda promover com relação à Beta Securitizadora após a conclusão da operação de compra e venda mencionada acima. Uma vez cumpridas as condições precedentes estabelecidas no contrato de compra e venda, as ações da Beta Securitizadora serão transferidas à Novasec e uma assembleia geral extraordinária de acionistas da primeira será realizada para modificar o estatuto social, se for o caso, bem como substituir o Diretor de Relações com os Investidores.

FII Torre Almirante receberá devolução de ITBI

O BTG Pactual Serviços Financeiros, administrador do FII Torre Almirante (ALMI11), proprietário de 40% do edifício homônimo, localizado no Rio de Janeiro-RJ, publicou Fato Relevante para informar que o Processo Administrativo nº 04/451.466/2010 referente a Nota de Lançamento de ITBI nº 0491/2010 foi julgado favorável e que o administrador diligenciará junto à Prefeitura do Rio de Janeiro para obter a devolução do valor atualizado do depósito de R$ 533.195,84, feito em abril de 2013.

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