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CSHG tenta destituir consultor do HGJH11

Ontem, dia 28 de março de 2019, um fato relevante divulgado pelo CSHG, administrador do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) CSHG JHSF Prime Offices (HGJH11), expôs aos cotistas do fundo e ao mercado em geral o surgimento de uma polêmica envolvendo o consultor imobiliário do fundo, a Companhia Administradora de Empreendimentos e Serviços. Cabe aos cotistas, em assembleia geral a ser realizada no próximo dia 22 de abril, decidir como proceder.

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Recém-registrada, securitizadora Casa de Pedra assume CRI da Fortesec

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 18 e 22 de março de 2019.

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PL dos FIDC alcança R$ 120 bi em fevereiro

A bonança dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) observada no fim de 2018 parece continuar vigente neste início de 2019, pelo menos em termos dimensionais. A expressiva marca de patrimônio líquido (PL) consolidado alcançada naquela ocasião permaneceu em ascensão, tendo este indicador se expandido 17,7% de dezembro de 2018 até o final do primeiro bimestre deste ano. Já o número de fundos operacionais do mercado também cresceu, mas em proporção bem mais modesta, de apenas 2,0%.

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Cotistas de FII decidem não penalizar locatário

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 18 e 22 de março de 2019.

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Segmento Sucroenergético é dominante nas emissões de CRA

Dando prosseguimento à análise das emissões de CRA em 2018 publicada recentemente no TLON, atenta-se agora para a composição destas em termos dos segmentos de ativo-lastro presentes nas estruturas dos títulos. Os mesmos oito segmentos do agronegócio associados ao recebíveis envolvidos nos CRA emitidos em 2017 se repetiram no ano passado. Os únicos segmentos a ultrapassar a barreira de R$ 1,0 bilhão em emissões foram Sucroenergético e Insumos Agrícolas.

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Lançamento exclusivo! Anuário Uqbar: Certificados de Recebíveis do Agronegócio – Edição 2019

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar lança hoje o último dos volumes de 2019: o dedicado aos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) exclusivo para os assinantes TLON.

O grande destaque de natureza jurídico-regulamentar ocorrido em 2018 no mercado de securitização brasileiro aconteceu no segmento de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), título de crédito que compõe por inteiro o tema deste Anuário. A edição da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 600 (ICVM 600), em agosto do ano passado, finalmente normatizou de forma específica o mercado de CRA. O nosso título de securitização voltado para o financiamento e o investimento no nosso setor econômico de maior destaque internacional, cujo mercado vinha se expandindo aceleradamente nos últimos cinco anos, ganha o seu devido regramento para suas operações. Assim, refletindo a relevância deste evento, este Anuário dedica um capítulo à edição da ICVM 600.

CRA com risco de crédito concentrado ainda prevalecem

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentou em 2018 uma retração de forte magnitude no valor consolidado de emissões. A cifra de R$ 6,73 bilhões alcançada no mercado primário foi inferior em 49,6% àquela observada em 2017, quando as emissões perfizeram o montante de R$ 13,35 bilhões. De forma mais profunda, a significativa retração anual não foi exclusividade apenas da cifra consolidada, mas também se fez presente no número total de operações e de títulos emitidos.

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Lançamento Exclusivo! Anuário Uqbar: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – Edição 2019

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar lança hoje o Anuário Uqbar 2019 dedicado aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) exclusivo para os assinantes TLON. 

Os números do mercado de FIDC referentes ao ano de 2018 corroboram a leitura que a Uqbar faz há algum tempo de que este segmento entra em nova fase de sua evolução. Refletindo ao mesmo tempo a versatilidade deste veículo do mercado de capitais e a dinâmica da conjuntura macroeconômica, o mercado de FIDC se expandiu no último ano através de novas operações e novas emissões lastreadas em carteiras de direitos creditórios mais diretamente associados ao movimento de retomada de crescimento econômico no país. Além disto, se ajustando incrementalmente à transformação tecnológica do mundo contemporâneo de negócios, o mercado de FIDC fez surgir novas operações, sejam aquelas estruturadas junto a diversos tipos de fintechs, ou outras operacionalizadas junto ao espaço digital.

Esta edição 2019 do Anuário Uqbar: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios traz para você, leitor, uma ampla análise do desempenho deste mercado no último ano, destacando seus segmentos que mais brilharam, e ilustrando seus principais números através de Infográficos. A publicação apresenta também o tradicional conjunto de Rankings Uqbar. Um capítulo voltado para a evolução legislativa e regulamentar, escrito pelo escritório de advocacia Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto Advogados, complementa a publicação.

Investidores de CRI optam por não declarar vencimento antecipado

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 11 e 15 de março de 2019.

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S&P avalia CRA de mais de R$ 200,0 milhões

A ISEC teve hoje, dia 19 de março de 2019, a primeira série de sua terceira emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) classificada preliminarmente com a nota de crédito ‘AA+’ pela agência de classificação de risco S&P. Desta vez, diferindo do padrão que tem vigorado entre as novas operações do mercado de CRA, não são debêntures que formam o lastro dos títulos avaliados, mas sim outro título de crédito do agronegócio, os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

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