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Liquidez do secundário de FII cresce consideravelmente no primeiro quadrimestre do ano

O mercado secundário de cotas de FIIs negociados na B3 alcançou as marcas de R$ 5,35 bilhões em montante negociado e 4.977.761 transações no último mês de abril. Tais marcas representam quedas mensais de 18,7% e 2,5%, respectivamente, tendo em vista que no último mês de março os indicadores marcavam R$ 6,59 bilhões e 5.105.562 transações.

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CRI com risco Aliança tem classificação de risco rebaixada pela Fitch

Na última semana a agência de classificação de risco Fitch divulgou um comunicado a respeito do rebaixamento, de ‘AA’ para ‘AA-’, da nota da 26 série da 1ª emissão de CRI da Gaia. O CRI, que em março apresentava saldo devedor de R$ 543,0 milhões, é lastreado em recebíveis originados em um contrato atípico de locação cujo objeto são 14 andares de um edifício comercial de escritórios na cidade de São Paulo-SP.

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FIDC e CRI ligados à Órigo são os novos Green Bonds a surgir no mercado

A noção da urgência de estruturas produtivas que proporcionem não só ganhos financeiros, mas também socioambientais, já é algo bem estabelecido nas principais economias do mundo. Naturalmente, os mercados de capitais ao redor do planeta não estão alheios a essa dinâmica, sendo possível perceber o surgimento de diversos produtos de investimento com esse enfoque nos últimos anos, inclusive no Brasil.

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Primeiro CRA da Logos é lastreado em recebíveis devidos por rede de restaurantes

Recentemente foi concluída a primeira emissão de CRA da securitizadora Logos. A empresa, que já atuava no mercado de CRI, fez assim sua estreia no segmento deste título do agronegócio. A operação é lastreada em créditos devidos pela empresa CIATC Participações (Cia Tradicional de Comércio), proprietária de uma rede de bares e restaurantes.

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Cohab Minas e BDMG fecham parceria para criar FII

A Companhia de Habitação de Minas Gerais (Cohab Minas) firmou um acordo com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para dar início à estruturação de um FII. A ideia é que o fundo imobiliário se torne detentor de imóveis que atualmente compõem o patrimônio imobiliário da companhia de habitação.

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FIDC da Open CO nasce da fusão entre Geru e Rebel

O mercado de capitais atravessa uma importante fase de transformação digital. Consequentemente, as fintechs acabam ganhando cada vez mais relevância como agentes deste mercado. A noção de que fintechs de crédito são grandes originadoras de matéria prima para as carteiras de FIDCs ganhou, recentemente, mais um argumento favorável: o FIDC Open CO.

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Melhora no risco de crédito da BRZ Empreendimentos impacta CRI

Na última semana, duas séries de CRIs emitidos pela True tiveram suas classificações de risco elevadas. A mudança da classificação foi uma consequência direta da alteração da nota da BRZ Empreendimentos, que recentemente foi elevada de ‘A’ para ‘A+’.

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Petrobras solicita alteração em contrato de locação build-to-suit; CRIs da RB SEC podem ser afetados

Na última segunda-feira, dia 19, a RB SEC divulgou Fato Relevante referente a quatro CRIs cujo lastro é formado por recebíveis imobiliários originados em contratos de aluguéis atípicos na modalidade build-to-suit. O documento explicita uma demanda por parte da Petrobras Distribuidora (BR), devedora dos CRIs, que não é comum em operações desta modalidade. Os CRIs em questão consistem nas 69ª, 93ª, 103ª e 113ª séries da 1ª emissão da RB SEC.

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CVM começa análise das manifestações da audiência pública de fundos de investimento

Encerrou-se na última quinta-feira, 15 de abril, o prazo para o envio de manifestações para a audiência pública daquela que pode ser a maior mudança no mercado de fundos de investimento dos últimos anos. Nessa toada, a Uqbar reproduz aqui a base conceitual que norteia e contextualiza alguns dos pontos específicos abordados em sua manifestação.

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Novo FIDC ligado à Sabemi está perto de entrar em operação

Quando se fala em FIDCs que adquirem recebíveis devidos por pessoas físicas (PF), é comum se lembrar dos fundos de empréstimos pessoais. Essa associação é natural, dado que o empréstimo pessoal é uma das modalidades mais tradicionais do mercado de crédito destinado a PF. Porém, há também no mercado diversos FIDCs cuja política de investimento consiste em comprar créditos originados através de outra modalidade bastante familiar ao brasileiro: o crédito consignado.

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