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Já somando R$ 10 bi, emissões de fundos listados batem recorde histórico

A Selic em sua mínima histórica e a variação positiva do IFIX atingindo a marca dos dois dígitos na comparação entre dezembro de 2018 e junho de 2019 criaram um quadro favorável para o mercado primário de FII. Por um lado, o investidor se vê impelido a abandonar os investimentos tradicionais em renda-fixa, por exemplo, e, por outro, percebe nos FII o alinhamento cultural, a segurança e possibilidades de retornos mais atrativos. O mercado, por sua vez, responde a essa demanda com um volume nunca visto de emissões, que supera R$ 10,00 bilhões decorridos apenas seis meses do ano.

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CVM solicita que demonstrações financeiras do ABCP11 e do CTXT11 sejam refeitas

Ontem, dia 07 de agosto de 2019, evidenciou-se no mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) uma discordância entre a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a Rio Bravo Investimentos. A autarquia alega que dois FII administrados pela Rio Bravo Investimentos não estariam enquadrados à tributação aplicável aos FII, nos termos da Lei 8.668/93. Como resultado, a CVM solicita à administradora que sejam refeitas as demonstrações financeiras destes fundos para os anos de 2017 e 2018.

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BMLC11B se acerta com locatário inadimplente

Através de fato relevante divulgado hoje, dia 07 de agosto de 2019, o BTG Pactual e a Argucia Capital, administrador e gestora, respectivamente, do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) BM Brascan Lajes Corporativas (BMLC11B), comunicaram ao mercado sobre a regularização de débitos em aberto de um locatário do fundo. Com essa regularização, a próxima distribuição de rendimentos aos cotistas será impactada positivamente em 38,17%, considerando a última distribuição do fundo.

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Investidores de CRI da Gaia aprovam reorganização societária da cedente

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 29 de julho e 02 de agosto de 2019.

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Fitch observa melhora no risco de crédito de FIDC de saneamento

A variedade de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) constituídos para adquirir recebíveis originados por empresas que têm como modelo de negócio a prestação de serviços públicos é um assunto que já foi bastante abordado no TLON. Bons exemplos deste tipo de operação consistem naqueles FIDC relacionados às empresas prestadoras de serviços de saneamento, como CEDAE (RJ), CASAN (SC) e Saneago (GO).

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Número recorde de investidores impulsiona salto de liquidez de FII

O crescimento exponencial do número de investidores de cotas de FII registrados na B3, que em junho de 2019 atingia o número de 361.980, depois de ter crescido 5,88% em relação ao mês anterior, tem sido um dos grandes motores da elevação do nível de liquidez do mercado. Prova disso é o fato do montante negociado acumulado no ano em 2019, referente a apenas sete meses, já superar, por larga margem, a cifra referente a todo o ano de 2018, recorde em base  anual até então, e o número de negócios ocorridos apenas no mês de julho deste ano se aproximar do total de negócios anuais de 2017.

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FII do CSHG tem emissão superior a R$ 700 mi aprovada

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 29 de julho e 02 de agosto de 2019.

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FII de imóveis retomados soma 395 ativos em carteira

No rastro da crise econômica que consternou o país, muitas garantias a financiamentos foram excutidas pelos credores, especialmente no setor imobiliário. A magnitude desse estoque de ativos retomados e o principiar de uma retomada econômica forneceram os incentivos adequados para que os credores buscassem formas mais eficientes de se desfazer desses imóveis e, assim, recuperar o valor desembolsado. Uma dessas formas é através de Fundos de Investimento Imobiliário (FII).

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S&P eleva classificação de risco de CRI da Habitasec e da Ourinvest

Ontem, dia 31 de julho de 2019, a agência de classificação de risco S&P elevou, de ‘A+’ para ‘AA’, a nota de crédito de duas séries de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), uma emitida pela Ourinvest e outra pela Habitasec. A ação da agência está relacionada ao recente aumento de capital da empresa Tecnisa.

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São Paulo e Botafogo vão captar via FIDC; fundos relacionados a futebol já captaram mais de R$ 500 milhões

Quando se trata de securitização via Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a diversidade dos segmentos nos quais os fluxos financeiros podem ser originados é notória. Estes podem ser originários de segmentos bastante tradicionais da economia, como, por exemplo, o setor imobiliário e o comércio varejista, mas também podem advir de contextos mais diferenciados. Um dos segmentos que ainda apresenta dimensões reduzidas, mas que tem ganhado certa fama nos últimos meses corresponde ao dos FIDC que adquirem recebíveis junto a clubes de futebol ou outros participantes deste segmento. O setor voltou à tona recentemente devido a intenção por parte de dois clubes de futebol de captarem recursos via FIDC.

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