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Fundo negociado abaixo dos R$ 7 é destaque de valorização em 2019

Até dezembro de 2018 as cotas do FII Square Faria Lima (FLMA11) nunca haviam atingido preço superior a R$ 3,00. No correr de 2019, porém, as cotas entraram em um ciclo de alta que abandonou o antigo patamar e se fixou mais perto dos R$ 5,00. Com isso, o FLMA11 registra a maior valorização anual de cotas, à frente de outros 110 FII.

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Montante negociado de FII no ano atinge os R$ 26 bi, superando 2018, 2017 e 2016, somados

Apesar de contar com apenas 20 pregões, três a menos do que o contabilizado em outubro, portanto, o mês de novembro registrou crescimento mensal de 29,7% no volume transacionado no mercado secundário de FII. Assim, tem-se um novo recorde mensal de montante negociado, que escolta, por sua vez, o recorde de número de negócios, que superou, pela primeira vez, os 2,5 milhões no mês.

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Investidores de CRI deliberam a respeito de aporte de recursos

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 25 e 29 de novembro de 2019.

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Há espaço para um maior crescimento dos FIDC de cartão de crédito

O ano de 2019 se encontra quase completo e, com isso, já se pode observar um fato positivo na indústria de FIDC: a dimensão deste mercado, em termos de PL consolidado, apresentou notória evolução frente ao já robusto patamar apresentado ao fim de 2018. Ao final do último mês de outubro, o PL da indústria alcançou a marca de R$ 145,38 bilhões, um crescimento de 40,9% em comparação com os R$ 103,15 bilhões de dezembro do ano passado. Diante do forte movimento ascendente, é interessante compreender o atual patamar dimensional de determinados grupos de fundos.

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Nova emissão de cotas do PORD11 é aprovada em assembleia de cotistas

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 25 e 29 de novembro de 2019.

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FIDC de fintechs já somam R$ 8 bilhões

O FIDC é um veículo de investimento plenamente alinhado à principal característica das fintechs, segmento de empresas intensivas em tecnologia, mas de atuação no ramo financeiro. No FIDC, por outro lado, a “tecnologia” fundamenta-se na substituição de intermediários financeiros menos eficientes e de alto custo pelo financiamento através do mercado de capitais, algo que, analogamente, também norteia as fintechs. Em geral, as fintechs têm despontado como agentes econômicos de destaque, em tamanho e importância no ambiente econômico. E não poderia ser diferente no mercado de FIDC em particular, onde os fundos relacionados a esse inovador segmento econômico somam patrimônio líquido superior a R$ 8,00 bilhões.

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FIDC de Recuperação Judicial dobram de tamanho em quatro anos

Outrora uma das classes de maior representatividade do segmento de FIDC NP, os fundos de Recuperação Judicial somam hoje apenas o terceiro maior montante de Patrimônio Líquido (PL). Com isso, essa classe de fundos se coloca atrás daqueles de Ações Judiciais e Precatórios e de Créditos Vencidos. Isso não significa, porém, que não tenha havido crescimento, seja em termos de PL ou de número de fundos operacionais.

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Aprovada a recompra dos créditos que lastreiam CRI da Gaia

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 18 e 22 de novembro de 2019.

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Cotistas aprovam conflito de interesses em FII da Loft

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 18 e 22 de novembro de 2019.

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FIDC de créditos vencidos já somam quase R$ 15 bi

Nos últimos anos os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC NP) dedicados à gestão de carteiras de créditos vencidos têm ganhado cada vez mais volume e já ocupam fatia considerável no setor, tal qual o que ocorre com outros grupos de fundos do segmento. Entre dezembro de 2018 e outubro último este tipo de FIDC NP cresceu 34% em termos de PL, maior taxa dentre os diferentes grupos de FIDC NP. Em paralelo, houve aumento de 11% no número de fundos deste tipo, resultando assim em recorde histórico para os dois indicadores. Este conjunto de fundos são aqueles que investem em direitos creditórios “que estejam vencidos e pendentes de pagamento quando de sua cessão para o fundo” e que devem ser classificados como NP, de acordo com a Instrução CVM nº 444 que rege os FIDC NP.

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