Jornal

Cotistas de FII aprovam emissão que supera R$ 200,0 milhões

Foi divulgada ontem, dia 22 de outubro de 2018, na CVM, ata de assembleia geral de cotistas do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Renda Corporativa Angico, realizada na última segunda-feira (15/10). Na Ordem do Dia, descrita na ata, destaca-se a deliberação relacionada a uma nova emissão de cotas. Trata-se da sexta emissão de cotas do fundo que ocorrerá na forma de oferta pública de distribuição com esforços restritos, nos termos da Instrução CVM nº 476.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Nova oferta de cotas do UBSR11 recebe registro

Ontem, 22 de outubro de 2018, foi registrada na CVM mais uma oferta pública de distribuição de cotas do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) UBS (Br) Recebíveis Imobiliários (UBSR11). A oferta perfaz inicialmente o montante de R$ 70,0 milhões e está sob coordenação da XP Investimentos. Trata-se da segunda oferta pública de cotas deste fundo registrada em 2018. Com esta nova oferta o mercado de FII já registra 34 ofertas de cotas no ano, com montante ofertado consolidado próximo dos R$ 10,00 bilhões.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Aprovada a troca de administrador e gestor em diversos FII

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 15 e 19 de outubro de 2018.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Conheça os FII do Porto Maravilha

Porto Maravilha e Região do Porto são as denominações de dois dos FII que foram estruturados com o objetivo de viabilizar a revitalização da região central da cidade do Rio de Janeiro. Criados em 2011, a dinâmica entre os fundos envolve a compra e venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPAC) e de terrenos, servindo de interface entre o FGTS e a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (CDURP), empresa responsável por executar a operação consorciada. Agora, sete anos após a constituição, os fundos enfrentam problemas de liquidez, e põem em dúvida a continuidade do projeto.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

FIDC de crédito corporativo de R$ 814 milhões é avaliado pela Fitch

Na última terça-feira, dia 16 de outubro de 2018, a Fitch atribuiu classificações de risco a emissões de cotas que, somadas, alcançam a cifra de R$ 814,0 milhões. Tratam-se de cotas sênior, mezanino e subordinadas do FIDC Pátria Crédito Estruturado. O fundo foi registrado na CVM exatamente um ano antes da ação da Fitch, em 16 de outubro de 2017, e seu ativo deve ser composto, nas palavras da agência, “por títulos e valores mobiliários, como debêntures, securitizações, letras financeiras e outros”.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Fintech prepara FIDC multicedente multissacado para empresas de TI

O potencial de sinergia entre fintechs e FIDC é enorme, como atestam os mais de 20 fundos em operação. Além disso, a recente Resolução do CMN nº 4.656 deve conferir impulso extra ao setor, já que regulamenta as fintechs de crédito, elevando-as à categoria de instituição financeira, e dispensa a figura do correspondente bancário. Há toda uma gama de fintechs que podem atuar conjuntamente aos FIDC.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Garantias compartilhadas de CRI da Brazilian Securities e da RB Capital sofrem alterações

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 08 e 11 de outubro de 2018.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Taxa DI segue na preferência de investidores de CRA

Ao longo dos últimos dias, em artigos publicados no portal TLON, tem sido mostrado o panorama das emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) ocorridas durante o ano de 2018. Foram mostradas as composições por tipo de segmento do agronegócio abrangido pelas operações, por prazo de vencimento dos CRA e por perfil de investidor dos títulos. No presente artigo analisa-se a composição das emissões de CRA em 2018 pelo indexador adotado para o cálculo da remuneração dos títulos. Neste sentido, nota-se novamente, tal qual ocorreu nos últimos anos, que o cenário permanece dominado pela taxa de Depósitos Interfinanceiros (DI).

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Insumos Agrícolas e setor Sucroenergético permanecem predominando em CRA

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), conforme já abordado recentemente no TLON, apresenta redução tanto em volume de emissões quanto em número de operações realizadas neste ano. Ao longo de 2018 até setembro, um total de sete diferentes segmentos tiveram operações realizadas, contra dez segmentos em todo o ano anterior. Os segmentos de maior destaque seguem sendo Sucroenergético e Insumos Agrícolas, associados a mais da metade das operações realizadas e a mais de 70,0% do montante emitido.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

CRA com risco Usina Coruripe são rebaixados para ‘BBB-’

Na última quinta-feira, dia 11 de outubro de 2018, três séries de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) tiveram suas classificações de risco rebaixadas pela agência S&P. Os CRA correspondem às 99ª, 122ª e 161ª séries da 1ª emissão da securitizadora EcoSec. Nos três casos o rebaixamento foi de ‘AA-’ para ‘BBB-’.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Rankings
fii
fidc
cri
cra
Mais Lidos