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XPLG11 investe R$ 204,9 milhões em novo imóvel

Ontem, dia 10 de junho de 2019, a Vórtx comunicou por meio de fato relevante que o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) XP Log (XPLG11), do qual é administradora, comprou do FII Golden um galpão logístico, em transação que alcança a cifra de R$ 204,9 milhões. O imóvel, localizado na cidade de São José, no estado de Santa Catarina, possui área construída de 47.912,90 m² e atualmente encontra-se locado para as Lojas Renner.

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FII de moradia estudantil compartilhada será liquidado

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 03 e 07 de junho de 2019.

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Em explosão, secundário de FII já atinge quase R$ 1,8 bi em montante mensal negociado

Em novo recorde mensal, o montante negociado em cotas de FII na B3 atingiu, em maio de 2019, R$ 1,77 bilhão. A cifra representa um significativo aumento frente ao recorde anterior, atingido no mês de abril, de R$ 1,43 bilhão. Com isso, o montante acumulado em 2019 já marca os R$ 7,34 bilhões.

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Quinta oferta de cotas do HGLG11 recebe registro

Recebeu registro ontem, 6 de junho, na CVM, a quinta oferta pública de distribuição de cotas do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) CSHG Logística (HGLG11). Apesar de ter sido aprovada uma emissão de R$ 700,0 milhões em assembleia do fundo realizada no início do mês de maio, a oferta perfaz o montante inicial de aproximadamente R$ 550,0 milhões e será coordenada pela CSHG Corretora de Valores. Agora, o mercado de FII soma em 2019 um número de ofertas registradas superior ao alcançado no mesmo período do ano passado

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Pequeno produtor rural deve se beneficiar com avanços na securitização

Historicamente, o agronegócio é um setor de elevada importância para a economia brasileira, com ritmo de crescimento bastante consistente ao longo dos anos, feito alcançado com participação tanto de grandes empresas quanto do pequeno produtor familiar. Entretanto, pequenos e médios produtores, em comparação com grandes empresas do agronegócio, ou mesmo grandes produtores agrícolas, notabilizam-se pelo acesso relativamente mais estreito aos diferentes meios de financiamento à produção. Desse modo, se faz necessária alguma alternativa para garantir que estes importantes agentes econômicos obtenham o financiamento de que precisam de forma sustentável e eficiente, e que não dependa de crédito subsidiado com recursos governamentais.

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Investidores de CRI aprovam liberação de garantias

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 27 e 31 de maio de 2019.

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FIDC de cartão de crédito vai captar mais de R$ 1 bi

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) estruturados para adquirirem recebíveis originados nos fluxos financeiros existentes em arranjos de pagamentos vêm galgando espaço no mercado de securitização e já não podem mais ser considerados apenas como uma novidade. É clara a escalada dimensional deste subsegmento da indústria de FIDC, com o patrimônio líquido (PL) total destes fundos saltando de R$ 2,00 bilhões em 2015 para R$ 19,00 bilhões ao fim do último mês de abril. O movimento ascendente deve continuar, já que um dos maiores FIDC de cartão de crédito está prestes a realizar uma emissão de grande monta.

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Emissões de CRI crescem, mas se mantêm aquém do potencial

O mercado primário de CRI registrou, no cômputo do montante emitido entre janeiro e maio de 2019, crescimento de 5,5% frente ao mesmo período do ano anterior. Ainda assim, o perfil das emissões em 2019 se mostra concentrado entre as operações de risco corporativo, denotando que o espaço no mercado de capitais para um aprimoramento visando uma maior eficiência no financiamento imobiliário ainda é pouco ocupado pelos títulos de securitização.

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Cotistas de FII aprovam permuta de imóveis

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 27 e 31 de maio de 2019.

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FIDC e fintechs: novos modelos de negócios

O FIDC é um veículo plenamente alinhado à essência do negócio das fintechs, como o leitor do TLON pode acompanhar, recorrentemente, através dos artigos publicados neste portal. Análoga ao conceito de disrupção comumente associado às fintechs, a tecnologia da securitização, da qual o FIDC é o principal expoente no Brasil, se norteia pela substituição de intermediários financeiros menos eficientes e de alto custo pelo financiamento através do mercado de capitais. Mas a atuação das fintechs no mercado de FIDC vai além da figuração como cedente ou sacado da operação.

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