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FIDC do BNDES com a CashMe parece estar mais próximo

Os efeitos econômicos catastróficos proporcionados pela pandemia de COVID-19 no Brasil impuseram, há vários meses, uma realidade brutal para inúmeras companhias, mas principalmente para as micro, pequenas e médias empresas (MPME). Nesse contexto, o BNDES estruturou um plano de concessão de crédito via mercado de securitização que incluía o investimento em  cotas de FIDC que, por sua vez, teriam carteiras formadas por direitos creditórios originados por determinadas fintechs. Uma das principais fintechs envolvidas no plano é a CashMe.

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Fundos 555 têm R$ 45,65 bilhões em cotas de FIDC

Os fundos de investimento regulados pela Instrução CVM Nº 555 (Fundos 555) são uma das principais categorias de investidores do mercado de capitais brasileiro. Naturalmente, essa preponderância também se repete no perfil de investidores do mercado de FIDC, uma vez que a compra de cotas destes fundos está restrita aos investidores qualificados e profissionais.  No total, a alocação da carteira dos Fundos 555 em cotas de FIDC soma R$ 45,65 bilhões.

EcoSec termina 2020 com protagonismo entre as securitizadoras do agronegócio

Recentemente, foi publicada no TLON uma análise da atividade das securitizadoras do agronegócio ao longo do período compreendido entre janeiro e novembro de 2020 no mercado de CRA, ocasião na qual constatou-se que a EcoSec detinha o protagonismo. Agora, já é possível acoplar os dados referentes ao mês de dezembro na análise e entender de forma completa a ordenação final do Ranking Uqbar de securitizadoras do agronegócio em 2020, tanto pelo critério do montante emitido quanto pelo critério do número de operações.

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Assembleia de cotistas aprova alteração no benchmark de FIDC MM

Não é nenhuma novidade que a tecnologia da securitização possui forte potencial de tornar o mercado de crédito mais democrático, com um ótimo exemplo desse efeito advindo do grupo de FIDC categorizados como Multicedente Multissacado (FIDC MM). Dentro do universo dos FIDC MM encontram-se diversos fundos de longo horizonte operacional, sendo um deles o FIDC Valorem Multisetorial, que recentemente chamou atenção por causa de uma assembleia de cotistas realizada no último mês de dezembro.

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Secundário de FII termina 2020 com giro financeiro acima dos R$ 50 bi e com quase 40 milhões de transações

Em meio a um cenário de Taxa SELIC em queda, o mercado de FII já há algum tempo aparece como uma das alternativas favoritas dos investidores brasileiros que buscam retornos mais atraentes. Um termômetro desse movimento é o mercado secundário de cotas de FII, negociadas na B3, que tem apresentado nesse período um consistente crescimento em termos de montante negociado e de número de negócios. Em 2020 esses indicadores novamente alcançaram níveis significativos.

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Fitch eleva classificação de risco de CRI devido por laboratório médico

Quase no apagar das luzes de 2020, no dia 30 de dezembro, a Fitch divulgou ao mercado um comunicado informando sobre a decisão de elevar a classificação de risco da 1ª série da 1ª emissão de CRI da securitizadora REAG. No comunicado a Fitch explica que a elevação da classificação de risco do CRI foi consequência natural de uma também elevação de classificação de risco do devedor do lastro.

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B3 surge como devedora do lastro de CRI da ISEC

Quando se fala em finanças estruturadas é natural pensar na B3 como a empresa de infraestrutura que possibilita a existência de um mercado secundário para as cotas de fundos e títulos de crédito. Eventualmente, pode-se também vincular a imagem da B3 àquelas operações onde a empresa serve como local de formação de contratos de opções de juros, por exemplo, que servirão como instrumentos para mitigar risco de descasamentos entre a rentabilidade dos ativos e a remuneração dos investidores dessas operações. No entanto, uma nova operação de CRI traz a B3 em um novo papel: o de devedora do recebível que lastreia o CRI.

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Fundo da REAG compra dois imóveis e diversifica portfólio

O mercado de FII é amplo em termos de tipificações de ativos passíveis de investimento, muito embora o olhar seja sempre atraído para segmentos específicos, como por exemplo os segmentos de fundos de logística, shopping centers, escritórios etc. Porém, deve-se lembrar que há uma gama não desprezível de fundos que têm carteiras diversificadas, compostas em mais de um tipo de imóvel.

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Novo FIDC da Creditas chega ao mercado

A Creditas ficou em evidência nos últimos dias depois que foi noticiado que a empresa se tornou o mais novo "unicórnio" brasileiro. No entanto, vale destacar que, pelo menos no nicho do mercado de securitização, este não é o único motivo que a faz ficar em evidência, pois um novo FIDC relacionado à empresa entrou no radar do mercado.

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ALZR11 realiza operação de Sale and Leaseback com a Globo

Ontem, 21 de dezembro, foi divulgado fato relevante contendo informações sobre o novo movimento do FII Alianza Trust Renda Imobiliária (ALZR11) no mercado. No documento, o BTG Pactual e a Alianza, respectivamente administrador e gestor do fundo, informaram que havia sido celebrado um compromisso de venda e compra que tem como objeto um edifício comercial localizado na cidade do Rio de Janeiro, em transação que chegaria ao montante de R$ 37,5 milhões.

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