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Com desenvolvimento do mercado, substituição de securitizadora torna-se mais comum

As securitizadoras ISEC, Novasec e Beta publicaram Fatos Relevantes para atualizar o mercado a respeito do processo de incorporação das duas últimas companhias pela primeira. Com a extinção da Novasec e da Beta, a ISEC passará a administrar os CRI emitidos por aquelas antigas companhias, todos sob regime fiduciário. Esta não é a primeira vez que um CRI trocará de securitizadora, mas o processo tem se tornado cada vez mais comum, seja em decorrência de incorporação de companhia, de decisão autônoma dos investidores ou mesmo de renúncia de securitizadora.

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Ratificada a declaração de vencimento antecipado de CRI da Habitasec

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 21 e 25 de outubro de 2019.

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2019, um ano excepcional: já são R$ 22 bi em emissões de FII

Com o IFIX renovando sua máxima histórica dia após dia, o mercado encontrou o momento propício para a realização de emissões de cotas de FII, seja sob a forma de ofertas públicas iniciais ou de ofertas subsequentes. Em paralelo, as condições macroeconômicas atuais promovem um influxo de novos investidores ao mercado de FII. Com isso, o montante emitido pelos FII com cotas listadas para negociação em 2019 já atinge o dobro do que foi registrado o ano passado, o recorde anterior.

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Alterada a taxa de administração do FII NE Logistic

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 21 a 25 de outubro de 2019.

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CRDC é a nova registradora autorizada pelo BC

Na última semana, a CRDC (Central de Registro de Direitos Creditórios) recebeu, do Banco Central do Brasil, autorização para realizar o registro de direitos creditórios representados por duplicatas mercantis e as operações a elas vinculadas. A empresa, que tem como sócia majoritária a Associação Comercial de São Paulo, se juntará à B3 e à CERC, outras instituições autorizadas a atuar nesse mercado.

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Sistema da CVM deixa de exigir registro de regulamento em cartório

Um dos efeitos mais imediatos da Lei de Liberdade Econômica (LLE), Lei n° 13.874/19, no que diz respeito ao universo de fundos de investimento, é a suficiência do registro dos regulamentos dos fundos na CVM para garantir “a sua publicidade e a oponibilidade de efeitos em relação a terceiros”. Com isso, não é mais necessário que os regulamentos de FIDC ou FII, por exemplo, sejam registrados em cartório de registro de títulos e documentos.

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Com impacto de Recebíveis do Agronegócio e Setor Público, mercado de FIDC se expande em 2019

Passados nove meses em 2019, tanto o Patrimônio Líquido (PL) como o respectivo número de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) se expandiram fortemente, fechando o último mês de dados divulgados em nível recorde. Ao final de setembro o setor alcançou marca de R$ 141,01 bilhões em PL, crescimento de quase 40% em relação ao final do ano passado. Tal expansão teve seu principal impulso em determinados tipos de ativos-lastro. As categorias de ativo-lastro Setor Público e Recebíveis do Agronegócio foram as que mais se destacaram no período, tanto por crescimento de PL quanto por número de fundos.

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Seis securitizadoras já emitiram mais de R$ 1 bi em 2019

O montante emitido em CRI entre janeiro e setembro de 2019 já atinge os R$ 12,70 bilhões. Ao contrário de anos anteriores, nos quais proliferavam CRI de grande monta emitidos por algumas poucas securitizadoras, em 2019 o mercado se mostra mais disperso. Até o momento, seis securitizadoras já emitiram mais de R$ 1,00 bilhão cada, e outras onze securitizadoras emitiram entre R$ 10,0 milhões e R$ 370,0 milhões nos nove meses de 2019.

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A Evolução Tecnológica e a Securitização

Há alguns anos, por motivações de natureza regulamentar e financeira, empresas credenciadoras pertencentes a arranjos de pagamento entraram no mercado de securitização. Já não eram somente os bancos emissores dos cartões de crédito que se utilizavam deste mercado. A demanda por serviços operacionais de alta intensidade tecnológica crescia entre os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), o principal veículo do mercado de securitização. De fato, a demanda se elevava de tal forma que, em uma análise mais aprofundada, a administração, a custódia e a gestão dos recebíveis de fundos com determinados perfis de carteira apontavam para um novo tipo de risco, latente nestas operações, aquele referente à gestão operacional de dados e documentos, no espaço digital.

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Investidores aprovam amortização extraordinária de CRI

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 14 e 18 de outubro de 2019.

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