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Ações Judiciais e Precatórios dominam nos FIDC NP e segmento volta a crescer

O Patrimônio Líquido (PL) do conjunto dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) do segmento Não Padronizado (NP), após um ano de 2017 de estagnação dimensional, voltou a se expandir ao longo de 2018, atingindo atualmente seu maior nível histórico. Os fundos NP se destacam no mercado de FIDC por abrirem a possibilidade para a aquisição de créditos de empresas em Recuperação Judicial (RJ), créditos inadimplidos, precatórios, créditos em discussão judicial, direitos de existência futura desconhecida e outros tipos de direitos creditórios não regulares, preenchendo assim um espaço relevante no universo de financiamentos e investimentos na economia brasileira.

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EDGA11 aumenta valor recuperado de inquilino inadimplente

A relação conturbada entre o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Edifício Galeria (EDGA11) e a secretaria de cultura do estado do Rio de Janeiro, um dos inquilinos do edifício que dá nome ao fundo, parece aos poucos estar evoluindo para um cenário mais favorável aos cotistas. Infere-se tal entendimento de mais um Fato Relevante divulgado pelo BTG Pactual Serviços Financeiros, administrador do fundo, que informa o pagamento de valores devidos pelo órgão público.

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Oliveira Trust assume administração do FII 2509

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 31 de dezembro de 2018 e 04 de janeiro de 2019.

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Pagamento antecipado ocasiona amortização extraordinária de CRI da RB Capital

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 24 e 28 de dezembro de 2018.

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Precatórios e créditos corporativos impulsionam alta de PL de FIDC em 2018

Ao longo de 2018 tanto o Patrimônio Líquido (PL) como o respectivo número de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) se expandiram, fechando o último mês de dados divulgados, novembro, em patamares recorde. Tal crescimento se fundamentou em operações de carteiras de específicos ativos-lastro. Pelo critério do indicador de PL, o principal impulso que explica a expansão do mercado adveio da categoria de ativo-lastro Setor Público, composta principalmente por fundos que investem em precatórios. Já em relação ao critério de número de fundos, o crescimento relativo mais alto se registrou na categoria de ativo-lastro Crédito Pessoal, ao passo que crescimento maior em termos absolutos foi da categoria Recebíveis Comerciais. A categoria Crédito Pessoa Jurídica (Crédito PJ), que representa os fundos que investem em crédito corporativo de médio e longo prazo, alcançou bom desempenho por ambos os critérios.

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Cotistas de FII aprovam aquisição de CRI relacionado ao grupo do gestor

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 24 e 28 de dezembro de 2018.

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Mercado de FIDC segue registrando recorde de tamanho; PL encosta em R$ 100 bi

O conjunto de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) alcançou, ao final de novembro, a marca de 743 deles em operação, maior nível histórico deste indicador. No mesmo sentido, o respectivo Patrimônio Líquido (PL) consolidado expandiu ao longo do ano, chegando aos R$ 97,27 bilhões, recorde histórico também. Ambos indicadores registraram forte crescimento nos primeiros onze meses de 2018, destacando-se o impulso advindo do montante emitido em cotas, superior a R$ 35,0 bilhões.

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Cotistas do FIDC GGR Prime I decidem pela liquidação

No último dia 21 de dezembro reuniram-se em assembleia os cotistas do FIDC GGR Prime I, fundo que já esteve entre os maiores do segmento de FIDC imobiliário, e que desde 2017 vinha apresentando problemas de desempenho em sua carteira. Conforme abordado anteriormente no portal TLON, em abril de 2018 os cotistas do fundo já haviam se reunido em assembleia para aprovar o Plano de Reestruturação dos créditos que compõem a carteira do fundo. Desta vez, seguindo proposta realizada pela gestora do fundo, a maioria dos cotistas deliberou pela liquidação do fundo.

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Reestruturação da General Shopping passa por entrega de cotas de FII aos acionistas

A General Shopping, administradora de shopping centers, divulgou Fato Relevante no qual detalha a operação de reestruturação da companhia, conforme deliberado pelo conselho de administração. A reestruturação, por sua vez, envolve o pagamento de mais de R$ 800,0 milhões em dividendos aos acionistas da companhia. Parcela substancial desse valor, contudo, envolve a entrega de cotas de um FII, que passará a deter onze ativos da empresa de shoppings.

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Investidores discordam de agente fiduciário e aprovam novas garantias em CRI da Cibrasec

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 17 e 21 de dezembro de 2018.

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