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Fintechs terão companhia no mercado de FIDC: as AgTechs

O mercado de FIDC já tem sido um terreno fértil para o segmento de fintech, as empresas financeiras que empregam tecnologia de forma intensiva. A própria noção de disrupção, que permeia o conceito de fintech, ecoa um dos fundamentos do conceito de securitização, a desintermediação financeira. Agora, marcam sua entrada no mercado de FIDC as empresas intensivas em tecnologia que atuam no setor de agricultura, as denominadas AgTechs.

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Emissão de R$ 125 milhões do SDIL11 é aprovada

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 29 de abril e 03 de maio de 2019.

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Números de liquidez em abril sugerem recorde precoce em 2019

Com o fim de abril de 2019, os dados mensais de liquidez do mercado secundário de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) parecem sugerir que, antes mesmo do término cronológico do ano, um novo recorde anual poderá ser consagrado. Mesmo com março de 2019 tendo sido palco de um nível de liquidez mensal recorde para esse mercado – tanto em montante negociado quanto em número de negócios – abril conseguiu avançar com essa marca para patamares ainda mais elevados. Frente a março, os números de abril registram crescimento de 1,7% em termos de montante e de 6,2% em relação ao número de negócios.

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Após devedora descumprir obrigações, CRI terá vencimento antecipado

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 22 e 26 de abril de 2019.

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Ofertas de FII superam R$ 3 bi em 2019, puxadas por fundos de Renda Fixa

O mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) fechou o primeiro quadrimestre do ano com diversos números de desempenho que continuam a ilustrar a exuberância crescente do segmento. Em termos de mercado primário, o apetite do investidor destes fundos tem se traduzido em um alto volume de ofertas de cotas já registradas neste ano. Neste sentido, o montante em ofertas públicas de distribuição de cotas de FII, segundo os ritos da Instrução nº 400 (ICVM 400), alcançou a maior marca para este período desde 2013. E isto sem incluir a oferta registrada hoje, dia 2 de maio, do fundo Kinea Rendimentos Imobiliarios (o maior da indústria), em montante de R$ 800,0 milhões. Vale destacar ainda que, dentre o volume de ofertas registradas até o final de abril, são as ofertas de cotas de FII de Renda Fixa, aqueles que investem preponderantemente em CRI e LCI, que tiveram maior representação, superando um terço do total.

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Nova emissão de FIDC de cartão de crédito no radar

Como já abordado em outras ocasiões no TLON, são diversas as possibilidades de estruturação de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) que utilizam como matéria-prima direitos creditórios advindos de operações de cartão de crédito. Pode-se citar, por exemplo, aqueles fundos que compram o fluxo de recebíveis originado da relação entre o portador do cartão, na figura do devedor, e o emissor do cartão, que atua como cedente. Pertencente a esta categoria de fundos de cartão, o FIDC Credz está prestes a realizar a emissão de mais duas séries de cotas, uma sênior e outra mezanino.

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Em meio a disputa, cotistas aprovam destituição de consultor do HGJH11

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 22 e 26 de abril de 2019.

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Vídeo #6 – Evolução do PL das classes de ativo-lastro dos FIDC (2007-2019)

Evolução mensal, de janeiro de 2007 a março de 2019, do patrimônio líquido das classes de ativo-lastro dos FIDC em operação no mercado.

Quer saber o motivo do crescimento da classe Recebíveis do Agronegócio nos últimos meses? Clique aqui!

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Emissões de FIDC batem recorde no primeiro trimestre; captação líquida atinge R$ 14 bi

O mercado de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou no primeiro trimestre um forte volume de emissões, o equivalente a R$ 24,7 bilhões¹. Tal marca corresponde a mais que o dobro daquela referente ao mesmo período em 2018, a qual representava até agora o recorde histórico para este período em cada ano. Vale ressaltar, entretanto, que parte relevante do montante emitido no primeiro trimestre de 2019 se concentrou em dois grandes fundos que entraram em operação no período, conforme já abordado no portal TLON. Acompanhando esse movimento, a Captação Líquida (CL) da indústria no período também alcançou marca expressiva, fechando até março em R$ 14,0 bilhões. Os destaques de expansão em termos de categoria de ativo-lastro foram Recebíveis do Agronegócio, Recebíveis Comerciais, Crédito Pessoal e Crédito Pessoa Jurídica.

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Fundos de fundos rendem 2,1% no mês

No mês de março de 2019, a rentabilidade efetiva, correspondente à Taxa Interna de Retorno (TIR) calculada sobre o fluxo representado pela variação de preço de cota e pelos rendimentos distribuídos no período, na média, dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no âmbito da B3 atingiu 1,6%. Em meio ao bom desempenho geral dos FII no ano até aqui, se destacam aqueles fundos que investem em cotas de outros fundos, uma vez que este segmento apresentou rentabilidade efetiva mensal média em março da ordem de 2,1%.

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