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Indústria de FIDC cresce em ritmo mais lento em 2020

Os dados dimensionais da indústria de FIDC relativos ao fim de 2020 demonstram mais um ano de crescimento dessa indústria. Na comparação com os níveis do fim de 2019, tanto em Patrimônio Líquido (PL) quanto em número de fundos houve alta, alcançando patamares inéditos. No entanto essas elevações se deram em ritmo menos intenso, com crescimentos em termos percentuais bem menores do que aqueles observados nos anos anteriores.  Por sua vez, o destaque do ano de 2020 ficou para os FIDC Não Padronizados (FIDC NP) que cresceram mais de 20,0% no ano e agora detêm novamente a maior fatia de mercado nos dois indicadores.

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CVM vai fiscalizar 100% das transações feitas por FII no mercado de CRI

Na última semana a CVM divulgou o Plano Bienal de Supervisão Baseada em Risco (SBR) para o período 2021-2022. A SBR é um esforço da autarquia para atuar de forma mais preventiva do que reativa, de modo que a CVM busca identificar e classificar riscos de diversas áreas do mercado, inclusive fundos estruturados, e estabelecer diretrizes para sua atuação. Para o referido biênio, o órgão regulador priorizará quatro principais riscos, e em três deles a CVM prevê ações diretas no mercado de FII.

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ISEC emitirá CRI de R$ 100 mi devido por incorporadora

Um CRI de R$ 100,0 milhões em montante de emissão parece estar perto de vir a mercado através da ISEC. Mais precisamente, este CRI corresponderia à 175ª série da 4ª emissão da securitizadora e teria como devedora a empresa Tecnisa.

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Mercado de securitização dá passo importante com nova superintendência

A tecnologia da securitização tem ganhado cada vez mais força no mercado de capitais e vai, aos poucos, se consolidando como uma alternativa eficiente de financiamento para diversos agentes econômicos. Um reflexo dessa evolução é exemplificado em um recente decreto do presidente da república, que trouxe a criação de uma superintendência específica para as securitizadoras.

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CSHG alega não saber de mudança de sede da Enel, atualmente em imóvel pertencente à carteira do CBOP11

Hoje, 18 de janeiro, a CSHG, administradora do FII Castello Branco Office Park (CBOP11), divulgou fato relevante com o objetivo de atualizar os cotistas e o mercado em geral sobre a notícia veiculada na imprensa de que a Enel, locatária do fundo, estaria em processo de mudança de sede. Sozinha, a empresa de energia corresponde por 58,8% da receita de locação contratada do fundo.

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Maior parte das carteiras dos Fundos 555 está alocada em FIDC de Recebíveis Comerciais

Quando se trata de diversificação entre as diferentes classes de ativo-lastro de FIDC, os fundos de investimento regulados pela Instrução CVM Nº 555 (Fundos 555) não parecem ser tão inovadores. A maior parte da carteira consolidada desses fundos está alocada em FIDC de Recebíveis Comerciais, replicando a concentração da própria indústria de fundos estruturados.

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FIDC de Recebíveis Educacionais da Pravaler recebe 'AAA'

Na última terça-feira, dia 12 de janeiro, a S&P divulgou um comunicado ao mercado informando sobre a decisão de atribuir a classificação de risco 'AAA' às novas cotas do FIDC Crédito Universitário II, a 6ª série da classe sênior e a 4ª série da classe mezanino. De forma conjunta, as cotas somarão um montante que pode alcançar R$ 42,0 milhões, sendo R$ 40,0 milhões referentes às cotas sênior e R$ 2,0 milhões às cotas mezanino.

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HGRE11 paga R$ 20 mi a título de sinal em transação de imóveis de condomínio corporativo

Ontem, dia 12 de janeiro, ao final do dia, foi disponibilizado ao mercado um fato relevante de autoria da CSHG trazendo algumas informações sobre novos imóveis da carteira do FII CSHG Real Estate (HGRE11), fundo em que exerce a atividade de administração fiduciária. Ao todo, o preço de aquisição a ser desembolsado pelos ativos é de R$ 36,2 milhões.

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CRA da Cocal deve vir a mercado em fevereiro

O mercado de CRA terá em breve mais uma operação em que o lastro dos papéis será devido por uma empresa do agronegócio de grande porte, uma estrutura que se tornou dominante nessa indústria. Trata-se da 1ª e da 2ª série da 23ª emissão de CRA da ISEC.

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FIDC do BNDES com a CashMe parece estar mais próximo

Os efeitos econômicos catastróficos proporcionados pela pandemia de COVID-19 no Brasil impuseram, há vários meses, uma realidade brutal para inúmeras companhias, mas principalmente para as micro, pequenas e médias empresas (MPME). Nesse contexto, o BNDES estruturou um plano de concessão de crédito via mercado de securitização que incluía o investimento em  cotas de FIDC que, por sua vez, teriam carteiras formadas por direitos creditórios originados por determinadas fintechs. Uma das principais fintechs envolvidas no plano é a CashMe.

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