FIDC Tapso NP aprova universo de cedentes e devedores de direitos creditórios adquiríveis pelo fundo

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 13 e 17 de novembro de 2017.

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Mercado de FIDC se aproxima dos 600 fundos; crescimento ocorre em quase todas as classes de ativo-lastro

Ao fim de outubro de 2017, a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) apresenta crescimento no ano de 6,2% em termos de Patrimônio Líquido (PL) consolidado, e de 12,2% no tocante ao número de fundos. São R$ 69,81 bilhões em PL, referentes a um total de 589 fundos. Em dezembro de 2016 eram R$ 65,71 bilhões e 525 fundos em operação.

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Liquidação antecipada do FIDC Normandie NP é aprovada

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 06 de novembro e 10 de novembro de 2017.

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Aprovada a cisão de parcela do patrimônio do FIDC Valer Multissetorial

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 30 de outubro e 03 de novembro de 2017.

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Melhora nível de Atrasos em FIDC MM de pior desempenho

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) do segmento Multicedente/Multissacado (FIDC MM), com suas carteiras diversificadas compostas predominantemente por recebíveis comerciais de curto prazo, constituem, por suas características, um setor que justifica uma análise de desempenho à parte. Uma forma de se analisar o desempenho das carteiras dos FIDC MM utilizando-se dados dos seus Informes Mensais se fundamenta nos indicadores referentes aos montantes inadimplentes (Atrasos), especificamente os montantes inadimplentes há no máximo 30 dias e os montantes inadimplentes de 30 a 60 dias. Tais dados, de ambas faixas de prazo referentes à inadimplência, se mostram relevantes para ilustrar de forma mais completa o desempenho de carteiras que, além de serem compostas por recebíveis de curto prazo, tendem a acusar uma forte queda na inadimplência a partir de 30 dias de atraso, muito em função de recompras e substituições. Assim, adicionalmente aos indicadores de Atrasos referentes às duas faixas descritas acima, pode-se destacar também, como parte importante de uma análise mais ampla de desempenho dos FIDC MM, o indicador de montante de recompras (Recompras).

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Quão rentáveis são as cotas dos FIDC que atuam junto aos arranjos de cartão de crédito?

Ao longo dos últimos meses foram lançados vários Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) atuando junto à estrutura de fluxos financeiros de arranjos de pagamento de cartões de crédito (CC). Assim, após uma primeira geração de FIDC, nascente por volta de 2007, estruturados então com foco em carteiras de direitos creditórios oriundos de faturas de cartão de crédito, tendo como cedentes emissores de cartão e como sacados portadores de cartão, outras gerações destes fundos, investindo em direitos creditórios oriundos de outras etapas daquele fluxo, com outros tipos de players como cedentes e sacados, passaram a ser estruturadas, conforme publicado anteriormente no portal Tlon.

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Cotistas do FIDC CJP Créditos Judiciais e Precatórios NP não chegam a acordo sobre correção de valor das cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 23 e 27 de outubro de 2017.

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Número de FIDC iniciados este ano já supera os de 2016; fundos de CC se destacam

Ao longo dos primeiros nove meses do ano de 2017 entraram em operação 92 novos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), acrescentando um Patrimônio Líquido (PL) de aproximadamente R$ 11,00 bilhões à indústria destes fundos. O número de novos fundos este ano já supera o total de novos FIDC iniciados ao longo de todo o ano de 2016, que foram 87, referentes a uma adição de PL consolidado então de R$ 15,00 bilhões ao mercado. 

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FIDC têm reprecificação de suas carteiras aprovada

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 16 e 20 de outubro de 2017.

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Contradições do desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro

Entre 2012 e 2015, a Companhia Paulista de Securitização (CPSEC), do Estado de São Paulo, captou R$ 2,1 bilhões através de oferta pública de emissões de debêntures lastreadas em dívida ativa.

Em maio de 2017, a Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Cartões Consignados BMG iniciou uma oferta pública de aproximadamente R$ 1,0 bilhão, referente a emissões de duas séries de debêntures lastreadas em direitos creditórios oriundos de operações de saque e/ou compra realizadas com cartões de crédito consignados emitidos pelo Banco BMG S.A. e devidos por beneficiários do INSS.

No primeiro trimestre de 2018, a prefeitura da cidade de São Paulo, através de uma Sociedade de Propósito Específico, pretende captar até R$ 400 milhões em oferta pública de emissões de debêntures lastreadas em fluxo de multas de trânsito da cidade.

Todas as operações sumarizadas acima envolvem uma cessão de direitos creditórios, resultando em uma transferência de exposição de risco a um ativo de um cedente para investidores, e uma criação de liquidez, a partir da emissão de títulos pulverizados que são lastreados nos direitos creditórios cedidos e adquiridos por investidores múltiplos. Ou seja, são operações de securitização.

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