As fintechs pré-selecionadas para tocar o plano emergencial do BNDES de ajuda às MPME

Com o mês de agosto prestes a adentrar em sua segunda metade, já fazem praticamente cinco meses que o Brasil começou a adotar as medidas de isolamento social para tentar conter a disseminação do novo coronavírus. Como já era esperado, este período foi bastante severo em termos de efeitos econômicos adversos para a sociedade, com uma significativa quantidade de empresas que precisaram fechar as portas. A maioria dessas empresas compõe segmentos estratégicos da economia brasileira, como é caso das micro, pequena e média empresas (MPME), grandes geradoras de empregos formais.  

O cenário se torna ainda mais preocupante quando se tem em mente que, na prática, as autoridades ainda estão bastante longe de conseguir controlar a doença, fato que gera muita incerteza entre os agentes econômicos. Considerando todos esses fatores, e na posição de um dos principais braços na realização de políticas macro de investimento no país, o BNDES buscou, em parceria com o mercado de capitais, desenvolver um plano para que esse importante segmento da economia brasileira não entre em colapso.

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Como é a remuneração das cotas de FIDC?

O mercado de FIDC apresentou, nos últimos meses, diversas mudanças estruturais em suas operações, tendo esta dinâmica sido fruto de iniciativas para reduzir as implicações relacionadas a pandemia de COVID-19 na performance dos fundos. Conforme já abordado anteriormente no TLON, essas mudanças atingiram de forma preponderante cotas sênior e cotas mezanino, tendo como principal resultado alterações de benchmark em várias destas cotas. A partir deste movimento por parte dos fundos, a Uqbar traz aqui parte do resultado de um levantamento que teve como objetivo compreender a qual indexador ou taxa estão atrelados os benchmarks de cotas sênior e mezanino de FIDC em operação atualmente.

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Suspensão da Índigo como administradora ganha novos desdobramentos

Em meados do mês de julho o mercado de finanças estruturadas foi surpreendido com a informação de que a Índigo havia tido seu registro de administrador de carteiras suspenso por determinação judicial. Novas atualizações sobre o caso vieram a público ao final do dia na última sexta-feira.

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FIDC compra carteira de crédito do Banco do Brasil

Recentemente um FIDC, constituído sob a forma de fundo Não-Padronizado (FIDC NP), comprou uma carteira de créditos inadimplidos com valor de face de aproximadamente R$ 3,00 bilhões. Embora esta não seja a primeira operação do tipo, a presença de um banco estatal na ponta devedora dos créditos pode marcar o ponto de inflexão desse segmento de fundos. 

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Lei 14.031 promete mais segurança jurídica para o setor de arranjos de pagamentos

Foi publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira a lei que altera o marco regulatório dos arranjos de pagamento, entre outras disposições. A Lei 14.031 é derivada da Medida Provisória 930 e tem como objetivo aumentar a segurança jurídica dos fluxos de pagamentos relacionados aos arranjos de pagamentos, estrutura por meio da qual os cartões de crédito operam, por exemplo.

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Webinar da Uqbar discute a importância do FIDC como fonte de crédito às PME

Desde o início da adoção das medidas de isolamento social foi possível observar no debate econômico uma grande preocupação em relação a possíveis quebras de pequenas e médias empresas. Tais temores se concretizaram, como mostra o IBGE em uma pesquisa recente que diz que na primeira quinzena de junho mais de 700 mil empresas já haviam sido fechadas, das quais 99,8% eram de pequeno porte. Naturalmente, esse cenário pode ser explicado, em boa parte, pela intensificação de um dos principais obstáculos enfrentados pelas pequenas e médias empresas: o acesso ao crédito através do sistema bancário.

Mais R$ 5 bi são emitidos em cotas do FIDC Cielo

Um dos segmentos da economia que tem ficado em evidência em tempos recentes é aquele referente às empresas de meios de pagamento, que tem apresentado uma constante evolução e modernização ao longo do tempo. O mercado de capitais, mais especificamente o mercado de FIDC, tem participado desse processo, sendo possível observar vários fundos que adquirem direitos creditórios originados em alguma das etapas envolvendo os diversos agentes atuantes em um arranjo de pagamentos. Um destes fundos é o FIDC Cielo, que nos últimos dias realizou uma emissão de cotas bilionária.

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Mercado de fundos pode se beneficiar de convênio entre CVM e Receita Federal

Na última segunda-feira, dia 20 de julho, a CVM divulgou uma boa notícia para o mercado de fundos de investimento em geral: a assinatura de um convênio entre a autarquia e a Receita Federal. As ações que serão possíveis com esse convênio se juntam a outras inovações regulatórias recentes que tendem a fazer com que o registro destes veículos se torne mais ágil e eficiente.

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FIDC de fluxo futuro é impactado pela qualidade creditícia de Pernambuco

Apesar de já existirem boas notícias do ponto de vista econômico em relação à volta das atividades de determinados setores, ainda são inúmeros os casos de agentes econômicos com dificuldades financeiras, que, por estarem inseridos em uma economia interligada, acabam gerando danos em uma escala maior. O FIDC Companhia Pernambucana de Saneamento - Compesa exemplifica esse problema.

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Maioria dos FIDC ainda coloca em risco rentabilidade de cotista sênior em caso de reversão de PDD

Em um contexto de incerteza econômica, os mecanismos de proteção do patrimônio dos investidores, especialmente dos detentores de cotas de classe sênior de FIDC torna-se ainda mais relevante. Por isso, causa surpresa que boa parcela dos FIDC estreantes em 2020 tenha vindo ao mercado adotando um modelo de valorização de cotas claramente defasado.

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