Funcionando há mais de um ano, FIDC que somam R$ 8 bilhões têm encerramento determinado pela CVM

Recentemente, dois dos maiores FIDC do mercado, em operação há mais de um ano, tiveram Fatos Relevantes divulgados por seus administradores. Os documentos informam que a Superintendência de Relações com Investidores Institucionais (SIN) da CVM determinou o encerramento deles. Na visão da área técnica da autarquia, o principal ativo da carteira destes fundos não corresponde a um direito creditório.

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Com novas emissões em vista, SP reforma lei que autoriza securitização da dívida ativa

Projeto de Lei 529/2020, de autoria do governador do Estado de São Paulo, João Doria, estabelece diversas medidas voltadas ao ajuste fiscal e ao equilíbrio das contas públicas do estado, além de outras providências correlatas. Uma delas aborda diretamente a securitização de recebíveis.

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Austin comunica rebaixamento de cotas de dois FIDC

Como se sabe diante dos vários meses de crise econômica já decorridos, vários setores da economia brasileira estão enfrentando imensas adversidades. A atuação das agências de classificação de risco serve como um termômetro neste sentido, à medida que tem se visto muitas ações de rebaixamento de classificação de risco. Um exemplo deste cenário é dado pela Austin, que no último dia 13, rebaixou a classificação de risco de cotas de dois FIDC.

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FIDC da Stone emitirá mais de R$ 2,50 bi em cotas até setembro

Os FIDC com carteiras compostas por direitos creditórios originados em algum dos fluxos existentes em arranjos de pagamento já se tornaram tradicionais na indústria desse veículo como um todo. De forma exemplificada, ao final do mês de junho esse grupo contava com 34 fundos, que perfaziam um PL consolidado de R$ 23,72 bilhões. Essa amostra em breve contará com o FIDC Banco Emissores de Cartão de Crédito – Stone III (FIDC Stone III). Recentemente um outro FIDC da Stone, o FIDC Bancos Emissores de Cartão de Crédito Stone, teve o prazo de suas cotas sênior finalizado.

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As fintechs pré-selecionadas para tocar o plano emergencial do BNDES de ajuda às MPME

Com o mês de agosto prestes a adentrar em sua segunda metade, já fazem praticamente cinco meses que o Brasil começou a adotar as medidas de isolamento social para tentar conter a disseminação do novo coronavírus. Como já era esperado, este período foi bastante severo em termos de efeitos econômicos adversos para a sociedade, com uma significativa quantidade de empresas que precisaram fechar as portas. A maioria dessas empresas compõe segmentos estratégicos da economia brasileira, como é caso das micro, pequena e média empresas (MPME), grandes geradoras de empregos formais.  

O cenário se torna ainda mais preocupante quando se tem em mente que, na prática, as autoridades ainda estão bastante longe de conseguir controlar a doença, fato que gera muita incerteza entre os agentes econômicos. Considerando todos esses fatores, e na posição de um dos principais braços na realização de políticas macro de investimento no país, o BNDES buscou, em parceria com o mercado de capitais, desenvolver um plano para que esse importante segmento da economia brasileira não entre em colapso.

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Como é a remuneração das cotas de FIDC?

O mercado de FIDC apresentou, nos últimos meses, diversas mudanças estruturais em suas operações, tendo esta dinâmica sido fruto de iniciativas para reduzir as implicações relacionadas a pandemia de COVID-19 na performance dos fundos. Conforme já abordado anteriormente no TLON, essas mudanças atingiram de forma preponderante cotas sênior e cotas mezanino, tendo como principal resultado alterações de benchmark em várias destas cotas. A partir deste movimento por parte dos fundos, a Uqbar traz aqui parte do resultado de um levantamento que teve como objetivo compreender a qual indexador ou taxa estão atrelados os benchmarks de cotas sênior e mezanino de FIDC em operação atualmente.

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Suspensão da Índigo como administradora ganha novos desdobramentos

Em meados do mês de julho o mercado de finanças estruturadas foi surpreendido com a informação de que a Índigo havia tido seu registro de administrador de carteiras suspenso por determinação judicial. Novas atualizações sobre o caso vieram a público ao final do dia na última sexta-feira.

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FIDC compra carteira de crédito do Banco do Brasil

Recentemente um FIDC, constituído sob a forma de fundo Não-Padronizado (FIDC NP), comprou uma carteira de créditos inadimplidos com valor de face de aproximadamente R$ 3,00 bilhões. Embora esta não seja a primeira operação do tipo, a presença de um banco estatal na ponta devedora dos créditos pode marcar o ponto de inflexão desse segmento de fundos. 

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Lei 14.031 promete mais segurança jurídica para o setor de arranjos de pagamentos

Foi publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira a lei que altera o marco regulatório dos arranjos de pagamento, entre outras disposições. A Lei 14.031 é derivada da Medida Provisória 930 e tem como objetivo aumentar a segurança jurídica dos fluxos de pagamentos relacionados aos arranjos de pagamentos, estrutura por meio da qual os cartões de crédito operam, por exemplo.

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Webinar da Uqbar discute a importância do FIDC como fonte de crédito às PME

Desde o início da adoção das medidas de isolamento social foi possível observar no debate econômico uma grande preocupação em relação a possíveis quebras de pequenas e médias empresas. Tais temores se concretizaram, como mostra o IBGE em uma pesquisa recente que diz que na primeira quinzena de junho mais de 700 mil empresas já haviam sido fechadas, das quais 99,8% eram de pequeno porte. Naturalmente, esse cenário pode ser explicado, em boa parte, pela intensificação de um dos principais obstáculos enfrentados pelas pequenas e médias empresas: o acesso ao crédito através do sistema bancário.

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