Cohab Minas abre seleção para escolher administrador de FIDC NP

Um novo fundo chegará ao mercado de capitais, em breve: o FIDC-NP com lastro em contratos de financiamento da Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais (Cohab Minas). Para isso, a Cohab Minas deu mais um passo no processo de estruturação desse fundo. Como divulgado pela companhia na quarta-feira (04/05), deu-se início ao processo de seleção da instituição administradora do FIDC.

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Investimento estrangeiro no mercado de capitais brasileiro é tema de evento do Conexão Uqbar

O último evento do Conexão Uqbar abordou a participação de investidores estrangeiros no mercado de capitais brasileiro, mais especificamente no mercado de securitização. 

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Distribuidora Mixtel entra no mercado de FIDCs

Um novo FIDC ligado ao varejo chamou a atenção recentemente. Trata-se do FIDC Mixtel, administrado pela BRL Trust.

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FIDCs “Padronizados” ultrapassam R$ 130 bilhões em PL

A Uqbar publicou, recentemente, uma análise a respeito da evolução do mercado de FIDCs levando em conta os dados mais recentes disponíveis. Na ocasião, destacaram-se os patamares dimensionais inéditos alcançados pela indústria de FIDCs em termos de patrimônio líquido (PL) consolidado e o número de fundos operacionais. Agora, vale aprofundar este olhar, analisando mais a fundo os indicadores de PL consolidado e o número de fundos operacionais de acordo com alguns critérios.

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Virou rotina: PL consolidado e número de fundos operacionais renovam recordes

O crescimento consistente dos FIDCs é assunto certo quando se debate o desenvolvimento dos produtos de finanças estruturadas brasileiro. O principal veículo de securitização, ano após ano, ganha cada vez mais força no mercado de capitais.

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Cotas de FIDC ligado ao Banco Daycoval são objeto de classificação de risco da Moody’s

A Moody’s atribuiu, recentemente e em caráter preliminar, a classificação de risco ‘AAA’ às séries “A” e “B” de cotas seniores do FIDC Day Maxx 2. As duas séries têm vencimento em 36 meses, mas o montante previsto para a série A é de R$ 1,00 bilhão e, para a série B, de R$ 500,00 milhões.

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Eficiência dos FIDCs como veículo de securitização é tema de debate em mais um evento de lançamento dos Anuários Uqbar 2022

O painel de abertura do terceiro dia do evento que marcou o lançamento dos Anuários Uqbar 2022, “Caro e ineficiente. FIDC, esse injustiçado”, envolveu todos em uma conversa acerca do desempenho desse mercado ao longo de 2021, bem como marcos regulatórios, como as Resoluções 39 e 60 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e a Medida Provisória (MP) 1103, além dos recordes de emissão e os perfis de investidores ao longo dos últimos anos. Por fim, o debate passou pelas perspectivas do mercado para 2022 e além.

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O mercado primário de FIDCs em 2021: um breve panorama

O comportamento do mercado primário de FIDCs, em 2021, divergiu do observado no ano anterior e cresceu consideravelmente. Ao todo, foram R$ 101,53 bilhões em emissões, volume 41,1% superior aos R$ 71,98 bilhões de 2020.

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CVM emite decisão a respeito de irregularidades no famoso caso do FIDC RED Multisetorial LP

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou, esta semana, sua decisão a respeito de um caso famoso envolvendo o FIDC RED Multisetorial LP. Há alguns anos foram constatadas, pela autarquia, algumas irregularidades no funcionamento do fundo, que levaram a instauração de um processo administrativo sancionador (PAS).

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O impacto da alta da SELIC nos FIDCs ativos

Em um cenário de altas consecutivas da SELIC, a busca do investidor por oportunidades de retornos ainda maiores tem colocado o FIDC em lugar de destaque. O veículo possibilita a exposição a uma ampla gama de ativos (passando por recebíveis comerciais e por precatórios, por exemplo), muitas vezes sob a forma de uma carteira pulverizada, o que se traduz em diversificação de risco. Além disso, a maioria das cotas de FIDC utiliza um benchmark atrelado à Taxa DI e acrescido de spread. Entretanto, os investidores (e gestores e administradores, por quê não?) devem ficar atentos aos efeitos no desempenho dos FIDCs em função dessa ascensão das taxas de juros em curto espaço de tempo, especialmente ao índice usualmente denominado “Excesso de Spread”.

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