Oliveira Trust e Socopa lideram rankings de custodiante em 2018

Dando prosseguimento às recentes análises realizadas no TLON sobre prestadores de serviço de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), já realizadas para as empresas administradoras e gestoras destes fundos, levando-se em consideração apenas os fundos que entraram em operação em 2018, é hora de atentar para o segmento de custódia. Assim como ocorreu com o mercado de gestores de FIDC, os Rankings Uqbar de custodiantes de novos FIDC apresentam em 2018, na comparação com os rankings de 2017, diversas trocas de posições entre os participantes.

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BRAM e Tercon destacam-se entre os gestores de FIDC

O mercado de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) caracteriza-se por ser aquele mais concorrido dentre os mercados de prestadores de serviço para este veículo do mercado de capitais. Para atestar tal fato basta observar os Rankings Uqbar de gestores de FIDC iniciados em 2018. A intensa mudança de posições dos participantes na comparação com o ranking de 2017 é evidente, tanto pelo critério do patrimônio líquido (PL) total dos fundos geridos quanto pelo número destes fundos.

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Socopa dominou administração de novos FIDC em 2018

Em 2018, 152 Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) entraram em operação, perfazendo, no encerramento do ano, um patrimônio líquido (PL) de R$ 13,02 bilhões. Dentro deste universo, foi a Socopa a empresa que mais se destacou na administração destes novos FIDC, levando-se em conta a quantidade e o valor total de PL associado a estes. Assim, a empresa se consagrou líder dos Rankings Uqbar de administradores de FIDC iniciados em 2018, tanto pelo quesito do PL total administrado quanto pelo de número de operações.

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Patrimônio consolidado dos FIDC ultrapassa os R$ 100 bi

O mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), pela primeira vez em sua história, encerrou um ano com patrimônio líquido (PL) superior à marca de R$ 100,00 bilhões. Mais precisamente, a cifra alcançada foi de R$ 102,52 bilhões, o que simboliza um crescimento de 26,3% em relação a 2017, quando o PL do mercado encerrou o ano em R$ 81,20 bilhões. A expressiva captação líquida da indústria em 2018, da ordem de R$ 11,85 bilhões, praticamente o dobro dos R$ 6,47 bilhões de 2017, é um dos fatores que contribuíram para que o recorde fosse alcançado.

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Fitch conjectura default e rebaixa cotas mezanino de FIDC da Pirelli

O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Revendedores Oficiais Pirelli – ROP atravessa momento conturbado, sendo real a probabilidade de default das suas cotas mezanino B. Este é o cenário previsto pela agência de classificação de risco Fitch caso haja inadimplência de qualquer direito creditórios da carteira do fundo até o vencimento-limite da operação, em abril de 2019. Além disso, é esperado que até hoje, 26 de fevereiro, a Pirelli efetue a recompra de três direitos creditórios inadimplidos, o que deverá dar novo fôlego à operação. Considerando esses fatos, a agência comunicou, na última sexta-feira, 22 de fevereiro, o rebaixamento de nota das cotas mezanino B do fundo, de ‘B-’ para ‘CCC’.

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FIDC de cartão de crédito tem R$ 1 bi em cotas classificadas com ‘Aaa’

A classificação de risco ‘Aaa’ foi atribuída ontem, 14 de fevereiro de 2019, às cotas sênior do FIDC Fenix do Varejo II. A operação é lastreada por recebíveis comerciais cedidos pelas empresas Lojas Americanas (LASA) e B2W Companhia Digital (B2W), que atuam no setor varejista. Tais recebíveis comerciais são originados das vendas de produtos e serviços das cedentes para seus clientes e pagos por meio de cartões de crédito.  Essas transações, por sua vez, são processadas pela Cielo, que, na estrutura de uma transação via cartão de crédito, figura como a devedora dos recebíveis.

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Ações Judiciais e Precatórios dominam nos FIDC NP e segmento volta a crescer

O Patrimônio Líquido (PL) do conjunto dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) do segmento Não Padronizado (NP), após um ano de 2017 de estagnação dimensional, voltou a se expandir ao longo de 2018, atingindo atualmente seu maior nível histórico. Os fundos NP se destacam no mercado de FIDC por abrirem a possibilidade para a aquisição de créditos de empresas em Recuperação Judicial (RJ), créditos inadimplidos, precatórios, créditos em discussão judicial, direitos de existência futura desconhecida e outros tipos de direitos creditórios não regulares, preenchendo assim um espaço relevante no universo de financiamentos e investimentos na economia brasileira.

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Precatórios e créditos corporativos impulsionam alta de PL de FIDC em 2018

Ao longo de 2018 tanto o Patrimônio Líquido (PL) como o respectivo número de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) se expandiram, fechando o último mês de dados divulgados, novembro, em patamares recorde. Tal crescimento se fundamentou em operações de carteiras de específicos ativos-lastro. Pelo critério do indicador de PL, o principal impulso que explica a expansão do mercado adveio da categoria de ativo-lastro Setor Público, composta principalmente por fundos que investem em precatórios. Já em relação ao critério de número de fundos, o crescimento relativo mais alto se registrou na categoria de ativo-lastro Crédito Pessoal, ao passo que crescimento maior em termos absolutos foi da categoria Recebíveis Comerciais. A categoria Crédito Pessoa Jurídica (Crédito PJ), que representa os fundos que investem em crédito corporativo de médio e longo prazo, alcançou bom desempenho por ambos os critérios.

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Mercado de FIDC segue registrando recorde de tamanho; PL encosta em R$ 100 bi

O conjunto de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) alcançou, ao final de novembro, a marca de 743 deles em operação, maior nível histórico deste indicador. No mesmo sentido, o respectivo Patrimônio Líquido (PL) consolidado expandiu ao longo do ano, chegando aos R$ 97,27 bilhões, recorde histórico também. Ambos indicadores registraram forte crescimento nos primeiros onze meses de 2018, destacando-se o impulso advindo do montante emitido em cotas, superior a R$ 35,0 bilhões.

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Cotistas do FIDC GGR Prime I decidem pela liquidação

No último dia 21 de dezembro reuniram-se em assembleia os cotistas do FIDC GGR Prime I, fundo que já esteve entre os maiores do segmento de FIDC imobiliário, e que desde 2017 vinha apresentando problemas de desempenho em sua carteira. Conforme abordado anteriormente no portal TLON, em abril de 2018 os cotistas do fundo já haviam se reunido em assembleia para aprovar o Plano de Reestruturação dos créditos que compõem a carteira do fundo. Desta vez, seguindo proposta realizada pela gestora do fundo, a maioria dos cotistas deliberou pela liquidação do fundo.

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