Medidas da Socopa para prorrogação de prazo de vencimento de direitos creditórios e PDD

A Socopa, administradora do mercado de FIDC com maior número de fundos em operação, comunicou aos gestores dos fundos, aos consultores de crédito e aos cotistas um conjunto de medidas que poderão ser adotadas para  que se efetue a prorrogação do prazo de vencimento dos títulos. As orientações ocorrem no contexto da acentuação dos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19, e visam assegurar a liquidez dos FIDC administrados e redobrar o acompanhamento das respectivas carteiras.

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Pandemia faz CVM alterar exigências regulatórias

No atual contexto de incertezas proporcionado pela pandemia de COVID-19, que fez com que o comportamento natural das pessoas e das empresas tivesse de ser alterado de forma brusca, é natural que as autoridades e instituições do país optem por tomar medidas que busquem amenizar os efeitos negativos. Um exemplo disso foi a recente deliberação da CVM, editada no último dia 31 de março.

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Uma alternativa para as debentures conversíveis propostas pelo BNDES às empresas aéreas

No último domingo, 29 de março, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, anunciou medidas emergenciais para mitigar os impactos causados pela pandemia de Covid-19 na economia e na sociedade brasileiras. Na live, realizada no canal do BNDES no Youtube, o presidente do banco de desenvolvimento listou uma série de ações emergenciais, algumas delas já em curso. Entre aquelas que estão em fase de preparação está o suporte financeiro a empresas do setor aéreo. Neste tópico, particularmente, a Uqbar acredita que o FIDC seja uma alternativa mais adequada, como se verá a seguir, sem a necessidade de que o banco incorra no risco de se tornar um acionista relevante ou até mesmo dono das companhias aéreas.

Em meio à pandemia, S&P rebaixa cota de FIDC do SPFC

Não é novidade que o mercado de FIDC tem como uma de suas características mais marcantes a enorme pluralidade de tipos de direitos creditórios passíveis de aquisição para as carteiras dos fundos. Neste sentido, recentemente, em 2019, um fundo ligado ao universo do futebol esteve em evidência, principalmente por ter como cedente um dos times mais tradicionais do Brasil, o São Paulo Futebol Clube (SPFC). Agora, este mesmo fundo volta a chamar atenção, desta vez, porém, por um motivo negativo: o rebaixamento da classificação de risco de suas cotas sênior pela agência S&P.

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FIDC têm classificação tributária alterada por desenquadramento de carteira

Em decorrência da pandemia e da incerteza econômica que se segue, numerosos têm sidos os casos de comunicados emitidos pelos participantes do mercado nesse contexto. Este não parece ter sido o caso de uma série de Fatos Relevantes publicados na CVM na última semana referentes a determinados FIDC, que tiveram outro tipo de tema como assunto.

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Maior fundo de crédito consignado entra em operação

No último mês de fevereiro entrou em operação o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Moleiro Consignado. O veículo será utilizado pelo Banco Cetelem para a captação de recursos no mercado de capitais. O fundo atuará comprando recebíveis de crédito pessoal originados pelo próprio banco. Com a sua primeira emissão de cotas captando quase R$ 4,00 bilhões, este fundo passa a ser, por larga margem, o maior fundo dedicado exclusivamente a crédito pessoal na indústria de FIDC.

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CVM orienta a respeito de provisionamento de direitos creditórios em FIDC

À luz dos recentes acontecimentos decorrentes da pandemia do Covid-19, a CVM divulgou um conjunto de orientações a respeito da condução e do funcionamento de fundos de investimento nesse período conturbado. Em relação aos FIDC, a autarquia orienta administradores e gestores desses fundos quanto ao provisionamento de direitos creditórios.

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Como o segmento de supermercados usa da securitização para se financiar

No momento atual, em que impera a recomendação de isolamento e distanciamento social, alguns poucos segmentos da economia mantêm-se, pelo menos, em ritmo de negócios próximo do normal. Além do óbvio caso dos serviços relacionados ao setor médico, há, entre outros, também o setor de telefonia e o de supermercados.

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Pandemia impacta a avaliação de risco de cotas de FIDC Multicedente Multissacado

A esta altura, diante dos mais recentes acontecimentos, a ampla maioria da população brasileira já está ciente da periculosidade do Covid-19, popularmente conhecido pela sua família viral: coronavírus. Além dos fortes efeitos negativos sobre a saúde das pessoas, que devem corretamente ser o foco de atenção por parte da sociedade, são muitos os efeitos significativamente prejudiciais à economia do país. O mercado de capitais não escapa desse contexto caótico, principalmente em tempos onde vinha conquistando mais espaço como alternativa de financiamento e, consequentemente, aumentando a integração com diversos setores da economia. Um claro exemplo do cenário problemático para o mercado de capitais foi dado na última segunda-feira pela agência de classificação de risco Liberum.

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REAG e Tercon destacaram-se no mercado de gestores de FIDC em 2019

É incontestável que em 2019 o mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) passou por um incremento dimensional muito significativo, tendo, possivelmente, sido esse o fato que mais chamou atenção na indústria. No entanto, sempre é interessante entender como se deu a atuação dos prestadores de serviços dos fundos.

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