Cotas do Angá Sabemi Consignados VIII recebem nota AA-

A S&P atribuiu, no dia 10/07/2017, a nota preliminar ‘AA-’ à primeira série de cotas sênior e às cotas subordinadas preferenciais do FIDC Angá Sabemi Consignados VIII, em montantes de R$ 300,0 milhões e R$ 25,3 milhões, respectivamente. Segundo o documento, a carteira de direitos creditórios do fundo será composta por contratos de concessão de assistência financeira com consignação em folha de pagamento concedidos a servidores públicos da esfera federal, originados pela Sabemi, que desfrutam das mesmas características dos empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento. As duas classes de cotas classificadas contam com reforço de crédito proporcionado pela subordinação, no limite mínimo de 17,0% no caso das cotas sênior e de 10,0% no caso das subordinadas preferenciais. A rentabilidade esperada para as cotas sênior equivale à variação do IPCA acrescida de um spread de 8,0% ao ano. Já no caso das subordinadas preferenciais, a rentabilidade buscada corresponde à Taxa DI mais spread de 5,0% ao ano.

Fitch atribui classificação em operação onde a credenciadora é o cedente

A primeira emissão de cotas sênior do FIDC Bancos Emissores de Cartao de Crédito Stone recebeu, no dia 23/06/2017, a classificação de risco ‘AA+’ da Fitch, em montante nominal de R$ 1,0 bilhão. Segundo a agência, a operação “é uma securitização de direitos creditórios da Stone Pagamentos S.A. (Stone) devidos por bancos de primeira linha, conforme as regras de estruturação de pagamentos, e oriundos de transações de pagamento entre os estabelecimentos credenciados e os usuários finais, provenientes da aquisição de bens e serviços quando da utilização de cartões de crédito das bandeiras Visa ou Mastercard como instrumento de pagamento. ” A rentabilidade estabelecida é de 106,8% do CDI. O relatório da agência também menciona que foram emitidas cotas subordinadas em montante nominal de R$ 108,0 milhões, correspondentes a pelo menos 9,75% do patrimônio líquido do fundo.

Liberum classifica cotas de FIDC onde a credenciadora é o devedor

No dia 26/06/2017 a Liberum atribuiu classificações de risco para a primeira série de cotas sênior e para as cotas mezanino do FIDC LF I. As cotas sênior receberam a nota ‘BBB+’, enquanto que as cotas mezanino foram classificadas como BBB. Segundo a agência, os “...direitos creditórios do FIDC Listo (cujo nome no regulamento é FIDC LF I) serão formados por recebíveis da Empresa Listo S.A (cedente/Credenciador Associado/ Listo) contra seus respectivos sacados/devedores elegíveis, notadamente Global Payments - Serviços de Pagamentos S.A (sacado/ Credenciado/ Global Payments) que possui acordo de parceria com a Listo e já apresenta histórico operacional.“ Tais direitos creditórios são oriundos de transações com instrumentos de pagamento feitas por portador, já em valor líquido de descontos, como por exemplo a remuneração de bandeiras, de emissores e de credenciadores. No relatório da agência ainda é mencionado que em relação às cotas sênior se observa subordinação mínima de 10,0% do patrimônio líquido e remuneração de 125,0% do CDI, enquanto as cotas mezanino serão remuneradas a 150,0% o CDI.

Liberum classifica cotas do FIDC Captalys Mais Saúde

A agência de classificação de risco Liberum atribuiu, no dia 01/06/2017, a nota BBB+ à primeira série das cotas mezanino do FIDC Captalys Mais Saúde. O fundo caracteriza-se por investir em direitos creditórios originados em operações de mútuo entre hospitais e clínicas de saúde e os bancos Andbank e Safra. Como garantia da operação ocorre, segundo a agência, “a cessão fiduciária de recebíveis provenientes da prestação de serviço no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), limitando-se aos serviços clínicos de média e alta complexidade, hospitais privados ou hospitais filantrópicos que sejam referência em sua região". As cotas mezanino contam com subordinação de 15,0% e têm prazo de 58 meses.

FIDC Captalys Mais Saúde tem cotas sênior classificadas pela Fitch

O FIDC Captalys Mais Saúde teve ontem, dia 08/05/2017, suas cotas sênior classificadas pela agência de classificação de risco Fitch. A agência atribuiu a nota de crédito ‘A+’ à emissão, cujo montante equivale a R$60,0 milhões. Tal operação tem como lastro empréstimos destinados a clínicas e hospitais ligados ao SUS, com garantia em fluxos futuros provenientes da prestação de serviços aos pacientes que procuram o sistema. Segundo relatório da agência, os principais cedentes de direitos creditórios alvos do fundo são clínicas encarregadas de prover serviços de média ou alta complexidade. A remuneração estabelecida se equivale à 126,0% da Taxa DI.

SR para de acompanhar três FIDC, incluindo os fundos Incentivo Multissetorial

No dia 18/04/2017 a SR Rating comunicou a retirada das classificações de risco concedidas a títulos de três FIDC em decorrência da não renovação dos contratos para acompanhamento desses fundos. Tais fundos são: Incentivo Multisetorial I, Incentivo Multisetorial II e Rio Bonito. Em relação ao Incentivo Multisetorial I e ao Incentivo Multissetorial II, estes enfrentam desafios em seu funcionamento. Como abordado pela Uqbar em artigo no mês de março, os dois fundos optaram por destituir o gestor de suas carteiras, a empresa Incentivo Investimentos. As carteiras de ambos os fundos apresentam elevados índices de atrasos, sendo que a carteira do Incentivo Multisetorial I se encontra em atraso em sua totalidade, condição esta já ocorrida no passado, conforme apontado em artigo de 2015.

S&P classifica cotas do FIDC Crédito Universitário

A S&P atribuiu, no dia 13/01/2017, a classificação de risco ‘AA-’ tanto para a 17ª quanto para a 18ª séries de cotas sênior a serem emitidas pelo FIDC Crédito Universitário. Tal fundo é organizado como um condomínio fechado multisséries, com contratos de empréstimos advindos da área de educação configurando-se como seus possíveis direitos creditórios. A gestora do FIDC, Ideal Invest, é responsável pela análise e seleção dos financiamentos estudantis. No que diz respeito ao benchmark das duas séries, a 17ª série terá uma rentabilidade buscada correspondente à Taxa DI com spread de 3,2% ao ano, ao passo que a 18ª série buscará rentabilidade correspondente ao IPCA mais 3,35% ao ano e spread ainda a ser definido com base na taxa observada para emissão de NTN-B com vencimento parecido com o da 18ª série. O montante total, considerando a soma das duas séries, poderá chegar a R$ 150,0 milhões.

Oferta de cotas sênior de FIDC da Eletrosul recebe registro

A CVM concedeu ontem, 12 de janeiro, o registro definitivo de oferta pública de R$ 690,0 milhões referentes à 1ª série de cotas sênior do FIDC Transmissão Infinity DI. A oferta será coordenada pelo Banco BTG Pactual. O fundo é administrado pela Caixa Econômica Federal e tem por objeto a aquisição de recebíveis provenientes da concessão de linhas de transmissão e de subestações de exploração da empresa Eletrosul Centrais Elétricas, cedente da operação. Esta é a primeira oferta de cotas deste FIDC registrada na CVM. O fundo ainda não entrou em operação.

S&P rebaixa cotas sênior e mezanino do FIDC Multissetorial Valor

No dia 28/12/2016 a S&P rebaixou a classificação de risco das cotas sênior e mezanino do FIDC Multissetorial Valor. No caso das cotas sênior o rebaixamento incidiu sobre a 5ª e 6ª séries, fazendo com que suas notas migrassem de ‘AA-’ para ‘A-’, enquanto que no caso das cotas mezanino os alvos foram as 3ª e 4ª emissões, com as notas migrando de ‘A’ para ‘BB-’. A soma do montante referente às cotas sênior é equivalente a R$ 44,7 milhões, enquanto o montante referente à soma das cotas mezanino é igual a R$ 14,9 milhões. Com relação às cotas sênior, a agência explica o rebaixamento através da análise dos riscos operacionais, mais precisamente através da observação do perfil mais arriscado do que o esperado dos recebíveis da carteira adquiridos de múltiplos cedentes, e da redução da equipe da empresa, fator que limita sua capacidade operacional diante do risco apresentado pela carteira. A S&P menciona ainda, em relação aos recebíveis observados, “(i) cedidos por cedentes em recuperação judicial, os quais representavam 5,2% do Patrimônio Líquido (PL) do FIDC; (ii) com cedentes e sacados conectados por acionistas e/ou administradores em comum (8,2% do PL); (iii) um cheque no valor de cerca de R$ 3 milhões (4,1% do PL); e (iv) ativos representados por contratos de compra e venda de unidades imobiliárias ou acordos de acionistas de sociedade em conta de participação (contratos físicos) e que correspondiam a 7,0% do PL.” Há ainda uma fração pequena do PL aplicada em CCB.  Já com relação às cotas mezanino, o critério utilizado para rebaixar suas notas foi que a subordinação mínima disponível é de 17 %, não sendo suficiente para prover a proteção de crédito necessária para classificações de risco superiores a ‘BB-’. 

Liberum rebaixa cotas sênior do FIDC Marte Fornecedores

A Liberum rebaixou, no dia 28/12/2016, a classificação de risco da primeira série de cotas sênior do FIDC Marte Fornecedores, de ‘A’ para ‘BB’. Um dos fatores que foram levados em consideração pela agência é o grande crescimento de créditos vencidos na carteira, que passaram a representar 27,8% do total existente no fim de 2016. Como o fundo é caracterizado por ser do tipo mono sacado, voltado para financiamento de forma exclusiva dos fornecedores do Grupo Seta Atacadista, a inadimplência dos sacados sob controle do grupo gera elevado risco de perda da carteira. Segundo a agência, outro fato levado em conta na análise foi a concentração da carteira em cedentes de mesmo controlador, de tal maneira que, no final de 2016, segundo a agência, “44% da carteira se referia a 5 grupos de empresas controladas pelos mesmos sócios, o que piora significativamente o perfil de risco da carteira do fundo”. Esses dois componentes de análise, o aumento dos créditos vencidos e a concentração da carteira, acabaram por desfazer as projeções para o fundo, já que a expectativa era de que a concentração máxima do PL no maior cedente seria de 10% e de que o volume de vencidos seria nulo. Além disso, a agência de classificação de risco também ponderou o risco de crédito do Grupo Seta Atacadista, bem como o expressivo número de reclamações sobre seus controlados. 

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