Vídeo #3 – Os maiores administradores de FIDC em termos de número de fundos (2007-2019)

Evolução mensal, de janeiro de 2007 a fevereiro de 2019, do Top 10 de Administradores de FIDC organizados por número de fundos administrados.

Vídeo #2 – Os maiores administradores de FIDC em termos de patrimônio líquido (2007-2019)

Evolução mensal, de janeiro de 2007 a fevereiro de 2019, do Top 20 de administradores de FIDC organizados por patrimônio administrado.

 

FIDC de Recebíveis Comerciais expandem 16,0% no 1º bimestre

Como já abordado em análise recente publicada no TLON, a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), depois de forte expansão ano passado, continuou a aumentar sua dimensão em passo firme no primeiro bimestre de 2019. Como forma de dissecar e compreender este movimento, vale a pena um olhar decomposto pelo desempenho dos FIDC operacionais por classe de ativo-lastro.

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PL dos FIDC alcança R$ 120 bi em fevereiro

A bonança dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) observada no fim de 2018 parece continuar vigente neste início de 2019, pelo menos em termos dimensionais. A expressiva marca de patrimônio líquido (PL) consolidado alcançada naquela ocasião permaneceu em ascensão, tendo este indicador se expandido 17,7% de dezembro de 2018 até o final do primeiro bimestre deste ano. Já o número de fundos operacionais do mercado também cresceu, mas em proporção bem mais modesta, de apenas 2,0%.

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Lançamento Exclusivo! Anuário Uqbar: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – Edição 2019

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar lança hoje o Anuário Uqbar 2019 dedicado aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) exclusivo para os assinantes TLON. 

Os números do mercado de FIDC referentes ao ano de 2018 corroboram a leitura que a Uqbar faz há algum tempo de que este segmento entra em nova fase de sua evolução. Refletindo ao mesmo tempo a versatilidade deste veículo do mercado de capitais e a dinâmica da conjuntura macroeconômica, o mercado de FIDC se expandiu no último ano através de novas operações e novas emissões lastreadas em carteiras de direitos creditórios mais diretamente associados ao movimento de retomada de crescimento econômico no país. Além disto, se ajustando incrementalmente à transformação tecnológica do mundo contemporâneo de negócios, o mercado de FIDC fez surgir novas operações, sejam aquelas estruturadas junto a diversos tipos de fintechs, ou outras operacionalizadas junto ao espaço digital.

Esta edição 2019 do Anuário Uqbar: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios traz para você, leitor, uma ampla análise do desempenho deste mercado no último ano, destacando seus segmentos que mais brilharam, e ilustrando seus principais números através de Infográficos. A publicação apresenta também o tradicional conjunto de Rankings Uqbar. Um capítulo voltado para a evolução legislativa e regulamentar, escrito pelo escritório de advocacia Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto Advogados, complementa a publicação.

Oliveira Trust e Socopa lideram rankings de custodiante em 2018

Dando prosseguimento às recentes análises realizadas no TLON sobre prestadores de serviço de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), já realizadas para as empresas administradoras e gestoras destes fundos, levando-se em consideração apenas os fundos que entraram em operação em 2018, é hora de atentar para o segmento de custódia. Assim como ocorreu com o mercado de gestores de FIDC, os Rankings Uqbar de custodiantes de novos FIDC apresentam em 2018, na comparação com os rankings de 2017, diversas trocas de posições entre os participantes.

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BRAM e Tercon destacam-se entre os gestores de FIDC

O mercado de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) caracteriza-se por ser aquele mais concorrido dentre os mercados de prestadores de serviço para este veículo do mercado de capitais. Para atestar tal fato basta observar os Rankings Uqbar de gestores de FIDC iniciados em 2018. A intensa mudança de posições dos participantes na comparação com o ranking de 2017 é evidente, tanto pelo critério do patrimônio líquido (PL) total dos fundos geridos quanto pelo número destes fundos.

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Socopa dominou administração de novos FIDC em 2018

Em 2018, 152 Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) entraram em operação, perfazendo, no encerramento do ano, um patrimônio líquido (PL) de R$ 13,02 bilhões. Dentro deste universo, foi a Socopa a empresa que mais se destacou na administração destes novos FIDC, levando-se em conta a quantidade e o valor total de PL associado a estes. Assim, a empresa se consagrou líder dos Rankings Uqbar de administradores de FIDC iniciados em 2018, tanto pelo quesito do PL total administrado quanto pelo de número de operações.

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Patrimônio consolidado dos FIDC ultrapassa os R$ 100 bi

O mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), pela primeira vez em sua história, encerrou um ano com patrimônio líquido (PL) superior à marca de R$ 100,00 bilhões. Mais precisamente, a cifra alcançada foi de R$ 102,52 bilhões, o que simboliza um crescimento de 26,3% em relação a 2017, quando o PL do mercado encerrou o ano em R$ 81,20 bilhões. A expressiva captação líquida da indústria em 2018, da ordem de R$ 11,85 bilhões, praticamente o dobro dos R$ 6,47 bilhões de 2017, é um dos fatores que contribuíram para que o recorde fosse alcançado.

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Fitch conjectura default e rebaixa cotas mezanino de FIDC da Pirelli

O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Revendedores Oficiais Pirelli – ROP atravessa momento conturbado, sendo real a probabilidade de default das suas cotas mezanino B. Este é o cenário previsto pela agência de classificação de risco Fitch caso haja inadimplência de qualquer direito creditórios da carteira do fundo até o vencimento-limite da operação, em abril de 2019. Além disso, é esperado que até hoje, 26 de fevereiro, a Pirelli efetue a recompra de três direitos creditórios inadimplidos, o que deverá dar novo fôlego à operação. Considerando esses fatos, a agência comunicou, na última sexta-feira, 22 de fevereiro, o rebaixamento de nota das cotas mezanino B do fundo, de ‘B-’ para ‘CCC’.

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