Devedora de CRI da Isec obtém nova data para recomposição de fundos de reserva e despesa

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 10 e 14 de abril de 2017.

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Prazo mais curto e indexação ao IPCA caracterizam CRI em 2017

O prazo médio ponderado dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) emitidos no primeiro trimestre de 2017 indica um encurtamento de vencimentos destes títulos em comparação com os CRI emitidos no trimestre imediatamente anterior. O prazo médio, ponderado pelo montante emitido, de CRI atingiu 98 meses em 2017 – pouco mais de oito anos, enquanto no período anterior este indicador havia alcançado 206 meses. Em especial, o encurtamento do prazo médio dos CRI de 2017 se operou durante março, mês de maior volume de emissões no ano, tendo sido estas preponderantemente de prazo mais curto.

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Investidores optam por não decretar vencimento antecipado de vários CRI

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 03 e 07 de abril de 2017.

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RB Capital e ISEC ocupam as duas primeiras colocações do ranking 2017

Entre janeiro e março de 2017, onze securitizadoras imobiliárias realizaram emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a melhor marca histórica para o período. Em 2014, ano do recorde anterior, uma dezena de securitizadoras havia atuado no mercado primário deste título, número que se reduziu para oito e sete nos anos seguintes. Apesar do incremento de participantes disputando o topo do ranking Uqbar de securitizadoras imobiliárias em 2017, a RB Capital e a ISEC ocupam, respectivamente, a primeira e a segunda colocações dos rankings, sob os critérios de montante emitido e de número de operações. Conjuntamente, RB Capital e ISEC auferem mais da metade do montante emitido no ano, enquanto que, sob a outra ótica, a dupla registra pouco menos de um terço do número de operações.

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CRI emitido pela Barigui tem alteração em seu fluxo de pagamentos

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 27 e 31 de março de 2017.

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Emissões de CRI somam R$ 328 mi no primeiro bimestre

As emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) somaram R$ 328,5 milhões no primeiro bimestre de 2017. A cifra se mostra diminuta se comparada com as emissões ocorridas no igual período de anos anteriores. Em 2016, por exemplo, haviam sido emitidos R$ 453,4 milhões. Assim, se depreende queda de 27,5% na comparação anual. Em termos do número de operações o cenário se mostra ligeiramente diferente, ao menos no curto prazo. As dez operações emitidas entre janeiro e fevereiro de 2017 se comparam com as sete do ano anterior, crescimento de 42,8%. Em perspectiva histórica mais alongada, porém, o número de 2017 se configura como o segundo menor para o período desde 2009.

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Negociações de CRI aumentam no primeiro bimestre de 2017

No primeiro bimestre de 2017 subiu o número de negociações envolvendo cotas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) na Cetip. Foram 1.886 negócios realizados, que superaram em 26,3% o número referente ao primeiro bimestre do ano anterior, de 1.493. Em contrapartida, houve declínio em termos de montante negociado. Ao todo foram R$ 907,2 milhões em CRI transacionados entre janeiro e fevereiro de 2017, enquanto que no mesmo período de 2016 haviam sido R$ R$ 2,19 bilhões, representando declínio de 58,6%.

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Ofertas públicas de CRI cresceram em 2016 e ultrapassaram R$ 1 bilhão

As emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em 2016 atingiram, comparativamente àquelas efetuadas em 2015, um público relativamente mais amplo. A quantidade de séries de CRI registradas para distribuição conforme os ritos da Instrução CVM nº 400 (ICVM 400) sofreu incremento de 50,0%, enquanto o montante correspondente mais que quintuplicou no período.

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Carteiras de FII somam mais de R$ 5,5 bi em CRI

Em 2016, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) adquiridos no mercado primário pelos investidores classificados como “Fundos de Investimento” somaram a segunda maior fatia do total emitido no ano. A categoria inclui, além dos fundos regulados pela Instrução CVM nº 555, os Fundos de Investimento Imobiliário (FII). Em um contexto macroeconômico recessivo que prevaleceu durante o ano, com efeitos que se alastram pelo mercado imobiliário real, interessantemente o apetite dos FII por este título de securitização se renovou. Não por acaso, o patrimônio líquido (PL) e o número de FII que investem preponderantemente em CRI atingiu seu ápice em 2016.

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Rankings de líderes de distribuição de CRI têm Caixa e SLW na frente

Em termos de montante, a Caixa Econômica Federal foi a instituição que mais distribuiu Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) no ano de 2016. Por isso, a empresa pública federal foi alçada ao primeiro lugar do ranking Uqbar de líderes de distribuição de CRI por esse critério. Outras 25 instituições disputaram a liderança desse ranking. Os bancos Bradesco BBI e Itaú BBA, que outrora rivalizavam pelo ponto mais alto da escala, acabaram ocupando o segundo e terceiro lugares ao término do ano.

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