wfidc_cra_home_topo

CRA indexados ao IPCA ganham espaço no mercado

Antes dominado amplamente por emissões atreladas à Taxa DI, o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) observa alguma mudança ao longo dos últimos meses, com operações indexadas ao IPCA ganhando espaço. Em um cenário de Selic em queda os investidores deste segmento parecem estar cada vez mais direcionando seu interesse por títulos deste tipo que sejam indexados à inflação. Em 2019 já foram emitidos mais de R$ 2,00 bilhões de CRA com indexação ao IPCA, montante que está próximo dos 40% do total emitido no mercado neste ano. Em termos absolutos, trata-se do maior nível histórico, em base anual, de emissões de CRA deste tipo, já superando todo o montante emitido com este indexador nos últimos dois anos.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Fitch avalia mais um CRA da JBS

A agência de classificação de risco Fitch comunicou na última quarta-feira que atribuiu a nota de crédito ‘AA+’ à 1ª e à 2ª segunda séries da 5ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da RB Capital Companhia de Securitização. De forma conjunta, os CRA perfazem a cifra inicial total de R$ 600,0 milhões.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Nova MP permite emissão de CPR com correção pela variação cambial

O governo federal assinou ontem a Medida Provisória (MP) 897-2019, que pode impactar de maneira considerável o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Com a MP agora ficam permitidas as emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR) com liquidação financeira que tenham cláusula de correção pela variação cambial. Desde 2016 a legislação brasileira já permitia a emissão de CRA e Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) com cláusula de correção pela variação cambial, mas as CPR, que integram o lastro de alguns destes títulos, ainda não contavam com tal permissão.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

CRA com risco Quatá será emitido pela True

Uma emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), em montante inicial de até R$ 700,0 milhões, está próxima de ser realizada pela True. Os títulos, que serão lastreados em uma Cédula de Produto Rural Financeira (CPR-F) emitida pela Açucareira Quatá (Quatá), foram avaliados em ‘A-’ pela Fitch na última quinta-feira.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

EcoSec emitirá CRA de R$ 400 mi

Hoje foi disponibilizado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o prospecto preliminar de uma nova operação de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) a ser realizada pela EcoSec. A emissão será formada pela 1ª e pela 2ª série da 18ª emissão da securitizadora, perfazendo uma cifra de R$ 400,0 milhões.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

CRA da RB Capital somando R$ 750 mi estão no radar

Como já é de conhecimento do leitor do TLON, o mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) tem sido composto principalmente por emissões com risco de crédito concentrado, em muitos casos com lastro em debêntures emitidas por grandes empresas do setor do agronegócio. Duas novas operações da RB Capital Companhia de Securitização (RB Capital) servem para exemplificar tal dinâmica.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

EcoSec emitirá CRA com risco Adecoagro

Duas séries de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), que juntas totalizam montante de aproximadamente R$ 400,0 milhões, estão próximas de serem emitidas pela EcoSec. Já há na CVM um prospecto preliminar explicitando que o lastro destes CRA seria formado por Cédulas de Produto Rural Financeira (CPR-F) emitidas pela empresa Adecoagro Vale do Ivinhema (Adecoagro).

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Seguradoras de crédito impulsionarão o mercado de securitização

A saúde e pujança de uma economia depende da força de seu mercado de crédito. O desenvolvimento de um mercado de capitais resulta em ampliação de oferta e de demanda de crédito a preços transacionáveis. O mercado de securitização compõe a fronteira mais avançada do mercado de capitais. A tecnologia de securitização possibilita o atendimento refinado e customizado da demanda e da oferta de crédito, expandindo, de forma eficiente, o volume de crédito em uma economia. Os reforços de crédito estruturais e de terceiros em operações de securitização, muitas vezes presentes naquelas de forma concomitante, são inovações que estão no cerne da tecnologia de securitização. Dentre os vários tipos destes reforços de crédito, quando de terceiros, destaca-se o seguro de crédito.

Por que esta sequência de afirmações encadeadas que conectam, um tanto de trás para frente, ou do macro até o micro, a vitalidade de uma economia ao seguro de crédito em operações de securitização? Porque há, sim, na realidade, esta conexão estrutural, e porque no Brasil estamos já sentindo, de forma palpável, os benefícios da presença do seguro de crédito em operações de securitização, com impacto potencial na expansão do financiamento e do investimento em segmentos chave da economia brasileira.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Os CRA deixaram de fora o produtor rural?

Questões essenciais e estratégicas de desenvolvimento de mercado foram debatidas no painel sobre o tema Agronegócio, dia 26 de junho, durante o Congresso Uqbar de Finanças Estruturadas. Isto foi possível a partir de uma composição de painelistas bastante rica e diversificada, em conhecimento e experiência, formada por  Ivandré Montiel da Silva, vice-presidente de agronegócios no Banco do Brasil, Jean-Pierre Cote Gil, sócio e gestor na GPS, João Bento, gerente de operações estruturadas e commodities na BASF, e Tiago Lessa, sócio do Pinheiro Neto Advogados, e da moderação de Carlos Lopes, sócio da Uqbar.

Para continuar lendo, faça o seu login ou cadastre-se.

Encerra-se oferta de CRA pulverizado da Gaia

A forte predominância de títulos com risco de crédito concentrado entre as emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já foi reportada no TLON em diversas oportunidades. Lastreados em debêntures de grandes empresas já consolidadas, esses CRA são fruto de uma arbitragem regulatória disponível para estas empresas, que captam barato, enquanto o financiamento ao pequeno produtor, racional elementar da criação deste título, é pouco realizado através de suas operações atuais. No entanto, fugindo desse padrão, destaca-se que na última terça-feira, dia 02 de julho de 2019, encerrou-se uma oferta pública de CRA da Gaia Securitizadora (Gaia) com lastro formado por títulos do agronegócio e envolvendo devedores pulverizados.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Rankings

waa_cra_home_lateral
Mais Lidos