Estoque de CDCA voltou a subir em 2016

Apesar do principal impulso do forte crescimento recente nas emissões anuais de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vir de operações de lastro único corporativo, observa-se também um avanço no volume de emissões de operações de lastro pulverizado, conforme abordado no portal TLON. Em sua maioria, as operações de lastro pulverizado têm este composto por Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) e/ou Cédulas de Produto Rural – Financeira (CPR-F). Tratam-se de títulos de crédito destinados a financiar os participantes da cadeia do agronegócio. Em 2016 os montantes anuais de emissão, estoque e negociação de CDCA se elevaram. Por outro lado, o montante em negociações de CPR-F se reduziram no mesmo período.

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Agentes Fiduciários alteram posições, mas SLW permanece no topo

Na sequência do vertiginoso aumento do montante emitido de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) em 2016, o mercado de agentes fiduciários também sofreu mudanças quando comparado com o cenário percebido em anos anteriores. A SLW Corretora e a Planner Corretora, duas das três corretoras que atuaram em 2016 e 2015, expandiram consideravelmente suas atuações em termos do montante emitido das operações em que estão presentes. A Pentágono DTVM, por sua vez, foi a única a registrar queda. Já a Oliveira Trust DTVM voltou a atuar no mercado do agronegócio depois do hiato de um ano. Além disso, com o ingresso da Vórtx DTVM no mercado de CRA, já nas primeiras colocações, os rankings Uqbar de agentes fiduciários passaram a contar com cinco participantes, o maior número anual desde o início deste mercado em 2009.

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Investidores de CRA da Ecosec aprovam renegociação de pagamento de lastro

A partir de 2017 a Uqbar retoma a publicação de artigos mensais cobrindo o conteúdo de atas de assembleias de titulares de CRA. As atas se referem a todas as emissões de CRA, por parte de todas as securitizadoras. 

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Emissões de CRA mantêm ritmo vertiginoso de crescimento em 2016

Por mais um ano o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentou forte crescimento, com um volume de emissões que mais que duplicou em relação aos níveis de recorde estabelecidos no ano anterior, tanto em termos de montante emitido como pelo critério de número de operações realizadas. O forte interesse demonstrado pelos investidores por estes títulos e o bom desempenho do agronegócio brasileiro ao longo de 2016 são fatores que têm impulsionado o crescimento destas operações.

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Mercado primário de CRA registra hegemonia de operações corporativas

O ano de 2016 já se consolidou como um ano de volume recorde de emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Entre janeiro e novembro de 2016 o mercado primário deste título já atingiu R$ 8,46 bilhões, mais de R$ 3,00 bilhões a mais do que o registrado no mesmo período de 2015. Porém, o alto volume de emissões de CRA ocorrido neste ano tem seu principal impulso no forte desempenho das operações de lastro corporativo realizadas neste mercado. Este tipo de operação de CRA já sobrepuja, por larga margem, aquelas de lastro pulverizado, tendo 90,0% das emissões ocorridas em 2016.

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Pessoas físicas adquirem mais de dois terços dos CRA

O ano de 2016 tem se mostrado como mais um ano de forte crescimento do mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Até o encerramento de novembro último, haviam sido realizadas mais de 20 operações neste mercado, totalizando quase R$ 9,00 bilhões emitidos, equivalente a um crescimento de quase 100,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a presença do investidor Pessoa física no mercado primário de CRA tem sido novamente preponderante em 2016, tal qual ocorreu em 2015.

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EcoSec é responsável por quase metade dos CRA emitidos em 2016

O mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) no ano de 2016 vem sendo marcado por um expressivo volume de emissões. No cômputo até o fim de novembro, o montante emitido total já atinge R$ 8,46 bilhões, distribuídos em 26 operações de seis securitizadoras. No que diz respeito ao montante individual emitido por essas securitizadoras, a que mais se destaca é a EcoSec, que detém a marca de R$ 3,92 bilhões em CRA emitidos nos onze primeiros meses do ano. Quando se observa o critério de número de operações, pode-se constatar que a EcoSec também é a securitizadora que realizou mais operações em 2016, conquistando, assim, a dupla liderança nos rankings Uqbar de securitizadoras do agronegócio.

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A (in)definição do lastro de CRI e CRA, e ainda a dependência do regime de oferta

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) são títulos de securitização irmãos cujas operações direcionam recursos captados no mercado de capitais para o segmento imobiliário e do agronegócio, respectivamente. Atualmente, ofertas públicas (mercado amplo de investidores) de ambos os títulos são regidas especificamente pela Instrução CVM nº 414 (ICVM 414), além da Instrução CVM nº 400. A ICVM 414 é uma norma que foi criada especificamente para o mercado de CRI, mas também é utilizada para o mercado de CRA até que uma Instrução específica para este segmento seja editada. Na prática, quando a natureza do lastro da operação de emissão de um destes dois títulos difere do comum, a respectiva oferta pode vir a ser analisada pelo colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tem a decisão final sobre o tema. Por outro lado, o andamento de ofertas públicas com esforços restritos (número limitado de investidores profissionais), regidas pela Instrução CVM nº 476 (ICVM 476), independe de análise pela autarquia. Em relação ao mercado de CRI, quando se coteja um conjunto limitado de pedidos de registros de ofertas públicas analisados pela CVM com operações chanceladas pela ICVM 476, nota-se que a jurisprudência adotada pela autarquia no primeiro caso é incompatível com o que, pela prática, se subentende permissível no segundo caso. Ademais, apesar da fraternidade regulatória entre o mercado de CRI e CRA no que tange ao regime de oferta pública específica destes dois títulos, vigora um distanciamento entre os dois mercados no tocante ao racional subjacente à jurisprudência adotada pela CVM na interpretação das definições legislativas de cada um dos lastros das operações destes dois títulos. Vejamos a seguir.

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Primeira operação de CRA coloca Ápice em ranking de securitizadoras

De janeiro a agosto de 2016 as securitizadoras do agronegócio emitiram um total de R$ 6,82 bilhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Em termos do número de operações, já se contabilizam 21 no mesmo período. Com duas operações emitidas em agosto, a EcoSec voltou a ocupar a liderança do ranking Uqbar de securitizadoras sob o critério do montante emitido. Também em agosto, a Ápice fez sua estreia no ramo da securitização do agronegócio, depois de trazer à luz sua primeira operação de CRA.

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CRA atrelado a DI segue atraindo Investidor Pessoa Física

Dentro da evolução observada no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) nos últimos anos, um dos fatores que tem chamado a atenção diz respeito à forte participação do investidor pessoa física como adquirente destes títulos. Um aspecto ao mesmo tempo motivador e decorrente desta forte demanda está ligado ao formato da remuneração que tem sido praticada nas operações realizadas. Desde 2013, ano em que se intensificou o ritmo de emissões deste mercado, mais de 80% do total emitido em CRA teve remuneração atrelada à Taxa DI. Neste mesmo período, praticamente 100% das compras de CRA realizadas por investidor pessoa física foram de títulos remunerados a esta mesma taxa. A remuneração pós-fixada à Taxa DI diminui a incerteza, e o risco, associado às mudanças na curva de juros.

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