Recebíveis de serviços de transporte lastreiam 1º CRA da Altere

A Altere Securitizadora realizou em março sua primeira operação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). A 1ª série da 1ª emissão da securitizadora perfez o montante de R$ 15,0 milhões e foi distribuída por meio de oferta pública com esforços restritos sob coordenação da Socopa. O CRA tem como lastro um CDCA emitido pela empresa Rodoviário Morada do Sol Ltda (devedora) em favor do Banco Paulista (cedente da operação). Os direitos creditórios vinculados ao CDCA são oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte rodoviário pelo qual a Louis Dreyfus Company Sucos S.A. contratou a devedora para prestar serviços de transporte de suco de laranja. Os títulos possuem vencimento em setembro de 2018 e remuneração correspondente a 125,0% da taxa DI. A emissão contou com dois tipos de investidor adquirindo os títulos: R$ 11,0 milhões foram adquiridos por investidores Pessoa Física; e R$ 4,0 milhões por Pessoas (Físicas ou Jurídicas) ligadas à emissora e/ou aos participantes do consórcio. O agente fiduciário da operação é a SLW Corretora.

Líderes de distribuição de CRA revezam posições no ranking 2016

Tal qual o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) como um todo, o segmento de líderes de distribuição deste título também vivencia agitação. O intercâmbio de posições nos últimos anos entre os participantes dos rankings Uqbar de líderes de distribuição de CRA tem sido notável. Prova disso é o fato de que, em 2016, nenhum dos participantes elencados nas cinco primeiras posições, por montante de CRA emitidos ou número de operações, repetiu a mesma colocação obtida no ano anterior.

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Ranking de advogados de CRA em 2016 registra recorde de participantes

A concorrência entre os assessores jurídicos de operações de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) se intensificou em 2016 com o ingresso de novos participantes no mercado. Na medida em que o volume de emissões de CRA tem se ampliado consideravelmente nos últimos anos, chegando a quase triplicar entre 2015 e 2016, o mercado de securitização do agronegócio tem atraído o interesse de mais escritórios de advocacia. Isso se refletiu no número de escritórios atuantes no mercado em 2016, o número mais que dobrou na comparação com o ano anterior. O ranking Uqbar de advogados de CRA de 2016 compõe-se de onze participantes, enquanto que em 2015 se contavam apenas cinco. Apesar da competição, os escritórios Pinheiro Guimarães e TozziniFreire lograram dilatar significativamente suas participações de mercado nesse ínterim.

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Investidor Pessoa física eleva sua fatia de primário de CRA para mais de ¾ de emissões

No ano de 2016, em cima de um mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) que quase triplicou em montante emitido, o investidor Pessoa física ainda foi capaz de aumentar sua participação majoritária como adquirente destes títulos. Dos R$ 14,22 bilhões emitidos, referentes a 44 operações, o investidor Pessoa Física ficou com 75,5%, ou R$ 10,68 bilhões.  É o terceiro ano consecutivo em que mais da metade do montante emitido de CRA é adquirido por este tipo de investidor.

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Estoque de CDCA voltou a subir em 2016

Apesar do principal impulso do forte crescimento recente nas emissões anuais de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vir de operações de lastro único corporativo, observa-se também um avanço no volume de emissões de operações de lastro pulverizado, conforme abordado no portal TLON. Em sua maioria, as operações de lastro pulverizado têm este composto por Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) e/ou Cédulas de Produto Rural – Financeira (CPR-F). Tratam-se de títulos de crédito destinados a financiar os participantes da cadeia do agronegócio. Em 2016 os montantes anuais de emissão, estoque e negociação de CDCA se elevaram. Por outro lado, o montante em negociações de CPR-F se reduziram no mesmo período.

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Agentes Fiduciários alteram posições, mas SLW permanece no topo

Na sequência do vertiginoso aumento do montante emitido de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) em 2016, o mercado de agentes fiduciários também sofreu mudanças quando comparado com o cenário percebido em anos anteriores. A SLW Corretora e a Planner Corretora, duas das três corretoras que atuaram em 2016 e 2015, expandiram consideravelmente suas atuações em termos do montante emitido das operações em que estão presentes. A Pentágono DTVM, por sua vez, foi a única a registrar queda. Já a Oliveira Trust DTVM voltou a atuar no mercado do agronegócio depois do hiato de um ano. Além disso, com o ingresso da Vórtx DTVM no mercado de CRA, já nas primeiras colocações, os rankings Uqbar de agentes fiduciários passaram a contar com cinco participantes, o maior número anual desde o início deste mercado em 2009.

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CRA lastreado por CDCA da VLI Multimodal é classificado com ‘AA+’

No dia 18/01/2017 a proposta da 104ª série da primeira emissão de CRA da Eco Securitizadora, equivalente a montante de R$ 260,0 milhões, recebeu nota ‘AA+’ da agência de classificação de risco Fitch. Com prazo de cinco anos, o título detém taxa de juros correspondente a, no máximo, 98% do CDI e é lastreado por um CDCA de emissão por parte da empresa VLI Multimodal. Com relação ao CDCA, tal título possui garantia do penhor de direitos creditórios de contratos de serviços de logística a serem realizados pela VLI Multimodal em favor das empresas Celulose Nipo-Brasileira e Fibria Celulose. Segundo relatório da Fitch, o ativo e passivo da operação apresentarão a mesma taxa de juros. O dinheiro proveniente da emissão será destinado pela VLI Multimodal aos seus negócios, relacionados ao transporte de recursos agrícolas.

Investidores de CRA da Ecosec aprovam renegociação de pagamento de lastro

A partir de 2017 a Uqbar retoma a publicação de artigos mensais cobrindo o conteúdo de atas de assembleias de titulares de CRA. As atas se referem a todas as emissões de CRA, por parte de todas as securitizadoras. 

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Emissões de CRA mantêm ritmo vertiginoso de crescimento em 2016

Por mais um ano o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentou forte crescimento, com um volume de emissões que mais que duplicou em relação aos níveis de recorde estabelecidos no ano anterior, tanto em termos de montante emitido como pelo critério de número de operações realizadas. O forte interesse demonstrado pelos investidores por estes títulos e o bom desempenho do agronegócio brasileiro ao longo de 2016 são fatores que têm impulsionado o crescimento destas operações.

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Mercado primário de CRA registra hegemonia de operações corporativas

O ano de 2016 já se consolidou como um ano de volume recorde de emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Entre janeiro e novembro de 2016 o mercado primário deste título já atingiu R$ 8,46 bilhões, mais de R$ 3,00 bilhões a mais do que o registrado no mesmo período de 2015. Porém, o alto volume de emissões de CRA ocorrido neste ano tem seu principal impulso no forte desempenho das operações de lastro corporativo realizadas neste mercado. Este tipo de operação de CRA já sobrepuja, por larga margem, aquelas de lastro pulverizado, tendo 90,0% das emissões ocorridas em 2016.

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