EcoSec lidera de forma isolada os rankings de CRA do primeiro semestre de 2017

Ao fim do primeiro semestre de 2017, o mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) se encontra muito próximo de ultrapassar a marca dos R$ 6,00 bilhões em emissões. Mais precisamente, nos seis primeiros meses do ano foi observado um montante emitido de R$ 5,93 bilhões, marca alcançada através de 21 operações realizadas no mercado. No mesmo período de 2016 o montante emitido marcava um valor bem próximo do deste ano, R$ 5,48 bilhões, mas proveniente de 15 operações. Com isso, tanto em termos de montante emitido quanto em termos de número de operações realizadas houve crescimento, de 8,2% e de 40,0%, respectivamente. Em junho deste ano foram realizadas quatro operações, totalizando R$ 396,6 milhões.

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Senado aprova projeto que institui a Cédula Imobiliária Rural

O Senado Federal aprovou hoje, 14 de junho, o Projeto de Lei da Câmara nº212, de 2015. A matéria agora retornará à Câmara dos Deputados. Pelo projeto, o proprietário de imóvel rural fica autorizado a submeter sua área total, ou fração dela, ao regime de afetação. É este patrimônio de afetação que garantirá cedularmente a Cédula Imobiliária Rural (CIR), título que também é instituído pelo projeto. A CIR poderá ser emitida pelo proprietário rural, e será representativa da obrigação de entrega de coisa certa ou de pagamento em dinheiro. Pela lei a CIR poderá contar com garantia de terceiro, podendo esse ser instituição financeira ou seguradora.

Oferta de CRA com risco JSL recebe registro

Os CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec receberam hoje o registro de oferta pública, em valor de R$ 230,0 milhões. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente à taxa DI acrescida de spread de 0,7% ao ano. A agência Fitch atribuiu dia 01/06/2017 a classificação de risco ‘AA-’ a estes títulos.

CRA com risco JSL é classificado pela Fitch

A Fitch atribuiu hoje, dia 01/06/2017, a classificação de risco ‘AA-’ aos CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec, em valor de R$ 270,0 milhões. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente a CDI mais 0,7% ao ano. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira.

S&P atribui ‘AA-’ a séries de CRA da Ecosec

No dia 29/05/2017 as 117ª e 118ª séries da primeira emissão de CRA da Ecosec foram classificadas preliminarmente em ‘AA-’ pela agência S&P. Os juros da operação ainda não foram definidos, mas podem alcançar o teto de 101,0% da Taxa DI, no caso da 117ª série, e de 102,0% da Taxa DI, no caso da 118ª série, de acordo com relatório da agência. A S&P menciona ainda que o montante preliminar, somando as duas séries, é de R$ 300,0 milhões, sendo que em virtude da possibilidade de lote adicional e lote suplementar tal montante pode alcançar o valor de R$ 405,0 milhões. Os CRA serão lastreados por debêntures devidas pela empresa Camil Alimentos.

Emissões de CRA já superam 4 bilhões em 2017; CRA corporativo domina mercado

Em 2017, até o dia 20 de maio, o volume de emissões do mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já alcança R$ 4,18 bilhões. Esta marca supera em 15% o volume emitido no mesmo período em 2016, ano em que se estabeleceu novo recorde anual por larga margem (177%). Tal qual vem ocorrendo em anos recentes, o crescimento e a grande preponderância das emissões se referem a CRA de lastro corporativo, em oposição aos CRA de lastro pulverizado. Em 2017, até agora, quase 100% das emissões ocorridas são de CRA corporativos.

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CRA devido pela Ipiranga recebe registro

Receberam registro de oferta pública na CVM as séries 114ª e 115ª da 1ª emissão de CRA da EcoSec. O lastro desses títulos consiste em duas séries de debêntures emitidas pela empresa Ipiranga Produtos de Petróleo, com fiança prestada pela empresa Ultrapar Participações, controladora da Ipiranga. A 114ª série de CRA possui rentabilidade de 95% da Taxa DI e montante ofertado de R$ 562,3 milhões, enquanto a 115ª série terá seu principal atualizado monetariamente pelo IPCA, acrescido de juros remuneratórios de 4,7%, e montante ofertado de R$ 300,2 milhões. As ofertas serão realizadas sob coordenação do Banco Itaú BBA.

CRA lastreado por CCE da Usina Coruripe é classificado pela S&P

A S&P atribuiu, de maneira preliminar, a nota de crédito ‘A’ à 122ª série da primeira emissão de CRA da Ecosec. Tal série será lastreada por uma cédula de crédito à exportação (CCE) devida pela empresa Usina Coruripe, e segundo a agência “O montante total da emissão será de R$ 67 milhões, o qual será definido no processo de bookbuilding respeitando o montante mínimo de R$ 50 milhões para colocação. ” Sobre os CRA incidirão juros remuneratórios correspondentes à Taxa DI mais 3,0% ao ano.

CRA com risco Guarani é classificado ‘AA-’

No dia 05/05/2017 a Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA-’ à primeira série da 4ª emissão de CRA da Vert. A operação terá como lastro uma CPR-F, emitida pela empresa Guarani em favor da Companhia Energética São José, cedente da operação, e que representa promessa de entrega de safras de cana-de-açúcar no período de 2017/2018 até 2020/2021. Os títulos detêm valor de emissão próximo a R$ 313,4 milhões e remuneração correspondente a 105,0% do CDI.

Moody’s classifica CRA que ultrapassam R$ 1,0 bilhão

A agência Moody’s atribuiu a classificação de risco definitiva ‘Aaa’ às 114ª e 115ª séries de CRA emitidas pela EcoSec. O lastro desses títulos consiste em duas séries de debêntures emitidas pela empresa Ipiranga Produtos de Petróleo, com fiança prestada pela empresa Ultrapar Participações, controladora da Ipiranga. A 114ª série de CRA possui rentabilidade de 95% da Taxa DI e montante total de R$ 660,1 milhões, enquanto a 115ª série terá seu principal atualizado monetariamente pelo IPCA, acrescido de juros remuneratórios de 4,7%, e montante de R$ 352,4 milhões.

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