Oferta de CRA com risco JSL recebe registro

Os CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec receberam hoje o registro de oferta pública, em valor de R$ 230,0 milhões. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente à taxa DI acrescida de spread de 0,7% ao ano. A agência Fitch atribuiu dia 01/06/2017 a classificação de risco ‘AA-’ a estes títulos.

CRA com risco JSL é classificado pela Fitch

A Fitch atribuiu hoje, dia 01/06/2017, a classificação de risco ‘AA-’ aos CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec, em valor de R$ 270,0 milhões. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente a CDI mais 0,7% ao ano. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira.

S&P atribui ‘AA-’ a séries de CRA da Ecosec

No dia 29/05/2017 as 117ª e 118ª séries da primeira emissão de CRA da Ecosec foram classificadas preliminarmente em ‘AA-’ pela agência S&P. Os juros da operação ainda não foram definidos, mas podem alcançar o teto de 101,0% da Taxa DI, no caso da 117ª série, e de 102,0% da Taxa DI, no caso da 118ª série, de acordo com relatório da agência. A S&P menciona ainda que o montante preliminar, somando as duas séries, é de R$ 300,0 milhões, sendo que em virtude da possibilidade de lote adicional e lote suplementar tal montante pode alcançar o valor de R$ 405,0 milhões. Os CRA serão lastreados por debêntures devidas pela empresa Camil Alimentos.

Emissões de CRA já superam 4 bilhões em 2017; CRA corporativo domina mercado

Em 2017, até o dia 20 de maio, o volume de emissões do mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já alcança R$ 4,18 bilhões. Esta marca supera em 15% o volume emitido no mesmo período em 2016, ano em que se estabeleceu novo recorde anual por larga margem (177%). Tal qual vem ocorrendo em anos recentes, o crescimento e a grande preponderância das emissões se referem a CRA de lastro corporativo, em oposição aos CRA de lastro pulverizado. Em 2017, até agora, quase 100% das emissões ocorridas são de CRA corporativos.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

CRA devido pela Ipiranga recebe registro

Receberam registro de oferta pública na CVM as séries 114ª e 115ª da 1ª emissão de CRA da EcoSec. O lastro desses títulos consiste em duas séries de debêntures emitidas pela empresa Ipiranga Produtos de Petróleo, com fiança prestada pela empresa Ultrapar Participações, controladora da Ipiranga. A 114ª série de CRA possui rentabilidade de 95% da Taxa DI e montante ofertado de R$ 562,3 milhões, enquanto a 115ª série terá seu principal atualizado monetariamente pelo IPCA, acrescido de juros remuneratórios de 4,7%, e montante ofertado de R$ 300,2 milhões. As ofertas serão realizadas sob coordenação do Banco Itaú BBA.

CRA lastreado por CCE da Usina Coruripe é classificado pela S&P

A S&P atribuiu, de maneira preliminar, a nota de crédito ‘A’ à 122ª série da primeira emissão de CRA da Ecosec. Tal série será lastreada por uma cédula de crédito à exportação (CCE) devida pela empresa Usina Coruripe, e segundo a agência “O montante total da emissão será de R$ 67 milhões, o qual será definido no processo de bookbuilding respeitando o montante mínimo de R$ 50 milhões para colocação. ” Sobre os CRA incidirão juros remuneratórios correspondentes à Taxa DI mais 3,0% ao ano.

CRA com risco Guarani é classificado ‘AA-’

No dia 05/05/2017 a Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA-’ à primeira série da 4ª emissão de CRA da Vert. A operação terá como lastro uma CPR-F, emitida pela empresa Guarani em favor da Companhia Energética São José, cedente da operação, e que representa promessa de entrega de safras de cana-de-açúcar no período de 2017/2018 até 2020/2021. Os títulos detêm valor de emissão próximo a R$ 313,4 milhões e remuneração correspondente a 105,0% do CDI.

Moody’s classifica CRA que ultrapassam R$ 1,0 bilhão

A agência Moody’s atribuiu a classificação de risco definitiva ‘Aaa’ às 114ª e 115ª séries de CRA emitidas pela EcoSec. O lastro desses títulos consiste em duas séries de debêntures emitidas pela empresa Ipiranga Produtos de Petróleo, com fiança prestada pela empresa Ultrapar Participações, controladora da Ipiranga. A 114ª série de CRA possui rentabilidade de 95% da Taxa DI e montante total de R$ 660,1 milhões, enquanto a 115ª série terá seu principal atualizado monetariamente pelo IPCA, acrescido de juros remuneratórios de 4,7%, e montante de R$ 352,4 milhões.

Fitch atribui ‘AAA’ a CRA da RB Capital

No dia 12/04/2017 a 6ª e a 7ª séries da primeira emissão de CRA da RB Capital Companhia de Securitização receberam classificação ‘AAA’ da Fitch, em montante somado de R$ 969,7 milhões. Tais títulos serão lastreados por duas CPR-F emitidas pela Raízen Energia, visando a compra de cana-de-açucar.  Segundo a agência, a remuneração dos CRA será de 96,0% da variação acumulada das taxas médias diárias do CDI, no caso da 6ª série, e do IPCA mais acréscimo de aproximadamente 4,7% ao ano, no caso da 7ª série.

Mais um CRA lastreado em debêntures da Companhia Brasileira de Distribuição recebe registro

Foi registrada na CVM a oferta pública de distribuição da 7ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Ápice Securitizadora, no montante total de R$ 920,0 milhões. A oferta será coordenada pelo Banco Bradesco BBI. A operação terá como lastro a 14ª emissão de debêntures emitidas pela Companhia Brasileira de Distribuição (CBD). Os juros remuneratórios dos CRA serão equivalentes a 96,0% da Taxa DI Over e o vencimento da operação será em abril de 2020. No último mês de dezembro já havia sido registrada na CVM outra oferta pública, no valor de R$ 862,5 milhões, de uma série de CRA da Ápice também lastreada em debentures da CBD.

Rankings

Mais Lidos