Vórtx assume a ponta dos Rankings Uqbar de Agentes Fiduciários de CRA

Após um ano de 2017 com aumento de quase 30,0% do número de operações de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) realizadas e de redução de aproximadamente 5,0% do montante emitido, o mercado de agente fiduciário de operações de CRA também sofreu mudanças quando comparado com o cenário percebido em anos anteriores. A Vórtx, empresa que estreou no mercado em 2016, expandiu consideravelmente sua atuação no segmento de CRA e encerrou o último ano na liderança do Ranking Uqbar, tanto por número de operações quanto por montante emitido.

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Risco de crédito da maior parte dos CRA de 2017 é concentrado

O alto volume de emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) nos últimos anos tem se fundamentado no crescimento das operações com risco de crédito concentrado. E em 2017 não foi diferente, com este tipo de operação representando 89,8% dos R$ 13,35 bilhões emitidos no ano. Por outro lado, o volume de operações com lastro pulverizado também vem se expandindo de forma relevante, mesmo que ainda em menor escala, inclusive apontando aumento de participação frente ao montante total emitido na comparação com 2016.

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Operações nos segmentos Sucroenergético e de Insumos Agrícolas dominam mercado de CRA

Encerrado o ano de 2017, observa-se que o número de operações realizadas no mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) atingiu seu maior nível anual histórico. Ao todo, foram 56 operações realizadas, 27,3% a mais que em 2016, que somaram R$ 13,35 bilhões. O aumento do número de operações acompanhou a elevação que também ocorreu no número de segmentos abrangidos. Ao longo do ano, um total de nove segmentos diferentes tiveram operações realizadas, contra oito segmentos no ano anterior. Os segmentos de principal destaque foram Sucroenergético e Insumos Agrícolas, associados a quase 30 operações realizadas, compreendendo mais da metade do montante emitido.

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S&P atribui ‘A-’ a CRA da Octante

A S&P atribuiu ontem, dia 07/02/2018, a classificação de risco final ‘A-’ à primeira série da 17ª emissão de CRA da Octante. De acordo com o relatório divulgado, o montante emitido foi de R$ 44,8 milhões, enquanto que a remuneração ficou estabelecida em Taxa DI mais 1,5% ao ano. Como já abordado na curta referente à classificação preliminar, publicada no dia 19/12/2017, o CRA possui como lastro uma carteira de CDCA, devidos por revendedores de produtos da empresa Agrichem do Brasil, além de duplicatas cedidas por esses revendedores e devidas por produtores rurais. Vale lembrar que na operação há subordinação de 40,0% e apólice de seguro fornecida pela Sompo Canopius.

CRA da Vert é classificado como ‘AAA’

No dia 09/01/2018 a S&P atribuiu classificação preliminar ‘AAA’ às 1ª e 2ª séries da 15ª emissão de CRA da Vert Companhia Securitizadora, em montante global de R$ 500,0 milhões. As séries terão como lastro debêntures que têm a São Martinho como devedora. Ainda não há uma definição com relação à remuneração, mas, de acordo com relatório divulgado pela agência, a 1ª série terá como teto 99,0% da Taxa DI, enquanto que a 2ª série terá IPCA mais uma sobretaxa que corresponda a somatório entre (i) a taxa interna de retorno da Nota do Tesouro Nacional - Série B (NTN-B), com vencimento em 2024, e (ii) 0,1%”. 

Resgate antecipado é aprovado em diversas séries de CRA da EcoSec

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRA divulgadas na CVM entre 07 de agosto e 29 de dezembro de 2017.

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S&P atribui classificação de risco preliminar a CRA da Octante

A S&P atribuiu preliminarmente, no dia 14/12/2017, a classificação de risco ‘A-’ à primeira série da 17ª emissão de CRA da Octante Securitizadora, em montante de R$ 52,3 milhões. Com relação à remuneração, esta será proporcionada através de juros equivalentes a “115% da Taxa DI Over a ser definida em processo de bookbuiling”. Os CRA terão como lastro uma carteira de CDCA, devidos por revendedores da empresa Agrichem do Brasil, e duplicatas devidas por produtores rurais, cedidas por esses revendedores. Como reforço de crédito pode-se mencionar subordinação equivalente a 40,0% da emissão (20,0% de CRA mezanino I; 5,0% de CRA mezanino II; e 15,0% de CRA subordinado júnior), e a apólice se seguro concedida pela Sompo Canopius, managing agent do sindicato 4444 do Lloyd’s of London, para cobertura de inadimplência de recebíveis, “no limite máximo equivalente ao total de principal e juros devidos aos CRAs seniores e mezanino I depois de consumida a subordinação disponível”.

S&P atribui ‘A+’ a CRA de quase R$ 120,0 milhões

A S&P atribuiu, no dia 24/11/2017, classificação final ‘A+’ para a primeira série da 20ª emissão de CRA da Gaia Agro, em montante de R$ 119,9 milhões. O lastro envolvido consiste em um CDCA devido pela Cocal. Nas palavras da agência, a operação ainda “contará com a garantia da cessão fiduciária dos recebíveis decorrentes dos contratos de fornecimento de cana-de-açúcar, etanol, entre outros produtos”. Após processo de bookbuilding ficou estabelecido que a remuneração será igual à Taxa DI mais 1,8% ao ano.

Emissões de CRA já superam R$ 11 bi em 2017; investidor pessoa física aumenta participação

Ao longo dos dez primeiros meses do ano de 2017 o mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) manteve tendência de crescimento, mesmo em relação ao ano anterior, que coroou período multianual de forte expansão. Entre janeiro e outubro de 2017 o volume de emissões de CRA atingiu R$ 11,04 bilhões, referentes a mais de 43 operações realizadas. Intensificando tendência registrada nos últimos anos, o investidor pessoa física aumentou ainda mais sua participação em 2017, levando 80,2% das emissões até agora no ano.

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Seguro de crédito, lastro pulverizado e a expansão do mercado de CRA

O volume do mercado primário de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) vem se expandindo fortemente nos últimos anos. No âmbito deste crescimento, mesmo que representando fatia minoritária dos títulos emitidos, as operações de CRA de lastro pulverizado têm dado sua contribuição, tendo, inclusive, alargado sua parcela em 2017 de 9% para 13% do total. Se caracterizando como as operações que trazem maior complexidade estrutural e que financiam um grande número de produtores rurais, as emissões da CRA de lastro pulverizado são parte essencial do desenvolvimento do mercado de securitização voltado para o agronegócio.

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