CRA com risco BR Distribuidora recebe registro de oferta

Na última sexta-feira foram registradas na CVM as ofertas públicas das 9ª, 10ª e 11ª séries da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da securitizadora Cibrasec. As ofertas somam inicialmente R$ 811,8 milhões, podendo ser aumentadas conforme a demanda pelo título. A operação, que envolve a Petrobras Distribuidora (BR Distribuidora), subsidiária da Petrobras, corresponde à maior oferta de CRA realizada neste mercado no ano.

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CRA cujo lastro terá a BR Distribuidora como devedora recebe classificação de risco final

Há aproximadamente um mês o mercado começava a se inteirar sobre uma possível emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) envolvendo a BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, e que giraria em torno de R$ 750,0 milhões. A emissão em questão corresponde às 9ª, 10ª e 11ª séries da primeira emissão da Cibrasec e se encontra atualmente em análise por parte da CVM. Apesar disso, ontem, 27 de junho de 2018, a agência Fitch Ratings divulgou a classificação de risco final para esses CRA.

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Investidores de CRA da Octante votam contra vencimento antecipado

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRA divulgadas na CVM entre 11 e 15 de junho de 2018.

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Após ajustes, oferta de CRA pulverizado lastreado em notas promissórias recebe registro

Foi registrada na CVM a oferta pública da primeira série da 12ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da securitizadora Vert. A oferta, que tem como lastro notas promissórias emitidas por clientes da Syngenta, supera os R$ 300,0 milhões, e é a segunda maior já registrada referente a uma operação de CRA de lastro pulverizado. Em novembro de 2017 a Vert e o Banco Santander, coordenador líder da oferta, haviam interposto recurso contra entendimento da área técnica da CVM, que tinha exigido alterações na estrutura do CRA. O colegiado do órgão regulador acabou por indeferir o recurso, mas deixou aberto o caminho para que a oferta fosse devidamente registrada.

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Oferta de CRA devido pela BR Distribuidora pode chegar a R$ 1,00 bilhão

Está em análise na CVM a oferta pública da 9ª, 10ª e 11ª séries da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da securitizadora Cibrasec. A operação totaliza inicialmente R$ 750,0 milhões, podendo ser aumentada em até 35%, conforme a demanda pelo título. Trata-se de mais uma operação de CRA de risco de crédito corporativo, segmento que tem impulsionado o setor nos últimos anos, apesar de 2018 não ainda registrar um volume consolidado de emissões comparável com o dos anos anteriores.

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Operação de CRA recorre a garantia imobiliária urbana de natureza comercial

Após a publicação da Lei nº 11.076 em 2004, o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) deu seus primeiros passos em 2009, com a primeira emissão desses títulos no mercado. Lastreada em créditos do agronegócio devidos por produtores rurais, a primeira operação de securitização via CRA cumpria, sem restrições, o seu papel: desintermediação financeira, através da qual investidores do mercado de capitais financiavam diretamente produtores rurais, contribuindo para o desenvolvimento do setor do agronegócio. Operações como esta são ditas estruturadas e podem contar com diversos tipos de reforços de crédito, que, em geral, são utilizados para mitigar riscos de crédito e de mercado do agronegócio. Os reforços de crédito mais conhecidos nas operações de CRA de risco de crédito pulverizado são a subordinação e o seguro de crédito.

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Com operação de R$ 600,0 milhões adiada, mercado de CRA segue minguado no início de 2018

Notoriamente o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócios (CRA) tem apresentado taxas altas de crescimento nos últimos anos. Tal segmento saltou de um cenário com pouco mais de 20 operações e R$ 2 bilhões emitidos em 2014, para quase 60 operações e mais de R$ 13 bilhões emitidos em 2017. No entanto, ao longo do início do ano de 2018, nota-se estacionamento na expansão deste mercado, com forte redução de volume e número de operações realizadas quando comparado a anos anteriores recentes, e ainda um baixo número de ofertas públicas registradas. Recente postergação de início de uma oferta de mais de R$ 600 milhões envolvendo debentures emitidas pela M. Dias Branco piora este quadro, resultando num provável primeiro quadrimestre do ano com menor volume emitido desde 2015.

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Lançamento exclusivo! Anuário Uqbar: Certificados de Recebíveis do Agronegócio – Edição 2018

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar lança hoje o último dos volumes de 2018: o dedicado aos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) exclusivo para os assinantes TLON.

Expandindo-se no último biênio na base de mais de R$ 12,00 bilhões por ano, o mercado de CRA entrou decididamente no radar de captadores de recursos associados ao agronegócio, pertencentes a variados segmentos de negócios.

Fusão entre Suzano e Fibria pode impactar CRA

A aprovação da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, as duas maiores empresas de celulose do país, que, por sua vez, criará a maior empresa do setor do agronegócio, poderá impactar as onze operações de CRA cujos lastros são devidos por uma dessas duas empresas.

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Maioria dos CRA emitidos em 2017 tem prazo inferior a cinco anos

Em artigos publicados anteriormente, buscou-se analisar as emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) ocorridas durante o ano de 2017 sob a ótica da composição pelo tipo de segmento do agronegócio abrangido pelas operações e sob o prisma do grau de concentração do risco de crédito e do tipo de devedor do lastro dos títulos. Neste artigo se analisa tanto a composição das emissões de CRA de 2017 pela faixa de prazo de vencimento dos títulos, como pelo indexador adotado para o cálculo da remuneração dos títulos.

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