Ações Judiciais são dadas em garantia de CRA devido pela Usina Coruripe

Receberam registro hoje, 16 de maio de 2019, na CVM, as ofertas públicas referentes às 1ª e 2ª séries da 7ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Eco Securitizadora. As ofertas somam inicialmente R$ 800,0 milhões, podendo ser aumentadas conforme a demanda pelos títulos. As duas séries compõem a mesma operação que tem como lastro debêntures emitidas pela Usina Coruripe. Com esse novo registro o mercado de CRA já tem treze ofertas registradas no ano, somando R$ 4,75 bilhões, montante este que já supera o volume ofertado ao longo de todo o ano de 2018.

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Raízen impulsiona volume de CRA emitido no primeiro trimestre

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) alcançou R$ 1,35 bilhão em emissões consolidadas no primeiro trimestre de 2019. Trata-se da segunda maior marca histórica alcançada no mercado primário para este período de ano. Tal qual vem ocorrendo anualmente, no que diz respeito à estrutura das operações de CRA, prevaleceram, por larga margem, as operações com risco de crédito concentrado. O destaque individual foi para mais uma grande emissão envolvendo a Raízen. Esta empresa, que desde 2014 realiza em média uma megaoperação por ano, já contabiliza quase R$ 5,00 bilhões captados via CRA.

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Primeiro CRA com lastro em CDA/WA é emitido

No último mês de fevereiro foi liquidada uma operação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com lastro envolvendo créditos relacionados a Certificados de Depósito Agropecuário e Warrants Agropecuários (CDA/WA). A emissão foi realizada por meio de oferta pública com esforços restritos de colocação pela securitizadora EcoSec, no montante de R$ 15,0 milhões. A operação tem como devedora a Destalaria de Álcool Libra (Libra), empresa do setor sucroenergético brasileiro. Trata-se da primeira vez que CDA/WA são utilizados como lastro de uma operação de CRA.

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Segmento Sucroenergético é dominante nas emissões de CRA

Dando prosseguimento à análise das emissões de CRA em 2018 publicada recentemente no TLON, atenta-se agora para a composição destas em termos dos segmentos de ativo-lastro presentes nas estruturas dos títulos. Os mesmos oito segmentos do agronegócio associados ao recebíveis envolvidos nos CRA emitidos em 2017 se repetiram no ano passado. Os únicos segmentos a ultrapassar a barreira de R$ 1,0 bilhão em emissões foram Sucroenergético e Insumos Agrícolas.

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Lançamento exclusivo! Anuário Uqbar: Certificados de Recebíveis do Agronegócio – Edição 2019

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Fundos de Investimento Imobiliário (FII) e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar lança hoje o último dos volumes de 2019: o dedicado aos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) exclusivo para os assinantes TLON.

O grande destaque de natureza jurídico-regulamentar ocorrido em 2018 no mercado de securitização brasileiro aconteceu no segmento de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), título de crédito que compõe por inteiro o tema deste Anuário. A edição da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 600 (ICVM 600), em agosto do ano passado, finalmente normatizou de forma específica o mercado de CRA. O nosso título de securitização voltado para o financiamento e o investimento no nosso setor econômico de maior destaque internacional, cujo mercado vinha se expandindo aceleradamente nos últimos cinco anos, ganha o seu devido regramento para suas operações. Assim, refletindo a relevância deste evento, este Anuário dedica um capítulo à edição da ICVM 600.

CRA com risco de crédito concentrado ainda prevalecem

O mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentou em 2018 uma retração de forte magnitude no valor consolidado de emissões. A cifra de R$ 6,73 bilhões alcançada no mercado primário foi inferior em 49,6% àquela observada em 2017, quando as emissões perfizeram o montante de R$ 13,35 bilhões. De forma mais profunda, a significativa retração anual não foi exclusividade apenas da cifra consolidada, mas também se fez presente no número total de operações e de títulos emitidos.

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S&P avalia CRA de mais de R$ 200,0 milhões

A ISEC teve hoje, dia 19 de março de 2019, a primeira série de sua terceira emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) classificada preliminarmente com a nota de crédito ‘AA+’ pela agência de classificação de risco S&P. Desta vez, diferindo do padrão que tem vigorado entre as novas operações do mercado de CRA, não são debêntures que formam o lastro dos títulos avaliados, mas sim outro título de crédito do agronegócio, os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

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CRA devido pela Vamos recebe registro

Recebeu registro hoje, 13 de março, na CVM, a oferta pública da 1ª série da 21ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Vert Securitizadora. A oferta soma inicialmente R$ 250,0 milhões, podendo ser aumentada conforme a demanda pelo título. A operação tem como lastro debêntures da empresa Vamos Locação de Caminhões, Máquinas e Equipamentos (Vamos), subsidiária da JSL. Trata-se da segunda oferta de CRA registrada no ano.

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S&P classifica CRA de R$ 700,0 milhões

Mais uma emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) lastreada em debêntures emitidas por grande companhia atuante no setor agrário está prestes a ocorrer. É o que informa a agência S&P ao comunicar a atribuição da classificação de risco de um novo CRA da Vert. Inicialmente, o montante envolvido é de R$ 700,0 milhões.

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CRA de R$ 750 milhões é classificado ‘AAA’

Não é de hoje que o mercado de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) tem chamado atenção pelo padrão seguido na estruturação de suas maiores operações. Dito de outra forma, já se tornou relativamente comum o surgimento de operações de CRA de monta com lastro em debêntures emitidas por grandes empresas que interagem com o setor produtor agro, uma forma de captação que se beneficia da isenção tributária sobre os rendimentos usufruída por investidores pessoa física deste título de securitização. Na última terça-feira a Fitch avaliou uma nova operação deste formato de R$ 750,0 milhões.

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