S&P atribui ‘A+’ a CRA de quase R$ 120,0 milhões

A S&P atribuiu, no dia 24/11/2017, classificação final ‘A+’ para a primeira série da 20ª emissão de CRA da Gaia Agro, em montante de R$ 119,9 milhões. O lastro envolvido consiste em um CDCA devido pela Cocal. Nas palavras da agência, a operação ainda “contará com a garantia da cessão fiduciária dos recebíveis decorrentes dos contratos de fornecimento de cana-de-açúcar, etanol, entre outros produtos”. Após processo de bookbuilding ficou estabelecido que a remuneração será igual à Taxa DI mais 1,8% ao ano.

CRA de R$ 200,0 milhões é classificado pela S&P

No dia 03/11/2017 a S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘AA-’ à 137ª série da primeira emissão de CRA da Ecosec, em montante de R$ 200,0 milhões. O lastro será composto por debêntures emitidas pela empresa Camil Alimentos. Ainda segundo relatório da agência, a remuneração corresponderá a 98,0% da Taxa DI.

Fitch atribui classificação a CRA que podem alcançar quase R$ 1,00 bilhão

Em 25/10/2017 a Fitch atribuiu preliminarmente a classificação de risco ‘AAA’ as 11ª e 12ª séries da primeira emissão de CRA da RB Capital Companhia de Securitização, em montante global de R$ 700,0 milhões, que pode ainda elevar-se em R$ 245,0 milhões. O lastro das emissões consiste em debêntures da empresa Raízen Combustíveis, que têm a Raízen Energia como fiadora. Segundo relatório da agência, “as séries de CRAs terão os mesmos termos das debêntures que as lastreiam. As debêntures que lastreiam a 11ª serão indexadas a um percentual do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e as que lastreiam a 12ª série serão corrigidas monetariamente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com cupom equivalente à média aritmética das taxas internas de retorno do Tesouro IPCA 2024, a ser apurada nos 1º, 2º e 3º dias úteis anteriores à data de realização do Procedimento de bookbuilding, acrescida de remuneração máxima de 0,10%”. O destino dos recursos provenientes das debêntures será a compra de etanol de produtores e/ou coperativas rurais.

Gaia Agro comunica vencimento antecipado de lastro de CRA

A securitizadora Gaia Agro, emissora do CRA da primeira série da oitava emissão, publicou Fato Relevante para informar sobre o vencimento antecipado de um dos CDCA lastro do CRA. Em 02 de outubro, a Gaia Agro havia notificado a Usina Rio Pardo S.A., em razão do descumprimento de índice operacional previsto em uma das cláusulas do CDCA. Desse modo, a Usina Rio Pardo ficaria obrigada a realizar a entrega de modo acelerado de etanol para a Copersucar S.A., bem como antecipar o pagamento de parcelas no âmbito do CDCA para o próximo período de seis meses, sob pena de ser declarado o vencimento antecipado dos valores devidos no âmbito do CDCA. A Copersucar, contudo, notificou a emissora a respeito da não entrega de etanol nos termos dos contratos, ressaltando, com isso, o descumprimento da obrigação pecuniária constante dos CDCA. Diante deste evento de vencimento antecipado dos valores devidos no âmbito do CDCA, a Gaia Agro informa ter ficado obrigada a realizar todas as providências para, em defesa dos interesses dos titulares de CRA e visando a satisfação do saldo devedor dos CRA, excutir as garantias vinculadas ao termo de securitização do CRA, compreendendo, sem benefício de ordem: a) excutir os bens empenhados, podendo proceder a sua alienação para terceiros, nos termos do CDCA e do contrato de penhor agrícola; b) excutir os créditos cedidos fiduciariamente, conforme disposto no CDCA; c) buscar a satisfação da dívida acionando as garantias prestadas pelos avalistas, nos termos do CDCA, sendo que o aval é garantia mantida até o cumprimento final de todas as obrigações decorrentes do CDCA. Nesse sentido, a emissora notificou a Usina Rio Pardo para que amortize integralmente o saldo devedor do CDCA, compreendendo valor de principal, juros remuneratórios e encargos moratórios, e, paralelamente, iniciou as providências para dar ensejo à excussão das garantias. Finalmente, a securitizadora acrescenta que seguirá adotando as medidas judiciais e extrajudiciais que entende cabíveis, na forma autorizada no termo de securitização, sempre visando a proteção dos interesses dos titulares de CRA em relação ao disposto no presente Fato Relevante, em especial, quanto às garantias dos CRA.

CRA da Vert obtém classificação de risco preliminar

A Fitch atribuiu, no dia 18/09/2017, de maneira preliminar, a classificação de risco ‘AAA’ à proposta da primeira série da 12ª emissão de CRA sênior da Vert Securitizadora, em montante que pode alcançar R$ 850,0 milhões. De acordo com relatório, “Os recebíveis da operação são representados por notas promissórias emitidas pelos devedores —clientes da Syngenta — em benefício da Vert Créditos Ltda. e posteriormente endossadas à emissora”. A remuneração dos CRA equivalerá a 97,0% do CDI.

CRA da RB Capital recebe ‘AAA’ da Fitch

A Fitch atribuiu, no dia 15/09/2017, a classificação de risco ‘AAA’ à 8ª série da primeira emissão de CRA da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de R$ 657,0 milhões. A classificação está diretamente ligada à empresa Solar, já que, segundo a agência, “A Norsa Refrigerantes S.A. (Norsa), responsável pela emissão das debêntures que lastreiam os CRAs, pertence ao grupo da Solar S.A. (Solar), coobrigada e fiadora das obrigações da emissão”. Com relação aos juros, estes devem respeitar a taxa teto equivalente a 96,0% do CDI.

S&P classifica CRA que pode valer R$ 135,0 milhões

No dia 08/09/2017 a S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A+’ à primeira série da 20ª emissão de CRA da Gaia Agro. O lastro do CRA será um CDCA devido pela empresa Cocal Comércio Indústria Canaã e Álcool. Segundo a agência, o montante envolvido poderá alcançar a marca dos R$ 135,0 milhões, enquanto que os juros “equivalerão à Taxa DI Over acrescida de uma sobretaxa equivalente ao teto de 1,8% ao ano, a ser definido em processo de bookbuilding”.

CRA com risco Jalles Machado recebe classificação preliminar

A S&P atribuiu, no dia 06/09/2017, a nota de crédito preliminar ‘A+’ à primeira série da 2ª emissão de CRA emitida pela Fortesec, em montante que pode chegar à cifra de R$ 135,0 milhões. A remuneração corresponderá à Taxa DI mais 1,4% ao ano. O CRA será lastreado por uma CPR-F devida pela empresa Jalles Machado.

CRA lastreado em CPR-F da Usina Santo Ângelo é classificado

Em 28/08/2017 a Fitch atribuiu classificação de risco preliminar ‘A-’ à 2ª série da primeira emissão de CRA da Isec. O montante nominal envolvido é de R$ 90,0 milhões e o lastro dos títulos consiste em CPR-F de emissão por parte da empresa Usina Santo Ângelo. Ainda com relação à CPR-F, o produto rural relacionado a tal título é a cana-de-açúcar. A remuneração do CRA equivale a 100,0% da Taxa DI mais 1,8% ao ano.

S&P eleva 45 classificações de risco

A S&P anunciou, em 18/08/2017, que promoveu uma série de elevações de classificação de risco de emissões de operações estruturadas, entre CRI, CRA e FIDC. No entanto, tal decisão se pautou apenas em aspectos não ligados diretamente ao risco de crédito do lastro dos títulos. Segundo a agência, “A maior parte das referidas elevações de rating resulta meramente da revisão da tabela de mapeamento, a fim de distinguir de maneira mais apropriada os ratings na escala nacional. Elas não representam uma mudança de nossa opinião sobre a qualidade de crédito da emissão “. A exceção foi o FIDC Driver Brasil Two Volkswagen que, de acordo com a S&P, teve a classificação de suas cotas mezanino elevada devido a um acúmulo de proteção de crédito. Ao todo foram 45 elevações, sendo que 27 foram em relação a FIDC, 14 em relação a CRA e apenas duas de CRI.

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