CRA devido pela São Martinho recebe registro de oferta

No último dia 21 de julho foi registrada na CVM a oferta pública da 1ª série da 6ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Octante Securitizadora. A oferta totaliza um montante de R$ 300,0 milhões e será coordenada pelo Banco Itaú BBA. A emissão será lastreada por uma nota de crédito à exportação (NCE) emitida em favor do Itaú Unibanco S.A. pela São Martinho S.A. (devedora). Estes CRA têm prazo de vencimento previsto para julho de 2019 e remuneração alvo ainda a ser definida em processo de bookbuilding, sendo que a taxa máxima de juros deverá corresponder a 104,5% da DI over. A classificação de risco “brAA+” foi atribuída pela S&P.

CRA devido pela São Martinho recebe classificação AA+

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brAA+ (sf)’ à 1ª série da 6ª emissão de CRA a ser realizada pela Octante Securitizadora. A emissão será lastreada por uma nota de crédito à exportação (NCE) emitida pelo Itaú Unibanco S.A. e devida pela São Martinho S.A. Segundo a agência, a classificação “reflete nossa avaliação sobre a qualidade de crédito da São Martinho, como a única devedora do ativo que lastreia a operação”. Os juros remuneratórios dos CRA serão definidos em processo de bookbuilding, sendo que a taxa máxima de juros deverá corresponder a 104,5% da Taxa DI over. A série tem vencimento legal previsto para julho de 2019 e montante inicial de R$ 300,0 milhões, segundo o prospecto. A devedora pertence ao Grupo São Martinho que está entre os maiores grupos sucroenergéticos do Brasil.

Novo CRA incentivado pela Nufarm recebe classificação

A Moody's atribuiu a classificação de risco (P) Aaa.br (sf) para a 1ª série da 11ª emissão de CRA a ser emitida pela Octante Securitizadora, no montante de até R$ 170,0 milhões. Os CRA serão lastreados por cédulas de produto rural financeira (CPR Financeira) e certificados de direitos creditórios do agronegócio (CDCA) emitidos por produtores rurais e distribuidores, respectivamente. A operação se trata de um programa de securitização incentivado pela Nufarm Indústria Química e Farmacêutica. Os recebíveis que lastrearão a operação serão beneficiados por uma apólice de seguro de crédito emitida pela AIG Insurance Company of Canada. A emissão tem prazo de vencimento em 48 meses. Esta série trata-se de um título sênior e conta com suporte de crédito de 15% a ser fornecido por meio de CRA Mezanino (10%) e CRA Subordinado (5%).

Primeira operação de CRA da Ápice recebe classificação A-

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘A-(exp)sf(bra)’ à proposta da 1ª série da 1ª emissão de CRA da Ápice Securitizadora, em montante de até R$ 70,0 milhões. A proposta de emissão será lastreada por uma CPR-F emitida pela Bartira Agropecuária S.A (Bartira), em favor da Morumbi Agropecuária S.A. (Morumbi), por meio da aquisição de soja. A Morumbi é subsidiária integral da Bartira. A CPR-F conta com o aval da Brookfield Incorporações e da Bartira Agro-Industrial, que fazem parte do mesmo grupo econômico da emissora da CPR-F. A operação de CRA terá seu vencimento previsto para agosto de 2020 e remuneração atrelada ao CDI acrescido de spread fixo de 0,8% ao ano. A taxa efetiva para a série será definida em processo de bookbuilding. A estrutura da operação contempla a Pentágono DTVM como agente fiduciária e a Itaú CV como agente escrituradora. O Itaú será o agente de pagamento e o banco liquidante. A Brookfield Incorporações, além de avalista da CPR-F, será responsável pelas despesas relativas aos CRAs e por quaisquer valores devidos oriundos do descasamento das taxas de juros.

Direcionamento de recursos captados com LCA é alterado

Em 31 de maio de 2016 foi publicada pelo Banco Central a Resolução CMN Nº 4.497. Entrando em vigor já no dia 1º de junho de 2016, a norma altera as regras de direcionamento dos recursos captados por meio das emissões de LCA. Com a alteração, os recursos captados por meio da emissão de LCA devem ser objeto de direcionamento pelas instituições financeiras para a aplicação em operações de crédito rural correspondente a 35% do saldo médio diário dos títulos. Dos 35%, no mínimo 40% devem ser aplicados em operações de custeio rural a taxa efetiva de juros de até 12,75% a.a., e até 60% podem ser aplicados a taxas livremente pactuadas. Anteriormente, no mínimo 50% do saldo médio diário das LCA deveria ser direcionado para operações de crédito rural, mas o percentual se referia apenas aos títulos com lastro em empréstimos rurais concedidos com recursos de depósitos à vista ou da poupança rural.

Novo CRA devido pela JSL recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘brA+ (sf)’ à 83ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec. Os títulos terão como lastro um CDCA devido pela JSL S.A. (JSL). O CDCA contará com garantia da cessão fiduciária dos recebíveis oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte de madeira. O montante total da emissão será de aproximadamente R$ 200,0 milhões. A rentabilidade alvo dos CRA será definida em processo de bookbuilding. Os CRA desfrutarão de seis pagamentos semestrais de juros e de dois pagamentos de amortização de principal os quais ocorrerão no 24º e 36º mês após a emissão. O vencimento dos títulos será em junho de 2019. Esta é a segunda operação de CRA com risco JSL a ser realizada pela EcoSec, a primeira foi emitida em outubro de 2015 no montante de R$ 150,0 milhões.

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CRA com risco JSL é rebaixado

A S&P rebaixou a classificação de risco atribuída à 72ª série da 1ª emissão de CRA da EcoSec, de ‘brAA- (sf)’ para ‘brA+ (sf)’. A ação de rebaixamento se deu após a revisão da qualidade de crédito da JSL S.A. (JSL), que teve sua nota de crédito rebaixada de ‘brAA-’ para ‘brA+’ em 14 de abril de 2016 pela mesma agência. A operação é lastreada por um CDCA devido pela JSL. O CDCA conta com garantia da cessão fiduciária de recebíveis oriundos de um contrato de prestação de serviços de transporte de madeira. O montante total da emissão foi de R$ 150,0 milhões e o vencimento será em dezembro de 2017. A rentabilidade alvo dos CRA é equivalente à Taxa DI acrescida de um spread de 1,2% ao ano.

Nova oferta de CRA da Octante recebe registro

No último dia 11 de abril foi registrada na CVM a oferta pública da 1ª série da 10ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Octante Securitizadora. A oferta totaliza um montante de R$ 500,0 milhões e será coordenada pelo Banco Votorantim. A emissão terá como lastro uma carteira de direitos creditórios do agronegócio representados por uma Nota de Crédito à Exportação (NCE) de emissão da Suzano Papel e Celulose em favor do Banco Votorantim. Estes CRA têm prazo de vencimento previsto para abril de 2020 e remuneração alvo de 99,5% da taxa DI. A classificação de risco “brAA” foi atribuída pela S&P.

CRA com lastro avalizado pela VLI recebe classificação

A agência Fitch atribuiu a classificação de risco ‘AA(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão da 5ª série da 1ª emissão de Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), da RB Capital Companhia de Securitização, em montante inicial de até R$ 294,5 milhões. A proposta de emissão é lastreada por um CDCA emitido pela VLI Multimodal S.A., contando com aval da VLI S.A. O CDCA tem como lastro um contrato de serviços de logística a serem prestados pela VLI Multimodal à Multigrain S.A. O CRA terá prazo de vencimento de três anos e remuneração alvo ainda a ser definida em procedimento de bookbuilding. A estrutura da operação contempla ainda a Vórtx DTVM como agente fiduciária, registradora e custodiante da operação. A VLI é uma operadora logística, com atividade de armazenagem, transporte ferroviário e serviço portuário, operando com cargas gerais. O grupo opera corredores logísticos com capilaridade e penetração para alcançar os principais segmentos de sua área de atuação: commodities agrícolas e minerais, produtos industrializados e siderúrgicos.

Nova emissão de CRA da Ourinvest Securitizadora recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco final ‘brAA- (sf)’ à 4ª série da 2ª emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) da Ourinvest Securitizadora S.A.. Os CRA serão lastreados por um contrato de fornecimento de madeira no qual a Duratex S.A. obriga-se a adquirir, semestralmente, um volume específico de madeira da Duratex Florestal Ltda. Os CRA contarão com uma fiança fornecida pela Duratex S.A., estabelecida no contrato de cessão, a qual garante o pagamento pontual e integral dos compromissos de pagamentos devidos pela Duratex Florestal Ltda. Os juros remuneratórios dos CRA serão equivalentes a 98% da Taxa DI over, e serão pagos semestralmente, enquanto o principal será pago em uma única parcela no vencimento em 1º de abril de 2022. O Prospecto Preliminar da oferta prevê um volume inicial de R$ 500,0 milhões. Ourinvest Securitizadora é a nova denominação da Brasil AgroSec. A mudança de nome ocorreu em janeiro de 2016 após a Ourinvest assumir o controle acionário da companhia em 2015. A última emissão desta securitizadora, ainda com o antigo nome, havia sido realizada em 2013.

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