S&P classifica CRA que pode valer R$ 135,0 milhões

No dia 08/09/2017 a S&P atribuiu a classificação de risco preliminar ‘A+’ à primeira série da 20ª emissão de CRA da Gaia Agro. O lastro do CRA será um CDCA devido pela empresa Cocal Comércio Indústria Canaã e Álcool. Segundo a agência, o montante envolvido poderá alcançar a marca dos R$ 135,0 milhões, enquanto que os juros “equivalerão à Taxa DI Over acrescida de uma sobretaxa equivalente ao teto de 1,8% ao ano, a ser definido em processo de bookbuilding”.

CRA com risco Jalles Machado recebe classificação preliminar

A S&P atribuiu, no dia 06/09/2017, a nota de crédito preliminar ‘A+’ à primeira série da 2ª emissão de CRA emitida pela Fortesec, em montante que pode chegar à cifra de R$ 135,0 milhões. A remuneração corresponderá à Taxa DI mais 1,4% ao ano. O CRA será lastreado por uma CPR-F devida pela empresa Jalles Machado.

CRA lastreado em CPR-F da Usina Santo Ângelo é classificado

Em 28/08/2017 a Fitch atribuiu classificação de risco preliminar ‘A-’ à 2ª série da primeira emissão de CRA da Isec. O montante nominal envolvido é de R$ 90,0 milhões e o lastro dos títulos consiste em CPR-F de emissão por parte da empresa Usina Santo Ângelo. Ainda com relação à CPR-F, o produto rural relacionado a tal título é a cana-de-açúcar. A remuneração do CRA equivale a 100,0% da Taxa DI mais 1,8% ao ano.

S&P eleva 45 classificações de risco

A S&P anunciou, em 18/08/2017, que promoveu uma série de elevações de classificação de risco de emissões de operações estruturadas, entre CRI, CRA e FIDC. No entanto, tal decisão se pautou apenas em aspectos não ligados diretamente ao risco de crédito do lastro dos títulos. Segundo a agência, “A maior parte das referidas elevações de rating resulta meramente da revisão da tabela de mapeamento, a fim de distinguir de maneira mais apropriada os ratings na escala nacional. Elas não representam uma mudança de nossa opinião sobre a qualidade de crédito da emissão “. A exceção foi o FIDC Driver Brasil Two Volkswagen que, de acordo com a S&P, teve a classificação de suas cotas mezanino elevada devido a um acúmulo de proteção de crédito. Ao todo foram 45 elevações, sendo que 27 foram em relação a FIDC, 14 em relação a CRA e apenas duas de CRI.

Senado aprova projeto que institui a Cédula Imobiliária Rural

O Senado Federal aprovou hoje, 14 de junho, o Projeto de Lei da Câmara nº212, de 2015. A matéria agora retornará à Câmara dos Deputados. Pelo projeto, o proprietário de imóvel rural fica autorizado a submeter sua área total, ou fração dela, ao regime de afetação. É este patrimônio de afetação que garantirá cedularmente a Cédula Imobiliária Rural (CIR), título que também é instituído pelo projeto. A CIR poderá ser emitida pelo proprietário rural, e será representativa da obrigação de entrega de coisa certa ou de pagamento em dinheiro. Pela lei a CIR poderá contar com garantia de terceiro, podendo esse ser instituição financeira ou seguradora.

Oferta de CRA com risco JSL recebe registro

Os CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec receberam hoje o registro de oferta pública, em valor de R$ 230,0 milhões. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente à taxa DI acrescida de spread de 0,7% ao ano. A agência Fitch atribuiu dia 01/06/2017 a classificação de risco ‘AA-’ a estes títulos.

CRA com risco JSL é classificado pela Fitch

A Fitch atribuiu hoje, dia 01/06/2017, a classificação de risco ‘AA-’ aos CRA da 116ª série da primeira emissão da Ecosec, em valor de R$ 270,0 milhões. A estrutura da operação define uma remuneração correspondente a CDI mais 0,7% ao ano. O lastro é um CDCA, emitido pela empresa JSL, proveniente da prestação de atividades ligadas ao transporte, ao armazenamento, à movimentação e ao carregamento de madeira.

S&P atribui ‘AA-’ a séries de CRA da Ecosec

No dia 29/05/2017 as 117ª e 118ª séries da primeira emissão de CRA da Ecosec foram classificadas preliminarmente em ‘AA-’ pela agência S&P. Os juros da operação ainda não foram definidos, mas podem alcançar o teto de 101,0% da Taxa DI, no caso da 117ª série, e de 102,0% da Taxa DI, no caso da 118ª série, de acordo com relatório da agência. A S&P menciona ainda que o montante preliminar, somando as duas séries, é de R$ 300,0 milhões, sendo que em virtude da possibilidade de lote adicional e lote suplementar tal montante pode alcançar o valor de R$ 405,0 milhões. Os CRA serão lastreados por debêntures devidas pela empresa Camil Alimentos.

CRA devido pela Ipiranga recebe registro

Receberam registro de oferta pública na CVM as séries 114ª e 115ª da 1ª emissão de CRA da EcoSec. O lastro desses títulos consiste em duas séries de debêntures emitidas pela empresa Ipiranga Produtos de Petróleo, com fiança prestada pela empresa Ultrapar Participações, controladora da Ipiranga. A 114ª série de CRA possui rentabilidade de 95% da Taxa DI e montante ofertado de R$ 562,3 milhões, enquanto a 115ª série terá seu principal atualizado monetariamente pelo IPCA, acrescido de juros remuneratórios de 4,7%, e montante ofertado de R$ 300,2 milhões. As ofertas serão realizadas sob coordenação do Banco Itaú BBA.

CRA lastreado por CCE da Usina Coruripe é classificado pela S&P

A S&P atribuiu, de maneira preliminar, a nota de crédito ‘A’ à 122ª série da primeira emissão de CRA da Ecosec. Tal série será lastreada por uma cédula de crédito à exportação (CCE) devida pela empresa Usina Coruripe, e segundo a agência “O montante total da emissão será de R$ 67 milhões, o qual será definido no processo de bookbuilding respeitando o montante mínimo de R$ 50 milhões para colocação. ” Sobre os CRA incidirão juros remuneratórios correspondentes à Taxa DI mais 3,0% ao ano.

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