CRA da Gaia Agro, no valor R$ 500 milhões, trazem primeira classificação da Moody´s

A Moody’s atribuiu a classificação de risco provisória ‘Aaa.br’ para as 1ª e 2º séries da 10ª emissão de CRA da Gaia Agro Securitizadora, num montante total de até R$ 500,0 milhões. Os CRA serão lastreados por duas CPRF emitidas pela Raízen Energia. Segundo a agência, a classificação se baseia em fatores como: a capacidade da Raízen e da Raízen Combustíveis (avalista) de honrarem os pagamentos das CPRF; o fato da devedora ser a responsável pelas despesas do CRA; a instituição do regime fiduciário para a operação; e o cronograma de pagamento dos CRA, que segue o cronograma das CPRF com uma defasagem de dois dias, a qual, segundo a agência, permite tempo suficiente para que os pagamentos sejam realizados. Os recursos decorrentes da emissão serão utilizados pela devedora em suas atividades relacionadas ao agronegócio. Segundo a agência, alterações nas classificações de risco da dívida sênior sem garantias da Raízen Energia ou Raízen Combustíveis poderiam levar a uma alteração nos ratings dos CRA. Esta é primeira operação de certificados de recebíveis do agronegócio para a qual a Moody's atribuiu uma classificação de risco. 

Oferta de CRA totalizando R$ 270,0 milhões recebe registro da CVM

A Gaia Agro Securitizadora obteve, em 30 de junho, o registro definitivo de oferta pública da primeira série da 3ª emissão de CRA. Em montante que perfaz R$ 270,0 milhões, a oferta ocorre sob a ICVM 400 e tem como coordenador líder o Banco Votorantim. Os CRA são lastreados em debêntures emitidas pela Coteminas, devedora da operação, que, segundo o Anúncio de Início de distribuição publicado em 3 de julho, utilizará os recursos obtidos exclusivamente para a aquisição de algodão para beneficiamento e industrialização, necessário para a continuidade das atividades da empresa durante os anos de 2014 e 2015. Os títulos, que não serão objeto de classificação de risco, vencem em 15 de junho de 2017, e sua remuneração corresponde à 110,0% da taxa DI.

Nova emissão de CRA da Octante recebe classificação

A Fitch ratings atribuiu ontem, 16 de junho, a classificação de risco ‘AAA(exp)sf(bra)’ à proposta de emissão da 21ª série da primeira emissão de CRA da Octante Securitizadora em montante nominal de até R$ 73,8 milhões. Este é um CRA sênior que contará com um reforço de crédito inicial de 20,0%, proveniente da emissão da 22ª série de CRA mezanino, que representará 8,0% do total emitido, e também pela 23ª série de CRA júnior, que representará 12,0% do total. Esta emissão será lastreada por contratos de venda de fertilizantes a produtores e empresas distribuidoras firmados entre a Península Internacional S.A. e a cedente, por meio de duplicatas emitidas extraídas das faturas comerciais dos respectivos contratos de venda. A carteira de crédito se refere à safra de 2015 e deverá contar com aproximadamente 35 produtores e distribuidores elegíveis. A 21ª série terá prazo de 28 meses, sendo que as amortizações de principal e juros ocorrerão conforme os pagamentos dos devedores da carteira. O vencimento final estabelecido é em 30 de novembro de 2016, data em que deverá ser realizada a amortização integral de juros e do principal investido. A rentabilidade alvo estipulada é de 112,5% da taxa DI.

Nova Securitizadora do Agronegócio registrada na CVM

Foi registrada em 27 de maio na CVM uma nova securitizadora de créditos do agronegócio, a SCCA Securitizadora de Créditos do Agronegócio. Com sede em São Paulo, a empresa terá entre suas atividades principais a aquisição e securitização de créditos do agronegócio. A empresa designada para realizar auditoria é a BDO RCS Auditores Independentes. Entre securitizadoras do ramo imobiliário e do agronegócio esta é a quinta companhia registrada no ano, marca que já supera o número de registros ao longo de todo o ano de 2013, em que três securitizadoras foram registradas.

Fitch divulga classificação da 19ª série de CRA da Octante

A Fitch atribuiu classificação de risco de longo prazo ‘AAA(exp)sf’ à proposta da primeira emissão da 19ª série de CRA da Octante. Trata-se de um título de classe sênior que contará com um reforço de crédito inicial de 20,0% através da subordinação da 20ª série da primeira emissão de CRA da securitizadora, a ser integralizada em sua totalidade pela cedente (Península). Segundo a agência, o lastro desta operação consistirá em “contratos de venda de fertilizantes, defensivos e insumos agrícolas a produtores e empresas distribuidoras firmados pela Península” e em “duplicatas emitidas pela cedente extraídas das faturas comerciais dos respectivos contratos de venda.”. Os créditos envolvidos correspondem à safra de 2015 e não há previsão de revolvência na carteira de crédito da operação. Os títulos sênior vencerão no final do mês de outubro do próximo ano. A remuneração dos CRA sênior equivalerá ao retorno da taxa DI com um spread de 3,0% a.a.. até o final do mês de julho desse ano. A partir de então, o spread passará a ser de 7,0%. De acordo com a Fitch, “O rating reflete, ainda, a expectativa de pagamento integral do principal investido, acrescido da taxa de juros a ser definida, até o vencimento final legal da emissão, em 30 de outubro de 2015.”

 

Série sênior de CRA da Brasil Agrosec recebe classificação

A Fitch atribuiu a classificação de risco ‘Asf(bra)’ à 1ª série da segunda emissão de CRA da Brasil Agrosec Companhia Securitizadora, um CRA sênior em montante nominal de R$ 21,90 milhões. Em conjunto com esta emissão foram emitidas as classes mezanino e júnior, em montante de R$ 6,48 milhões e R$ 3,44 milhões, respectivamente, ambas não foram avaliadas pela Fitch. Esta operação é lastreada por direitos creditórios de contratos de compra e venda celebrados entre a Cooplantio e seus clientes, garantidos por CPR físicas. A emissão também poderá ser lastreada por CPR financeiras garantidas por penhor agrícola em primeiro grau, emitidas por produtores rurais, e duplicatas mercantis emitidas pela Cooplantio, oriundas da venda de fertilizantes, defensivos e insumos agrícolas para produtores e empresas distribuidoras. A primeira série terá prazo de três anos e rentabilidade alvo equivalente a taxa DI acrescida de um spread anual de 3,25%. Os CRA mezanino e júnior foram objeto de colocação privada e ambos foram integralmente comprados pela Cooplantio. A estrutura contempla a SLW CVC como agente fiduciária da operação para representar os interesses dos investidores. A Cooplantio será responsável pelo monitoramento agrícola e pela cobrança dos créditos em atraso. O Bradesco será o agente de pagamento e banco liquidante, e a BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM será o agente registrador e custodiante da operação.
 

Três séries de CRA da Gaia Agro recebem classificação

A Fitch atribuiu a classificação de risco de Longo Prazo ‘A+sf(bra)’ às séries 1, 2 e 3 da primeira emissão de CRA da Gaia Agro. As séries têm montante de R$ 26,2 milhões, R$ 5,3 milhões e R$ 10,0 milhões, respectivamente, e são lastreadas por CPR emitidas pela Jalles Machado. Estas, por sua vez, contam com penhor em primeiro grau de safra de cana e cessão fiduciária de direitos creditórios de contrato de fornecimento de etanol. A Jalles Machado irá utilizar os recursos captados pelos CRA para quitar dívidas de curto prazo, capital de giro e investimento no imobilizado. A séries 3 e 4 terão prazo de cinco anos e rentabilidade alvo equivalente ao IPCA, acrescido de um spread anual de 9,0% e 8,5%, respectivamente. A série 5 terá prazo de quatro anos e rentabilidade alvo equivalente a taxa DI acrescida de spread anual de 2,5%. Após o encerramento do período de carência, em março de 2016, os CRA serão amortizados mensalmente, assim como pagarão os juros acumulados. A estrutura contempla a SLW CCVM, na função de agente fiduciário dos CRA, com a Control Union, que será responsável pelo monitoramento agrícola, e o Banco Bradesco, que será o agente de pagamento e o banco liquidante.

Não ocorrência de plantio de soja prejudica garantia de CRA

A ECO Securitizadora publicou Fato Relevante para informar que, ao acompanhar e monitorar as garantias outorgadas nos lastros da 50ª e 51ª série de CRA de sua primeira emissão, constatou que a formação da garantia foi prejudicada. A securitizadora informa que, conforme relatório de monitoramento de campo emitido em 23 de dezembro, com propósito de atestar o plantio da lavoura de soja outorgada em garantia de penhor à CPRF nº 001-2014 – RA, um dos recebíveis-lastro dos CRA, foi constatado o não plantio desta lavoura. Conforme o Termo de Securitização, a garantia dada à respectiva CPRF é o penhor agrícola e mercantil de 170 mil sacas de soja. A ECO Securitizadora acrescenta que, em vista deste fato, e juntamente com o Agente Fiduciário dos CRA (SLW), está analisando a capacidade financeira de pagamento dos devedores dos lastros dos CRA, bem como eventuais ações judiciais ou procedimentos extrajudiciais relativos a atos expropriatórios impetrados contra estes devedores, em especial de consolidação de outras propriedades outorgadas em garantia a outras dívidas que não os CRA, de forma a garantir a adimplência dos títulos. O CRA foi emitido em janeiro de 2013, em valor total de R$ 17,0 milhões, sendo que a classe sênior foi emitida em R$ 11,0 milhões conta com o reforço de crédito proporcionado pela subordinação (52ª série). Com prazo de 5 anos, os CRA são lastreados em cinco CPRF emitidas em favor da securitizadora, cada qual com prazo de vencimento equivalente a uma safra anual. Além do penhor de 170 mil sacas de soja para cada CPRF, os títulos contam com garantias de cessão fiduciária de direitos creditórios e aval, além de alienação fiduciária de imóvel, que, segundo o Fato Relevante, encontra-se em perfeito estado de conservação, nos moldes atestados quando da sua formalização.

CVM aceita Termo de Compromisso proposto por diretor da Eco Securitizadora


O Colegiado da CVM apreciou proposta de termo de compromisso apresentada pelo Diretor de Relações com Investidores da Eco Securitizadora de Direitos Creditórios Agronegócios, Cristian de Almeida Fumagalli, após irregularidades detectadas pela autarquia no que diz respeito à não prestação, nos prazos regulamentares, das informações obrigatórias previstas na ICVM 480, relativas aos exercícios de 2010, 2011 e 2012, pela qual é responsável. O proponente alegou que parte das irregularidades foram decorrentes da mudança, a partir de 2010, da empresa de auditoria para outra que não mais conseguiu cumprir os prazos legais estabelecidos para a entrega das informações financeiras. Contudo, informa que os atrasos não geraram qualquer dano aos acionistas da companhia, tampouco a qualquer integrante do mercado, e manifestou intenção de propor Termo de Compromisso. Após conclusão da inexistência de impedimentos para celebração do termo, o comitê de termo de compromisso, ao considerar que a proposta foi formulada antes mesmo de qualquer iniciativa pela área técnica com o intuito punitivo, entendeu que a correção das irregularidades e a quantia de R$ 35 mil representam compromisso suficiente para desestimular a prática de condutas assemelhadas. Tendo a companhia regularizado sua situação perante a CVM, o colegiado pôde deliberar por unanimidade, pela aceitação da proposta de Termo de Compromisso apresentada pelo Diretor de Relações com Investidores da Eco Securitizadora. Clique aqui para acessar o parecer do comitê.

CRA da Octante é classificado pela S&P

A S&P atribuiu a classificação de risco ‘brAAA (sf)’ à quinta série da primeira emissão de CRA emitida pela Octante Securitizadora, em montante de R$ 51,1 milhões. A carteira da operação é composta por direitos creditórios cedidos pela Cheminova e decorrentes de operações de compra e venda mercantil a prazo de defensivos agrícolas. A série busca um retorno-alvo equivalente à 8,28% a.a.. Segundo a agência, o reforço de qualidade de crédito disponível à operação é proporcionado pela subordinação de certificados (mínimo de 35%) e pelo spread excedente.
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