Indústria de FIDC cai em maio, mas cresce em 12 meses

O número de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) em atividade no mês de maio de 2016 cresceu mais uma vez e deu mais um passo na direção da marca dos 500 componentes. Por outro lado, o valor consolidado de Patrimônio Líquido (PL) se reduziu ligeiramente na comparação com o mês anterior, afetando igualmente tanto o segmento de FIDC como aqueles Não Padronizados (FIDC NP).

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FIDC promovem alterações no regulamento e contratação de terceiros

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 13 e 17 de junho de 2016.

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Cotistas de FIDC decidem sobre Evento de Avaliação

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 6 e 10 de junho de 2016.

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FIDC Prudent deixa de ser Não Padronizado

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 30 de maio e 3 de junho de 2016.

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Número de negócios com cotas de FIDC cresce a cada mês em 2016

Entre os meses de janeiro e maio de 2016, tanto o montante quanto o número consolidado de negócios realizados com cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), registrados na Cetip, apresentaram crescimento na comparação com igual período de 2015. Entretanto, o mercado ainda se concentra no desempenho de poucas cotas de FIDC. Em termos do volume negociado, três cotas auferem aproximadamente um terço da cifra total movimentada no período. Já em relação ao número de negócios, tem-se que esta mesma fatia é conquistada por uma única cota. Ademais, em relação às negociações ocorridas na BM&FBOVESPA, estas ainda se mostram em volume bastante ínfimo, tendo ainda se reduzido em volume em relação ao mesmo período do ano passado. 

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Cotistas do Invest Dunas LP aprovam mudança no prazo de duração do fundo

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 23 e 27 de maio de 2016.

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FIDC Multicedente/Multisacado continuam a ganhar espaço

Recorrentemente a Uqbar aborda a evolução da composição do mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), destacando os segmentos que se sobressaem neste setor. Um destes segmentos, que há vários anos conquista papel ascendente no universo de FIDC, se refere aos fundos que atuam, cada um, junto a múltiplos cedentes e devedores (sacados), os chamados FIDC Multicedente/Multisacado (FIDC MM). Este grupo, povoado de forma preponderante por fundos de pequeno e médio porte, mais recentemente manteve taxa de crescimento superior a referente ao conjunto restante de fundos do setor, tanto em termos de número de fundos quanto pelo critério de Patrimônio Líquido (PL) consolidado.

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Cotistas do Silverado Maximum aprovam contratação de escritórios de advocacia

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 16 e 20 de maio de 2016.

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Fundos Não Padronizados seguem impulsionando setor de FIDC

Ao fim de abril o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) registrava seu maior nível histórico em termos de número de fundos em operação. Tal marca foi atingida após um início de ano com dezenas de novos fundos entrando em operação. Este ritmo de expansão no setor tem sido alimentado, em grande parte, pelo segmento NP, correspondente aos FIDC Não Padronizados (FIDC NP). Nos últimos doze meses, particularmente, este grupo de fundos conquistou espaço ainda maior nos números gerais do mercado de FIDC. Tal movimento se fundamenta na estruturação de operações de FIDC associadas à securitização de ativos “problemáticos”, refletindo o contexto macroeconômico recente do país. Parte preponderante dos FIDC NP estruturados no último ano se refere a direitos creditórios resultantes de créditos inadimplidos e de créditos originados ou derivados de empresas em recuperação judicial.

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Pedro Junqueira fala sobre o atual estágio do mercado de securitização e suas expectativas

TLON: Quais são suas expectativas para o mercado de securitização num futuro próximo?

PJ: O mercado brasileiro de securitização continua oferecendo a rota mais sólida de expansão das possibilidades de financiamento e investimento na economia brasileira. Este é um mercado que potencialmente pode atingir os universos tomadores e doadores de recursos de forma abrangente e eficiente. Neste momento de inflexão da gestão macroeconômica brasileira, as operações de securitização deveriam ser percebidas como ferramentas essenciais para a retomada do crescimento: tanto através de sua contribuição com estruturas que absorvem ativos problemáticos e os transformam em alguma liquidez, como por intermédio de estruturas que financiam segmentos de destaque, tais como o de infraestrutura, de pequenas e médias empresas, do agronegócio e imobiliário, conectando-os diretamente a investidores que buscam oportunidades de alocação de recursos e de retornos diferenciados.

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