Quão rentáveis são as cotas dos FIDC que atuam junto aos arranjos de cartão de crédito?

Ao longo dos últimos meses foram lançados vários Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) atuando junto à estrutura de fluxos financeiros de arranjos de pagamento de cartões de crédito (CC). Assim, após uma primeira geração de FIDC, nascente por volta de 2007, estruturados então com foco em carteiras de direitos creditórios oriundos de faturas de cartão de crédito, tendo como cedentes emissores de cartão e como sacados portadores de cartão, outras gerações destes fundos, investindo em direitos creditórios oriundos de outras etapas daquele fluxo, com outros tipos de players como cedentes e sacados, passaram a ser estruturadas, conforme publicado anteriormente no portal Tlon.

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Cotistas do FIDC CJP Créditos Judiciais e Precatórios NP não chegam a acordo sobre correção de valor das cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 23 e 27 de outubro de 2017.

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Número de FIDC iniciados este ano já supera os de 2016; fundos de CC se destacam

Ao longo dos primeiros nove meses do ano de 2017 entraram em operação 92 novos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), acrescentando um Patrimônio Líquido (PL) de aproximadamente R$ 11,00 bilhões à indústria destes fundos. O número de novos fundos este ano já supera o total de novos FIDC iniciados ao longo de todo o ano de 2016, que foram 87, referentes a uma adição de PL consolidado então de R$ 15,00 bilhões ao mercado. 

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FIDC têm reprecificação de suas carteiras aprovada

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 16 e 20 de outubro de 2017.

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Contradições do desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro

Entre 2012 e 2015, a Companhia Paulista de Securitização (CPSEC), do Estado de São Paulo, captou R$ 2,1 bilhões através de oferta pública de emissões de debêntures lastreadas em dívida ativa.

Em maio de 2017, a Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros Cartões Consignados BMG iniciou uma oferta pública de aproximadamente R$ 1,0 bilhão, referente a emissões de duas séries de debêntures lastreadas em direitos creditórios oriundos de operações de saque e/ou compra realizadas com cartões de crédito consignados emitidos pelo Banco BMG S.A. e devidos por beneficiários do INSS.

No primeiro trimestre de 2018, a prefeitura da cidade de São Paulo, através de uma Sociedade de Propósito Específico, pretende captar até R$ 400 milhões em oferta pública de emissões de debêntures lastreadas em fluxo de multas de trânsito da cidade.

Todas as operações sumarizadas acima envolvem uma cessão de direitos creditórios, resultando em uma transferência de exposição de risco a um ativo de um cedente para investidores, e uma criação de liquidez, a partir da emissão de títulos pulverizados que são lastreados nos direitos creditórios cedidos e adquiridos por investidores múltiplos. Ou seja, são operações de securitização.

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Três instituições concentram maior parte dos ganhos de mandato de administração de FIDC

No ano de 2017, até final do mês de setembro, o mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) viu trocas de prestadores de serviço de administração em 26 fundos. Decorrente desse movimento, ocorreram alterações em taxas de administração praticadas na maioria desses fundos. Porém, dado que em alguns destes casos o valor da taxa de administração se elevou, não se pode explicar as mudanças de administrador necessariamente por razões de redução de custos. Ao todo, oito empresas tiveram adição de mandatos de administração, enquanto sete passaram por subtração destes. Houve casos do mesmo prestador de serviços ter passado por tanto perda como ganho de mandatos de administração.

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Cotista aprova transferência de parcela do patrimônio para FIDC Capulho II NP

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 09 e 13 de outubro de 2017.

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FIDC do Pagseguro capitaneia nova leva de fundos de cartão de crédito

O mercado brasileiro de cartões de crédito tem crescido continuamente nos últimos dez anos, não só em número de transações como também em valor transacionado. Outrora bastante concentrado, este mercado teve recentemente sua concorrência acirrada, não só pelas mudanças regulatórias propaladas pelo Banco Central, mas também pela ascensão do comercio online, o que faz com que empresas que empregam intensivamente tecnologia ganhem espaço no setor, e pela proliferação das sub-adquirentes. A própria concorrência e a pressão regulatória fazem com que estas empresas busquem novas, e mais baratas, formas de financiamento de suas operações, e muitas delas acabam adotando o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) como o veículo ideal para tal, como é o caso do Pagseguro.

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Fitch classifica preliminarmente cotas sênior de FIDC de arranjos de pagamentos

A Fitch atribuiu ontem, dia 09/10/2017, classificação de risco “AA+’ à proposta de emissão de cotas sênior do FIDC Bancos Emissores de Cartao de Crédito Stone II, em montante que pode chegar à cifra de R$ 1,5 bilhão. A operação é uma securitização de direitos creditórios da Stone Pagamentos (Stone) devidos por bancos caracterizados como de “primeira linha”, de acordo com as regras existentes no ambiente de arranjos de pagamentos. Segundo a agência “São originários de transações de pagamento entre os estabelecimentos credenciados e os usuários finais, oriundos de aquisição de bens e serviços quando da utilização de cartões de crédito das bandeiras Visa, Mastercard e Hipercard (Hiper) ”. A taxa de juros a ser buscada para as cotas ainda não foi especificada, mas deve-se respeitar o limite máximo de 106,8% da Taxa DI. Além disso, há na operação a existência de subordinação mínima de 9,75% para as cotas sênior, com a Stone detendo as cotas subordinadas.

Cotistas do FIDC Illuminati decidem aguardar 45 dias por recebimento de recursos

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 02 e 06 de outubro de 2017.

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