Cotas do FIDC GGR Prime I são rebaixadas

As cotas de classe únida do FIDC GGR Prime I foram rebaixadas pela Austin no dia 13/09/2017. O rebaixamento, de ‘A’ para ‘A-’, está fundamentado na pior qualidade de crédito da carteira do fundo em meses recentes. Essa piora tem explicação, em grande parte, em questões como o crescimento de risco de inadimplência e refinanciamento de emissores de certos ativos existentes na carteira. Vale ressaltar que já existem até tratativas para repactuação de termos constituídos na operação, como por exemplo o cronograma de amortização e a data de vencimento. No entanto, a Austin cita que as cotas do fundo contam com grande benefício proporcionado pela existência de imóveis dados em garantia no contexto de seus investimentos, já que “mesmo a despeito dos eventuais inadimplementos dos emissores, tais ativos oferecem expectativas de recuperações elevadas, o que reduz, sobremaneira, o risco de perda para aquele veículo. ” Além disso, outro fator positivo para as cotas é que o fundo detém uma posição de liquidez confortável, algo que, junto com a expectativa de recuperação relevante nos casos de default e/ou de fracasso em repactuações em curso, ajuda na manutenção da classificação de risco.

Montante negociado em cotas de FIDC alcança maior nível em 2017

No mês de agosto de 2017 o mercado secundário de cotas Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) registrou comportamentos distintos para o montante total negociado e o número total de negócios. O montante negociado subiu em agosto e registrou o maior nível em base mensal de todo o ano de 2017. Já o número de negócios se retraiu e correspondeu apenas ao quarto maior nível observado no ano. No cômputo total do ano o volume de negociações de cotas de FIDC ainda se apresenta abaixo do nível alcançado em igual período de 2016 para ambos os indicadores.

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CM Capital Markets DTVM assume administração do Prudent Brazil Multissetorial

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 04 e 08 de setembro de 2017.

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S&P realiza diversas ações de classificação de risco nas cotas do FIDC Sul Invest Multisetorial

No dia 25/08/2017 a S&P realizou ações nas classificações de risco de cotas do FIDC Sul Invest Multisetorial. Com relação às cotas sênior, houve atribuição de nota ‘AA-’ à 8ª série e afirmação, também com essa nota, à 6ª série. Já no caso das cotas mezanino, houve atribuição de nota ‘BB-’ às 5ª e 6ª séries, e elevação, de ‘B’ para ‘BB-’, no caso das 3ª e 4ª séries. A rentabilidade buscada da 8ª série de cotas sênior corresponde ao IPCA mais 7,5% ao ano. Já as cotas mezanino, possuem meta de rentabilidade de Taxa DI mais 6,0%, no caso da 5ª série, e de IPCA mais 9,5% ao ano, no caso da 6ª série. Os investidores aprovaram, no dia 11/08/2017, diversas alterações com relação ao funcionamento do fundo, devidamente explicitados no documento. Tais alterações fizeram com que a S&P revisasse cálculos de proteção de crédito e índice de perda em cenário-base. A agência considera a Sul Invest Serviços Financeiros um participante crucial em relação ao desempenho da carteira e considera que seus riscos de severidade, portabilidade e ruptura são altos, ocasionando uma classificação potencial máxima de ‘AA’. A agência explica que a subordinação disponível às cotas sênior (35,0%) e mezanino (23,0%) está de acordo com o nível de proteção de crédito necessária para as notas em questão, considerando os cálculos de perda e teste de concentrações, levando-se em conta os cenários de estresse. Foram analisados mecanismos de fluxo de caixa e estruturais da operação, como por exemplo possibilidade de descasamento da taxa de juros e existência de gatilhos capazes de acionar eventos de avaliação. Também foi avaliado o excesso de spread originado da taxa média de desconto aplicada na compra dos recebíveis, que é de 250,0% da Taxa DI. Observando o risco de contraparte, esse se faz presente nos três bancos provedores de conta bancária, que são Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Como o regulamento do fundo não conta com elementos que caracterizem a possibilidade de substituição dos provedores das contas bancárias, a classificação da operação é limitada pela classificação das contrapartes. Ainda segundo relatório “O Sul Invest FIDC atende aos critérios da S&P Global Ratings com relação ao isolamento da insolvência dos participantes e à transferência dos ativos. Os cedentes do FIDC poderão ceder a titularidade, os direitos e os interesses sobre os direitos creditórios cedidos, com coobrigação dos cedentes. Por essa razão, nossa análise considera os riscos de crédito da transação relativos aos sacados e aos cedentes (i.e. cálculo da reserva mínima). ”

CVM recusa Termo de Compromisso proposto por prestadores de serviço do FIDC RED

O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recusou, em reunião realizada em agosto, proposta de Termo de Compromisso formulada pelo Banco Santander (Brasil), Banco Finaxis e pelo Sr. Edilberto Pereira, diretor responsável pela administração de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), no âmbito do Processo Administrativo Sancionador CVM nº 19957.006688/2016-36. O processo diz respeito a verificação da adequação do FIDC RED Multisetorial LP e de seus principais prestadores de serviços às determinações da Instrução CVM Nº 531 (ICVM 531).

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Liberum classifica cotas do FIDC Empírica Home Equity

Em 01/09/2017 a Liberum atribuiu classificações de risco à 4ª série de cotas sênior e às cotas mezanino E do FIDC Empírica Home Equity. No caso das cotas sênior a nota atribuída foi ‘A+’, enquanto que as cotas mezanino receberam ‘BBB-’. Segundo relatório da agência, “A carteira de crédito é representada por CCB ou CCI originados de financiamentos ou empréstimos a pessoas físicas, com prazo máximo de até 180 meses, com garantia de alienação fiduciária de imóveis, tendo por isso a denominação “home equity”. Há na estrutura do fundo a presença de proteção de crédito através de subordinação. Essa subordinação é de 30,0% para as cotas sênior e de 10,0% para as cotas mezanino.

Cotistas aprovam mudança em limites de concentração de FIDC

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 28 de agosto e 01 de setembro de 2017.

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Critérios de elegibilidade do FIDC TMJ geram mudança na classificação de risco

No dia 25/08/2017 a Austin atribuiu nota de crédito ‘BBB’ às cotas de classe única do FIDC TMJ. De acordo com a agência, não haverá emissão de cotas subordinadas pelo fundo, fato que provoca a inexistência de proteção em situações de default dos ativos em carteira. Vale destacar que a nota atribuída é diferente da nota preliminar dada pela Austin em 06/03/2017 (‘A-’). O novo entendimento se justifica em modificações nos critérios de elegibilidade existentes no regulamento do fundo em comparação com a minuta de regulamento tomada como base naquela época. Dentre tais mudanças pode-se destacar a possibilidade do fundo concentrar todo o investimento em ativos classificados com ‘BBB+’, ainda que individualmente os devedores representem até 13,0% do PL. Além disso, o relatório menciona que “o rating considera a qualidade dos ativos presentes na carteira atual do Fundo, que modificaram a percepção de risco das Cotas”.

Novo FIDC da Cielo faz PL da indústria de FIDC superar R$ 70 bilhões

Ao final do último mês de julho a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) alcançou seus maiores níveis históricos de Patrimônio Líquido (PL) e de número de fundos. O conjunto de mais de 560 fundos operacionais do setor ultrapassou o montante de R$ 70,00 bilhões em PL consolidado. A cifra expressiva foi alcançada após a entrada em operação de mais um fundo relacionado ao mercado de meios de pagamento, cujo PL já ultrapassa a marca do bilhão de reais.

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Investidores de FIDC decidem não liquidar fundo após rebaixamento de cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 21 e 25 de agosto de 2017.

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