Precatórios e créditos corporativos impulsionam alta de PL de FIDC em 2018

Ao longo de 2018 tanto o Patrimônio Líquido (PL) como o respectivo número de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) se expandiram, fechando o último mês de dados divulgados, novembro, em patamares recorde. Tal crescimento se fundamentou em operações de carteiras de específicos ativos-lastro. Pelo critério do indicador de PL, o principal impulso que explica a expansão do mercado adveio da categoria de ativo-lastro Setor Público, composta principalmente por fundos que investem em precatórios. Já em relação ao critério de número de fundos, o crescimento relativo mais alto se registrou na categoria de ativo-lastro Crédito Pessoal, ao passo que crescimento maior em termos absolutos foi da categoria Recebíveis Comerciais. A categoria Crédito Pessoa Jurídica (Crédito PJ), que representa os fundos que investem em crédito corporativo de médio e longo prazo, alcançou bom desempenho por ambos os critérios.

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Mercado de FIDC segue registrando recorde de tamanho; PL encosta em R$ 100 bi

O conjunto de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) alcançou, ao final de novembro, a marca de 743 deles em operação, maior nível histórico deste indicador. No mesmo sentido, o respectivo Patrimônio Líquido (PL) consolidado expandiu ao longo do ano, chegando aos R$ 97,27 bilhões, recorde histórico também. Ambos indicadores registraram forte crescimento nos primeiros onze meses de 2018, destacando-se o impulso advindo do montante emitido em cotas, superior a R$ 35,0 bilhões.

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Cotistas do FIDC GGR Prime I decidem pela liquidação

No último dia 21 de dezembro reuniram-se em assembleia os cotistas do FIDC GGR Prime I, fundo que já esteve entre os maiores do segmento de FIDC imobiliário, e que desde 2017 vinha apresentando problemas de desempenho em sua carteira. Conforme abordado anteriormente no portal TLON, em abril de 2018 os cotistas do fundo já haviam se reunido em assembleia para aprovar o Plano de Reestruturação dos créditos que compõem a carteira do fundo. Desta vez, seguindo proposta realizada pela gestora do fundo, a maioria dos cotistas deliberou pela liquidação do fundo.

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Encerrada nova emissão de fundo direcionado à infraestrutura

Já não é novidade que o Brasil demanda em grande escala investimentos em infraestrutura, sendo esse um dos obstáculos mais significativos a se superar para que o país alcance um estágio mais avançado de desenvolvimento. Nesse contexto, o mercado de capitais vem ganhando força e se consolidando como uma das alternativas para captação de recursos para os projetos de infraestrutura necessários. Um exemplo dessa dinâmica está na indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). É crescente o número de fundos pertencentes a esse nicho que adquirem direitos creditórios provenientes de financiamento de projetos de infraestrutura. Ontem um deles encerrou sua terceira emissão de cotas.

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FIDC com risco GM tem cotas classificadas pela Fitch

A agência Fitch divulgou hoje, dia 13 de dezembro de 2018, um comunicado informando a atribuição de classificação de risco preliminar ‘AAA’ às cotas do FIDC Automotivo, em montante de aproximadamente R$ 350,0 milhões. O FIDC Automotivo consiste em uma operação de securitização de 18 contratos de crédito fixo celebrados entre o Fundo de Fomento Automotivo do Estado do Rio Grande do Sul (Fomentar/RS) e a empresa General Motors do Brasil (GM). Segundo a agência, esses contratos foram cedidos ao Citibank, cedente da operação.

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Com garantia em euros, oferta de cotas de FIDC da Enel RIO deve mirar mercado internacional

A agência de classificação de risco Moody’s atribuiu na última quinta-feira, dia 29 de novembro de 2018, classificação de risco para a segunda emissão de cotas sênior do FIDC Global TR. A nota atribuída foi um ‘Aaa’ e a agência levou em consideração o montante máximo de emissão da ordem de R$ 400,0 milhões. Segundo a agência, os recursos captados pelo fundo nessa nova emissão serão destinados ao resgate da primeira emissão de cotas sênior.

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Índice de atrasos se eleva e cotas de FIDC MM são rebaixadas pela S&P

A S&P rebaixou ontem, 26 de novembro de 2018, as classificações de risco da 8ª série de cotas sênior e das 5ª e 6ª séries de cotas mezanino do FIDC Sul Invest Multisetorial, um fundo pertencente ao segmento Multicedente/Multissacado (MM). No caso das cotas sênior, a nota foi alterada de ‘AA-’ para ‘A’, enquanto as duas séries de cotas mezanino passaram a ser classificadas com ‘CCC’, ante ‘BB-’.

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Oliveira Trust lidera ranking de PL de FIDC lançados em 2018

Com perfis de atuação distintos, Oliveira Trust e Socopa assumem, cada uma, a liderança dos rankings Uqbar de administradores de FIDC para 2018, sob o critério de patrimônio líquido (PL) administrado e de número de novas operações, respectivamente. Enquanto a primeira instituição registra PL administrado de R$ 2,67 bilhões, distribuídos em sete fundos, a segunda inverte o placar, com 50 fundos perfazendo R$ 2,26 bilhões.

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Cotas de FIDC de precatórios têm classificação de risco rebaixada

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) possuem algumas particularidades em comparação a outros tipos de fundos de investimento, como por exemplo a possibilidade da existência de mais de uma classe de cotas em seu passivo, com diferentes características. Refletindo essas diferenças, destaca-se uma ordem de senioridade quanto ao direito de recebimento dos pagamentos advindos da carteira do fundo, ou seja, a existência de uma subordinação de uma classe em relação a outra. A subordinação é um importante reforço de crédito estrutural para investidores da classe sênior de cotistas, sendo que eventuais alterações em seu regramento tendem a impactar o risco incorrido por estes investidores. Em comunicado divulgado ontem, dia 21 de novembro de 2018, a agência de classificação de risco Austin pôs essa lógica em prática em relação ao FIDC Precatórios Selecionados I NP.

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JGP será o gestor de FIDC de infraestrutura estruturado pelo BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou hoje, 16 de novembro, o resultado da seleção do gestor do FIDC que deverá comprar debêntures de infraestrutura da carteira do banco de desenvolvimento. A JGP Asset Management ficou em primeiro lugar no processo seletivo, superando outros sete concorrentes. A segunda e a terceira colocadas no certame foram Votorantim Asset Management e Itaú Asset Management, e formarão um cadastro de reserva.

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