CVM recusa Termo de Compromisso proposto por prestadores de serviço do FIDC RED

O colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recusou, em reunião realizada em agosto, proposta de Termo de Compromisso formulada pelo Banco Santander (Brasil), Banco Finaxis e pelo Sr. Edilberto Pereira, diretor responsável pela administração de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), no âmbito do Processo Administrativo Sancionador CVM nº 19957.006688/2016-36. O processo diz respeito a verificação da adequação do FIDC RED Multisetorial LP e de seus principais prestadores de serviços às determinações da Instrução CVM Nº 531 (ICVM 531).

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Liberum classifica cotas do FIDC Empírica Home Equity

Em 01/09/2017 a Liberum atribuiu classificações de risco à 4ª série de cotas sênior e às cotas mezanino E do FIDC Empírica Home Equity. No caso das cotas sênior a nota atribuída foi ‘A+’, enquanto que as cotas mezanino receberam ‘BBB-’. Segundo relatório da agência, “A carteira de crédito é representada por CCB ou CCI originados de financiamentos ou empréstimos a pessoas físicas, com prazo máximo de até 180 meses, com garantia de alienação fiduciária de imóveis, tendo por isso a denominação “home equity”. Há na estrutura do fundo a presença de proteção de crédito através de subordinação. Essa subordinação é de 30,0% para as cotas sênior e de 10,0% para as cotas mezanino.

Cotistas aprovam mudança em limites de concentração de FIDC

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 28 de agosto e 01 de setembro de 2017.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Critérios de elegibilidade do FIDC TMJ geram mudança na classificação de risco

No dia 25/08/2017 a Austin atribuiu nota de crédito ‘BBB’ às cotas de classe única do FIDC TMJ. De acordo com a agência, não haverá emissão de cotas subordinadas pelo fundo, fato que provoca a inexistência de proteção em situações de default dos ativos em carteira. Vale destacar que a nota atribuída é diferente da nota preliminar dada pela Austin em 06/03/2017 (‘A-’). O novo entendimento se justifica em modificações nos critérios de elegibilidade existentes no regulamento do fundo em comparação com a minuta de regulamento tomada como base naquela época. Dentre tais mudanças pode-se destacar a possibilidade do fundo concentrar todo o investimento em ativos classificados com ‘BBB+’, ainda que individualmente os devedores representem até 13,0% do PL. Além disso, o relatório menciona que “o rating considera a qualidade dos ativos presentes na carteira atual do Fundo, que modificaram a percepção de risco das Cotas”.

Novo FIDC da Cielo faz PL da indústria de FIDC superar R$ 70 bilhões

Ao final do último mês de julho a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) alcançou seus maiores níveis históricos de Patrimônio Líquido (PL) e de número de fundos. O conjunto de mais de 560 fundos operacionais do setor ultrapassou o montante de R$ 70,00 bilhões em PL consolidado. A cifra expressiva foi alcançada após a entrada em operação de mais um fundo relacionado ao mercado de meios de pagamento, cujo PL já ultrapassa a marca do bilhão de reais.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Investidores de FIDC decidem não liquidar fundo após rebaixamento de cotas

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 21 e 25 de agosto de 2017.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Socopa e Oliveira Trust mantêm lideranças dos rankings de administradores

Ao longo dos sete primeiros meses de 2017 um total de 58 Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) entraram em operação, somando, ao final de julho, mais de R$ 8 bilhões em Patrimônio Líquido (PL). Quando considerados os dados referentes aos rankings Uqbar de administradores de fundos atuantes neste período, observa-se que catorze instituições repartiram entre si os novos FIDC estreantes em 2017. Tal número se aproxima daquele referente aos administradores atuantes em novos FIDC para todo o ano de 2016, que foram quinze.  Por outro lado, o mercado de administradores de novos FIDC se manteve concentrado nos maiores players em 2017, tal qual se verificou em 2016.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

S&P eleva 45 classificações de risco

A S&P anunciou, em 18/08/2017, que promoveu uma série de elevações de classificação de risco de emissões de operações estruturadas, entre CRI, CRA e FIDC. No entanto, tal decisão se pautou apenas em aspectos não ligados diretamente ao risco de crédito do lastro dos títulos. Segundo a agência, “A maior parte das referidas elevações de rating resulta meramente da revisão da tabela de mapeamento, a fim de distinguir de maneira mais apropriada os ratings na escala nacional. Elas não representam uma mudança de nossa opinião sobre a qualidade de crédito da emissão “. A exceção foi o FIDC Driver Brasil Two Volkswagen que, de acordo com a S&P, teve a classificação de suas cotas mezanino elevada devido a um acúmulo de proteção de crédito. Ao todo foram 45 elevações, sendo que 27 foram em relação a FIDC, 14 em relação a CRA e apenas duas de CRI.

Cotistas do FIDC Just aprovam emissão de R$ 130,0 milhões

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 14 e 18 de agosto de 2017.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

FIDC Gávea Sul Multissetorial LP troca de gestora

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 07 e 11 de agosto de 2017.

Para continuar lendo, faça o seu login ou assine TLON.

Rankings
Mais Lidos