Negócios com cotas de FIDC somam R$ 1,2 bi no primeiro semestre de 2017

Encerrado o primeiro semestre de 2017, o montante acumulado no ano de negócios envolvendo cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) registradas na Cetip apresenta forte redução em relação ao mesmo período de 2016. O montante negociado nos primeiros seis meses de 2017 totalizou quase 40,0% de redução em relação ao mesmo período do ano passado. No mesmo sentido, mas em menor escala, o número de negociações ocorridas também se reduziu em relação ao ano passado, com declínio de quase 10,0%. Tal qual observado no ano anterior, tanto em termos de número de negócios quanto em montante negociado, a maior parte das transações permanece muito concentrada em poucas cotas.

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Cotistas do FIDC Angá Sabemi Consignados V aprovam alteração de taxa de cessão

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 10 e 14 de julho de 2017.

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Créditos vencidos representam 16% das carteiras de FIDC

O conjunto dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou, em maio de 2017, indicador consolidado de Atraso Normalizado (Atrason¹) de 16,0%, marcando elevação de um ponto percentual frente ao indicador aferido em maio. Segundo a evolução do indicador nos últimos doze meses, no entanto, haveria tendência de relativa estabilidade da qualidade de crédito das carteiras.

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Cotas do Angá Sabemi Consignados VIII recebem nota AA-

A S&P atribuiu, no dia 10/07/2017, a nota preliminar ‘AA-’ à primeira série de cotas sênior e às cotas subordinadas preferenciais do FIDC Angá Sabemi Consignados VIII, em montantes de R$ 300,0 milhões e R$ 25,3 milhões, respectivamente. Segundo o documento, a carteira de direitos creditórios do fundo será composta por contratos de concessão de assistência financeira com consignação em folha de pagamento concedidos a servidores públicos da esfera federal, originados pela Sabemi, que desfrutam das mesmas características dos empréstimos consignados com desconto em folha de pagamento. As duas classes de cotas classificadas contam com reforço de crédito proporcionado pela subordinação, no limite mínimo de 17,0% no caso das cotas sênior e de 10,0% no caso das subordinadas preferenciais. A rentabilidade esperada para as cotas sênior equivale à variação do IPCA acrescida de um spread de 8,0% ao ano. Já no caso das subordinadas preferenciais, a rentabilidade buscada corresponde à Taxa DI mais spread de 5,0% ao ano.

Definida a data de encerramento do FIDC Empírica Sifra Star

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 03 e 07 de julho de 2017.

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PL de FIDC relacionados a fintechs já somam R$ 800 milhões

Nos últimos anos, empresas fundamentadas principalmente na inovação tecnológica, aplicada aos mais diversos segmentos da sociedade, têm surgido no Brasil e no mundo. Particularmente no Brasil, a carência de crédito, as elevadas taxas de juros e a ineficiência do concentrado mercado de crédito têm sido terreno fértil para que surjam empresas de tecnologia financeira, as chamadas fintechs. Em sua maioria, as fintechs apostam em canais de prestação de serviços financeiros diferenciados e/ou complementares em relação àqueles providos de forma tradicional pelos bancos. Como parte da implementação desta visão no sentido da desintermediação financeira, muitas fintechs enxergam nos Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) seus maiores aliados.

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Cielo, Vale e Energisa levam a redução inédita do segmento NP

Ao longo do longo período de recessão pelo qual o Brasil passou, e do qual ainda não saiu de forma convincente, o segmento Não Padronizado (NP) do mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), composto pelos FIDC NP, apenas se expandiu. Caracterizado, em boa parte, como um veículo que investe em carteiras de direitos creditórios vinculados a alguma situação de estresse, os FIDC NP são demandados em épocas de vacas magras. Interessante, então, é o fato de que, desde fevereiro último, este segmento inverteu tal tendência, diminuindo um pouco sua dimensão.

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Socopa substitui Banco Paulista como custodiante em diversos fundos

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 26 e 30 de junho de 2017.

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Mercado de FIDC acumula captação líquida negativa no ano até maio

Com o término dos primeiros cinco meses de 2017, verifica-se que o mercado de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresenta Captação Líquida (CL) acumulada no ano negativa em R$ 2,19 bilhões¹. A CL resulta da diferença entre os montantes consolidados de emissões e de amortizações² de cotas de FIDC. O desempenho deste indicador contribuiu para a redução do Patrimônio Líquido (PL) consolidado da indústria destes fundos na comparação com o final de dezembro de 2016. O segmento do mercado que contribuiu de forma mais determinante para o desempenho até agora da CL consolidada neste ano se refere aos FIDC Não Padronizados (NP), cuja CL negativa atingiu R$ 1,15 bilhão.

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Impulsionados desde a entrada do Postalis, NPs de créditos vencidos já superam R$ 5 bi

O segmento de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC NP) dedicados à gestão de carteiras de créditos vencidos, estes adquiridos já inadimplidos, vem se expandindo em ritmo forte e incessante. Na última virada de ano um novo patamar dimensional foi alcançado, com a cifra de R$ 5,00 bilhões em Patrimônio Líquido (PL) e a marca de 70 em número de fundos, ambas em base consolidada, tendo sido superadas. Em tempos recentes de vacas magras em termos de desempenho geral da economia, o que será que explica o crescimento deste segmento?

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