S&P atribui classificação de risco às novas cotas do FIDC Credz

Um dos segmentos que cada vez mais chama atenção dentro do mercado de FIDC é aquele formado pelos fundos que adquirem direitos creditórios originados em alguma das várias etapas do fluxo financeiro das estruturas dos arranjos de pagamentos. Esse crescimento de atratividade por parte do mercado é natural, dado que o próprio segmento de meios de pagamento como um todo apresenta consistente evolução, envolvendo cada vez mais tecnologia e trazendo mais inovações aos participantes do arranjo. Um exemplo é o FIDC Credz.

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Moody's classifica cotas de FIDC da Braskem

Ontem, dia 22 de setembro, a Moody's divulgou um comunicado informando o mercado sobre a atribuição da classificação de risco de cotas do FIDC Chemical IX Indústria Petroquimica. As cotas objeto da avaliação foram as cotas sênior, que receberam a nota 'Aaa', e as cotas mezanino, que receberam a nota 'Ba1'.

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Fundo de infraestrutura muda forma de contabilização de ativos

Na última semana, o comitê de investimentos do FIDC BB Votorantim Highland Infraestrutura deliberou por uma importante mudança na forma de contabilização dos ativos do fundo, que são debêntures incentivadas, de acordo com a Lei 12.431. A medida pode impactar positivamente a carteira do fundo, após uma sequência de reveses.

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A importância da subordinação e do consultor especializado em estruturas de FIDC de fomento mercantil

Não é novidade que o mercado de FIDC contempla um conjunto de fundos com características muito particulares e distintas do restante da indústria de fundos de investimento. Como exemplo dessa distinção, sempre vale lembrar da vasta gama de tipos de direitos creditórios passíveis de aquisição por parte dos FIDC. Segmentando esses ativos em categorias, observa-se que uma delas é muito emblemática: Recebíveis Comerciais.

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Novo título de securitização deve entrar em vigor em outubro

Recentemente, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) lançou edital de consulta pública a respeito de uma resolução que regulamentará as atividades dos resseguradores locais que atuem com propósito exclusivo (RPE). Essa nova modalidade de ressegurador se financiará através da emissão “títulos ligados a seguros”, tradução para o termo em inglês Insurance Linked Securies (ILS).

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Novo FIDC da Creditas recebe classificação de risco definitiva

A atuação das fintechs no mercado de crédito e sua relação com a indústria da securitização, principalmente através dos FIDC, são temas constantes nas análises do TLON. Estes agentes desempenham papel estratégico no aumento da eficiência do acesso ao crédito no país. São várias as fintechs que têm crescido em relevância e participação nesse ecossistema, mas uma que se destaca é a Creditas. A empresa, inclusive, está envolvida em um FIDC prestes a concluir sua primeira emissão de cotas.

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CVM visa ampliar universo de investidores do mercado de securitização e de private equity

De uma maneira geral, quando o assunto é investimentos pessoais, a sociedade brasileira sempre demonstrou ser pouco desenvolvida. Historicamente, a maior parte dos brasileiros prefere aplicar seus recursos em produtos pouco interessantes do ponto de vista de rendimentos, como é o caso da poupança. Além disso, dentre aqueles que não se enquadram nesse comportamento, foram poucos que buscaram conhecimento mais amplo dos produtos disponíveis no mercado, muito por conta da praticidade em se investir em títulos de dívida pública e produtos bancários com rendimentos atrelados à uma SELIC muito elevada. Bem, este cenário está mudando.

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Fitch eleva classificação de risco de cotas do FIDC da Zamboni

A agência de classificação de risco Fitch divulgou ontem um comunicado informando sobre a mais recente ação de avaliação em relação às cotas do FIDC ZB Multi-Recebiveis. Diferindo do que vinha sendo observado em um grande número de fundos diante da crise econômica, neste caso a agência optou por elevar a classificação de risco. A 2ª emissão de cotas sênior saiu de 'BBB' para 'BBB+', e a 1ª emissão de cotas mezanino, de 'BBB-' para 'BBB'.

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Terra e Monetar recorrem de decisão da CVM que determinou liquidação de FIDC

Na última terça-feira, 25 de agosto, as empresas Terra DTVM e Monetar DTVM publicaram Fatos Relevantes para informar ao mercado que decidiram recorrer da decisão da CVM que determinou o encerramento de dois dos FIDC administrados por elas. Conforme artigo publicado no Portal TLON na última segunda-feira, 24 de agosto, a Superintendência de Relações com Investidores Institucionais (SIN) recentemente determinou o encerramento dos FIDC por entender que o principal ativo da carteira destes fundos não corresponde a um direito creditório.

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Patrimônio da indústria de FIDC atinge marca histórica em julho

O mercado de FIDC atingiu, ao final de julho de 2020, a impressionante marca de 980 fundos em operação. Apesar da pandemia, o indicador permaneceu em ritmo quase ininterrupto de expansão. Um ano atrás, por exemplo, o número de fundos operacionais era 149 unidades menor. Em paralelo, o patrimônio líquido (PL) associado a esses fundos se ampliou pela segunda vez seguida, atingindo o recorde histórico do mercado.

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