Vórtx assume administração de quatro FIDC geridos pela XP

Em fevereiro, quatro FIDC, com PL somado de R$ 800,0 milhões, aprovaram mudanças de prestador de serviços de administração e custódia. Segundo as respectivas atas, todos estes fundos contrataram a Vórtx DTVM para exercer ambas as funções. Os cotistas do FIDC XPCE III, XPCE IV e XPCE V substituíram a BRL Trust DTVM, e o FIDC XPCE VI substituiu a Socopa.

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Emissão de cotas do FIDC Light pode superar R$ 1,40 bilhão

O conselho de administração da Light, companhia que detém o monopólio da distribuição de eletricidade em 36 municípios do estado Rio de Janeiro, aprovou, no último 19 de março, a constituição do FIDC Light. Só em cotas sênior as emissões podem atingir R$ 1,40 bilhão.

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Cotistas do FIDC Empírica Sifra Star aprovam alteração de gestor

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 12 e 16 de março de 2018.

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Lançamento exclusivo! Anuário Uqbar: Fundos de Investimento em Direitos Creditórios – Edição 2018

Depois da publicação dos Anuários de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar lança hoje o Anuário Uqbar 2018 dedicado aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) exclusivo para os assinantes TLON.

Fechando o ano de 2017 com forte taxa de crescimento e de progressiva importância no mercado de capitais brasileiro, os FIDC confirmam sua vocação de alternativa de financiamento e investimento para os mais diversos tipos de captadores e investidores de recursos.

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FIDC Franquias é transformado em “Não-Padronizado”

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 05 e 09 de março de 2018.

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Austin rebaixa para ‘BB-’ cotas do FIDC GGR Prime I

Em 06/03/2018, a Austin divulgou uma nota informando o rebaixamento, em 27/02/2018, da classificação de risco das cotas de classe única do FIDC GGR Prime I. O rebaixamento, de ‘BB+’ para ‘BB-’, foi pautado em uma série de fatores. Primeiramente, a agência cita o fato de que nos últimos meses a representatividade dos atrasos sobre a carteira saltou de 3,9% para 8,0%. Também ocorreu elevação de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), que migrou de 4,3% para 6,4% da carteira, fazendo com que, no acumulado dos últimos doze meses, as cotas alcançassem somente 49,1% da meta estabelecida para a rentabilidade. Outro fator abordado no comunicado diz respeito à piora do risco de liquidez do fundo, já que, nas palavras da Austin, há “presença de incertezas quanto às efetivações das negociações de ativos (emissões) que encontram-se inadimplentes (obrigações pecuniárias e/ou enquadramento de garantias e demais condições previstas nos instrumentos dessas emissões)”. Segundo a agência, o perfil de risco de crédito de algumas operações deixa menos provável que os recebimentos do fundo sejam capazes de suprir todos os resgates. Além disso, foi levado em consideração na análise que mesmo que existam garantias reais imobiliárias para as emissões da carteira, a possível falta de liquidez é um problema relevante, já que o prazo para execução e liquidação das garantias é tido como imprevisível. Por fim, a Austin menciona que considerou também que a GGR Gestão de Recursos está em processo de alteração societária, o que consequentemente provoca mudanças na equipe de gestão do fundo.

Cotistas do FIDC Minerva Crédito Mercantil estendem prazo de quatro séries de cota sênior

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 26 de fevereiro e 02 de março de 2018.

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Maior parte das classes de ativo-lastro de FIDC registra captação positiva em 2017

No final de 2017, a indústria de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) teve seus indicadores de Patrimônio Líquido (PL) e de número de fundos alçados aos seus maiores níveis históricos. Tais patamares foram alcançados após um volume recorde de emissões de FIDC ao longo do ano, o que culminou em uma expressiva captação líquida positiva. Neste sentido, ao se observar as movimentações do mercado primário de FIDC por classe de Ativo-Lastro destacam-se os consideráveis montantes de emissão e de captação líquida registrados no âmbito das categorias Recebíveis Comerciais, Setor Público, Recebíveis do Agronegócio e Multiclasse. Juntas, essas quatro classes somaram quase 90% das emissões e mais de R$ 6,0 bilhões em captação líquida.

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Cotistas de FIDC decidem que desenquadramento não constitui evento de liquidação

Veja abaixo o resumo desta e de outras decisões tomadas no âmbito de assembleias de FIDC divulgadas na CVM entre 19 e 23 de fevereiro de 2018.

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Indústria de FIDC capta mais de R$ 6 bilhões em 2017

Encerrado o ano de 2017, o mercado de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou captação líquida anual positiva de R$ 6,47 bilhões. Este indicador resulta da diferença entre os montantes anuais realizados de emissões e de amortizações* de cotas, que foram de R$ 47,73 bilhões e de R$ 41,27 bilhões respectivamente. Vale ressaltar que tanto o montante emitido quanto o amortizado correspondem às maiores marcas já atingidas na história deste mercado. Juntamente com a captação líquida consolidada situada no campo positivo em 2017, observou-se a elevação do Patrimônio Líquido (PL) no período, de R$ 65,86 bilhões em dezembro de 2016 para R$ 80,52 bilhões, em dezembro último, também alcançando um recorde para esse mercado.

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