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Finanças estruturadas e ativos alternativos, relação que gera eficiência

O universo de finanças estruturadas é bastante amplo no que diz respeito à natureza dos fluxos financeiros envolvidos em suas operações. Esses fluxos podem ser originários de segmentos bastante tradicionais da economia, como, por exemplo, o imobiliário e o agronegócio, mas também podem ser advindos de contextos mais diferenciados, como no caso dos chamados “ativos alternativos”, que ainda assim podem também estar associados aos segmentos tradicionais. Esta categoria Ativos Alternativos, por sua vez, é composta por diversas subcategorias, destacando-se talvez aquelas relacionadas a créditos inadimplidos, precatórios e dívida ativa de entes públicos.

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Aprovada emissão de R$ 400 milhões do PATB11

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 01 e 05 de julho de 2019.

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Fintechs e Finanças Estruturadas: um novo paradigma

Ao se reunir um empreendedor de uma fintech de crédito, um representante de um banco digital, um regulador e um advogado especializado, todos já com robusta experiência e amplas responsabilidades em instituições de destaque na união e na interseção dos universos de fintech e finanças estruturadas, têm-se potencialmente uma discussão interessante e bastante pertinente no contexto atual de negócios.

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Encerra-se oferta de CRA pulverizado da Gaia

A forte predominância de títulos com risco de crédito concentrado entre as emissões de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) já foi reportada no TLON em diversas oportunidades. Lastreados em debêntures de grandes empresas já consolidadas, esses CRA são fruto de uma arbitragem regulatória disponível para estas empresas, que captam barato, enquanto o financiamento ao pequeno produtor, racional elementar da criação deste título, é pouco realizado através de suas operações atuais. No entanto, fugindo desse padrão, destaca-se que na última terça-feira, dia 02 de julho de 2019, encerrou-se uma oferta pública de CRA da Gaia Securitizadora (Gaia) com lastro formado por títulos do agronegócio e envolvendo devedores pulverizados.

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Futuro dos arranjos de pagamento passa por eliminação de trava bancária e pagamentos instantâneos

Enquanto, no próprio dia 27 de junho último, no Congresso Uqbar de Finanças Estruturadas, se discutia o futuro da securitização de recebíveis de arranjos de pagamento diante das mudanças em voga no ambiente competitivo e regulatório das instituições de pagamento no Brasil, o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central estavam prestes a editar a Circular nº 3.952 e a Resolução nº 4.734, que podem conferir um novo impulso aos dois setores, uma vez que confere aos lojistas, potenciais cedentes das operações de FIDC, mais liberdade para negociar seus recebíveis.

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CVM prolonga suspensão de oferta de FIDC

A CVM, através da Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE), determinou ontem, 03 de julho, a manutenção de suspensão, pelo prazo de até 30 dias, da oferta pública de distribuição da 2ª emissão de cotas de classe única do FIDC Angá Sabemi Consignados VII. Enquanto a suspensão foi motivada pela alteração de documentos da oferta sem prévia aprovação por parte da autarquia, sua manutenção foi inspirada pela suspensão de novas operações de assistência financeira a segurados da Sabemi Seguradora, que é a cedente do FIDC.

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Junho no secundário de FII: R$ 2 bi e recorde de negócios

O mês de junho de 2019 consignou, a um só tempo, o recorde mensal, por larga margem, de montante negociado de cotas de FII e, no acumulado do ainda apenas primeiro semestre de 2019, o recorde anual de número de negócios. Mesmo que no mês tenha havido leilão de cotas do FII Via Parque, que movimentou aproximadamente R$ 180,0 milhões, o evento não impactou decisivamente a obtenção do recorde.

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Investidores de CRI decidem liberar garantias

Veja abaixo o resumo de decisões tomadas no âmbito de assembleias de CRI divulgadas na CVM entre 24 e 28 de junho de 2019.

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Situação da Urbplan permanece inconclusa

Tomou lugar, no último dia 26 de junho, assembleia geral de credores da Urbplan. A reunião tem como ordem do dia a aprovação, modificação ou rejeição do Plano de Recuperação Judicial apresentado pelo grupo Urbplan, entre outras matérias. A rejeição do plano, ou a sua modificação sem a devida aquiescência da Urbplan, pode ensejar a falência da companhia, que é devedora do lastro de determinados CRI.

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FIDC de cartão de crédito pode emitir mais R$ 100 mi

Tendo entrado em operação em março de 2018, o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Verdecard é um dos diversos FIDC estruturados para adquirir recebíveis originados em transações comerciais com uso de cartão de crédito como forma de pagamento. Em pouco mais de um ano de existência o FIDC Verdecard emitiu três séries de cotas sênior, além de cotas subordinadas júnior, e no último mês de maio alcançou um patrimônio líquido de R$ 366,3 milhões. Agora o fundo está prestes a realizar uma nova emissão de cotas, em montante esperado de R$ 100,0 milhões.

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