Jornal

Mais dois shopping centers do VISC11 voltam a operar

Na última semana foi relatado aqui no TLON o conteúdo de um comunicado ao mercado com informações sobre a reabertura de um dos shoppings do portfólio do FII Vinci Shopping Centers (VISC11). Nesta segunda-feira, a ação se repetiu, com a administradora e a gestora do fundo, BRL Trust e Vinci, respectivamente, divulgando um novo comunicado em relação a outros dois shoppings da carteira do fundo.

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CRA da Fortesec lastreado em CPR-F recebe classificação de risco

Ontem, a agência de classificação de risco Austin comunicou que no último dia 28 de maio optou por atribuir a classificação 'BB' e 'B+' à 1ª e à 2ª séries da 3ª emissão de CRA de emissão da Fortesec, respectivamente. A 1ª série, de classe sênior, e a 2ª série, de classe subordinada, juntas, perfazem o montante emitido de R$ 20,0 milhões.

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Aprovada renegociação de aluguéis que lastreiam CRI da True

Nesta semana, através da divulgação por parte da True de uma ata de assembleia geral de investidores, se fez pública mais uma operação de CRI que passou por alterações em seus termos originais. Essa tem sido uma situação bem comum no mercado.

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Quo vadis, BNDES?

Dois meses se passaram desde que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) propôs a ação emergencial de suporte financeiro às companhias aéreas. Desde então, o projeto proposto pelo banco de desenvolvimento, que está baseado na emissão de debentures conversíveis, encontra-se, de acordo com notícias vinculadas na mídia,  em negociação com as principais empresas do setor e poderá contar com a participação de um "sindicato" de bancos e envolver a emissão de warrants.  Entretanto, a conjuntura mudou sensivelmente neste período, elevando o risco associado a esse financiamento.

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CSHG Renda Urbana é um dos FII mais negociados em maio

O mês de maio de 2020 marcou uma nova redução no montante e no número de negócios com cotas de FII na B3. Embora registre um crescimento de mais de 50,0% em relação ao mesmo mês de 2019, na evolução mensal de 2020 maio alcançou o patamar mais baixo. Nesse cenário, os FII CSH Renda Urbana (HGRU11) e Maxi Renda (MXRF11) foram os mais negociados no mês, sob a perspectiva do montante negociado e do número de negócios, respectivamente. 

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Shopping do portfólio do VISC11 reabre

A situação problemática pela qual passam os shopping centers ao redor do país e como isso afeta as operações de finanças estruturadas tem sido tema recente no TLON. Isso decorre do fato de que muitas operações, seja no mercado de CRI, FII, e até mesmo de FIDC, são estruturadas com base nos recebíveis originados no dia a dia destes empreendimentos. Hoje, porém, veio à tona um caso no qual os cotistas de um FII de shopping obtiveram boas notícias, do ponto de vista, exclusivamente, dos investimentos realizados pelo fundo.

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Webinar discute a transformação digital estratégica para o mercado de FIDC

Já há algum tempo, a Uqbar vem relatando episódios problemáticos que estão surgindo em diversas operações dos mercados de finanças estruturadas em decorrência da própria pandemia e das medidas tomadas pela sociedade para conter o seu avanço. No mercado de FIDC, por exemplo, observa-se que no segmento dos fundos multicedente multissacado o patrimônio líquido se retraiu para o menor nível desde junho de 2019. Porém, mesmo neste cenário de adversidade, florescem as inovações tecnológicas ligadas ao mercado de FIDC. Pensando nisso, a Uqbar, em parceria com a Grafeno Digital e com o escritório de advocacia Vidigal Neto, realizou na última quarta-feira o webinar Transformação Digital e o Mercado de FIDC.

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Patrimônio dos FIDC Multicedentes Multissacados volta ao nível de junho de 2019

Pelas características dos fundos e dos recebíveis que adquirem, o segmento de FIDC Multicedente Multisacado (FIDC MM) pode ser considerado um “termômetro” da atividade econômica brasileira. Não deve causar espanto, então, a retração do patrimônio líquido consolidado desse segmento, mas outros indicadores também apresentaram significativas alterações.

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Contexto de adversidade dos shoppings afeta CRI da Gaia

Como já é de amplo conhecimento de quem acompanha os desdobramentos econômicos recentes, o setor de shopping centers está atravessando uma gigantesca dificuldade. Naturalmente, os títulos de crédito cujos pagamentos se relacionam de alguma forma com o desempenho de empreendimentos deste setor também acabam adentrando em um cenário problemático.

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Um Certificado para chamar de seu

No último dia 20, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei (PL) Número 1.886/2020. De acordo com a proposta, que agora segue para aprovação da Câmara dos Deputados, fica instituído o Certificado de Recebíveis da Educação (CRE). À maneira dos CRI e dos CRA, os CRE são títulos de crédito emitidos por companhias securitizadoras exclusivamente constituídas para securitização de direitos creditórios educacionais. Mas será que a criação de mais um título de securitização, específico para um segmento da economia, é a melhor maneira de enfrentar o alegado “subfinanciamento histórico” do setor educacional?

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