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Emissões de CRI em 2018 crescem mais de 40,0% na comparação com 2017

Do início de janeiro ao fim de maio de 2018, o mercado primário de CRI superou, por larga margem, o desempenho registrado no igual período do ano anterior, tanto em relação ao montante emitido quanto em relação ao número de operações.

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Motorola renova contrato de locação, mas reduz área locada

O Votorantim Asset Management, administrador do FII BB Votorantim Cidade Jardim Continental Tower (BBVJ11), comunicou via Fato Relevante a renovação de um dos contratos de locação ao mesmo tempo em que o mesmo locatário reduziu a área locada.

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Hedge pode assumir gestão do FII West Plaza

O BTG Pactual, administrador do FII Shopping West Plaza (WPLZ11), divulgou Fato Relevante para comunicar que cotistas que representam mais de 5% da totalidade das cotas emitidas pelo fundo solicitaram a convocação de assembleia geral extraordinária. Na ordem do dia a contratação de um gestor ativo para substituir o administrador na prestação dos serviços de gestão da carteira do fundo.

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Cotas do Angá Sabemi Consignados IX recebem classificação de risco

Na última semana a agência S&P atribuiu a classificação de risco final ‘brAA- (sf)’ às cotas sênior e às cotas subordinadas preferenciais do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Angá Sabemi Consignados IX, após o recebimento dos documentos finais da transação. Trata-se de mais um fundo com carteira composta por contratos de concessão de assistência financeira originados por empresas do grupo Sabemi. As cotas do fundo estão sendo ofertadas publicamente mediante esforços restritos de colocação.

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Cotistas aprovam substituição da Intrader pela Vórtx na administração de FII

Veja abaixo o resumo das atas publicadas na CVM entre 11 e 15 de junho de 2018.

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Paralisações dos caminhoneiros provocam alteração em vencimento de DC de FIDC

No último dia 7 de junho foi realizada uma assembleia geral de cotistas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Martins para deliberar sobre solicitação feita pela cedente do fundo, Martins Comércio e Serviços de Distribuição (Martins), a respeito de possibilidade de prorrogação, em caráter excepcional, nos vencimentos dos boletos bancários adquiridos pelo FIDC. A cedente alega que o movimento de greve dos caminhoneiros, ocorrido ao longo do mês de maio, afetou significativamente sua operação.

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FII comunicam idas e vindas de locatários

Em 14 de junho, três FII comunicaram movimentos de locatários nos respectivos imóveis investidos. Enquanto um celebrou um novo contrato de locação, reduzindo a vacância, outro, no processo de renovação da locação, acabou por ver transformado um contrato atípico em típico. Além disso, um fundo de imóveis de escritórios informou a devolução do imóvel.

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Nova oferta de cotas do XPML11 recebe registro na CVM

Obteve registro na CVM ontem, 14 de junho, a oferta pública, nos ritos da Instrução CVM nº 400, referente à 2ª emissão de cotas do FII XP Malls (XPML11). O montante a ser distribuído inicialmente corresponde a cifra de R$ 780,0 milhões. Trata-se da segunda oferta de cotas deste fundo registrada em menos de seis meses; a primeira foi registrada em dezembro. A nova captação tem como objetivo a aquisição pelo fundo de participações em cinco shopping centers. Com esta oferta, a segunda maior do ano, o mercado de FII acumula a expressiva marca de dezenove ofertas públicas registradas em 2018, ultrapassando a marca referente a todo o ano de 2017.

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Light captou R$ 1,4 bi via FIDC de faturas futuras; cotas AAA se subordinam a dívida junto ao BNDES

Na primeira semana de junho se encerrou na CVM a oferta pública com esforços restritos de cotas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Light (FIDC Light). A carteira do fundo será composta de recebíveis de fatura, presentes e futuros, de distribuição de energia elétrica, que serão adquiridos da Light Serviços Elétricos SA (Light SESA/Light), cedente da operação, tendo como devedores consumidores residenciais, comerciais, industriais e entes públicos de 31 municípios do estado do Rio de Janeiro. Ao todo foi subscrito R$ 1,40 bilhão, em duas séries de cotas sênior. Os títulos foram adquiridos em sua preponderância por Fundos de Investimento e Entidades de Previdência Privada.

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De grande monta, segundo respectivos Informes, lastros de CRI do FGTS apresentam inadimplência abaixo de 1%

De 2011 a 2016, ano após ano, acumulou-se aproximadamente um total de R$ 18,00 bilhões em emissões de CRI que tiveram como destinatário o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Formatadas especialmente para atender as demandas desse investidor, tais operações, embora lastreadas por credito imobiliário pulverizado devido por pessoas físicas, distanciavam-se de outras operações do mercado em termos de tamanho (frequentemente acima dos R$ 500,0 milhões) e de indexador adotado (a Taxa Referencial (TR)).  

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