Fundos de investimento compraram R$ 6 bi em CRI em 2020

Um ponto fundamental diferencia o público investidor do mercado de CRI e o de CRA. Há no mercado de securitização imobiliária um comprador que tem predileção por CRI, o que faz com que assuma preponderância entre os outros. Com isso, não se verifica no mercado de CRI o mesmo fenômeno ocorrido em 2020 no mercado primário de CRA, como explorado no artigo recente “Distribuidores tomam fatia das PF no mercado primário de CRA”.

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Apesar da pandemia, mercado de CRI bate recorde de novas operações em 2020

O mercado de CRI alcançou recorde de número de operações em 2020, chegando bem próximo da marca de 300 operações realizadas. Esta foi a terceira alta anual seguida do indicador. Em montante emitido o total ficou distante do recorde observado em 2019, mas ainda assim corresponde a um dos maiores níveis já alcançados por este segmento do mercado de securitização.

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ISEC emitirá CRI de R$ 100 mi devido por incorporadora

Um CRI de R$ 100,0 milhões em montante de emissão parece estar perto de vir a mercado através da ISEC. Mais precisamente, este CRI corresponderia à 175ª série da 4ª emissão da securitizadora e teria como devedora a empresa Tecnisa.

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Mercado de securitização dá passo importante com nova superintendência

A tecnologia da securitização tem ganhado cada vez mais força no mercado de capitais e vai, aos poucos, se consolidando como uma alternativa eficiente de financiamento para diversos agentes econômicos. Um reflexo dessa evolução é exemplificado em um recente decreto do presidente da república, que trouxe a criação de uma superintendência específica para as securitizadoras.

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Fitch eleva classificação de risco de CRI devido por laboratório médico

Quase no apagar das luzes de 2020, no dia 30 de dezembro, a Fitch divulgou ao mercado um comunicado informando sobre a decisão de elevar a classificação de risco da 1ª série da 1ª emissão de CRI da securitizadora REAG. No comunicado a Fitch explica que a elevação da classificação de risco do CRI foi consequência natural de uma também elevação de classificação de risco do devedor do lastro.

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B3 surge como devedora do lastro de CRI da ISEC

Quando se fala em finanças estruturadas é natural pensar na B3 como a empresa de infraestrutura que possibilita a existência de um mercado secundário para as cotas de fundos e títulos de crédito. Eventualmente, pode-se também vincular a imagem da B3 àquelas operações onde a empresa serve como local de formação de contratos de opções de juros, por exemplo, que servirão como instrumentos para mitigar risco de descasamentos entre a rentabilidade dos ativos e a remuneração dos investidores dessas operações. No entanto, uma nova operação de CRI traz a B3 em um novo papel: o de devedora do recebível que lastreia o CRI.

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MP perde validade e ameaça compartilhamento de garantia

No último dia 12 de novembro se extinguiu o prazo de vigência da Medida Provisória (MP) 992/2020. A MP havia sido promulgada pelo Presidente da República em julho de 2020, mas, como não foi votada pelo Congresso Nacional, perdeu sua validade. Com isso, uma importante inovação no mercado imobiliário, que poderia impulsionar a modalidade de crédito conhecida como home equity, foi extinta.

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Comentários da Uqbar a respeito da nova regulamentação sobre securitizadoras

Na última sexta-feira encerrou-se o prazo para o envio de comentários a respeito da audiência pública para regulamentar as companhias securitizadoras de direitos creditórios, emissoras de valores mobiliários ofertados publicamente. A minuta, que agora está em análise, busca equiparar o arcabouço regulatório aplicável às companhias securitizadoras em geral àquele desenvolvido no âmbito da ICVM 600, que trata das securitizadoras do agronegócio. A audiência reforça o compromisso da CVM com a securitização compreendida em seus termos mais amplos, e a coloca como etapa inescapável do desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Refletindo essa importância, Uqbar reproduz abaixo alguns dos pontos abordados em sua manifestação.

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Elevada a classificação de risco de CRI devido por empresas do Grupo Mateus

A Fitch divulgou na última terça-feira um comunicado informando sobre a recente elevação, de 'A' para 'AA', da classificação de risco da 212ª série da 1ª emissão de CRI da True. Os créditos imobiliários que formam o lastro do CRI são representados por cinco CCI emitidas pela empresa Tocantins e são originados em contratos de locação cuja empresa figura como locadora.

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Mesmo com inovações regulatórias, securitização imobiliária ainda tem longo caminho a percorrer

Dando prosseguimento à série de artigos que visam revisitar o conteúdo dos inúmeros debates ocorridos no Uqbar Day, chegou o momento de relembrar o que foi tratado em relação ao tema "Imobiliário". Bom, nessa altura do campeonato o leitor do TLON certamente já percebeu que o mercado imobiliário e o mercado de securitização possuem um grande potencial de dialogarem e de se desenvolverem de forma conjunta. Inclusive, a confluência entre os dois é capaz de, em partes, solucionar um dos principais gargalos socioeconômicos brasileiros: o déficit habitacional.

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