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Valorização média de preço de cota do setor de FII em 2010 fecha ano em 13,2%

No final de dezembro de 2010, depois de mais um mês positivo no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) na BM&FBOVESPA, o nível médio de preços deste mercado terminou o ano com uma elevação anual de 13,2%. No último mês do ano a variação média de preços de cotas do setor foi de 2,3%.

A cota do FII Square Faria Lima, depois de um forte rally nos últimos dois meses do ano, alcançou a primeira posição do setor em variação acumulada de preço ao longo de todo 2010. A cota do fundo já tinha subido 8,4% em novembro, trazendo o fundo para a terceira posição no acumulado do ano até o final daquele mês. Agora, no último mês, a cota subiu mais 12,4%, resultando em uma variação acumulada em 2010 de 33,9%.

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Forte aumento de liquidez no secundário de FII estabelece novos recordes

O nível de liquidez no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA disparou para cima em dezembro de 2010. Em termos de montante e número de negócios os valores do mês são novos recordes históricos, com uma larga margem comparativamente aos anteriores.

R$ 155,2 milhões em cotas de FII trocaram de mãos entre investidores, montante este resultante de 3.302 negócios. Estas cifras se comparam com R$ 6,7 milhões e 792 negócios referentes ao mês de dezembro de 2009. Por outro lado, em novembro de 2010, mês considerado forte no registro histórico, foram R$ 27,1 milhões em montante negociado e 2.552 negócios.

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Rentabilidade média de FII no secundário atingiu 18,9% até novembro

Liderado pelo Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Shopping Pátio Higienópolis, o setor de FII negociados no mercado secundário alcançou nos primeiros onze meses de 2010 uma rentabilidade efetiva média acumulada de 18,9%. Novembro tendo sido um mês forte para o setor fez com que a rentabilidade acumulada no ano saltasse dos 15,6% que tinham sido registrados até o final de outubro.

O FII Shopping Pátio Higienópolis, que vem mantendo a liderança há vários meses, acumula uma rentabilidade efetiva no ano até novembro de nada menos que 40,8%. No último mês houve um acréscimo substancial, mensurável ao se comparar com a rentabilidade acumulada até o final de outubro, que era de 32,8%. Em 2009, o FII Pátio Higienópolis ficou em sétimo lugar, entre todos os FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA, com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 47,7%.

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Primeiros negócios de cotas sênior de FII registrados na BM&FBovespa

A Instrução nº 472 da Comissão de Valores Mobiliários, de 31 de outubro de 2008, redefiniu o mercado de fundos de investimento imobiliários (FII). Dentre as inovações trazidas pela norma está a possibilidade destes fundos emitirem, como os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), cotas de classes distintas.

O primeiro fundo a usufruir deste benefício foi o Fundo de Investimento Imobiliário RB Capital Agre (RB Agre). O fundo lançado em junho deste ano, emitiu cotas sênior e subordinadas.

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Novo FIDC comprará ativos do Banco Panamericano

No começo deste mês, um novo fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) que tem como cedente o Banco Panamericano, foi registrado na Comissão de Valores Mobiliários. O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios FBP - Financeiro (FBP) adquirirá ativos originados pelo Banco Panamericano em suas operações de empréstimos a pessoas físicas nas modalidades de crédito consignado, crédito pessoal e financiamento de veículos.

O FBP foi constituído no último dia 30 de novembro sob a forma de condomínio aberto e contará com duas classes de cotas: (i) as sênior que serão subscritas e integralizadas exclusivamente pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ou por um fundo de investimento destinado exclusivamente ao FGC; e (ii) as subordinadas que serão subscritas e integralizadas exclusivamente pelo Banco Panamericano e empresas do Grupo Sílvio Santos, seus sócios ou controladores. As cotas não terão classificações de risco realizadas por terceiros, nem serão registradas para negociação no mercado secundário.

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FII de Renda Fixa lidera retorno estimado dos rendimentos em novembro

O ranking de retorno estimado dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) sofreu interessantes mudanças em novembro. O FII Excellence, fundo dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e outros títulos de renda fixa, pulou da terceira colocação no ranking de outubro para a liderança em novembro, com um retorno estimado de 11,6% a.a.. Este crescimento deve-se à forte distribuição de rendimentos ocorrida em novembro de 2010, de R$ 1,90/cota. Nos últimos seis meses, a média mensal de distribuição por cota era de R$ 0,71/cota.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais dos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de novembro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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FIDCs do Panamericano sofrem resgates acima de meio bilhão de reais em novembro

O mês de novembro provou ser, conforme esperado, um grande teste de liquidez para os administradores e gestores de dois fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC), que têm como cedentes o Banco Panamericano e que são fundos abertos. No mês passado, a Uqbar publicou um artigo analisando os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC ligado ao Banco Panamericano Os riscos de crédito e de liquidez do maior FIDC do Panamericano (17/11/10). De acordo com o artigo, os eventos financeiros que assolaram o Banco Panamericano há pouco mais de um mês se traduziriam, no âmbito do FIDC Master Panamericano CDC Veículos (MasterPan), primeiramente em um grande desafio de liquidez.

O MasterPan, juntamente com o outro FIDC que também tem o Banco Panamericano como cedente, o AutoPan FIDC CDC Veículos (Autopan), sofreu resgates pesados no mês de novembro. Entre os dois fundos foram R$ 552,7 milhões de cotas sênior resgatadas. Somente no FIDC MasterPan os resgates somaram R$ 450,03 milhões, ou seja, 20,7% do seu patrimônio liquido (PL) no mês anterior.O PL do fundo no final de novembro era de R$ 1,95 bilhão.

Valorização anual de cotas de FII sobe para 9,6%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, apresentou evolução no mês de novembro. Este tipo de rentabilidade vinha caindo ao longo de 2010 até o final de setembro, mas voltou a subir a partir de outubro passado.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até novembro, ficou em 9,6%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 3,7% no final de setembro deste ano e recuperado para 4,9% no final de outubro.

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Liquidez de secundário de FII quadruplica em relação ao fim do ano passado

O nível de liquidez no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA continua a indicar tendência de alta, se consolidando, mês a mês, em patamares que não haviam sido antes registrados. Em novembro de 2010, em termos de montante negociado, R$ 27,1 milhões em cotas de FII trocaram de mãos entre investidores, ao passo que, em termos de número de negócios, foram 2552. Há um ano, em novembro de 2009, estas cifras foram de R$ 6,6 milhões e 747 respectivamente.

Em novembro de 2010, a média móvel de seis meses, que atingiu R$ 24,8 milhões para montante negociado, é a mais alta desde novembro do ano passado. A média móvel de seis meses, de 2.278 para número de negócios, é a mais alta da história deste mercado.

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