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Participação expressiva de pessoas físicas em ofertas públicas aumenta expectativas sobre mercado secundário de FII

Duas ofertas públicas de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) estão estabelecendo um novo patamar de participação de investidores pessoa física nas operações deste mercado. A primeira delas, encerrada oficialmente ontem, a do FII Parque Dom Pedro Shopping Center, teve 947 CPF registrados como compradores de R$ 85,3 milhões em cotas de um total de R$ 100,0 milhões oferecidos e subscritos. A segunda oferta é a do RB Capital Renda I FII. Ainda sem anúncio de encerramento publicado, a operação, que totaliza R$ 132,0 milhões, conta com expectativas de uma grande pulverização da base de investidores.

O aumento da frequência e volume de ofertas públicas e o envolvimento crescente do pequeno investidor no mercado de FII contribuem para a expansão da base de investidores no setor e, por consequência, ajudam a consolidar o mercado secundário de cotas de FII negociadas na BM&FBOVESPA.

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Uqbar publica ranking de variação de preço de cota de FII nos últimos 12 meses

Dando continuidade às nossas publicações de séries mensais de ranking de rentabilidade no mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FII), a Uqbar inicia hoje a série do ranking de variação de preço de cota de FII nos últimos doze meses, sendo este primeiro baseado no período novembro de 2008 a novembro de 2009.

Os preços de cota usados são preços médios do mês ponderados por montante negociado. A opção pelo uso do preço médio ponderado no mês, ao invés do preço do último negócio do mês, se deve às eventuais distorções de preço geradas por negócios de montante muito baixo.

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Uqbar inicia monitoramento de rentabilidade no setor de FII

A Uqbar começa hoje a publicação de um conjunto de séries mensais de rankings de rentabilidade no setor de fundos de investimento imobiliário (FII). A partir de outubro de 2009, com o crescimento de ofertas públicas primárias e secundárias de cotas de FII voltadas para um mercado cada vez mais pulverizado, a base de investidores deste setor passou a se expandir de forma mais acentuada. Antes disso, já a partir de maio deste ano e como resultado de uma expectativa de aumento de demanda por FII, o mercado secundário começou a mudar de patamar em montante negociado. Assim, a Uqbar entende que faz-se necessário um acompanhamento cada vez mais detalhado da rentabilidade deste setor.

Começamos com a publicação do ranking de variação mensal de preço de cotas de FII em novembro. Tal variação se refere apenas à valorização do preço da cota, ignorando-se os efeitos dos rendimentos e ajustando-se o cálculo devido a uma eventual amortização (bastante rara). Os preços das cotas são preços médios das negociações realizadas no mês ponderados pelo volume negociado. Para este primeiro ranking, a variação mensal é calculada em cima da (des)valorização do preço médio da cota entre os meses de novembro e outubro de 2009 e esta variação é denominada variação mensal de preço. Para as cotas que não foram negociadas pelo menos uma vez em cada um dos meses citados, não será calculada a variação e elas estarão ao fim do ranking classificadas como sem negociação.

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Volume de secundário de FIDC se recupera um pouco em novembro

Os negócios no mercado secundário de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) voltaram a crescer um pouco em novembro depois de um mês de baixo volume em outubro. O montante consolidado de negócios de cotas de FIDC, registrados na Cetip ou transacionados na BM&FBOVESPA, foi de R$ 136,8 milhões (30 negociações), representando um crescimento de 22,0% sobre o mês anterior ( R$112,1 milhões em cima de 22 negociações), mas ainda 61,4% abaixo do nível de setembro (R$354,7 milhões em cima de 40 negociações), o mês de maior volume no ano de 2009.

Do montante negociado em novembro, R$ 6,2 milhões se referem a negociações em um intervalo de até 180 dias após a data de emissão da respectiva cota, de tal forma que os R$ 130,6 milhões restantes podem ser caracterizados como negócios do mercado secundário. A cota sênior do FIDC CESP IV foi o título de maior montante negociado no mês de novembro, com um volume de R$ 40,0 milhões. Este é o quarto mês consecutivo que a cota sênior do CESP IV aparece entre os três títulos mais negociados.

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Resolução 3.792 possibilita permanência da Funcef no FII Torre Norte

Em abril de 2007 a assembleia de cotistas do Fundo de Investimento Imobiliário Torre Norte (FII Torre Norte) decidiu pela cisão parcial do fundo. O motivo era a condição de desenquadramento dos investimentos de seu principal cotista, o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), devido o advento da Resolução 3.456/07 do Conselho Monetário Nacional (CMN). A nova regulamentação limitava a um máximo de 25% do patrimônio líquido dos FII os investimentos das entidades de previdência privada.

A Funcef , que participou da incorporação do Torre Norte e que na época detinha 83,66% do fundo, não viu outra alternativa senão se desvencilhar de sua condição de cotista majoritário do FII Torre Norte. A decisão da assembleia de abril de 2007 só foi ratificada em nova assembleia em novembro de 2008.

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FII distribuído pela Caixa garante rendimento mensal inicial de 1%

A Caixa Econômica Federal (Caixa) usará sua rede de varejo e base de correntistas para distribuir cotas de um novo fundo de investimento imobiliário, o FII Caixa CEDAE, cujo registro acaba de ser concedido pela CVM. A Caixa será a administradora do fundo e coordenadora da distribuição pública de 68.518 cotas, a um valor unitário de R$ 1.000,00, para um total de R$ 68.518.000,00. O valor mínimo para aplicação inicial é de R$ 10.000,00.

O fundo só entrará em funcionamento caso haja subscrição total das cotas ofertadas. Os recursos captados serão usados para a construção de um novo centro administrativo para a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE), no centro do Rio de Janeiro, a qual será locatária do imóvel do fundo. Com um terreno pertencente à empresa, a CEDAE integralizará 4.500 das cotas que estão sendo ofertadas.

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Mercado secundário de FII se ajusta às ofertas do primário

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) passou por forte queda em termos de volume negociado no mês de novembro. Para um mercado que vinha crescendo consistentemente desde maio deste ano, saltando de uma média mensal inferior à R$ 10,0 milhõesno primeiro quadrimestre para um nível de R$ 24,3 milhões no mês de outubro, o número total de montante transacionado deste mês, de R$ 6,6 milhões, pode aparentar uma mudança brusca de desempenho. Na verdade, há razões para justificar o decréscimo no volume do mercado secundário, sem que estas impliquem em algo negativo para este mercado, muito antes pelo contrário.

Desde 2 de outubro deste ano, somando-se as ofertas públicas primárias e secundárias de cotas de FII registradas na CVM, e que passarão a ser negociadas nos próximos meses no mercado secundário na BM&FBOVESPA, chega-se a meio bilhão de reais. Isto sem mencionar as ofertas em análise na CVM que giram em torno de R$ 2,3 bilhões no momento. Tal volume de ofertas, inusitado na história do setor, já seria o suficiente para explicar um eventual arrefecimento temporário no apetite do investidor no mercado secundário de cotas vigentes de FII.

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FII vai pré-pagar CRI com recursos de emissão

Uma nova operação de fundo de investimento imobiliário, a do RB Capital Renda I FII, está em vias de receber o registro da CVM, já de roadshow encerrado e com ofertas de investidores recebidas. Trata-se de uma oferta pública de R$ 132.000.053,94 em cotas, sendo que, deste total, R$ 121.466.240,01 se referem a uma emissão primária do fundo, e o restante, de R$ 10.533.813,93, representam uma emissão secundária de cotas atualmente nas mãos do RB Capital Real Estate I - Fundo de Investimento em Participações.

Esta emissão, o tipo de aplicação dos recursos levantados, e a formação da carteira de ativos do fundo trazem para o mercado algumas novidades. O RB Capital Renda I FII foi criado com outro nome, o FII Patrimonial I, o qual tinha um patrimônio líquido de menos de R$ 5,0 milhões. Agora, seguindo sua política de investimentos que prioriza a aquisição de empreendimentos imobiliários construídos e locados na modalidade built-to-suit, com contratos de locação atípicos, o fundo tem como objetivo construir uma carteira com sete grandes locatários nos setores de grandes lojas, centros de distribuição e produção. São eles, espalhados do Paraná à Bahia, imóveis da Ambev, Danfoss, C&A, Leader, Barry Callebaut, Magazine Luiza e Telha Norte.

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FII vai pré-pagar CRI com recursos de emissão

Uma nova operação de fundo de investimento imobiliário, a do RB Capital Renda I FII, está em vias de receber o registro da CVM, já de roadshow encerrado e com ofertas de investidores recebidas. Trata-se de uma oferta pública de R$ 132.000.053,94 em cotas, sendo que, deste total, R$ 121.466.240,01 se referem a uma emissão primária do fundo, e o restante, de R$ 10.533.813,93, representam uma emissão secundária de cotas atualmente nas mãos do RB Capital Real Estate I - Fundo de Investimento em Participações.

Esta emissão, o tipo de aplicação dos recursos levantados, e a formação da carteira de ativos do fundo trazem para o mercado algumas novidades. O RB Capital Renda I FII foi criado com outro nome, o FII Patrimonial I, o qual tinha um patrimônio líquido de menos de R$ 5,0 milhões. Agora, seguindo sua política de investimentos que prioriza a aquisição de empreendimentos imobiliários construídos e locados na modalidade built-to-suit, com contratos de locação atípicos, o fundo tem como objetivo construir uma carteira com sete grandes locatários nos setores de grandes lojas, centros de distribuição e produção. São eles, espalhados do Paraná à Bahia, imóveis da Ambev, Danfoss, C&A, Leader, Barry Callebaut, Magazine Luiza e Telha Norte.

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Classificação/Outubro - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de outubro.

As classificações não consideram fundos não padronizados e também exclui fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior à R$ 10 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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