Contrato de financiamento lastro de CRI é inadimplido

A RB Capital Companhia de Securitização, emissora do CRI da 68ª série da 1ª emissão, divulgou Fato Relevante para informar o inadimplemento do contrato de financiamento imobiliário e outras avenças que lastreia o referido título. A parcela deveria ter sido paga em 15 de dezembro de 2017. O próximo pagamento do CRI, por sua vez, deverá ocorrer em 19 de dezembro. O CRI é lastreado em uma CCI representativa do contrato de financiamento concedido à Via Engenharia (devedora) pela Domus Companhia Hipotecária, cedente da operação, para a construção do novo Centro Administrativo do Distrito Federal (CENTRAD). Para esta operação foi contratada fiança bancária junto ao Banco Itaú BBA. Segundo a Fitch, o Itaú é obrigado a cobrir pontualmente os pagamentos devidos pela Via Engenharia até o montante limite, que era de R$ 99,05 milhões em 19 de abril 2017, data na qual a fiança foi renovada pela última vez. Em junho de 2017 a agência havia rebaixado a classificação de risco do CRI, de BBsf(bra)’ para ‘Bsf(bra)’.

Aluguel de imóvel sede da Localiza irá lastrear CRI da RB Capital

A Localiza Rent a Car S.A. divulgou Fato Relevante para informar que aprovou, em 06 de dezembro de 2017, a celebração de todos os documentos relacionados à emissão de CRI, a serem emitidos pela RB Capital Companhia de Securitização, no valor de até R$ 370,0 milhões, e que terá como lastro os créditos imobiliários oriundos dos contratos de locação do imóvel da sede da Localiza e da Localiza Fleet S.A., celebrados com a subsidiária da Localiza, a Rental Brasil Administração e Participação S.A. Segundo o Fato Relevante, o CRI será objeto de distribuição pública, nos termos da ICVM 400, em regime de garantia firme de colocação, em série única, com prazo final de quinze anos, com opção de resgate pelos titulares dos certificados ao final do 7º ano da operação. Adicionalmente, o documento informa que a taxa será definida em processo de bookbuilding, com remuneração máxima de 99,0% do CDI. Os pagamentos para amortização do principal e juros serão anuais e terão como garantia ao adimplemento dos créditos imobiliários a eles vinculados a hipoteca de segundo grau do imóvel e garantia fidejussória adicional da Localiza Rent a Car S.A..

CRI com risco Tecnisa são rebaixados pela S&P

No dia 23/11/2017 a S&P rebaixou a classificação de risco de séries de CRI da Ourinvest Securitizadora e da Habitasec Securitizadora. No caso da Ourinvest o título em questão é a 2ª série da primeira emissão, enquanto que para a Habitasec o rebaixamento se deu em relação à 73ª série da primeira emissão, com ambas as notas migrando de ‘A-’ para ‘BBB’. Segundo relatório divulgado pela agência, o rebaixamento das séries se deve à “revisão da opinião de crédito concedida sobre a CCB a qual possui a Tecnisa como a única devedora do ativo que lastreia a operação, cujo rating foi rebaixado em 22 de novembro de 2017. ” Em 29/09/2017 o montante do saldo devedor das emissões equivalia a R$ 40,9 milhões e R$ 34,3 milhões para os CRI da Ourinvest e da Habitasec, respectivamente.

Bom desempenho em negócio faz CRI da RB Capital serem elevados para ‘AA’

A Fitch elevou, no dia 21/11/2017, a classificação de risco da 78ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização para ‘AA’. O lastro consiste em contratos de aluguel de galpões logísticos do Airport Town II Business Park (AT II), em Guarulhos (SP), e pertencente à empresa BSD Administração de Bens e Serviços. Como base para a elevação está o fato de que o negócio caminha muito bem, com um índice de cobertura do serviço da dívida em 1,5, acima da estimativa inicial da agência, que era de 1,1. Somado a isso, houve crescimento de 12,5% na média dos aluguéis no período entre outubro de 2016 e 2017 e a vacância no AT II atualmente é nula. Ainda com relação ao AT II, vale destacar que tal empreendimento está alienado fiduciariamente em sua totalidade em garantia ao CRI. Pode-se mencionar positivamente também a baixa alavancagem, demonstrada através de LTV calculado em 36,0%, e a diversificação de locatários, que em novembro desse ano alcançaram a marca de 91 e originaram níveis de concentração melhores do que o mínimo estipulado para a operação. Por fim, segundo a agência, a operação conta ainda com “um contrato de locação complementar, no qual a GB Realty Imóveis, Empreendimentos e Participações Ltda. (GB Realty), empresa do mesmo grupo econômico da BSD e proprietária do Airport Town I Business Park, compromete-se a alugar os espaços vagos do AT II”. 

Fitch atribui ‘CCC’ a CRI lastreado em aluguéis

No dia 21/11/2017 a Fitch atribuiu a classificação de risco ‘CCC’ à 96ª série da primeira emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização, em montante de aproximadamente R$ 29,7 milhões. A remuneração envolvida na operação corresponde a IPCA mais 7,2744% ao ano. Os CRI têm como lastro CCI representativas de pagamento de aluguéis atípicos da empresa Inbrands, relacionados à propriedade de sua sede e às lojas de atendimento ao público.

CRI da Fortesec recebe ‘BB-’

Em comunicado divulgado hoje, dia 23/11/2017, a Austin informa que em 10/11/2017 atribuiu a classificação de risco ‘BB-’ ao CRI da 22ª série da primeira emissão da Fortesec. O lastro corresponde a CCI que, segundo palavras da agência, são ‘’representativas de créditos imobiliários cedidos à Emissora decorrentes de Instrumento Particular, com Força de Escritura Pública, de Venda e Compra de Imóvel, com Pacto de Alienação Fiduciária em Garantia de Pagamento e Outras Avenças”. As partes envolvidas no contrato são a empresa Rio Branco Desenvolvimento Imobiliário e Participações, como vendedora, a empresa City Nova Odessa Empreendimentos Imobiliários SPE, como interveniente anuente, e os promitentes adquirentes, como devedores. Os contratos em questão referem-se a unidades do loteamento Jardins da Cidade, localizado em Nova Odessa-SP.

CRI com risco BR Malls têm classificação elevada pela Moody’s

Seis séries de CRI da RB Capital Companhia de Securitização tiveram hoje, dia 09/11/2017, sua classificação de risco elevada pela agência Moody’s. As séries em questão são as 97ª, 98ª, 99ª, 138ª, 139ª, e 140ª da primeira emissão da securitizadora, tendo a classificação migrado de ‘Aa2’ para ‘Aa1’ em todos os casos. Segundo a agência, “A ação de rating segue a decisão da Moody´s de elevar os ratings em escala nacional da BR Malls Participaçõe”. O lastro das três primeiras séries listadas consiste em créditos imobiliários provenientes de dois shopping centers. Nesse cenário, há a presença de garantia através de quatro mecanismos, sendo eles a fiança por parte da empresa BR Malls Participações em favor da RB Capital, a alienação fiduciária dos imóveis em favor da RB Capital, a cessão fiduciária dos recebíveis advindos da operação dos shopping, e a cessão fiduciária da conta vinculada que receberá o pagamento dos aluguéis. A classificação dessas três séries baseia-se na fiança mencionada e na capacidade da BR Malls de honrar seu pagamento. Já as outras três séries objeto de análise da Moody’s têm como lastro três CCI representativas de debêntures emitidas pela BR Malls.

CRI com risco BR Malls é classificado ‘AA+’

A Fitch atribuiu ontem, dia 02/10/2017, a classificação de risco ‘AA+’ à 105ª série da primeira emissão de CRI da Ápice. Os CRI, que perfazem o montante de R$ 400,0 milhões, têm lastro em uma CCI representativa de pagamentos de debêntures da empresa BR Malls Participações. Com relação à remuneração do CRI, esta corresponde a 97,5% ao ano da Taxa DI.

CRI de R$ 400,0 milhões é classificado pela Fitch

A Fitch atribuiu, no dia 01/09/2017, a classificação de risco ‘AA+’ à 105ª série da proposta de primeira emissão de CRI da Ápice. A emissão, em montante de R$ 400,0 milhões, é caracterizada por lastro em CCI representativa de pagamentos de debêntures de emissão da BR Malls. A remuneração do CRI ainda não foi definida.

CRI com risco Vale é elevado para ‘AAA’

A Fitch elevou ontem, dia 31/08/2017, a classificação de risco da 73ª série da primeira emissão de CRI da Ápice para ‘AAA’, de ‘AA-’. O lastro consiste em CCI representativas de pagamentos de aluguéis da empresa Vale referente a casas construídas para moradia de funcionários em Canaã (PA). A remuneração é de IGP-M mais 5,7913% ao ano. De acordo com relatório, a classificação do CRI está ligada à classificação da devedora. Em caso de rescisão por parte da Vale, uma indenização equivalente ao total de aluguéis restantes deverá ser paga. As casas foram todas entregues nos prazos estabelecidos, além de terem recebido aceite e habite-se. Após entrega de todos os imóveis, os aluguéis começaram a ter correção pelo IGP-M a cada doze meses, eliminando o risco de correção monetária que antes se fazia presente, já que o indexador utilizado era o IPCA. Outra proteção na operação é o fato de que a Ápice é beneficiária de um seguro em caso de sinistro parcial nos imóveis, o que proporciona recursos para amortização de forma antecipada e extraordinária. Vale mencionar que existe risco de descasamento de juros, à medida que os títulos serão corrigidos de forma mensal, e não em doze meses. Isso será mitigado através do Índice de Cobertura do Serviço da Dívida e por um fundo de liquidez de no mínimo R$ 10,0 milhões. O fundo de liquidez deverá, em última instância, ter seu montante mínimo assegurado pelo FII Nova I (cedente). Há também uma carta-fiança do Itaú no valor de R$ 10,0 milhões.

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