Austin anuncia rebaixamento de CRI da RB Capital Companhia Securitizadora

A agência Austin anunciou no último dia 18 o rebaixamento da classificação de risco da 79ª série da 1ª emissão de CRI da RB Capital Companhia Securitizadora de ‘brBB(sf)’ para ‘brB-(sf)’. A classificação foi mantida em observação negativa, o que, segundo a agência, indica a possibilidade de um novo rebaixamento nos próximos meses. Esse é o segundo rebaixamento realizado para esta série em menos de dois meses, em 05 de maio último a Austin havia rebaixado a classificação de risco de ‘brA-(sf)’ para ‘brBB(sf)’. A emissão possui lastro em Cédula de Crédito Imobiliário emitida pela RB Capital, com base em um contrato de financiamento imobiliário - este representado por uma Cédula de Crédito Bancário -, firmado entre a Domus Companhia Hipotecária (Cedente) e a Confiança Companhia de Seguros S/A (Devedora). No último dia 5 de junho houve uma assembleia de titulares dos CRI em que foi apresentada pela Confiança Companhia de Seguros S.A, a seguinte proposta: “(a) a uma solicitação de desconto de 30% do Saldo Devedor; e (b) ao pagamento da diferença, após o desconto referido anteriormente, por meio da dação em pagamento de alguns dos Imóveis, descritos no Contrato de Alienação Fiduciária de Imóveis”. O Investidor da totalidade dos CRI deliberou o que segue: (i) não aceitar a proposta, não obstante tenha ciência de que a Devedora encontra-se inadimplente em relação aos Créditos Imobiliários, atualizados, vencidos nos dias 22 de fevereiro de 2014, 24 de março de 2014, 24 de abril de 2014 e 22 de maio de 2014, e respectivos juros remuneratórios, encargos contratuais e legais (“Inadimplemento”); (ii) estar ciente e de acordo com os procedimentos a serem iniciados para execução da garantia de Alienação Fiduciária dos Imóveis; e (iii) a execução da garantia de Alienação Fiduciária dos Imóveis. Em 30 de abril de 2014, o saldo devedor do CRI era de R$ 12,8 milhões. Inicialmente os CRI buscavam uma rentabilidade-alvo equivalente ao IPCA acrescido de um spread de 10,4% ao ano.

CRI de R$ 155 milhões obtém registro na CVM

Foi registrada na CVM, em 13 de junho, a oferta da 6ª série da primeira emissão de CRI da TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários. Os títulos, registrados em montante de R$ 155,2 milhões e classificados em “brAAA (sf)” pela S&P, são lastreados em créditos imobiliários decorrentes do Contrato Atípico de Locação de Imóvel Comercial e Outras Avenças celebrado entre a Logbras Salvador Empreendimentos Imobiliários, cedente, e a BRF, devedora. O coordenador líder da distribuição será o Bradesco BBI, ao passo que PMKA é o assessor legal designado e a Simplific Pavarini é o agente fiduciário. Conforme contrato de cessão, a cedente utilizará os recursos oriundos deste pagamento para a quitação integral das noventa debêntures já emitidas pela Logbras Salvador (sendo a Pentágono o agente fiduciário da comunhão dos debenturistas) e de CCB emitidas em favor do Banco Bradesco, ambas detidas integralmente pelo Banco Bradesco. Como garantia dos CRI, será efetuada a alienação fiduciária do imóvel, o Parque Logístico Logbras Salvador, cuja eficácia está condicionada à baixa de alienação fiduciária já outorgada pela cedente em favor da Pentágono, na qualidade de agente fiduciário da comunhão de debenturistas, de forma a garantir o adimplemento integral das debêntures. Tão logo as debêntures estejam quitadas a Pentágono emitirá o instrumento de baixa da alienação fiduciária de imóvel.

Agência rebaixa classificação de risco da 79ª série de CRI da RB Capital


A Austin rebaixou no dia 5 último a classificação de risco da 79ª Série da 1ª emissão de CRI da RB Capital Companhia de Securitização de ‘brA-(sf)’ para ‘brBB(sf)’. A classificação, que já estava em perspectiva negativa desde 01/10/2013, continuou em observação negativa na presente data, o que segundo a agência indica a possibilidade de um novo rebaixamento no curto prazo. A emissão possui lastro em uma CCI representativa de um contrato de financiamento imobiliário - este na forma de uma CCB - firmado entre a Domus Companhia Hipotecária e a Confiança Companhia de Seguros. Os CRI serão amortizados em 48 meses após a data de emissão (29/01/2013), sendo que o primeiro pagamento foi realizado em dezembro de 2013. Os títulos prometem rentabilidade equivalente ao IPCA acrescido de um spread 10,4%. Em 30 de abril de 2014, o saldo devedor do CRI era de R$ 12,8 milhões.

Nova oferta de CRI registrada na CVM


Foi registrada na CVM, em 30 de abril, nova oferta de CRI da RB Capital Companhia Securitizadora. A 68ª série é lastreada em uma CCI representativa de um contrato de financiamento concedido à Via Engenharia pela Domus Companhia Hipotecária, cedente da operação, para a construção do novo Centro Administrativo do Distrito Federal. Como garantia, os CRI, contam com penhor em primeiro grau da totalidade das ações da Centrad Holding S.A., de titularidade da devedora, equivalente a 50,0% do capital social da sociedade anônima. Além disso, foi contratada fiança bancária junto ao Banco Itaú, a qual garante os pagamentos devidos pela Via Engenharia até o valor de R$ 60,0 milhões. Esta, que foi a única oferta de CRI nos termos da ICVM 400 registrada em abril, será emitida em montante de R$ 69,2 milhões.

Agência eleva classificação da 3ª série de CRI da B.I. Securitizadora

A S&P elevou o a classificação de risco da 3ª série da 1ª emissão de CRI emitidos pela B.I. Companhia Securitizadora de ‘brA (sf)’ para ‘brAAA (sf)’. Os CRI são lastreados por créditos imobiliários originados de contratos de locação do Complexo World Trade Center em São Paulo. A agência elenca como principais motivações para a elevação a qualidade do imóvel juntamente com sua capacidade de geração de renda e ainda uma satisfatória relação entre o saldo da dívida e o valor do imóvel (LTV). O WTC iniciou suas operações em 1995, tem uma área total de mais de 200 mil m² e é composto pelos seguintes imóveis: i) torre de escritórios 24 mil m²; ii) shopping de decoração D&D com 17 mil m²; iii) hotel 5 estrelas com 300 quartos; iv) centro de convenções com 6,500m²; e v) estacionamento com 2,500 vagas. Os CRI têm rentabilidade alvo equivalente ao IGPM acrescido de um spread de 10,0% ao ano e vencimento previsto para junho de 2018.

Nova série de CRI da TRX Securitizadora recebe classificação

A S&P atribuiu a classificação de risco ‘brAAA (sf)’ à 6ª série da 1ª emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários da TRX Securitizadora. A emissão é lastreada por CCI representativas dos direitos créditos oriundos do pagamento dos aluguéis referentes ao contrato celebrado entre a BRF e a Logbras Salvador Empreendimentos Imobiliários, relacionado a um centro de distribuição comercial localizado na cidade de Salvador, Bahia. A emissão também conta com a garantia fornecida pela alienação fiduciária do imóvel. O valor unitário dos certificados será atualizado monetariamente pela variação percentual acumulada do IPCA, além de juros remuneratórios a serem definidos em processo de bookbuilding. A amortização do principal e dos juros devidos aos detentores dos CRI será feita de forma mensal a partir de junho de 2014, inclusive. Esta série tem prazo de vencimento previsto para dezembro de 2027.

Rebaixamento da Brookfield impacta classificação de sete CRI da Gaia

A Fitch anunciou o rebaixamento das classificações de risco das 11ª, 16ª, 19ª, 20ª, 65ª, 66ª e 67ª séries de CRI da Gaia e da cota única do BRZ FIDC (lastreada pela 66ª série), todas elas dependentes da capacidade de pagamento da incorporadora Brookfield, de A(bra) para BBB+(bra). Em 3 de abril de 2014, a Fitch havia rebaixado a classificação de risco da Brookfield de A(bra) para BBB+(bra). Assim, as mudanças na classificação de risco da companhia impactaram automaticamente as classificações das séries de CRI e da cota de FIDC supracitadas. A agência também anunciou a colocação das 9ª e 17ª séries de CRI da Gaia em observação negativa. Tal anúncio reflete expectativa de rebaixamento, mas ainda depende da finalização, por parte da Fitch, da análise de informação atualizada sobre garantias adicionais e fluxo de caixa do lastro destas séries de CRI. Estas também dependem da capacidade de pagamento da Brookfield, de forma preponderante, mas contam com suportes adicionais de crédito, os quais são considerados na análise. A classificação da 9ª série poderá ser rebaixada em até dois graus em função do rebaixamento da Brookfield, e a da 17ª, em até três graus. Segundo a Fitch, o rebaixamento da classificação de risco da incorporadora reflete o contínuo e acentuado enfraquecimento dos indicadores de crédito da Brookfield Incorporações. A companhia continua a apresentar elevado consumo de caixa, que implica maiores pressões de refinanciamento da dívida corporativa com vencimento em 2014 e 2015. Seu resultado operacional se deteriorou ainda mais durante 2013 e a Fitch espera que a empresa apresente resultado ao final do exercício muito aquém das projeções iniciais da agência. Montantes relevantes de ajustes de custos e elevados distratos permanecem pressionando negativamente as margens operacionais da companhia, uma vez que as perdas decorrentes do processo de revisão dos custos dos projetos em desenvolvimento e de controles internos têm se mostrado bem mais intensas do que o inicialmente esperado, gerando maiores incertezas.

Brazilian Securities suspende oferta de CRI de R$ 54,6 milhões


A Brazilian Securities Companhia De Securitização e XP Investimentos CCTVM, respectivamente, a securitizadora e o coordenador líder, publicaram comunicado ao mercado para informar acerca do pedido de suspensão da Oferta Pública de Distribuição de CRI da 331ª série da 1ª emissão da securitizadora. A oferta havia sido registrada em 21 de fevereiro de 2014, sob o nº CVM/SRE/CRI/2014-002, composta por 182 títulos que totalizam montante de R$ 54,6 milhões. Segundo o documento, em 18 de março de 2014, a Brazilian Securities e o coordenador líder tiveram conhecimento de um fato novo envolvendo a GSP Loteadora Ltda., uma das devedoras dos CRI, e seus dois sócios, o qual pode impactar de modo relevante as características do título ofertado, bem como a sua classificação de risco. É ressaltado que tal fato ocorreu em 07 de março deste ano e, portanto, após a conclusão da extensa auditoria legal conduzida para a operação e, inclusive, após a concessão do registro da oferta pela CVM. Dessa forma, a securitizadora e a XP Investimentos estão buscando, de forma diligente, obter informações mais detalhadas acerca do ocorrido, para avaliar os riscos dele decorrentes e, inclusive, a viabilidade de continuação da oferta, razão pela qual protocolaram junto à CVM, em 24 de março de 2014, pedido de suspensão da oferta, pelo prazo de trinta dias. Em vista do pedido de suspensão, a emissão e a liquidação do CRI não ocorreram na data originalmente prevista, 26 de março de 2014. Caso a oferta seja retomada, a versão ajustada do prospecto, a nova data de emissão e de liquidação do CRI e as demais alterações eventualmente necessárias serão divulgadas ao mercado, assim que autorizado pela CVM. Os CRI são lastreados em uma CCI, emitida por Domus Companhia Hipotecária, cedente da operação, representativa de uma CCB emitida pela GSP Loteadora e GSP Empreendimentos Imobiliários em favor da Domus.

Nova securitizadora imobiliária registrada na CVM

Foi registrada em 26 de fevereiro na CVM uma nova securitizadora de créditos imobiliários, a AKRO Securitizadora. Com sede no Rio de Janeiro a empresa terá entre suas atividades principais a aquisição e securitização de créditos imobiliários. Esta é a segunda securitizadora do ramo imobiliário registrada no ano. A outra foi a SCCI Securitizadora registrada em 16 de janeiro. Em termos de número de securitizadoras imobiliárias registradas na CVM o valor já se aproxima do registrado no ano passado, quando foram registradas três securitizadoras.

TRX Securitizadora entra com registro de oferta de CRI de R$ 144 milhões


A TRX Securitizadora de Créditos Imobiliários publicou Fato Relevante para comunicar que, em 24 de março, a companhia requereu, por meio de procedimento simplificado para registro de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários, de acordo com a ICVM 471 e com o convênio para adoção do procedimento simplificado firmado entre a CVM e ANBIMA, o registro de oferta pública de distribuição primária de 480 CRI que totalizam R$ 144,0 milhões. Os títulos são lastreados em créditos imobiliários decorrentes do Contrato Atípico de Locação de Imóvel Comercial e Outras Avenças celebrado entre a Logbras Salvador Empreendimentos Imobiliários, cedente da operação, e a BRF, devedora dos CRI. De acordo com a minuta do prospecto da oferta, disponível no site da ANBIMA, o coordenador líder da distribuição será o Bradesco BBI, ao passo que PMKA é o assessor legal designado e Simplific Pavarini o agente fiduciário. Conforme contrato de cessão, a cedente utilizará os recursos oriundos deste pagamento para a quitação integral das noventa debêntures já emitidas pela Logbras Salvador (sendo a Pentágono o agente fiduciário da comunhão dos debenturistas) e de CCB emitidas em favor do Banco Bradesco, ambas detidas integralmente pelo Banco Bradesco. Como garantia dos CRI, será efetuada a alienação fiduciária do imóvel, o Parque Logístico Logbras Salvador, cuja eficácia está condicionada à baixa de alienação fiduciária já outorgada pela cedente em favor da Pentágono, na qualidade de agente fiduciário da comunhão de debenturistas, de forma a garantir o adimplemento integral das debêntures. Tão logo as debêntures estejam quitadas, a Pentágono emitirá o instrumento de baixa da alienação fiduciária de imóvel.
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