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Caixa e Socopa lideram rankings de administradores de FIDC no primeiro semestre de 2011

A Caixa Econômica Federal (Caixa) e a Socopa terminaram o primeiro semestre de 2011 como líderes dos rankings do ano até agora de administradores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking cujo critério de classificação é o patrimônio líquido (PL) dos FIDC que entraram em operação em 2011, através da sua primeira emissão de cotas no ano, é liderado pela Caixa, que administra somente um novo fundo, o FIDC Caixa BTG Pactual Multisegmentos NP, com R$ 3,02 bilhões de PL.

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Indústria de FIDC registra aumento geral para índices, com destaque para PDD

O valor agregado de Patrimônio Líquido (PL) do setor de FIDC, que estava em R$49,10 bilhões em maio, encerrou o mês de junho com R$ 50,03 bilhões, o que constitui um crescimento de 1,9%, sendo estes recursos detidos por 321 fundos - em maio o setor possuía 317 fundos. No final do mês de dezembro de 2010, o valor total do PL era de R$43,76 bilhões, e, portanto ocorreu um crescimento de 14,3% desde então.

O valor agregado de Direitos Creditórios (DC), que estava em R$42,64 bilhões em maio, encerrou o mês de junho com R$ 43,74 bilhões, o que constitui um crescimento de 2,6%,. No final do mês de dezembro de 2010, o valor total de DC era de R$36,05 bilhões, e, portanto ocorreu um crescimento de 21,3% desde então, sendo que este índice só apresentou queda mensal - da ordem de 3,4% - no mês de fevereiro.

Pentágono ganha espaço no mercado de agentes fiduciários de CRI

O mercado de agente fiduciário de operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) é composto por um número muito pequeno de empresas que prestam esse serviço no Brasil. Historicamente, a Oliveira Trust DTVM ocupava a posição de liderança em todos os rankings da Uqbar que medem a competitividade deste mercado. Essa posição, no entanto, começa a ser ameaçada pela Pentágono DTVM, que no final do primeiro semestre liderava o ranking anual que tem como critério o montante de títulos emitidos em 2011.

A nova líder por este critério presta serviços para operações que totalizaram R$ 3,29 bilhões de emissões no semestre, ou 53,5% do total emitido no período. Por sua vez, a Oliveira Trust DTVM detém uma participação de 43,2%, que equivale a operações que totalizaram R$ 2,66 bilhões. Os outros dois agentes fiduciários que aparecem no ranking são: Planner Corretora e Pavarini DTVM, que juntas somam 3,4% do total emitido no ano.

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Classe de ativo-lastro Crédito Pessoa Jurídica tem aumento em provisões

No período compreendido entre janeiro e junho deste ano, as categorias de ativo-lastro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), cujo nível relativo de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) vem sendo acompanhado pela Uqbar, apresentaram tendência de aumento mensal deste índice, ao contrário da trajetória de queda gradual observada no final de 2010

A Uqbar dá continuidade hoje à sua publicação mensal da classificação dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro, usando como critério os mesmos índices construídos para classificar os FIDC individualmente, quais sejam, o PDDn, e a Variação de PDD Normalizada, ou ?PDDn (ver definição dos índices no artigo de 20/08/09 Classificação de Carteiras de FIDC por Índices de Desempenho).

CESP IV e Crédito Corporativo Brasil levantam um pouco liquidez do setor de FIDC

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) vem dando sinais, de alguma consistência, de recuperação e aumento de seu nível de liquidez, o qual ainda é relativamente baixo. Nos últimos quatro meses, os registros mensais de montante negociado e de número de negócios tem sido ascendentes, retomando níveis que não eram vistos desde o fim de 2008, quando este mercado iniciou um período de encolhimento.

Em junho de 2011 foram R$ 575,2 milhões em cotas de FIDC negociadas no secundário, todo este montante registrado através da CETIP. Este é o maior montante mensal desde abril de 2008. Nos últimos quatro meses a média mensal foi superior a R$ 350,0 milhões. Isto se contrasta com o desempenho pífio durante o ano de 2010 quando o montante mensal só superou os R$ 100,0 milhões em dois dos doze meses. Em termos de número de negócios realizados, foram 171 em junho de 2011, referentes a dezoito títulos diferentes. O número de negócios mensais é o maior desde outubro de 2008.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 18/07/2011 e 22/07/2011

Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIIdivulgadas entre 18/07/2011 e 22/07/2011

Termo de Apuração de Consulta do FIICastelo (CNPJ:10.993.386/0001-33) realizada em 05/07/2011

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 18/07/2011 e 22/07/2011

AG de cotistas do FIDC Porto Forte Multissetorial (CNPJ:09.584.892/0001-90) realizada em 20/06/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre a modificação do regulamento do fundo nos tópicos referentes ao nome do fundo, política de investimentos, critérios de elegibilidade e condições adicionais para aquisição de direitos creditórios pelo fundo, taxa de administração, taxa de saída, resgate de cotas, eventos de avaliação, meios de comunicação entre a Socopa - a instituição administradora - e os cotistas, política de cobrança e de crédito, e quaisquer outras questões relevantes.

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Capitalização de mercado de FII chega a R$ 9,6 bilhões em junho

O valor consolidado de capitalização de mercado do conjunto de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis na BM&FBOVESPA aumentou 128,6 % no último ano corrido, saltando de R$ 4,20 bilhões, em junho de 2010, para R$ 9,60 bilhões no mês passado. Neste período, 20 novos fundos passaram a ter suas cotas negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA, juntando-se aos 28 FII que já tinham suas cotas sendo negociadas em junho de 2010. O cálculo da capitalização de mercado considera todos os FII com cotas negociáveis na BM&FBOVESPA, porém, os FII cujas cotas não foram negociadas nos últimos seis meses são excluídos do valor consolidado.

Dos 55 FII registrados na BM&FBOVESPA até o momento, 48 já efetuaram negócios de suas cotas no mercado secundário, quatro não negociaram suas cotas desde a emissão e três FII ( CSHG Desenvolvimento de Shoppings Populares, JS Real Estate Multigestão e WM RB Capital) começaram a negociar no mês presente.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho - Jun/2011

Seguindo a série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de Junho de 2011.

A partir deste mês será adicionada, nas tabelas relativas ao ?PDDn, uma coluna referente ao ?DC, a Variação Percentual de Direitos Creditórios. Por este índice entende-se o valor percentual da diferença do montante alocado em Direitos Creditórios (DC) no mês corrente e no mês anterior em relação ao montante de DC no mês anterior.

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Rentabilidade efetiva de FII supera em mais de dez vezes o IBOVESPA no último ano.

Rentabilidade efetiva de FII supera em mais de dez vezes o IBOVESPA no último ano

Até junho de 2011, quinze cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) apresentaram rentabilidade efetiva superior a 20,0% no período dos últimos doze meses. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos durante os últimos 12 meses e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de junho de 2010 e de junho deste ano.

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