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CRI apresenta crescimento de 163,3% no volume de emissões

De janeiro a maio deste ano o montante consolidado emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atingiu a marca de R$ 5,14 bilhões. Isso significa uma taxa de crescimento de 163,3% em comparação ao mesmo período de 2010, que registrou R$ 1,95 bilhão em emissões.

Vale lembrar que o recorde de emissões registrado ao longo de todo 2010 (R$ 8,53 bilhões) foi atingido depois de um forte desempenho de emissões nos últimos meses daquele ano. Caso o mesmo perfil de crescimento ao longo do ano viesse a se repetir durante 2011, ou seja, 22,9% emitido até maio e 77,1% emitido de junho a dezembro, o mercado de CRI atingiria a expressiva cifra de R$ 22,45 bilhões emitidos no ano.

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RB Capital Agre é o FII mais rentável nos primeiros cinco meses de 2011

Com uma rentabilidade efetiva nos primeiros cinco meses de 2011 de 33,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) RB Capital Agre lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas no mercado secundário nos meses de dezembro de 2010 e de maio deste ano.

Após terminar o primeiro trimestre de 2011 como vice-líder do setor, o FII RB Capital Agre assumiu a liderança em abril e se manteve nesta posição no último mês. Atrás do líder, na segunda e terceira posições no acumulado do ano, vem os FII Excellence e Kinea Renda Imobiliária, com rentabilidades efetivas de 26,1% e 23,5% respectivamente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FII Kinea Renda Imobiliária (CNPJ: 12.005.596/0001-65) realizada em 27/05/2011

Ordem do Dia - Deliberar sobre (i) a 2ª emissão pública de cotas do fundo, a serem negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA, distribuídas pelo Itaú-Unibanco S.A e pela Itaú Corretora de Valores S.A. sob regime de melhores esforços, e (ii) sobre a autorização para que a administradora tome as medidas necessárias para que o fato acima descrito seja efetuado de acordo com a legislação vigente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FIDC AGN ENERGIA, PETRÓLEO E GÁS (CNPJ: 10.612.427/0001-02) realizada em 15/10/2010

Ordem do Dia - Não especificada.

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Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

O único Fundo de Investimento Imobiliário (FII) atual dedicado a investimentos em cotas de outros FII, o FII BC Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários (BC Fundo de FII), se tornou o fundo de cota mais líquida no mercado secundário na BM&FBOVESPA a partir de abril de 2011. Mesmo com um valor de mercado e patrimonial ainda não superior a R$ 160,0 milhões, patamar este inferior ao valor de dezessete outros fundos e correspondente a menos do que 2% do valor consolidado do setor, o BC Fundo de FII tem representado, nos últimos dois meses, perto de 20,0% da liquidez total do mercado secundário de cotas de FII, tanto em termos de montante negociado como no critério de número de negócios.

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Maio tem valorização negativa para preços de cota de FII

O mês de maio de 2011 deu um tom de queda nos preços de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário na BMF&Bovespa. Mesmo com o aumento da liquidez abordada no último artigo do Orbis, Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes, o valor médio das cotas sofreu queda em maio, diminuindo a valorização acumulada no ano até agora.

A média linear de valorização de preço de cota no ano de 2011 até maio, entre todos os FII negociados no mercado secundário, fechou o mês em 3,1%. Este nível está abaixo daqueles registrados no final dos meses de abril e março, de 4,5% e 3,2% respectivamente.

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Liquidez de secundário de FII continua crescendo e estabelecendo recordes

A liquidez do secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em movimento crescente, expandindo a fronteira deste mercado. Os valores agregados do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA tem estabelecido novos recordes históricos quase todos os meses. Além disto, como o número de FII que tem apresentado liquidez mais alta está em plena ascensão, pode-se afirmar que há um processo de generalização do crescimento de liquidez que permeia o setor de forma abrangente.

O mês de maio de 2011 corroborou esta tendência. Neste período, foram negociados R$ 68,5 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 6.654 negócios. Este montante mensal negociado é o quarto maior registrado na história do setor, mas o número de negócios mensal representa um novo recorde histórico, superando o anterior de 5.275, referente ao mês de abril.

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Em 2011, PL consolidado de FIDC cresce mais rápido do que Atrasos e PDD

Nos primeiros quatro meses deste ano o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou crescimento de seu nível consolidado de Patrimônio Líquido (PL) de 12,2%, muito acima das taxas de aumento registradas no mesmo período para os valores totais de Atrasos e Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), de 2,0% e 2,5% respectivamente.

O setor de FIDC fechou abril com valor total de PL igual a R$ 48,82 bilhões e composto por 313 fundos. Isto se compara com R$ 43,51 bilhões e 293 fundos no final de dezembro de 2010. Estes números, como de praxe, excluem o FIDC NP Sistema Petrobras.

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FIDC de fluxo futuro fica sem o fluxo no presente

Uma operação estruturada através de um Fundo de Investimento em Direito Creditório (FIDC), para o financiamento de duas usinas de álcool, rapidamente se deteriorou resultando em perda total do valor patrimonial das cotas subordinada e sênior do fundo. O lastro da estrutura era composto por direitos creditórios decorrentes da vendas futuras de álcool à BR Distribuidora. O produto, no entanto, nunca foi entregue à estatal.

Trata-se de uma operação que demorou para ser estruturada e que, quando finalmente iniciou seu processo de captação, aparentemente se perdeu na gestão do seu fluxo de caixa. O FIDC Comanche Clean Energy Mercantis (FIDC Comanche) foi registrado na CVM em 15/01/2010. O objetivo do financiamento via venda de ativos para um FIDC era dar sustentabilidade de capital de giro para duas usinas de álcool no estado de São Paulo, a Usina Canitar e a Usina Santa Anita. As duas unidades, juntamente com uma terceira na Bahia, são, através de intermediárias, 100% pertencentes à controladora Comanche Clean Energy Corporation (Comanche Corporation), com sede nas Ilhas Cayman e propriedade de vários fundos-hedge e fundos de bancos estrangeiros. As usinas tinham um passivo fiscal, com fornecedores de cana-de-açúcar e com o BicBanco, sendo que mais do que 50,0% dos recursos que as mesmas almejavam captar através do FIDC, um total de R$ 80,0 milhões, seriam direcionados para a amortização ou liquidação deste passivo.

Desocupação de imóvel provavelmente afetará rentabilidade de FII

O FII Memorial Office que tem por objeto a participação no empreendimento imobiliário Edifício Memorial Office sofre com a desocupação do imóvel. A principal locatária do empreendimento, a Atento Brasil, uma empresa multinacional de contact center pertencente ao Grupo Telefônica, indicou recentemente sua intenção de diminuir substancialmente seu uso do imóvel.

De acordo com fato relevante publicado em 21 de maio de 2011 no jornal “O Estado de São Paulo”, o administrador do fundo, a COIN Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, informou que recebeu em 19 de maio um comunicado formal por parte da locatária de quinze dos 24 andares existentes no Edifício Memorial Office. O comunicado avisa do interesse na desocupação e devolução antecipada das unidades correspondentes a cinco daqueles andares locados, sendo três previstos para junho de 2011 e dois para agosto de 2011.

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