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Valorização anual de cotas de FII cai para 3,7%

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medido em termos de variação de preço em períodos anuais, continuou em queda no mês de setembro. Este tipo de rentabilidade vem caindo ao longo de 2010, refletindo um ano até agora menos rentável que 2009 no mesmo período.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até setembro, ficou em 3,7%. Esta rentabilidade anual estava em 29,0% no final de dezembro de 2009, tendo declinado para 7,4% no final de agosto deste ano.

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Mercado secundário de cotas de FII tem leve avanço em setembro

O mês de setembro registrou leve avanço no nível de preço de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário, além de ter mantido os níveis de liquidez no setor em patamares historicamente elevados.

A média linear da variação de preço de cota entre todos os FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA no último mês foi de 0,6% positivos. No acumulado do ano até o fim de setembro, a média subiu de 5,4% no mês anterior para 6,5% agora.

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Recorde de emissões de CRI é debatido no 1º Congresso Uqbar

As emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) em 2010 atingiram o maior nível histórico em um mesmo ano. Desde 1999, ano em que foram emitidos os primeiros certificados, o setor nunca tinha sido tão movimentado. Até o final de setembro, o montante emitido foi de aproximadamente R$ 5,3 bilhões. Este número é 39,1% superior ao total emitido ao longo de todo ano de 2009, que foi de R$ 3,8 bilhões. A marca também já supera o recorde anual histórico de R$ 4,7 bilhões, alcançado em 2008.

As emissões lastreadas em contrato de aluguel somam R$ 3,3 bilhões, ou 63,9% do total, enquanto as emissões com lastro em crédito imobiliário chegam a R$ 1,9 bilhão. Em 2009, as emissões lastreadas em crédito imobiliário foram maioria, com um montante de R$ 1,5 bilhão, ao passo que as de aluguel somaram R$ 992,4 milhões, 40,1% do total emitido.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de agosto de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Baixa liquidez no secundário de cotas de FIDC cede ainda mais

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) apresentou queda no nível de liquidez em agosto de 2010, atingindo níveis quase simbólicos. Os níveis de montante negociado e de números de negócios mensais em 2010 tem girado em patamares inferiores aos de 2009. Esta tendência se acentuou no último mês.

Em agosto deste ano foram apenas R$ 34,2 milhões transacionados, em cima de 21 negociações, com registro na CETIP. Pela primeira vez no último ano não houve qualquer negócio na BM&FBOVESPA. Em julho tinham sido R$ 131,3 milhões em montante negociado e 35 negociações, ao passo que em agosto de 2009 tinham sido transacionados R$ 192,7 milhões, em cima de 36 negociações.

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Rentabilidade efetiva anual do setor de FII cai para 17,1% no final de agosto

Os dezenove Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até agosto de 2010, apresentaram uma rentabilidade efetiva média linear de 17,1% no período. Esta rentabilidade, medida em termos anuais, vem caindo ao longo do ano. No final de maio ela tinha atingido 26,0%, cedendo para 22,3% no fim de junho e 18,7% no término de julho. Este movimento de queda na taxa anual se deve ao fato do início de 2009 ter sido mais rentável que o início de 2010.

Utilizando a nova ferramenta do Orbis de elaboração de consultas, o usuário pode construir o ranking de rentabilidade efetiva nos últimos doze meses no setor de FII negociáveis no mercado secundário (ver instruções abaixo). O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota. Assim, o ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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Liquidez no secundário de FII dá um salto em agosto

O nível de liquidez no mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados na BM&FBOVESPA, que já vinha se consolidando em patamares historicamente mais elevados, cresceu de forma substancial em agosto de 2010. Em termos de montante negociado, foram R$ 41,3 milhões em cotas que trocaram de mãos de investidores, maior marca desde junho de 2009. Em termos de número de negócios, foram 2407, segunda maior marca da história, ficando só atrás dos 2747 registrados em julho de 2010.

Desde março de 2010, o nível de montante negociado e de número de negócios de cotas de FII no secundário da BM&FBOVESPA vinha girando em torno de R$ 18,0 milhões e 1.700 respectivamente. Estas cifras praticamente tinham dobrado quando comparadas com as dos meses imediatamente anteriores à março. Não fazem parte destes números as negociações de cotas do FII Votorantim Securities, um fundo dedicado a investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), registradas na Cetip.

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Retorno anual estimado dos rendimentos de FII vai para 8,2% em agosto

O retorno estimado médio linear dos rendimentos das cotas dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA subiu para 8,2% no mês de agosto, contra 8,1% no mês anterior.

O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais dos últimos doze meses e o preço médio da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, o retorno estimado varia de forma inversa ao preço da cota.

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FII Pátio Higienópolis assume liderança em rentabilidade efetiva em 2010

FII Pátio Higienópolis assume liderança em rentabilidade efetiva em 2010

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Shopping Pátio Higienópolis saltou da terceira posição, no final de julho de 2010, para a liderança, no final de agosto, na classificação por rentabilidade efetiva acumulada em 2010 entre os FII cujas cotas são negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA. Nos primeiros oito meses do ano o fundo já rendeu 27,5%, sendo que só no último mês a rentabilidade efetiva foi de 10,0%, da qual 9,4% se refere à valorização de preço da cota do fundo . Em 2009, o FII Pátio Higienópolis ficou em sétimo lugar com uma rentabilidade efetiva acumulada naquele ano de 47,7%.

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Uqbar comenta nova instrução CVM sobre FIDC

Mantendo o compromisso de aumentar a transparência para o mercado de finanças estruturadas, a CVM publicou no final de julho a Instrução nº 484 (ICVM 484), que acrescenta e altera alguns dispositivos da Instrução nº 356 (ICVM 356), norma que rege o mercado de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

A principal novidade da regulamentação é a lista extensiva de informações que precisam ser fornecidas pelos administradores dos fundos em seus demonstrativos trimestrais. A partir de 1º de janeiro de 2011, data em que a nova instrução passa a vigorar, os administradores serão obrigados a fornecer um conjunto de informações que incluem: (i) os procedimentos de verificação de lastro adotados pelo custodiante; (ii) as eventuais alterações de critérios de concessão de crédito adotados pelos originadores; (iii) análises sobre pré-pagamento da carteira; e (iv) as alienações dos direitos creditórios.

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