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Retorno estimado dos rendimentos de FII sobe para 9,03% p.a.

O retorno estimado médio linear dos rendimentos dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário da BM&FBOVESPA ficou em 9,03% p.a. no mês de fevereiro de 2010, 20 pontos base acima da taxa de retorno estimada para o setor computada no mês anterior. Um fundo fechou fevereiro com retorno estimado acima de 10,0%, sete fundos acima de 9,0%, outros sete fundos acima de 8,0%, dois acima de 7,0% e mais dois acima de 6,0%.

A elevação do nível geral do retorno estimado se deu apesar de uma valorização, no mês de fevereiro, de 0,4% no preço negociado das cotas dos FII no mercado secundário (ver Curta de 05/03/10, Cotas de FII continuam tendência de alta em fevereiro). O cálculo do retorno estimado dos rendimentos de um fundo leva em conta as distribuições mensais nos últimos doze meses e o preço da cota do fundo no mês presente, sendo que este último é calculado de forma ponderada por volume negociado. Para um valor constante de rendimentos, se o preço da cota sobe, o retorno estimado decresce.

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FII ABC Plaza Shopping lidera ranking de rentabilidade efetiva em fevereiro

O conjunto de dezessete Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA nos últimos doze meses, até fevereiro de 2010, apresentou uma rentabilidade efetiva média de 37,39% no período. Todos eles tiveram uma rentabilidade acima de 11,0% e sete deles tiveram uma rentabilidade acima de 40,0% no período.

O cálculo da rentabilidade efetiva das cotas destes fundos leva em conta tanto os rendimentos distribuídos como a variação de preço da cota, ou seja, este ranking é um retrato completo e comparativo da rentabilidade dos FII.

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Oferta de mega FIDC termina com R$ 1,41 bi captados

Foi encerrada ontem a distribuição pública das cotas da primeira emissão do Crédito Corporativo Brasil - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC). Foram R$ 1.409.700.000,00 divididos entre 11.748 cotas sênior e 2.349 cotas subordinadas, a R$ 100.000,00 cada.

Esta operação foi detalhada na Curta de 17/09/09, Credit Suisse, Santander e Caixa preparam mega FIDC. Se equivale a um CDO, sigla em inglês para Collateralized Debt Obligation, por conta do lastro ser formado por empréstimos a grandes corporações na forma de debêntures, notas promissórias, cédulas de crédito bancário e outros instrumentos de dívida, e é a maior deste gênero já estruturada no histórico de FIDC.

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Novo ranking aponta rentabilidade acumulada média no ano de FII em 5,2%

Atendendo uma demanda específica do mercado, a Uqbar passa a publicar mensalmente, a partir de hoje, o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. Assim, os fundos serão classificados de acordo com a rentabilidade efetiva acumulada em 2010 até o mês presente. Tal classificação é comumente usada como referência entre investidores e participantes do mercado.

Este novo ranking substituirá o de rentabilidade efetiva mensal, mas de forma inclusiva e incremental, ou seja, todas as informações contidas no antigo ranking continuarão a ser publicadas e uma nova coluna, que determina a nova classificação, estará sendo adicionada. A rentabilidade efetiva em 2010 até o mês presente é um indicador que vai incorporando, de forma acumulativa, o desempenho dos fundos ao longo do ano e, portanto, reflete um tipo de informação mais rica e significativa que a rentabilidade efetiva mensal, um indicador mais sujeito ao peso da volatilidade do preço das cotas.

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O suporte invisível dos cedentes de FIDC

Decifrar a dinâmica da relação entre um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e seu cedente é uma tarefa crucial na avaliação de risco da operação. Muitas vezes o aparente bom desempenho de uma carteira de direitos creditórios (DC) de um FIDC está associado a uma atuação de suporte um tanto “invisível” por parte de seu cedente. Como nada garante a eternidade de tal suporte, cabe aos investidores e analistas fazer uma leitura mais cuidadosa do comportamento ao longo do tempo de alguns índices do fundo, os quais podem indicar algumas pistas sobre o que está efetivamente acontecendo.

No âmago da questão estão as atividades de recompra de DC, com parcelas em atraso ou inadimplidos, por parte dos cedentes. Tal atuação permite que se dê baixa contábil nos níveis de Atrasos e de Provisões para Devedores Duvidosos (PDD) dos fundos, mantendo os níveis destes índices sob controle durante a vida do fundo. Existem, claro, outras formas de se atingir uma melhora no desempenho de Atrasos ou de PDD de um FIDC, a saber: recuperação de créditos inadimplidos, elevação de crédito, ou venda de DC para um terceiro. O diagnóstico com total precisão, sem o subsídio das informações referentes ao fluxo dos DC, é uma impossibilidade. Restam então as deduções no âmbito das possibilidades.

FII Max Retail vem a mercado após ajuste de oferta

Depois de quase dois meses da data do registro concedido pela CVM, o FII Max Retail deve estar iniciando período de oferta pública primária de sua primeira emissão de cotas em breve. Serão 59.245 cotas, a R$ 1.000,00 cada, para um montante total de R$ 59.245.000,00. A aplicação mínima por investidor será de R$ 50.000,00. Finalizada a oferta e integralizadas as cotas, estas serão admitidas para negociação no mercado secundário no mercado de balcão organizado da BM&FBOVESPA.

Houve um ajuste do montante original da oferta, que decresceu dos R$ 70.150.000,00 inicialmente planejados para os atuais R$ 59.245.000,00. A razão da oferta menor foi a impossibilidade surgida do fundo de adquirir um dos imóveis almejados, o qual foi comprado antes pelos condôminos do Shopping Center onde o mesmo se encontra. Tratava-se de um direito de prioridade de compra.

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Processo na CVM gera expectativas no mercado

Corre na CVM um processo administrativo que vem sendo acompanhado com interesse pelos participantes do mercado de finanças estruturadas. Trata-se do Processo Administrativo Sancionador CVM Nº 06/2007 e, mais especificamente, do Processo de Termo de Compromisso CVM Nº RJ 2009/6226.

Nos meses de dezembro de 2004 e janeiro de 2005, e depois estendendo-se até maio daquele ano, sucederam-se várias operações envolvendo constituição e registro de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), cessão de crédito, distribuição e colocação de cotas, e integralização e resgate de cotas com direitos creditórios, todas elas vinculadas a dois FIDC, o ASM FIDC - Carteira Imobiliária (CI) e o ASM FIDC FCVS, que vieram a disparar o alarme da CVM. A autarquia questionou valores e processos, e instaurou inquérito.

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Valorização de cotas de FII nos últimos doze meses foi de 25,1%

A rentabilidade do setor de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociáveis no mercado secundário da BM&FBOVESPA, medida em períodos anuais, continuou a apresentar alto desempenho. Entretanto, esta rentabilidade vem caindo nos últimos dois meses, o que reflete um começo de 2010 ligeiramente menos rentável que o começo de 2009.

Somente a parte da rentabilidade das cotas devida à variação de preço fechou o período de doze meses terminado em fevereiro de 2010 com uma valorização média de 25,1%, contra 29,0% auferidos ao final de janeiro e de dezembro. Levando-se em conta que a rentabilidade efetiva das cotas é composta pela valorização de preço e pelos rendimentos mensais distribuídos, e que estes últimos por si só provêm, em média, uma rentabilidade líquida acima da taxa de DI, tem-se um quadro de uma indústria que continua a apresentar altos níveis de desempenho.

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Cotas de FII continuam tendência de alta em fevereiro

No mês de fevereiro de 2010, o mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) manteve tendência de ligeira alta. Dos 23 FII que foram negociados em janeiro e fevereiro, 14 apresentaram variação positiva de preço de cota entre um mês e o outro. A média de variação mensal de preço de cotas, para todos os fundos, sem considerar ponderações por valor de mercado, foi de 0,44% no período.

Esta tendência se iniciou a partir de janeiro. Desde o pico do mercado, em outubro passado, o mercado vinha sofrendo um ajuste baixista. Mas, a partir do começo do ano, a grande maioria dos FII negociados na BM&FBOVESPA passou a mostrar valorização de preços de suas cotas. A média de variação mensal de preço de cotas tinha sido de 2,59% em janeiro e - 0,91% em dezembro de 2009.

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Secundário de FII continua tendência de crescimento em fevereiro

O mercado secundário de cotas de FII manteve sua tendência de crescimento no mês de fevereiro. O montante negociado, R$9,9 milhões, foi acima dos níveis registrados nos últimos três meses; R$ 7,8 milhões R$ 6,7 milhões e R$ 6,6 milhões, respectivamente. Porém, este número ainda está bem abaixo da média mensal de 2009, de aproximadamente R$ 15,0 milhões. O número de negócios no mês também apresentou uma razoável ascensão, 918 contra 837 de janeiro e 792 de dezembro.

As cotas do Nossa Senhora de Lourdes foram as mais negociadas nos mês, com um volume total de quase R$ 1,2 milhão, seguido pelo Europar e pelo CSHG Brasil Shopping, com volumes de R$ 943 mil e R$ 821 mil respectivamente. No ano, o BB Progressivo lidera o ranking de montante negociado, com R$ 1,8 milhão em títulos negociados.

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