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Mais um FIDC de Fornecedores com problemas para adquirir direitos creditórios

De acordo com o artigo 40 da Instrução CVM 356, que foi alterado pela Instrução CVM 393, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC ) têm 90 dias para alocar 50,0% do Patrimônio Líquido (PL) em Direitos Creditórios (DC). Muitas vezes, por dificuldades de aquisição de DC de acordo com os critérios estabelecidos no regulamento dos fundos, os administradores acabam pedindo para que este prazo seja prolongado.

Em face deste problema, o FIDC BI Invest Fornecedores Petrobras chegou a definir, em Assembleia Geral (AG de 29/03/2010), um cronograma para buscar contornar o problema do não enquadramento de DC. Contudo, menos de dois meses depois, os cotistas do fundo, após verificarem que o cronograma não estava sendo alcançado, deliberaram a favor da liquidação do fundo. Um caso com outro desfecho foi o do FIDC Crédito Corporativo Brasil, que não é um fundo de fornecedores. Este FIDC, um dos maiores do mercado e cujos DC são compostos de créditos corporativos de médio e longo prazo, solicitou a extensão do prazo junto à CVM e, de posse da autorização, está conseguindo reverter sua situação. Agora, um outro FIDC de fornecedores, de porte menor, pediu prorrogação desse prazo para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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FII Excellence tem maior nível de distribuição do setor nos últimos 12 meses

O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence apresentou o maior nível de dividend yield de doze meses (soma dos rendimentos distribuídos ao longo dos últimos doze meses dividido pelo preço médio da cota no último mês) dentre os 32 fundos cujas cotas foram negociadas no último mês. O fundo, que vem mantendo a liderança deste tipo de ranking desde o começo de 2011, distribuiu rendimentos em maio que produziram um retorno mensal estimado de 1,1%. Isto se compara com um retorno mensal médio de 0,7% entre todos os FII cujas cotas foram negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA no mesmo mês.

Em maio, o FII Excellence apresentou um dividend yield de doze meses de 13,9%, que se compara aos 13,7% alcançados pelo fundo no mês anterior. O FII CSHG Recebíveis Imobiliários, com 12,9 %, se manteve na vice liderança, a qual o fundo já detinha em abril, quando alcançou um dividend yield de 11,5%. Em seguida veio o FII RB Capital Renda, com 9,73%, um pouco acima dos 9,68% apresentados em abril, quando o fundo também já era o terceiro colocado.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas entre 06/06/2011 e 10/06/2011

AGE de cotistas do FII Rubi (CNPJ: 11.196.130/0001-68) realizada em 31/05/2011

Ordem do dia - Deliberar sobre alterações no regulamento, com o intuito de modificar questões acerca da emissão de cotas e da remuneração da administradora (Brazilian Mortgages), com a posterior consolidação do novo documento.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas entre 06/06/2011 e 10/06/2011

AGE de cotistas do FIDC Daycoval Veículos(CNPJ: 09.583.906/0001-50) realizada em 04/04/2011

Ordem do dia - Realizar a aprovação das contas relativas ao exercício social findo em 31/12/2010, alterar o regulamento de forma a facultar o emprego de derivativos para realizar hedge das operações com Direitos Creditórios (DC) - deixando o uso dos mesmos ou não a critério do gestor - e, caso esta alteração seja autorizada, aumentar o índice de subordinação do fundo. Além disso, deveriam ser discutidas a contratação do Daycoval Asset Management Administração de Recursos Ltda. (Daycoval) como responsável pela gestão da carteira do fundo, com subsequente aumento da taxa de administração, e a alteração do regulamento, de forma a possibilitar a distribuição de novas cotas sênior, bem como considerar o rebaixamento da classificação de risco inicial das cotas sênior em mais de dois sub-níveis como um Evento de Avaliação. Por fim, excluir a Taxa de Desconto Mínima (utilizada na aquisição de DC), incluindo a necessidade de atendimento da Taxa Média Ponderada de desconto de todos os DC integrantes da carteira e daqueles que venham a ser objeto da cessão.

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FII Hotel Maxinvest tem a maior valorização de cota do setor nos últimos 12 meses

No último ano corrido, até maio de 2011, a cota do Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Hotel Maxinvest apresentou variação positiva de preço de 47,2%, liderando o setor no período. O fundo, que alcançou a liderança deste tipo de ranking no mês de abril, teve uma valorização do preço de sua cota de 1,1% no mês de maio. Isto se compara com uma queda de 1,5% na cotação média de todas as cotas de FII negociadas no mercado secundário na BM&FBOVESPA no mesmo mês. O mercado de cotas de FII teve um desempenho positivamente correlacionado com o mercado de ações em maio, tendo o índice Bovespa depreciado 2,3% no período.

Esta desvalorização no mês de maio do preço médio de cotas de FII trouxe para baixo a valorização média acumulada de doze meses do setor quando comparada com o resultado no final de abril. A valorização média acumulada fechou o mês de maio em 14,6%, contra 16,4% no final do mês de abril. Esta valorização anual tinha fechado ambos os meses últimos, de março e fevereiro, em 13,2% e o mês de janeiro em 13,9%.

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CRI apresenta crescimento de 163,3% no volume de emissões

De janeiro a maio deste ano o montante consolidado emitido de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atingiu a marca de R$ 5,14 bilhões. Isso significa uma taxa de crescimento de 163,3% em comparação ao mesmo período de 2010, que registrou R$ 1,95 bilhão em emissões.

Vale lembrar que o recorde de emissões registrado ao longo de todo 2010 (R$ 8,53 bilhões) foi atingido depois de um forte desempenho de emissões nos últimos meses daquele ano. Caso o mesmo perfil de crescimento ao longo do ano viesse a se repetir durante 2011, ou seja, 22,9% emitido até maio e 77,1% emitido de junho a dezembro, o mercado de CRI atingiria a expressiva cifra de R$ 22,45 bilhões emitidos no ano.

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RB Capital Agre é o FII mais rentável nos primeiros cinco meses de 2011

Com uma rentabilidade efetiva nos primeiros cinco meses de 2011 de 33,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) RB Capital Agre lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas no mercado secundário nos meses de dezembro de 2010 e de maio deste ano.

Após terminar o primeiro trimestre de 2011 como vice-líder do setor, o FII RB Capital Agre assumiu a liderança em abril e se manteve nesta posição no último mês. Atrás do líder, na segunda e terceira posições no acumulado do ano, vem os FII Excellence e Kinea Renda Imobiliária, com rentabilidades efetivas de 26,1% e 23,5% respectivamente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FII divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FII Kinea Renda Imobiliária (CNPJ: 12.005.596/0001-65) realizada em 27/05/2011

Ordem do Dia - Deliberar sobre (i) a 2ª emissão pública de cotas do fundo, a serem negociadas no mercado secundário da BM&FBOVESPA, distribuídas pelo Itaú-Unibanco S.A e pela Itaú Corretora de Valores S.A. sob regime de melhores esforços, e (ii) sobre a autorização para que a administradora tome as medidas necessárias para que o fato acima descrito seja efetuado de acordo com a legislação vigente.

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Resumo das atas de assembleias de cotistas de FIDC divulgadas na CVM entre 30/05/2011 e 03/06/2011

AGE de Cotistas do FIDC AGN ENERGIA, PETRÓLEO E GÁS (CNPJ: 10.612.427/0001-02) realizada em 15/10/2010

Ordem do Dia - Não especificada.

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Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

Cota de Fundo de FII é a mais líquida do mercado

O único Fundo de Investimento Imobiliário (FII) atual dedicado a investimentos em cotas de outros FII, o FII BC Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários (BC Fundo de FII), se tornou o fundo de cota mais líquida no mercado secundário na BM&FBOVESPA a partir de abril de 2011. Mesmo com um valor de mercado e patrimonial ainda não superior a R$ 160,0 milhões, patamar este inferior ao valor de dezessete outros fundos e correspondente a menos do que 2% do valor consolidado do setor, o BC Fundo de FII tem representado, nos últimos dois meses, perto de 20,0% da liquidez total do mercado secundário de cotas de FII, tanto em termos de montante negociado como no critério de número de negócios.

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