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Expansão do segmento de FIDC de factoring tem pausa no primeiro trimestre

O segmento de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) conhecido como o de fundos multi-cedentes multi-sacados, que vem crescendo desde 2005 e que manteve uma taxa de crescimento anual perto de 100,0% nos últimos três anos, mostrou sinais de estabilização de seu movimento de expansão no primeiro trimestre de 2011. Na verdade, desde 2008, este segmento tende a crescer apenas a partir do segundo semestre de cada ano e, de maneira particularmente forte, em cada último trimestre.

A origem deste segmento de fundos é predominantemente do setor de factoring. Motivados por vantagens fiscais e a possibilidade de alavancagem na captação de recursos, um número cada vez maior de sociedades de fomento mercantil migram suas atividades para o universo de FIDC.

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Cota do Mais Shopping Largo 13 FII sofre queda no secundário

O preço da cota do Mais Shopping Largo 13 Fundo de Investimento Imobiliário (M S Largo 13), negociado no mercado secundário na BM&FBOVESPA, sofreu quedas acentuadas durante os meses de março e abril. No acumulado do ano de 2011, até o final de abril, a cota do M S Largo 13 apresenta o pior desempenho entre todas as cotas negociadas no secundário de Fundos de Investimento Imobiliário, tanto em termos de variação de preço como por rentabilidade efetiva, esta última sendo aquela que é calculada levando em consideração não só a variação de preço mas também os rendimentos decorrentes de distribuição de lucros.

Calculando-se através do preço médio mensal ponderado por montante negociado, a cota do M S Largo 13 caiu 16,7% de dezembro de 2010 até abril de 2011. Apenas nos últimos dois meses, de fevereiro a abril de 2011, a queda foi de 15,9%. Tais declínios foram medidos em cima de um preço médio ponderado da cota em abril de R$ 909,96. Mas nas últimas duas semanas a cota permaneceu abaixo de R$ 900,00, tendo atingido um preço médio diário de R$ 800,70 no dia 26 de abril, antes de recuperar algum terreno e registrar um preço médio diário de R$ 843,12 no dia 02 de maio.

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Secundário de FIDC com liquidez ainda baixa - CESP IV lidera

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC) voltou a apresentar tendência de aumento de liquidez no início de 2011. Este movimento de crescimento no nível de montante negociado de cotas de FIDC ocorre depois de um encolhimento substancial das dimensões deste mercado durante o ano de 2010. De fato, os níveis de liquidez nos primeiros quatro meses de 2011 ainda são ligeiramente inferiores aos registrados no mesmo período em 2009. Em termos absolutos, o mercado secundário de cotas de FIDC ainda é diminuto, sendo bastante inferior a outros mercados.

No primeiro quadrimestre de 2011 foram R$ 379,4 milhões em cotas de FIDC negociadas no secundário com registro na CETIP. Isto se compara com R$ 240,4 milhões e R$ 404,4 milhões no mesmo período em 2010 e 2009 respectivamente. Deste total em 2011, R$ 314,1 milhões se referem a negociações que se deram após terminado o intervalo de 180 dias da data de emissão da respectiva cota. Ou seja, o restante, de R$ 65,3 milhões, provavelmente se refere a negócios vinculados a colocação no mercado primário.

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Liquidez de secundário de FII muda de patamar em 2011

A liquidez do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) continua em acentuado crescimento neste início de 2011. O nível de liquidez, medido pelo valor agregado do número de negócios e/ou do montante negociado na BM&FBOVESPA, tem estabelecido vários novos recordes históricos. Ademais, estes indicadores, quando medidos de forma individual por fundo, apontam para um processo de generalização do crescimento de liquidez, envolvendo um número cada vez maior de FII.

Em 2011, até o dia 25 de abril, foram negociados R$ 222,4 milhões em cotas de FII na BM&FBOVESPA, correspondentes a 14.835 negócios. Em termos comparativos, o valor de montante negociado em menos de quatro meses é muito superior aos valores relativos ao ano inteiro para todos os anos até 2008 (naquele ano o montante anual foi de R$ 143,6 milhões) e similar ao valor anual de 2009 (R$ 228,8 milhões) e ao valor acumulado dos primeiros onze meses de 2010 (R$ 222,3 milhões). Pelo critério de número de negócios, a cifra até 25 de abril supera em larga margem as cifras anuais de todos os anos até 2009 (naquele ano inteiro houve 9.386 negócios) e está acima do número acumulado até agosto em 2010, de 13.681 negócios.

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FGC se torna cotista bilionário de novo FIDC ligado ao Panamericano

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) se tornou recentemente o bilionário cotista sênior e subordinado de um novo Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC NP) que tem o Banco Panamericano como cedente. Trata-se de um investimento inicial total de R$ 3,50 bilhões nas cotas do FIDC NP BP Financeiros (BP Financeiros), sendo R$ 2,80 bilhões em cotas da classe sênior e R$ 700,0 milhões em cotas da classe subordinada. O fundo foi registrado na CVM em 15 de março deste ano. Segundo balanço financeiro mensal do FGC, em 31 março seu saldo de aplicações financeiras no BP Financeiros era de R$ 3,49 bilhões.

Como amplamente divulgado na mídia, no último trimestre do ano passado o Grupo Silvio Santos, ex-controlador do Banco Panamericano, captou junto ao FGC um total de cerca de R$ 3,80 bilhões utilizados para recapitalizar o banco, em meio a um escândalo de fraude bancária. Em seguida, o BTG Pactual assumiu o controle da instituição e o Grupo Silvio Santos se viu livre do passivo com o FGC.

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R$ 7,5 bilhões subscritos em cotas de dois FII da região do porto do Rio de Janeiro

De acordo com documentos divulgados no site da CVM, nos dias 28 e 29 de março de 2011 foram encerradas as ofertas com esforços restritos do Caixa Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (Porto Maravilha) e do Fundo de Investimento Imobiliário da Região do Porto (Região do Porto), respectivamente.

Na oferta do Porto Maravilha foram subscritos R$ 3,5 bilhões em cotas de classe única. Esse montante foi adquirido por um investidor que, segundo os “Dados Finais da Oferta”, foi classificado na categoria “Outros”.

Caixa traz o CRI ao pequeno investidor

A primeira operação de emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) tendo como coordenador líder de distribuição a Caixa Econômica Federal está em vias de ser lançada. Provavelmente sua integralização ocorrerá em meados de maio. Atuando também como o cedente dos créditos imobiliários que comporão o lastro dos CRI emitidos, além de exercer a função de Servicer e participar como investidor dos títulos da classe subordinada (CRI Júnior), a Caixa buscará o investidor de varejo, que poderá adquirir o CRI da classe sênior (CRI Sênior) a partir do montante mínimo de R$ 10.000,00. A distribuição visa ser atendida pelo investidor de varejo em pelo menos 80,0% do total colocado.

Será uma oferta pública de CRI Sênior no valor de R$ 232,8 milhões. Os CRI Júnior totalizarão R$ 25,9 milhões. A emissora é a Brazilian Securities e a classificação de risco preliminar atribuída pela Fitch aos CRI Sênior é um AAA (bra). O vencimento final dos títulos será em novembro de 2018, porém, o prazo médio e duration são bem mais curtos, mesmo sem considerar qualquer estimativa de pré-pagamento.

Excellence é o FII mais rentável no primeiro trimestre

Com uma rentabilidade efetiva no primeiro trimestre de 16,7%, o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Excellence lidera o ranking de rentabilidade efetiva no ano de 2011 até o momento. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2011 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2010 e de março deste ano.

Mesmo sem ter liderado o ranking em nenhum dos primeiros três meses, de forma separada, o FII Excellence acumulou um bom trimestre depois de uma excelente performance nos dois primeiros meses. No mês de janeiro, foi o sétimo mais rentável com 7,8%, e em fevereiro alcançou a vice-liderança do mês com 7,2%. Na segunda e terceira posições no acumulado do primeiro trimestre vem os FII RB Capital Agre e Square Faria Lima, com rentabilidades efetivas de 16,0% e 15,0% respectivamente.

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Votorantim Asset Management e J&M Investimentos lideraram rankings de gestores de FIDC de 2010

A Votorantim Asset Management (VAM) e a J&M Investimentos terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de gestores de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking, cujo critério de classificação utiliza o patrimônio líquido (PL), no final de 2010, dos FIDC que entraram em operação naquele ano, foi liderado pela VAM. A gestora ganhou o mandato de três novos FIDC no ano, totalizando R$ 2,12 bilhões de PL. Na segunda posição deste ranking está a Intrag DTVM com a gestão de dois novos FIDC. Estes fundos encerraram 2010 com um total de PL de R$ 1,87 bilhão. Em seguida vem o Credit Suisse (Brasil) DTVM, com um novo fundo que somava R$ 1,42 bilhão.

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Bradesco e Paulista lideraram rankings de custodiantes de FIDC de 2010

O Banco Bradesco e o Banco Paulista terminaram o ano de 2010 como líderes dos rankings de custodiantes de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) da Uqbar.

O ranking cujo critério de classificação é o patrimônio líquido (PL) dos FIDC que entraram em operação em 2010 através da sua primeira emissão de cotas no ano foi liderado pelo Bradesco. O banco ganhou o mandato para custodiar quinze novos FIDC no ano, totalizando R$ 4,18 bilhões de PL. Na segunda posição deste ranking está o Banco Santander com a custódia de sete novos FIDC. Estes fundos encerraram 2010 com um total de PL de R$ 3,03 bilhões. Em seguida vem o Itaú Unibanco com cinco novos fundos que somavam R$ 2,43 bilhões.

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