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Continental Square Faria Lima é o FII mais rentável no ano até agora

Com uma rentabilidade efetiva no primeiro trimestre de 18,3% o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Continental Square Faria Lima lidera o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 até o momento. O desempenho deste fundo no mês de março, quando alcançou uma rentabilidade efetiva mensal de 6,4%, proporcionou seu salto da quarta posição deste mesmo ranking no final de fevereiro para a atual posição de liderança.

A Uqbar publica hoje o ranking de rentabilidade efetiva em 2010 dos FII negociados no mercado secundário na BM&FBOVESPA. A rentabilidade efetiva é equivalente à Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo de caixa que considera os rendimentos distribuídos pelos fundos até agora durante o ano de 2010 e os preços médios, ponderados por montante negociado, das negociações das cotas nos meses de dezembro de 2009 e de março deste ano.

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Uqbar comenta audiência pública SNC Fundos nº 01/09

Em 14 de dezembro de 2009, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) publicou o Edital de Audiência Pública SNC Fundos nº 01/09, que submeteu à audiência pública minuta de Instrução que dispõe sobre as normas contábeis aplicáveis às demonstrações financeiras dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIDC, Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios - FIC-FIDC, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados - FIDC-NP e dos Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados - FIC-FIDC-NP, bem como minuta de Nota Explicativa à referida Instrução.

A Uqbar participou desta audiência pública através de carta enviada à autarquia. Segue abaixo, na íntegra, os comentários da Uqbar aos pontos levantados no edital.

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Uqbar divulga seus comentários a respeito da Instrução da CVM de Normas Contábeis de FIDC

Com o encerramento, no último dia 26 de março, da audiência pública SNC Fundos Nº01/09, que trata das novas normas contábeis aplicáveis aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) e fundos que investem em cotas de FIDC, o mercado espera agora a emissão da nova Instrução. A iniciativa faz parte de um esforço da CVM de consolidar normas e procedimentos contábeis, assim como padronizar as demonstrações financeiras deste setor.

A Uqbar entende como vital para a evolução sustentável e o desenvolvimento institucional do mercado de FIDC que se progrida nos seus aspectos informacionais. Desta forma, a Uqbar não só aplaude esta iniciativa da CVM como, mais uma vez, submeteu comentários e sugestões visando contribuir de forma efetiva para uma maior transparência no mercado de securitização.

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Cotas de FII sobem 22,6% nos últimos doze meses

O desempenho das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no mercado secundário da BM&FBOVESPA, em termos de variação de preço em períodos anuais, continua a apresentar taxas altas de elevação. Entretanto, este tipo de rentabilidade vem caindo no primeiro trimestre de 2010, refletindo um começo de ano não tão rentável como os primeiros meses de 2009. Há pouco mais de um ano, as cotas de FII, assim como grande parte do mercado financeiro, usufruíam de uma alta taxa de crescimento, típica de período inicial de recuperação de mercado, depois do movimento de baixa de 2008.

A valorização média linear de todas as cotas de FII negociadas no secundário, nos últimos doze meses até março de 2010, foi de 22,6%. Esta rentabilidade anual vem caindo desde dezembro de 2009, quando a mesma atingiu 29,0%. No mês passado ela estava em 25,1%.

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FII Rio Bravo Renda Corporativa puxa liquidez de secundário para cima

Em março de 2010, o mercado secundário de cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII) voltou a apresentar um nível de liquidez condizente com uma trajetória de crescimento, que havia sido interrompida em novembro passado. Muito em função do crescente volume de ofertas primárias no final do ano passado, o mercado secundário vinha recentemente operando em níveis de liquidez bem abaixo do que foi visto no terceiro trimestre de 2009. Mas neste último mês houve um salto de volume, com direito a recorde histórico pelo critério de número de negócios.

A estrela do mês foi a cota do FII Rio Bravo Renda Corporativa. Só para este fundo foram R$ 4,9 milhões negociados em cima de 914 negócios. O Rio Bravo Renda Corporativa prepara uma nova emissão, cujo registro ainda não foi concedido pela CVM e que deve triplicar o valor de mercado do fundo se esta for inteiramente subscrita. O preço da cota ofertado deve ser de R$ 1,37 para novos cotistas e de R$ 1,25 para os atuais cotistas. No começo de março, quando o preço da cota no secundário estava sendo negociado por volta de R$ 1,37, houve dois dias em que o volume negociado e o número de negócios subiram substancialmente. Foram R$ 3,6 milhões negociados, sendo que o preço médio em um dos dias, quando R$ 2,2 milhões trocaram de mãos, foi de R$ 1,46. A partir daí o preço da cota caiu um pouco, fechando ontem a R$ 1,34.

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Classificação de desempenho por categoria de ativo-lastro de FIDC

Não houve alternâncias significativas na classificação de desempenho dos grupos consolidados de FIDC por ativo-lastro durante o mês de fevereiro de 2010. As variações, positivas e negativas, do nível de PDD Normalizado (PDDn) em todas as categorias ficaram abaixo de um, em valor absoluto, significando que o nível de PDD consolidado por categoria não se alterou em mais de 1,0% do montante consolidado de direitos creditórios por categoria.

A classe de Recebíveis do Agronegócio manteve-se na posição de terceiro maior PDDn, tendo ainda as classes de Títulos Mobiliários e de Crédito a Pessoa Jurídica com PDDn mais alto (pior desempenho). Esta posição, ou melhora relativa, foi conquistada nos últimos meses a partir da adição de dois novos fundos nesta classe, o Minerva FIDC Crédito Mercantil e o FIDC Mercantis Monsanto. Estes fundos, em seus primeiros meses de existência, contribuíram para diluir o nível de PDD para a classe de Recebíveis do Agronegócio como um todo, que é negativamente afetado pelo alto nível de PDD associado ao Union Agro+ FIDC, um dos outros dois fundos restantes pertencentes a esta classe.

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Cotas de FII, com liquidez crescente, continuam tendência de alta em março

O mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) registrou no mês de março ganhos e aumento do montante negociado. Dos 23 FII que foram negociados em fevereiro e março, 13 apresentaram variação positiva de preço de cota entre um mês e o outro. A média linear de variação mensal de preço de cotas, para todos os fundos, sem considerar ponderações por valor de mercado, foi de 0,73% no período.

A tendência de crescimento de preço de cota no setor se iniciou a partir de janeiro. Depois do pico, em outubro passado, o mercado sofreu um ajuste baixista no último bimestre de 2009. Mas, a partir do começo do ano, a grande maioria dos FII negociados na BM&FBOVESPA passou a mostrar valorização de preços de suas cotas. Até o final de março, a média de variação acumulada de preço de cotas no ano foi de 3,99%.

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Classificação - FIDC por Índices de Desempenho

Dando prosseguimento à série mensal que analisa o setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), a Uqbar publica a classificação dos FIDC de maior PDD Normalizado (PDDn) e de maior e menor Variação de PDD Normalizada (?PDDn) no mês de fevereiro de 2010.

As classificações excluem fundos com nível de Patrimônio Líquido ou de Direitos Creditórios inferior a R$ 10,0 milhões, evitando-se assim efeitos distorcidos que podem ocorrer no período final de amortização de alguns fundos e comparações com fundos já em fase final de liquidação.

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Mercado secundário de FIDC fecha primeiro trimestre com volume em baixa

O montante negociado e o número de negócios do mercado secundário de cotas de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) voltaram a cair no mês de março depois de terem ensaiado uma recuperação no mês anterior. Como janeiro tinha apresentado uma liquidez marcadamente fraca, o trimestre como um todo ficou abaixo do mesmo período em 2009 e distante dos níveis dos últimos dois trimestres do ano passado.

Em março, o montante em negociações registradas na CETIP foi de R$ 58,3 milhões, enquanto a BM&FBOVESPA registrou apenas R$ 708.021. Em termos de número de negócios, foram 35 na CETIP, contra apenas 1 na BM&FBOVESPA.

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Nível de PDD dá sinais de estabilização

O montante consolidado de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) do setor de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) manteve-se constante no mês de fevereiro de 2010. Já o consolidado de créditos vencidos e não pagos (Atrasos) e o consolidado de Patrimônio Líquido (PL) moveram-se em direções opostas com pequenas variações. Os atrasos subiram 2,22% e o PL caiu 1,17%.

No final de fevereiro de 2010 o montante consolidado de PDD fechou em R$ 1,77 bilhão, contra R$ 2,30 bilhões para Atrasos e R$ 33,67 bilhões de PL, excluindo o FIDC NP Sistema Petrobras. Para se ter uma perspectiva da evolução histórica, no final de 2008 estes indicadores eram de R$ 582,2 milhões para PDD, R$ 1,53 bilhão para Atrasos e R$ 35,50 bilhões para PL. Ou seja, apesar da pequena queda relativa de PDD em comparação a Atrasos no último mês, nos últimos quatorze meses o indicador consolidado de PDD cresceu de 38,05% para 76,96% do consolidado de Atrasos e de 1,64% para 5,26% do consolidado de PL.

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